Dangerous Generation
1 Prólogo
Notas iniciais
Flashback
Eram três horas da madrugada do ano duzentos, o vasto vento rígido e frio percorria uma das maiores florestas do planeta assoprando pequenos moinhos sobre a terra úmida, em que se habituavam seres místicos, mais conhecidos como bruxas. O sol raiava pela manhã, fazendo assim as primeiras criaturas se revelarem de seus respectivos esconderijos.
— Rapazes e moças, ou melhor, bruxos e bruxas. Finalmente chegou o dia mais esperado, o dia em que vocês finalmente entenderão o sentido de suas prolongadas vidas neste imenso planeta. – Uma velha bruxa pronunciava-se diante dos futuros bruxos da família Meredin. Assim como aquela família de bruxas, outras três famílias descendentes espalhadas pelos cantos do planeta terra, estavam pronunciando-se para declarar o seu real trabalho sobre o mundo, para seus jovens bruxos. Cada uma dessas “famílias” dominavam um determinado elemento: Água, ar, terra e fogo.
— Como vocês já sabem – Continua a velha bruxa fazendo desaparecer suas rugas, nascendo assim brilho em seus olhos. — Quem comanda a natureza somos nós, bruxos e bruxas, ágeis e astutas, inteligentes e fortes, somos a tão chamada “mãe natureza”. – Ela exclama a ultima frase fazendo assim os jovens arregalarem os olhos e despejando uma cachoeira de curiosidades sobre suas mentes.
Mékerese uma jovem bruxa esguiava-se por entre o meio da pequena multidão de jovens, tentando em vão, ouvir melhor o que a bruxa suprema tinha a dizer, no entanto chegou em um lugar á espreita da bruxa e ao entrar em cotato com aquelas palavras, ao invés de arregalar os olhos como todos ali estavam fazendo, ela os apertou e olhou por entre os pequenos cílios para o vasto rosto da bruxa suprema não concordando muito com aquelas palavras, e refletiu se ela seria a única bruxa dali que não ficou curiosa para desvendar os seus misteriosos poderes.
— Nosso difícil trabalho é manter este planeta em ordem. Nossas descendentes estão espalhadas pelos restantes três cantos da terra. Cada uma das famílias domina um elemento, e suponho que vocês já perceberam qual elemento dominamos. – Ela faz uma pausa em sua explicação, para encarar cada um dos jovens presentes naquela clareira. — Mas para aqueles que ainda não perceberam... Nós somos filhas da água.
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