Dark Angels
2 Capitúlo1: Cantadas
Capitúlo1: Cantadas
Todas no quarto estavam dormindo, menos Liz, algo naquele lugar a incomodava. Ela ouviu sussuros naquele aparentemente, antigo hotel, as paredes não eram muito aprova de som.Ela decidiu ir ver o que era colocou a blusa que estava mais perto dela, porém aquela era fina demais para aquele frio inesperado. Tudo estava tremendamente escuro, ela descia as escadas, com a luz da tela do celular, torcendo para que a bateria, que estava no final, não acabasse... Seus passos eram lentos e calculados a cada passo... Os sussurros iam ficando mais altos, e seu coração mais rápido. A o chegar ao fim da escada, fez de se ter a intenção de colocar o ouvido na porta, foi quando inesperadamente ela se abre. A porta se abre revelando que não há ninguém atrás dela. Ela ouve passos, pensando que fosse uma das professoras, ela corre até a biblioteca, seus passos ecoam, mesmo ela tendo o cuidado de tirar os sapatos mas, isso a deixou com ainda mais frio.
Enfim chegou a biblioteca, o eco de seus passos ecoavam por todo o hotel, que parecia estar adormecido, ela rezava para que a diretora Alyson não acordasse. A biblioteca cheirava a mofo aparentemente não tinha ninguém além dela naquele lugar, mas, no final, nada é o que parece.FATO.
- Procurando algum livro?Srt. ... – Perguntou uma voz atrás dela com um leve sotaque alemão.
-Halo, Srt. Elisabeth Halo.
- Eu recomendaria... Esta arrepiada... –Interrompeu – Coloque minha blusa.- Disse ele ao mesmo tempo em que se aproximava e tirava a blusa colocando-a no ombro dela.
Enquanto ele coloca sua blusa nos delicados ombros de Liz, seus olhos se encontram, Liz sente uma ligação com aqueles lindos olhos azuis, ele já era lindo, mas ali naquela meia-luz da biblioteca, seus traços delicados se acentuavam ainda mais, com braços musculosos, jaqueta de couro, cabelo preto curto, covinhas... Ele era o cara mais lindo que Liz já tinha visto, lindo e cavalheiro ele parecia perfeito.
- Eu sei que meu primo é gato, mas é melhor fechar a boca para não entra mosquito.
Disse uma figura que foi chamada de Porcelana mais cedo, ela estava sentada, encostada em uma das estantes, lendo. Ao ouvir o que ela disse verificou se sua boca estava fechada, estava, mas chegou a conclusão que dizia estar muito na cara, seus pensamentos sobre o lindinho a sua frente.
- Perdoe-me a fala constrangedora de minha prima. Elisabeth não éh?? – Liz fez que sim com a cabeça.- Esta é Porcelana. – Completou apontando para a garota sentada no chão.
- Tudo Bem... Me chamen de Liz.- Diz Elisabeth – E eu poderia saber o nome do lindo cavalheiro dono da blusa posta gentilmente em meu ombro? – Disse ela em um tom antiquado, arqueando uma sombracelha e nos lábios um sorriso meigo e delicado. Fletando-o
- Alarick, disposto a fazer tudo pela linda dama a frente- Disse ele com um sorriso que tirou o fôlego de Liz, devolvendo o flete.
- Que nojo! – E Porcelana saiu rapidamente daquele lugar. Ouviu-se o barulho de algo caindo e ele diz:
- Eu tenho que ir atrás dela... – E ele se vai.
Elisa tentou ir atrás dele, mas quando abriu a porta da biblioteca, mais uma vez não encontrou nada. Subiu as escadas com cuidado, e voltou para a cama. Ela dormiu profundamente durante um tempo, mas depois algo a acorda.
Apenas segue sua intuição até a biblioteca novamente. Ela apenas anda, algo a estava importunando para não ir até lá, mas ela não ouviu esta oura parte da intuição. Chegou a biblioteca sem saber o que fora fazer ali.
Ela ouvia sussurros, eles não estavam aumentando então Liz sabia que não havia ninguém vindo, mas alguém perto.A esta altura, sua fonte de luz estava ficando cada vez mais fraca... E seu batimento cardíoco mais forte.De repente ela ouve um barulho que a faz pular de susto! Ela vira, e é apenas uma porta rangendo! Ufah!Elisa suspira de alívio.
Apressou-se para ir embora quando percebeu que sussurros vinham de uma das estantes encostadas na parede ao mesmo tempo parecia que seu coração era uma bateria barulhenta. Lembra-se daquele ditado: A curiosidade matou o gato? Pois é, acho que Liz não conhecia esta história...
Mais alerta do que nunca, ela se aproximou da estante, colocou o ouvido nos livros, Ainda não conseguia ouvir, presionou mais o ouvido ali, e mais...
Até que de repente a estante se afastou e ela caiu de boca no chão, levantou-se lentamente, gemendo amargamente de dor, seus olhos ainda não estavam acostumados com o escuro, aos poucos a imagem a sua frente estava ficando clara, mais clara do que ela queria... A sua frente uma garota morta no chão, ensangüentada, com o tal de Alarick ao seu lado, com a mão pousada na barriga da pobre moça no chão e foi quando ele falou: Não!Erguendo uma das mãos, como se quisesse impedi-la de algo, sua mão estava ensaguentada, uma gota de sangue escorre e cai no chão...
Como algo tão assustador poderia ter algo, ou melhor, alguém, tão lindo como aquele cara de anjo... Na escuridão medonha? Liz estava macabramente sem medo. Ok, talvez um pouquinho, mas estava em estado de choque para perceber. “ A luz da profunda escuridão” pensou ela, assustada com sua palavras...
Tudo fica escuro de repente... Liz não consegue, ao menos, abrir a boca...
Elisabeth! Gritou Carol para Liz, Quando ela acordou assustada e ofegante... Estranho. Para ela tudo aquilo fora real demais pra ser apenas um sonho. Ela pediu desculpas a Ká, se trocou e esperou que todas descessem para tomar café. Foi até o banheiro e mais uma vez, tentou se convencer, mas desta vez, de que não estava louca.
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