Dark Dawn

1 Capítulo 1: Hokage das Sombras


Notas iniciais
Olá, olá e olá! Amores, definitivamente não estava nos meus planos começar a escrever uma nova Fanfic, afinal já estou escrevendo algumas e pretendo tirar (ainda) outras do limbo. Porém, em minha defesa, o que houve foi quase um ato do divino, pois o plot de Dark Dawn nasceu de um surto completamente inesperado de inspiração, pois tudo o que estava fazendo no momento era olhar algumas Fanarts aleatórias do Sasuke. Então aconteceu: o plot quase inteiro simplesmente brotou na minha cabeça e eu sabia que se não o aproveitasse e não o escrevesse jamais me perdoaria. Pois bem, sobre a Fanfic: é Sasuke-centric, é SasuSaku e é angst. Sim, angst! Depois não digam que eu não avisei! XD Já se perguntaram o que poderia ter acontecido caso o Sasuke tivesse ganhado a batalha no Vale do Fim? Caso ele tivesse concretizado a sua revolução? Pretendo trabalhar essas questões em Dark Dawn. Enfim, espero que apreciem essa história! Estou muito empolgada em escrevê-la! Boa leitura!

Dark Dawn

Capítulo 1:

Hokage das Sombras

○♦○

E, COM ISSO, eu finalmente estarei sozinho. Adeus... meu único amigo!

A voz de Sasuke soou clara e uniforme de repente; mais jovem, mais inconsequente, ricocheteando em paredes invisíveis e voltando até ele num eco contínuo e perturbador que rompeu o silêncio profundo que ali imperava. Ouviu, então, o ruído familiar de um milhar de pássaros, chilreando em algum lugar ali por perto — muito perto.

Abaixou seus olhos e viu: seu punho esquerdo estava iluminado pela radiância do Chidori, aclarando as sombras que o cercavam, afastando uma parte da escuridão densa. Era dali que provinha o som de pássaros. Ainda assim, a aura gris do jutsu era incapaz de revelar por inteiro o que estava diante dele. Não via mais do que relances, lampejos de cores e formas que atravessavam seu campo de visão só para desaparecer num piscar de olhos, tão depressa quanto surgiram.

Estranho. Sasuke se lembrava nitidamente de não possuir mais um braço esquerdo.

O Sharingan girava no seu olho direito, vermelho como o sangue que lhe corria quente pelas veias. E, sem que ele tivesse controle sobre o próprio corpo, seu braço esquerdo ergueu-se, recuando o cotovelo até a altura do rosto. Seus dedos grudaram-se uns aos outros, prontos para perfurar a presa logo adiante. Seus pés se moveram por conta própria, levando-o adiante. Finalmente, a escuridão se dispersou completamente para mostrar-lhe um rosto que conhecia, ferido, inchado e sujo. Era Naruto, ajoelhado e indefeso, cansado e abatido.

Não!, gritou para se impedir, mas era tarde demais. Seu corpo avançou outro passo, movendo-se depressa e deixando-o sem reação. Olhou fundo no único olho visível de Naruto quando seu braço esquerdo envolto pelo jutsu se abaixou na sua direção, iluminando seu rosto surpreso pelo ataque irrefreável.

Sasuke despertou num sobressalto, percebendo aliviado que tudo não havia passado de um sonho e que estava em casa, seguro. Não, não um sonho, forçou-se a se corrigir. Uma lembrança, de sua luta contra Naruto no Vale do Fim. Nossa última luta, refletiu. Tanto tempo havia se passado, às vezes ela parecia ter acontecido toda uma vida atrás.

Ele expirou o ar devagar, normalizando a respiração ofegante e descomprimindo o tórax expandido. Espiou o que restava do braço esquerdo sobre os lençóis. Melhor assim. Fitou o teto do quarto em seguida, pensativo. O colchão afundou quando Sakura, deitada ao seu lado, se inclinou na direção da mesa de cabeceira para acender o abajur, esfregando o sono dos olhos.

— Anata, aconteceu alguma coisa? — indagou-o ao se virar para ele, apoiando-se num cotovelo.

Sentiu seu toque na testa úmida de suor, inspecionando-o, seu olhar atento descendo pelo seu corpo à procura de qualquer sinal do que lhe causou o susto. Depois de se dar por satisfeita — pois o marido não estava doente ou ferido —, ela recolheu a mão e voltou a apoiar a cabeça no travesseiro, deitando outra vez.

— Quer conversar sobre isso?

Sasuke meneou a cabeça em negativa.

— Foi só um pesadelo. Nada demais.

— Não é “nada demais” se te faz acordar assustado no meio da noite — retrucou, deixando-o sem resposta.

Sentiu a mão dela no seu cabelo dessa vez, afastando-o do seu olho esquerdo, o olho do Rinnegan. Sakura se inclinou até que o rosto pairasse sobre o dele e seus lábios roçassem a pele.

— Pode conversar comigo sobre o que estiver te incomodando. Você sabe disso. Ultimamente você vem tendo pesadelos demais, meu amor. Talvez seja excesso de trabalho ou de estresse.

Sua esposa tinha razão, claro. Sasuke vinha trabalhando mais do que deveria recentemente. E o que estava investigando exigia que ele se dedicasse quase integralmente. Era um milagre que tivesse conseguido fazer uma pausa para voltar para a vila no dia anterior. Fez isso por Sakura e por Sarada. A filha merecia comemorar o aniversário do próprio pai e tinha pedido a ele especificamente por isso dois meses atrás.

— Não posso relaxar. Não ainda — murmurou. — Sinto que estou perseguindo uma boa pista, que estou perto de conseguir algo mais concreto e que incrimine o Chikage.

— Sei como isso é importante para você — ela disse e afagou seu cabelo outra vez, sugerindo com ternura: — Mas pense no que eu te falei também, tudo bem?

Assentiu com um aceno de cabeça. Sakura se inclinou para beijar seu rosto de novo, mas ele se virou a tempo para que os lábios dela roçassem nos seus. Mais que depressa a enlaçou com o braço direito e sentiu seu suspiro contra a boca quando se deitou sobre o corpo dele.

Ela quebrou o beijo por tempo suficiente para apoiar as mãos no seu peito e espiar o relógio na mesa de cabeceira ao seu lado. Então mordeu o lábio e fitou-o de um jeito travesso.

— Já é meia-noite. Feliz aniversário, Anata — sussurrou com candura.

E se inclinou outra vez para beijá-lo mais sofregamente. Suas mãos trabalharam em conjunto para remover as peças de roupa. Com a sua boca grudada na dela a fim de abafar os gemidos que lhe escapavam, sua mão num dos seus seios macios e os braços dela ao redor do seu pescoço e das suas costas, deitou-a sobre o colchão e se colocou entre as pernas dela.

Foi o presente de aniversário da esposa para ele, ou isso foi o que Sakura lhe disse. Ela certamente não ouviu protestos da parte dele em nenhum momento.

○♦○

Pela manhã, Sasuke tomou um banho quente e se vestiu sem pressa, descendo as escadas até a cozinha e indo ao encontro de Sakura e de Sarada, que sussurravam segredos uma para a outra enquanto espiavam um livro de receitas. Assim que o viu, Sarada se apressou em esconder o livro numa gaveta do armário sob a pia:

— Papai, bom dia!

Disfarçou um meio sorriso ao me aproximar de ambas e se acomodar à mesa, puxando uma cadeira e se sentando. Se elas queriam surpreendê-lo, então ele deixaria que elas o surpreendessem, fingindo que não havia percebido o que tramavam em segredo.

— Anata, bom dia! — Sakura se acercou com um sorriso tenso.

— Bom dia — murmurou em resposta quando ambas se juntaram a ele à mesa para tomar o desjejum.

Sasuke separou seus hashis e começou a comer. Sakura e Sarada fizeram o mesmo, conversando amenidades enquanto comiam.

— Você vai passar o dia com o seu time, Sarada? — Sakura questionou-a.

— Só vamos treinar um pouco agora pela manhã. Depois tenho o restante do dia livre — informou-a ao virar a tigela de missoshiro, sorvendo o caldo quente com cuidado.

Sarada usava seu hitaiate vermelho sobre a testa, orgulhosa da insígnia da Folha que levava na faixa estreita de metal costurada ao tecido. Ele estendeu a mão e pousou-a sobre o topo da sua cabeça. Ela se virou para o pai com um ar especulativo, sondando-o com olhos que eram quase cópias dos seus.

— Papai?

— Como andam as missões? — puxou conversa, recuando a mão não muito depois.

Ela piscou, aturdida num primeiro momento, mas não demorou a recuperar a voz.

— Ah, o Konohamaru-sensei não nos deixa cumprir as missões mais arriscadas ainda. Diz que não estamos prontos. O Boruto é bem inconveniente sobre isso, bate o pé e pede pelas missões mais perigosas. Diz que as que cumprimos são coisa de criança — acrescentou com um revirar de olhos.

— Nesse ponto ele é idêntico ao pai — refletiu, tomando um gole do chá no seu copo.

Sakura riu delicadamente, unindo-se aos dois na conversa, descansando o queixo num punho e alternando o olhar brilhante entre o marido e a filha.

— Isso é um pouco nostálgico na verdade.

— Aposto que deve ter sido incrível fazer todo tipo de missões ao lado do Nanadaime! — sua filha murmurou com um sorriso suave. — Vocês dois são tão sortudos!

Sasuke fechou a expressão imediatamente, negando a afirmação.

— Iie. O Naruto sempre foi cabeça-oca, tagarela e hiperativo.

O riso de Sakura preencheu a cozinha outra vez, mais alto e mais cristalino.

— Vocês dois implicavam tanto um com o outro, e competiam por absolutamente tudo! Era muito irritante, shannaro! — queixou-se com um bufar.

Sarada pousou sua tigela vazia sobre a mesa e se inclinou para pegar um bolinho cozido no prato, mordendo-0 e mastigando-o comedidamente enquanto conversava conosco.

— O Nanadaime me disse uma vez que ele te superava em tudo, papai — Sarada se dirigiu a ele com um sorriso travesso.

— Aquele dobe mentiroso — Sasuke murmurou entre dentes e tomou outro gole do chá que Sakura tornou a servir para ele.

Sarada espiou os ponteiros do relógio pendurado na parede e se levantou num pulo ainda com metade do bolinho por comer, explicando sua pressa para Sasuke e para Sakura:

— Preciso ir! Vou me encontrar com o Konohamaru-sensei, o Boruto e o Mituski no campo de treinamento. Mas volto a tempo para o almoço! — informou-os, partindo apressada para fora da cozinha e em direção à porta. — Estou indo, mamãe, papai!

— Ah, cuide-se! — Sakura disse um pouco antes de a porta bater, sinalizando que estavam sozinhos em casa.

Sasuke terminou seu chá e Sakura também terminou de comer. Ela se levantou e começou a levar a louça suja para a pia. Ele se levantou para ajudá-la a organizar a cozinha, guardando a louça limpa. Sabia que em poucos minutos a esposa sairia para ir até o hospital e não podia evitar o assunto para sempre, então tratou de despejá-lo antes que ela se fosse.

— Sei que estão planejando uma comemoração para o meu aniversário.

Ela enrijeceu e arquejou, cobrindo as faces com as mãos e fingindo surpresa primeiro. Virou-se para o marido e, ante o seu olhar cético, rendeu-se com um suspiro, abandonando sua atuação.

— Não deixe que a Sarada desconfie. Foi ela que sugeriu e...

Sakura se aproximou e colocou as mãos nos ombros fortes, erguendo o rosto para fitá-lo.

— Ela está muito empolgada com a ideia de comemorar o seu aniversário.

— Nunca disse que me opunha — ele se defendeu com um meio sorriso.

Sakura mordeu o lábio inferior, atraindo sua atenção com o gesto. Sem mais dizeres, ergueu-se na ponta dos pés para alcançar seus lábios, roçando sua boca rapidamente na dele.

— Ótimo! — declarou e se afastou com um giro gracioso, seguindo em direção à porta da frente e deixando um rastro do seu perfume suave para trás, para tentá-lo.

Seguiu-a e se colocou a observá-la enquanto calçava as sandálias no desnível próximo à entrada.

— Vai se encontrar com o Naruto agora, não é? — conjecturou e ele assentiu, recostando-se à parede.

— Aa. Quero discutir algumas questões com ele.

— Sobre o Chikage e o país do Sangue, presumo. — De novo, ela estava correta.

— Quero resolver essa questão o mais depressa possível — alegou.

Sakura ofereceu ao marido um sorriso doce e encorajador.

— Bom trabalho, Anata! Te vejo no almoço!

Com isso, acenou para ele e saiu pela porta, como Sarada fizera minutos antes. Sasuke demorou-se apenas o necessário ali para prender a longa capa preta ao redor dos seus ombros e calçar seus sapatos, saindo também.

O dia estava claro e quente, típico do País do Fogo. Sua casa estava localizada numa região mais tranquila e bastante arborizada, de modo que precisou caminhar algum tempo antes de alcançar a parte mais habitada e movimentada da vila com prédios, casas e estabelecimentos de todos os tipos com suas vitrines chamativas de ambos os lados das ruas. De lá, enxergou o prédio do Hokage, construído à sombra do grande monumento na ravina. Sete rostos haviam sido esculpidos na rocha ocre, sendo os dois últimos deles os rostos de seu sensei e do seu melhor amigo.

Apesar de a maioria dos aldeões já ter se habituado a vê-lo transitar pelas ruas de Konoha, ainda havia uma pequena parcela que se surpreendia por avistá-lo na vila outra vez, encarando-o como encarariam uma assombração. Não lhes deu atenção, como de costume, e seguiu seu caminho até a entrada do amplo edifício, subindo as escadas e atravessando corredores cheios de Shinobis em horário de trabalho. Diferentemente dos civis, estes estavam mais acostumados às suas andanças por aquele espaço de modo que nem o questionaram quando seguiu até o final de um corredor específico, batendo à porta do escritório de Naruto.

Não esperou pela sua resposta para girar a maçaneta, abrir a porta e entrar. Encontrou Naruto perdido atrás de uma pilha imensa de papéis com um copo de plástico de macarrão instantâneo fumegante de um lado e um computador portátil do outro, dividindo-se entre comer e trabalhar. Atrás dele, a grande janela possibilitava uma vista privilegiada de toda a aldeia.

Assim que o notou, ele mastigou e engoliu mais depressa o macarrão, saudando-me.

— E aí, Sasuke!

Sasuke suspirou e se aproximou da sua mesa depois de fechar a porta. Estavam sozinhos no escritório do Hokage.

— Anda dormindo no local de trabalho de novo, Dobe? — perguntou a ele, que negou.

— Nah, cheguei bem cedo mesmo! Não tive tempo nem de comer ainda, dattebayo! — resmungou antes de levar outra porção de macarrão até a boca com o auxílio de hashis, mastigando com o olhar vidrado na tela do computador.

Ignorando os péssimos hábitos alimentares do amigo, Sasuke decidiu focar no que realmente importava.

— Conseguiu dar uma olhada no relatório que eu te trouxe ontem?

Com a menção do relatório, Naruto se endireitou na sua cadeira, deixou o macarrão de lado e desviou o rosto da tela do computador para ele, fechando o semblante.

— Eu passei os olhos sobre algumas páginas ontem à noite e cruzei com algumas das informações de que já dispúnhamos, informações obtidas pelas nações aliadas. Mas, francamente, Sasuke — Naruto se inclinou sobre a mesa, apoiando os cotovelos e colocando uma mão sobre a outra; uma delas, a protética, estava coberta por ataduras —, eu estou mais ansioso para ouvir a sua opinião a respeito disso. O que acha?

Sasuke expirou profundamente, mas não procurou amenizar suas palavras ou a sua opinião. Não era conhecido por fazer isso, de qualquer modo.

— Acho que teremos problemas mais adiante se não controlarmos a situação, e se pretendemos controlar a situação temos que fazer isso agora — enfatizou num tom premente. — Eu não gosto nem um pouco da ideia de uma nação que acabou de passar por uma guerra civil reerguer-se tão depressa, declarar guerra a países menores vizinhos, vencê-los num prazo inferior a um ano e se fortalecer ao ponto de se tornar uma ameaça para as nações aliadas.

Naruto esfregou o dorso de sua mão com os dedos protéticos envoltos em ataduras.

— Isso também não me agrada nem um pouco — confessou um tanto abatido. — Esse Chikage está sendo aclamando como uma espécie de líder revolucionário sangrento por lá. Mas o fato é que o país do Sangue está crescendo e os outros Kages estão ficando inquietos a respeito de todo esse poderio. Duas outras nações menores já foram derrotadas e tiveram seus territórios invadidos no último ano, com dois Lordes Feudais forçados a se submeter à vontade desse cara e milhares de Shinobis mortos como resultado, e um terceiro país está a caminho de ter o mesmo destino se não intervirmos. Para os outros Kages pouco importa que o país do Sangue esteja localizado do outro lado do oceano. Eles só estão se perguntando quanto tempo levará para que o Chikage volte sua atenção para nós.

Sasuke anuiu, absorvendo tudo o que ele dissera.

— Então talvez seja o momento de eu me infiltrar em Chikagure — propôs, e a reação fria de Naruto mostrou-o que ele também não enxergava outro caminho; isso definitivamente não era bom.

— Talvez você esteja certo — concordou com um suspiro pesado.

— Já ultrapassamos o ponto de sermos cautelosos — argumentou razoavelmente. — Descobrir o que esse Chikage pretende é crucial. E, se for necessário, eu mesmo me encarregarei de eliminá-lo.

Naruto apertou suas mãos e ergueu o rosto soturno para fitá-lo.

— Muito bem, você tem a minha permissão, Sasuke. Informarei os outros Kages a respeito dos seus próximos passos.

Sasuke aquiesceu. Mas então Naruto abriu um sorriso largo e relaxou na cadeira. Toda a tensão abandonou o seu corpo e ele anteviu o que o amigo falaria antes mesmo que as palavras deixassem a sua boca.

— A propósito, hoje é o seu aniversário, não é?

Ele resmungou uma resposta afirmativa para Naruto, que se ofereceu para levá-lo para beber à noite, isso se “ele ainda tivesse disposição suficiente para ficar acordado até mais tarde, uma vez que já estava velho demais” nas suas palavras. Sasuke lembrou-o de que era Naruto quem estava atolado de trabalho e que provavelmente não sairia dali até o fim da semana só pelo mero hábito de contrariá-lo. Naruto choramingou, queixando-se sem parar quando Sasuke deixou a sala e fechou a porta, abafando seus resmungos.

Só então se permitiu abrir um meio sorriso enquanto se afastava pelo corredor. Tinha um tempo livre até a hora do almoço e queria fazer algo antes de voltar para casa.

Sem pressa, rumou na direção do campo de treinamento.

Notas finais
E esse foi o primeiro capítulo! Eu definitivamente não estou preparada para tirar o Sasuke de perto da sua família, socorro, vou sofrer! HAHAHAHA Se puderem, deixem algum feedback para eu saber se vocês estão gostando! Obrigada por chegar até aqui e nos veremos no próximo capítulo!