Dark Moon

50 Capítulo 50


Notas iniciais
Boa leitura.
Leiam as notas finais, aviso importante.
Nina.

Renesmee capitulo 50

“Ela me mostrou os pais dela, e sua família” ele mentiu, como eu disse. Olhando para Aro.

“Come comida de humanos?” ele se virou para mim de novo, e piscou um olho.

“Como. Mas prefiro sangue.” Eu disse.

“Sangue humano?” perguntou.

“Não. De animais.” Eu falei, não querendo mencionar o que eu ando fazendo.

“Pode ter filhos?” ele perguntou.

“Não” menti.

“Quer que eu pergunte mais alguma coisa, Aro?” ele se virou para falar com Aro.

“Não, por hoje não.” Ele me respondeu, me deixando ir. “Coloque ela lá, Felix.” Ele mandou, com a voz mudada novamente.

Ele me tirou da cama, e me levou até aquela sala de novo. Quando chegou lá, me jogou no chão, como se fosse lixo e nada mais.

“Qual é o seu problema?” gritei o mais alto que consegui. “Porque você segue tanto os Volturi assim?” eu perguntei, enquanto ele já estava indo embora, mas ele parou. “Você não tem uma capa tão escura, quero dizer, não é um dos melhores. Você sabe que se existir alguém mais forte que você, é destruído.” Aproveitei para continuar, enquanto ele blefava. “Se você pedisse para sair agora, não seria mais destruído, porque eles poderiam precisar de você depois.” Tentei argumentar.

Ele se virou, me olhou, quase deu um passo à frente, mas depois voltou a caminhar até a porta. E saiu da sala onde eu estava, fechando a porta depois que passou. Sentei de novo no chão e comecei a chorar. Por que eu estou aqui? Hoje eu consegui fazer com que não enfiassem uma agulha em mim, mas e amanha? Em meio ao choro eu gritava o mais alto que eu conseguia.

“Aro” gritei, bem alto. “Me tira daqui.” Gritei de novo.

Encostei a cabeça na parede, e fiquei assim por um instante, até que eu adormeço naquele chão gelado. Abraçado meus joelhos, eu estava com frio. Eu queria Jacob agora para me esquentar e me tirar desse lugar horroroso.

Quando acordei, eu não sabia que horas eram, não dava para ver nada daqui de dentro dessa sala. Então me levantei, e saí andando para perto da porta. Empurrei estava aberta. Dava para outra sala. Fui abrindo as portas até que cheguei na sala em que tem as três cadeiras uma ao lado da outra, como de três reis, a do eu sonho.

Estavam sentados Aro, Marcos e Caius, em outras cadeiras, nessa mesma sala, de frente para uma mesa cheia de livros. Estavam mexendo neles, até eu entrar. Aro me olhou, curioso, como sempre.

“O que você quer, pequena Renesmee?” ele me perguntou.

“Eu estou com sede” eu disse, com a minha melhor voz de sofrimento possível, enquanto colocava minha mão em volta da minha garganta.

“Nós também estamos” Aro disse. “Nossas refeições já estão chegando.” Ele terminou.

“Por que você me quer aqui?” perguntei, ainda fazendo voz fraca.

“Que pergunta boa.” Ele disse, enquanto se levantava de sua cadeira. “Eu conheci você quando e apequena e agora eu queria saber um pouco mais de você, sempre quis, mas esses dias é que eu tive a brilhante idéia de pegar você.” Ele disse, chegando mais perto de mim.

“Vai me deixar voltar quando acabar?” perguntei.

“Claro que vou” ele disse, mentia muito bem.

“Porque você sempre quis governar todos?” perguntei curiosa, agora, e fingindo que caí em sua mentira.

“Eu acho que tem que ter alguém para cuidar daqueles vampiros que não então colaborando” ele disse, como se eu fosse um bebê.

“Mas, por que você quer acabar com minha família?” perguntei de novo, enquanto Caius ria.

“Não quero acabar com sua família” respondeu.

“Você tem medo, não tem?” perguntei.

“Medo? Não” ele disse, rindo forçadamente.

“Tem sim” eu disse, dando mais passos a frente, você tem medo de ter outra clã com poder maior que o seu. Tem medo de perder a superioridade.Tem medo de não conseguir mais ter esse poder que tem hoje.” Eu disse, cuspindo todas essas palavras na cara dele.

“Claro que não, só quero o bem de nossa sociedade.” Ele disse.

“Então porque ataca alguns clãs sem que eles tenham feito nada de errado? E arruma alguma desculpa para lutar?” perguntei.

“Não faço isso, só enfrento algum clã, quando realmente tem algum problema a resolver.” Ele defendeu a si mesmo.

“Então, por que quando você foi lá, em minha casa, com sua guarda toda, enquanto eu era menor, sabendo que não tinha perigo nenhum, minha existência, você usou os poderes da sua guarda contra nós?” perguntei.

“Eu não quis machucá-los, só quis saber a verdade.” Ele disse, sem muita defesa.

“Mentira, você já tinha visto os pensamentos do meu pai.” Eu contrariei.

“Não menti. Eu realmente só queria provar que era verdade” ele disse, não muito mais meigamente.

“Onde está nossa refeição?” mudei de assunto.

Passei por Aro, revirei os olhos para Caius, odeio ele, e sorri para Marcus. Passei novamente pela próxima porta. Dava para outra sala, dessa vez com um elevador, apertei o botão para subir.

“Aonde você vai?” Aro disse, enquanto chegava ao meu lado.

“Vou subir” eu disse.

“Vou com você” Aro ficou ao meu lado esperando chegar o elevador.

Quando chegou, nós dois entramos lá dentro. E tocava uma musica, que eu não gostei muito, porque parecia macabra, e eu estava começando a ficar com medo. Subimos até o outro andar. No qual tinham uma mulher muito bonita, fazendo excursão com muitos humanos, aqui dentro. Aro a cumprimentou e chamou-a de Heidi. E depois tinha outra sala do lado. Com uma secretária humana sentada naquela cadeira e tinha um telefone em cima da mesa. Um telefone! Eu preciso usar aquele telefone.

Aro me pediu para descer de novo, porque nossa refeição já tinha chegado. Então desci com ele. E chegamos naquela mesma sala. Vários humanos estavam La, e muitos já estavam mortos no chão. Marcus e Caius satisfeitos, tinham alguns humanos que estavam em um cantinho.

“Aro, eu não posso” eu disse, olhando para ele.

“Ah, só um, ou dois. É a única comida que temos” ele disse, enquanto saía correndo e bebeu o sangue de três, sobraram mais dois para mim.

Então fui rápida e acabei com os dois rapidamente, e nem me sujei. Já aprendi a não me sujar com os humanos. O que era muito difícil no começo, mas agora eu consigo perfeitamente.

“Vamos fazer mais alguns testes com ela hoje?” disse Joham chegando na sala onde estávamos.

“Claro.” Aro disse.

“Então vamos.” Joham disse.

“Aonde você vai?” Aro perguntou desconfiado.

“Vou na sala de cima que tem mais espaço para eu poder ver o quanto que ela corre e o tanto de força que ela tem, não quero estragar aqui em baixo.” Ele conseguiu enganá-los.

“Tudo bem, depois eu vou lá para ver.” Aro concordou.

Então entramos no elevador.

“Vai me ajudar?” perguntei.

“Vou, mas você tem que ser rápida, pegue o telefone, fale com alguém e depois corre até mim e finge que estávamos fazendo os testes, ok?” ele falou.

“Ok” respondi, pulando de alegria. “Obrigada!” agradeci a ele.

“Você viu mesmo meu filho?” ele perguntou.

“Vi, ele é muito legal” respondi.

Chegamos lá em cima e eu corri para o telefone, a secretária não estava lá.

“Onde nós estamos?” perguntei.

“Itália. Em Volterra” ele respondeu.

“Tá” eu disse. Disquei o número bem rápido e chamou duas vezes depois atenderam. “Oi” eu disse.

“Oi” Jacob atendeu, parecia estar quase morto. Sua voz era fraca.

Notas finais
Amanha de madrugada, irei viajar. Eu só vou voltar dia 29 de janeiro. Mas vou escrever muiiiiito nas férias, porque não vai ter muito o que fazer. Eu juro que vai ter pelo menos uns 15 ou 17 capítulos.
Eu só vou conseguir postar acho que, um ou dois capítulos nas férias. Porque vou estar na minha vó.
Podem me xingar muiiito nas reviews.