Damn Walls
2 Capítulo 2 - Gatas e \"Gatas\"
Notas iniciais
Na manhã seguinte, na minha primeira manhã oficial no meu novo apartamento, encontrei-me contente bebendo uma xícara de café e comendo uma rosquinha dos restos de ontem, da minha festa de mudança.
Tina e Kurt tinham vindo mais tarde para supervisionar o grupo em movimento. O que quis dizer foi que eles sentaram-se em suas bundas lendo a InStyle enquanto eu dirigia pelo tráfego. Mas eles trouxeram donuts, e por isso eu estava agradecida. Eu estava mais do que agradecida, eu estava em um coma de açúcar. Deus é bom.
Finalmente eu tinha dormido a noite passada, após as travessuras do lado terem terminado. A menina foi espancada, arada, ela gozou, ela dormiu. O mesmo aconteceu com Quinn. Achei que seu nome era Quinn, pois era o que a menina-que-gostava-de-ser-espancada ficava gritando. E realmente, se ela estava inventando nomes não eram nomes mais quentes dos que Quinn gritava em agonia.
A agonia de Deus... Eu sentia falta dessa agonia.
"Ainda nada, hein “O”?" Eu suspirei, olhando para a minha perseguida. Durante quatro meses de “A Ausência de O”, eu continuava a falar sobre ele como se ele fosse real, uma entidade real. Eu achava que ele era real quando ele estava balançando meu mundo há vários meses, mas, infelizmente, agora ele havia me abandonado, eu nem sabia se eu iria reconhecê-lo se eu o visse.
É um dia muito triste quando uma garota não reconhece nem mesmo o seu próprio orgasmo... Muito triste. Triste demais.
Fui lavar a minha xícara de café, colocando-a na segunda pia para lavar. Eu empurrei o meu cabelo para trás, e olhei ao redor, o caos que me cercava. De tantas vezes que eu tinha me mudado desde que eu terminei o ensino médio, eu tive que criar uma programação. Ainda assim, era uma merda o tempo todo. Não importava o quão bem você planejasse, não importava o quão bem você rotulava aqueles caixas, não importava quantas vezes você dizia pro filho da puta do cara que fazia a mudança, que onde estava escrito COZINHA não pertencia ao banheiro, ainda era uma bagunça total.
"O que você acha Sheila, devemos começar por aqui ou pela sala?" Perguntei à minha gata, que estava enrolada em uma das janelas profundas. Eu admito, quando eu estava procurando por novos lugares para viver, eu sempre olhava para os peitoris das janelas. Eu sei como ela gosta de olhar sobre o mundo, e eu gosto de vê-la esperando por mim quando eu chego em casa.
Neste momento ela olhou para mim e, em seguida para a sala de estar.
"OK sala, sala de estar então," eu disse, percebendo que eu tinha falado apenas três vezes desde que eu tinha acordado esta manhã, e cada palavra pronunciada tinha sido dirigida a um animal. Hmm...
Fiquei cerca de 20 minutos arrumando meus DVDs de volta para a estante da TV quando ouvi vozes no corredor. Cada andar só tinha dois apartamentos, e eu estava na cobertura. Havia uma boa chance de que fossem os meus vizinhos barulhentos. Corri para a porta e apertei meu olho no olho mágico, tentando ver se eu estava certa. Eu era uma pervertida, honestamente.
Eu não conseguia ver muito, mas daqui eu podia ouvir a conversa. Eu ouvi a voz da garota, baixa e suave, e eu podia ouvir também a risada estridente da outra garota.
"Mmm Quinn, a noite passada foi fantástica"
"Eu acho que esta manhã foi fantástica, também", disse, quem eu supunha ser Quinn, plantando o que soou como um beijo estalado na outra.
Huh. Devem ter sido em outro quarto, esta manhã, eu não ouvi nada. Apertei meus olhos de volta para o olho mágico. Pervertida suja.
"Sim, foi. Ligue para mim em breve?", pediu ela, inclinando-se para outro beijo.
"Claro, vou chamá-la da próxima vez eu estiver na cidade", prometeu, golpeando-a em sua parte inferior enquanto ela ria novamente e se afastava. Eu realmente não podia vê-la, ela estava no canto. Bye Bye Surrada.
Eu não podia ver essa Quinn, ela estava de volta em seu apartamento antes que eu pudesse dar uma boa olhada nela. Interessante, portanto, essa menina não morava com ela. E eu não ouvi nenhum “Eu te amo” quando ela saiu, mas elas pareciam muito confortáveis uma com a outra.
Eles tinham que ser, com a surra e tudo mais.
Sim, uma surra de fato.
Eu empurrei os pensamentos de espancamentos de Quinn da minha mente, e voltei para os meus DVDs. Eu os organizei por ordem alfabética, e eu guardei somente até o G's. Goonies veio depois Garfields Halloween Spectacular. Eu amava assistir filmes antigos em minhas férias.
Quinn Bate Parede. Era um grande nome para uma banda...
Eu estava colocando o Mágico de Oz após Willy Wonka quando ouvi uma batida na porta. Eu podia ouvir uma briga no corredor, e quando me aproximei da porta, eu pude ouvir meus dois amigos.
"Não deixe essa porra cair, sua idiota", eu ouvi Kurt xingar.
"Oh, cale-se, não seja tão mandona porcelana”, Tina retrucou.
Revirei os olhos e abri a porta para vê-los ali, segurando uma grande caixa.
"Senhoras sosseguem, vocês duas são ótimas," eu ri, levantando uma sobrancelha para elas.
"Ha ha, engraçado Rach", Kurt respondeu, revirando os olhos e entrando como um furação.
"Que diabos é isso? E eu não posso acreditar que vocês dois trouxeram isso por quatro lances de escada!" Exclamei. Esses dois não faziam trabalho manual quando poderiam ter alguém para fazê-lo.
"Acredite em mim, esperei fora do carro por qualquer um morador para podermos pedir para trazer isso para dentro, mas não tive sorte. Então nós carregamos isso nós mesmos. Feliz casa nova!" Tina disse, quando a colocou para baixo e caiu na poltrona junto à lareira.
"Você se muda tanto, estamos cansados de comprar essas merdas," Kurt riu, deitando no sofá e dramaticamente colocando os braços sobre o rosto.
Cutuquei a caixa com o meu dedo do pé e perguntei:
"Então o que é? E eu nunca disse que vocês tinham que me comprar nada. A máquina de fazer suco não era necessária no ano passado, realmente."
"Não seja ingrata, basta abri-lo," Kurt instruiu, apontando para a caixa com seu dedo médio, quando ele o segurou e exibiu em minha direção.
Eu suspirei e sentei no chão em frente a ele. Eu sabia que era de alguma loja de eletrodomésticos cara, a contar com a fita com um abacaxi pequeno vinculada a ela. A caixa era pesada, o que quer que fosse.
"Jesus, o que vocês compraram?" Eu perguntei, vendo uma piscadela de Kurt e Tina.
Eu abri a caixa, e fiquei feliz da vida com o que eu encontrei.
“Gente, isso é demais!"
"Nós sabemos o quanto você sente falta do seu antigo," Tina riu-se, sorrindo para mim.
Eu tinha herdado uma batedeira velha de uma tia que havia falecido há anos atrás. Tinha mais de 40 anos, e ainda trabalhava muito bem. Essas coisas foram construídas por Deus para durar, e não foi até poucos meses atrás que ela tinha finalmente parado de funcionar. Ela fumaçou e travou em uma tarde, enquanto a massa de pão de abobrinha era batida, e tanto quanto eu odiava fazer isso, ela foi jogada fora.
Agora que eu olhava para a caixa, e uma nova e brilhante batedeira em aço inox olhava para mim, as visões de biscoitos e tortas dançavam na minha cabeça.
"Gente, é lindo", eu suspirei, olhando com alegria em meu novo bebê. Ergui-a suavemente para admirar. Corri minhas mãos sobre ela, esparramando os meus dedos para sentir as linhas suaves e pressionando o metal frio contra minha pele. Eu gemi suavemente, e realmente abracei-a.
"Vocês duas querem ficar sozinhas?" Kurt perguntou, rindo um pouco.
"Não, tudo bem, eu quero que estejam aqui para testemunhar o nosso amor. Além disso, este é o único instrumento mecânico que provavelmente irá trazer-me algum prazer no futuro próximo. Obrigado meninas. É muito caro, mas eu realmente adorei," Eu respondi. Sheila veio, cheirou a batedeira, e rapidamente saltou para a caixa vazia.
"Apenas a promessa de nos fazer quitutes saborosos vale tudo, querida," Tina suspirou, sentando e olhando para mim com expectativa.
"O quê?" Eu perguntei cautelosamente.
"Posso começar a arrumar suas gavetas agora?" ela perguntou, pulando um pouco.
"Você pode começar a fazer o que com minhas gavetas? Eu disse, hesitante, puxando meu cinto um pouco mais apertado em volta da minha cintura.
"Sua cozinha! Estou morrendo de vontade de começar a organizar tudo!" exclamou ela, saltando mais alto agora.
"Oh inferno sim, faça isso! Feliz Natal show das loucas", respondi, e ela pulou para a outra sala, deixando Kurt e eu rindo dela.
Tina era uma organizadora profissional. Ela tinha nos deixado tão loucas na faculdade com suas tendências TOC e sua atenção aos detalhes loucos que um dia Kurt sugeriu que ela se tornasse uma organizadora profissional. Após a formatura, ela fez exatamente isso. Ela já trabalhou em toda a área da baía, ajudando famílias a conseguir juntar suas porcarias, literalmente. A empresa de design da Emma, por vezes, a consultou sobre um trabalho ou dois, e ela ainda apareceu em alguns shows na TV que estavam filmando na cidade. O trabalho se adequava a ela com perfeição.
Kurt e eu a deixávamos fazer seu trabalho, sabendo que minhas coisas seriam tão perfeitamente organizadas que eu ficaria espantada. Continuamos a conversar na sala, rindo sobre os DVDs que tínhamos assistido ao longo dos anos.
Mais tarde naquela noite, Sheila e eu estávamos liquidadas no sofá da sala, assistindo reprises no canal de receitas. Eu já estava sonhando com as criações que eu faria com a minha nova batedeira, e pensando em como um dia eu queria uma cozinha como a daquela apresentadora maravilhosa, quando ouvi passos no corredor de fora da minha porta.
Ouvi duas vozes, e eu rolei meus olhos para Sheila ao pensar que a Surrada devia estar de volta. Eu pulei do sofá e apertei o meu olho contra o olho mágico, uma vez mais, tentando dar uma olhada na minha vizinha. Eu a perdi de novo, vendo apenas suas costas enquanto andava em seu apartamento por trás de uma mulher muito alta, com longos cabelos castanhos.
Interessante. Duas mulheres diferentes em poucos dias... Safada.
Eu vi a porta se fechar, e eu senti Sheila andar em torno de minhas pernas, ronronando.
"Não, você não pode ir lá fora, menina boba," Eu rugi, abaixando e pegando-a em meus braços. Eu esfregava sua pele sedosa contra a minha bochecha, sorrindo para ela quando ela estava de volta em meus braços. Sheila era a prostituta por aqui; ele se deitava com quem esfregava sua barriga. Eu me deitei para trás no sofá, e vi quando Barefoot Contessa nos ensinava como ser um anfitrião de um jantar nos Hamptons com uma elegância simples. E um monte de dinheiro.
Poucas horas depois, com a marca da almofada do sofá pressionada firmemente em minha testa, eu fiz meu caminho de volta para o meu quarto para ir dormir. Tina tinha organizado meu armário de forma tão eficiente, que tudo o que foi deixado para fazer aqui foi pendurar minhas fotos e arranjar uns enfeites. Eu tinha colocado o Cardeal em segurança do outro lado da sala. Eu não estava arriscando nada essa noite. Eu estava no meu quarto e ouvi os sons da porta ao lado. Tudo calmo na frente ocidental. Tão longe, tão bom. Talvez a noite passada tenha sido uma coisa única.
Quando eu estava pronta para deitar, olhei para os quadros com fotos da minha família e amigos. Minha mãe, Shelby, e eu na minha formatura da faculdade. Meu papai, Leroy, e seu marido Hiram esquiando em Tahoe alguns anos atrás. Eu e minhas amigas na Coit Tower. Kurt gostava de tirar fotos ao lado de qualquer coisa. Ele tocava violoncelo com a Orquestra de New York, e embora tivesse ficado próximo a instrumentos musicais por toda a vida, ele nunca poderia deixar passar uma piada quando ele via uma flauta. Ele estava preso.
Nós três estávamos livres no momento, algo que nunca tinha acontecido. Normalmente, pelo menos, um de nós estava namorando alguém, mas desde que Tina tinha terminado com Mike há vários meses atrás, tínhamos estado em um período de seca. Felizmente para eles, a sua magia não era tão seca quanto a minha. Eles pelo menos podiam se conectar com seus O’s.
Lembrei-me da última vez que o “O” e eu estávamos juntos. Eu tinha saído de uma série de primeiros encontros ruins, e eu estava tão sexualmente frustrada em um momento que eu realmente me permiti voltar ao apartamento com um cara que eu não tinha intenção de jamais ver novamente. Não era que eu estava adversa ao sexo de uma noite, eu tinha feito a caminhada da vergonha de manhã muitas vezes.
Mas eu geralmente gostava do cara, e talvez até mesmo planejava um segundo encontro, ou pelo menos uma outra ficada. Mas não com esse cara. Finn Hudson, blá, blá, blá. Sua família possuía uma cadeia de lojas de produtos esportivos para cima e para baixo na costa oeste, ótimo no papel, certo? Apenas no papel. Ele era bom o suficiente, mas chato e enjoativo. Mas eu não estive com um homem em algum tempo, e depois de vários martinis e uma conversa de vitalidade no carro no caminho para lá, cedi e deixei Finn "ter o seu momento comigo”.
Agora, até este ponto em minha vida, eu tinha levado a crença de que o sexo é como pizza. Mesmo quando é ruim, ainda é muito bom. Agora eu odeio pizza.
Este era o pior tipo de sexo. Ele era do estilo lebre, rápido rápido rápido como se ele estivesse tentando ganhar uma corrida. Isso foi 30 segundos nos seios, 60 segundos sobre meu clitóris, e depois dentro e fora. E dentro e fora. E dentro e fora.
Mas pelo menos era mais rapidinha certo? Claro que não, esta merda durou meses. Pois não... mas por quase 30 minutos. De dentro e fora. E dentro e fora. Minha pobre perseguida ficou como se tivesse sido polida.
No momento em que tinha acabado, e ele gritou: "Mamãe!" antes de desabar em cima de mim, eu tinha mentalmente reorganizado todos os meus temperos e estava começando a limpar embaixo da pia. Vesti-me, o que não demorou tanto tempo, pois eu ainda estava quase totalmente vestida, e me dirigi para casa.
Na noite seguinte, depois de deixar a Pobre Rachel se recuperar, eu queria tratá-la com uma sessão longa e agradável de amor-próprio, acentuada pela minha fantasia favorita. Mas, para meu grande pesar, “O” tinha deixado o edifício. Dei um tempo a ele, pensando que talvez ele só precisasse de uma noite de folga, ainda experimentando um pouco do EPT do Hudson.
Mas na noite seguinte? O “O” ainda não chegou. Nenhum sinal dele naquela semana, ou na próxima.
Quando durou um mês, eu chamei reforços. Liguei para o meu favorito "camarada" de Berkeley, Brody Weston. O homem poderia bater em você como ninguém... nunca bateu. Ele me deixou quase em lágrimas depois que eu gritei para ele "Me faz gozar maldito Deus! Que diabos você está fazendo aí?"
À medida que a semana tornou-se um mês e os meses se esticaram sobre o outro, eu desenvolvi um profundo ódio fervilhado de Finn Hudson. Essa lebre filho da puta...
Eu balancei minha cabeça, meus pensamentos sobre o “O” se esclareceram sobre a minha mente enquanto eu caía na cama. Sheila esperou até que eu parasse antes de aconchegar no espaço entre minhas pernas. Ele soltou um ronronado baixo quando eu apaguei as luzes.
"Boa noite Sheila", sussurrei e caí no sono.
Thump.
"Oh Deus".
Thump Thump.
"Oh Deus".
Inacreditável....
Eu acordei mais rápido desta vez, sabendo o que eu estava ouvindo. Revirei os olhos e me sentei na cama, olhando para trás. A cama ainda estava puxada em uma distância segura da parede, então não havia nenhum movimento, mas eu tinha uma certeza infernal que algo se movia ali.
Então eu ouvi assobios.
Surpresa, eu olhei para Sheila, que estava com seu rabo eriçado. Suas costas estavam arqueadas e ela andava para trás e para frente, ao pé da cama.
"Hey garota, está tudo bem... nós só temos uma vizinha barulhenta, isso é tudo," Eu a acalmei, esticando a mão para ela.
Foi quando eu ouvi.
"Meow",
Eu virei a minha cabeça para os lados, ouvindo mais atentamente. Era a porra de um gato?
"Meow! Oh Deus miau!"
Sem.
Chance.
A garota ao lado estava miando. Minha vizinha tinha o poder de fazer uma mulher miar.
Sheila neste momento ficou totalmente assustada, e lançou-se na parede. Ela começou a arranhar a parede, escalando, literalmente, tentando chegar ao local onde o barulho estava vindo.
"Oooh sim, bem desse jeito Quinn mmmm... me foda bem... meow meow MEOW!"
Doces Jesus! Tinham dois gatos fora de controle em ambos os lados da parede hoje à noite. A mulher tinha um sotaque, embora eu não poderia saber qual. Leste Europeu, com certeza. Tcheca? Polonesa? Eu estava acordada mesmo... vamos ver... 1h16 da manhã e tentando adivinhar a origem nacional da mulher sendo fodida ao lado?
Tentei segurar Sheila e acalmá-la. Ela foi castrada, mas ela ainda era uma menina, e ela queria aquela que estava do outro lado da parede. Não, será que ela... Meu deus, minha gata é lésbica. Ela continuou a gritaria, os seus meows misturaram com os meows da mulher, até que foi tudo que tive para não começar a chorar com este momento hilário. Minha vida tornou-se o teatro do absurdo.
Agora eu podia ouvir Quinn, ouvi-a gemer. Sua voz era baixa e espessa, e enquanto a mulher e Sheila continuavam a chamar uns aos outros... Eu escutei apenas ela. Ela gemia alto, e começou a bater na parede. Ela estava tremendo a casa.
A mulher miou mais alto e mais alto quando ela, sem dúvida, chegou ao seu clímax. Seus meows viraram gritos absurdos, e ela finalmente gritou:
"Da! Da! Da!"
Ela era russa. Pelo amor de São Petersburgo.
Um ultimo estrondo na parede, um último gemido, e um último miau, e depois tudo estava abençoadamente silencioso. Exceto por Sheila.
Ela continuou a miar para seu amor perdido até quatro da manhã.
Se Quinn trouxesse uma Whiskas para casa outra vez, eu teria de matá-la. A guerra fria estava de volta...
Notas finais
Ou estarei, vai saber.
Só que estou mt ocupada, e tem pessoinhas querendo minha atenção ¬¬
e nunca se sabe qdo a vontade de ficar digitando irá embora.
BTW, espero que gostem. Comentem se não estiverem gostando. E se estiverem gostando tb u.u
Ate o proximo.
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