Daga And Cat Naked - 1 Temporada
5 O Capítulo dos Golfinhos
Notas iniciais
Semana passada, não deu para enviar o capítulo, pois no final de semana passado, eu fiquei lotado de coisas pra fazer e tive uma duas provas naquela semana e nem deu pra fazer alguma coisa. I'm sorry!
Mas bem, espero que vocês gostem do capítulo que foi feito com dedição e aquele blá, blá, blá que vocês já é conhecido de vocês.
Boa Leitura ^^
Prólogo:
Adam e Dustin estavam vendo TV.
Programa da TV
A mulher vai até um espelho e olha para sua roupa.
- Hum... Eu nunca pensei que ficaria tão bem nessa roupa. – Ela da algumas olhadas – Mas eu preciso cobrir meu rosto. Claro! Como eu não pensei nisso! Uma máscara! Eu irei usar uma máscara!
Programa da TV
Adam: — Diga mais uma vez e terá dito “máscara” três vezes!
Dustin: — Cala boca, Adam! Eu quero ver o que irá acontecer! É hoje que a Maria irá descobrir que Aenaias, amante da Josecler, que é mulher de Roberto, a traiu com Martha, filha de Rosinalda com Douglas!
Adam: — Hum... Ouvi dizer que essa novela é ruim pra caramba.
Dustin: — Ela não é ruim! Ela só escapa um pouco da realidade algumas vezes! Mas que novela não acontece isso, né?
Adam: — Concordo. Ainda mais quando a novela se chama “O Nome do Cordeiro”. “Aena” quem?
Dustin: — Aenaias! Ele é um jovem promissor com um futuro brilhante que namora Maria, é amante de Josecler e tem um caso com Martha.
Adam: — Isso já aconteceu comigo.
Dustin: — De você ter três casos?
Adam: — Não! Minha namorada do colegial tinha. Ela me namorava e tinha um caso com mais dois caras do colégio. Eu a flagrei com o cara do segundo caso, na cama.
Dustin: — E como você descobriu que ela tinha um terceiro caso?
Adam: — O cara do segundo caso a flagrou com o cara do terceiro.
Fim do Prólogo
Quase na hora do jantar, Gabriela chega a casa, enquanto Agatha e Dustin estavam na sala.
Gabriela: — Eu nem conto pra vocês o que aconteceu comigo hoje!
Dustin: — Então não conte.
Gabriela: — É sério! Adivinhem!
Dustin: — O criador de Pokémon inventou uma criatura que peida papel higiênico?
Gabriela: — Não!
Agatha: — Vamos lá, amiga! Conte logo! – Agatha se levantou do sofá curiosa.
Gabriela: — Eu...
Adam chegou a casa e foi até eles.
Adam: — Vocês não irão acreditar no que me aconteceu hoje!
Dustin: — Se você não contar, aposto que não.
Gabriela: — Espera um pouco, Adam. Eu tenho algo a contar também.
Adam: — Então, conte!
Gabriela: — Eu fui convidada para fazer um comercial e...
Adam: — A editora aceitou lançar meu livro!
Agatha: — Aquele dos golfinhos?
Adam: — É!
Agatha: — Parabéns! Eu sabia que você ia conseguir.
Dustin: — Golfinhos? (pequena pausa) Tipo, gay?
Adam: — Não é gay! É que eu fiz uma história de uma família que se muda para outra cidade, e a garota, considerada estranha, consegue se achar segura para demonstrar todos os seus sentimentos e dores junto aos golfinhos, no mar, perto da casa deles!
Dustin: — Então é gay.
Gabriela: — Ei! Eu estava falando!
Adam: — Eu sei! Você vai fazer um comercial... e eu um livro! – Adam abraça Agatha.
Gabriela: — Tomara que a pessoa que mandou as mensagens para seu celular tenha provas que Adam esteja traindo! – Gabriela se volta para Adam – E tomara que você esteja traindo ela! E pra Agatha ficar mais infeliz, tomara que você esteja a traindo com uma mulher gorda e de cabelos ruins, com uma berruga no meio do nariz e com um pedaço da orelha esquerda decepada.
Adam: — Me desculpe, mas estou traindo a Agatha com uma ninfeta safada de 18 anos com uma bunda pequena e perfeita. Da onde você tirou essa ideia que estou traindo a Agatha? E que mensagens são essas?
Agatha: — Sua... sua...
Dustin: — “Cogumela”? – Dustin fechou a revista e, pois a observar aquela cena.
Agatha: — Por que você falou da mensagem pra ele?
Gabriela: — Me desculpe! É que... eu fiquei brava! Escapou! Saiu! Foi mal!
Adam: — Que mensagens são essas?
Agatha: — É que tem uma pessoa mandando mensagens dizendo que tem provas de que você esteja me traindo. Essa pessoa até marcou um encontro para amanhã.
Adam: — É por isso que você ficou desconfiada de mim de uns tempos pra cá?
Agatha: — Si... sim.
Adam: — Eu não acredito! Você preferiu acreditar em uma pessoa que mandou uma mensagem qualquer dizendo que eu a estou traindo do que acreditar na minha honra diante da palavra que eu dei de ficar contigo pro resto da vida?
Agatha: — Uma parte de mim acredita que você nunca faria isso, mas... Me desculpa, mas eu fiquei confusa!
Adam: — Eu prometi que ficaria do seu lado pro resto da vida!
Agatha: — Só que tem tantos homens que traem suas mulheres.
Adam: — Essa é a diferença de mim entre eles. Eu não faço parte dos “tantos”. Eu... eu estou muito decepcionado. Muito mesmo. – Adam sobe as escadas.
Agatha: — Que droga! – Agatha olha para Gabriela – Você! Você tinha que ter falado sobre as mensagens, né?
Gabriela: — Se você se sentir melhor, eu irei fazer um comercial.
Agatha: — Grrr! Eu estou muito chateada com você! – Agatha vai até a cozinha.
Gabriela senta em um dos sofás.
Gabriela: — Eu não acredito nisso! Eu estava tão feliz, hoje o dia estava tão bom e agora isso.
Dustin: — Hum... é triste mesmo, mas como eu não estou nem aí... E o comercial? Vai ser sobre o que?
Gabriela: — Então, eu irei fazer um comercial de uma marca de sopa. Eu irei ser a mãe que irá preparar uma sopa, feita com todo o amor do mundo e depois sirvo para os meus três filhos. O que você achou?
Dustin: — As pessoas irão parar você na rua e dizer: “Não é a moça que entrega a sopa para as crianças no comercial? Ela parecia bem mais bonita na TV!”.
Gabriela: — Foi meu patrão que falou que eu participaria. Eu tinha feito uma sopa para eles comerem e ele disse que eu tinha tudo para servir uma sopa em rede nacional. Então eu fui escolhida.
Dustin: — Aproveite! Quantas pessoas queriam estar em seu lugar... servindo sopa para crianças fedidas e remelentas em rede nacional... pagando mico.
Gabriela: — Você também não fica feliz com nada que eu consigo! Você é um insuportável!
Dustin: — Tens razão! (pequena pausa) Toda irmão deveria ficar feliz ao saber que a irmã irá fazer um comercial pra marca de sopa.
Gabriela: — Você é impossível!
Dustin: — E você é a mamãe do comercial de sopa.
Gabriela sobe as escadas e vai até a porta do quarto de Adam e Agatha e começa a bater.
Gabriela: — Adam!
Adam: — Vai embora! Não irei transar com você, Agatha!
Gabriela: — Não é a Agatha! É a Gabriela!
Adam: — Eu não irei transar com você, Gabriela!
Gabriela: — Por favor! Deixa eu entrar!
Adam abre a porta e deixa Gabriela entrar.
Adam: — Isso é tanta vontade de transar comigo?
Gabriela: — Por favor! Não fique bravo com Agatha. Mas você tem que ver que deixaria qualquer mulher na duvida. Não é todo dia que ganhamos mensagens dizendo que o nosso homem está nos traindo.
Adam: — Eu sei, só que... – Adam senta na cama e Gabriela também -... as vezes, acontece muito da Agatha demonstrar que não acredita em mim, que não confia. Eu também já fiquei com ciúmes delas e já briguei com ela por isso. Mas desconfiar? Eu nunca conseguiria pensar nisso. Se ela tiver me traindo é por que ela consegue fingir muito bem, pois nunca desconfiaria. Eu amo aquela... aquela minha esposa.
Gabriela: — Eu sei! Por que a gente não pega esse vigarista? O encontro vai ser amanhã.
Adam: — Amanhã? Que horas?
Gabriela: — Às duas horas, lá na Rua Presidente Borges Victor. Na mensagem foi dito que havia um estacionamento abandonado. É lá que ele iria se encontrar com Agatha.
Adam: — E a Agatha iria?
Gabriela: — Ela estava em duvida. Não sabia se iria.
Adam: — Eu acho que fui meio duro com a Agatha. Acho que também ficaria em duvida. Vou lá falar com ela. Obrigado. – Adam abraça Gabriela.
Agatha percebe que a porta estava aberta e entra e vê os dois abraçados.
Agatha: — Então é isso? Vocês dois armaram para cima de mim? Vocês dois são amantes?
Adam: — E o Dustin é nossa mascote!
Gabriela: — Não é nada disso que você está pensando.
Agatha: — E por que você ainda continua abraçado com ele?
Adam e Gabriela olham entre si e se separam.
Adam: — Calma! Ela só veio aqui me dizer que eu deveria repensar. Eu sei que você ficou confusa. Acho que até eu ficaria.
Agatha: — Mas você estava abraçado com ela.
Adam: — Não era nada demais.
Adam chega mais perto de Agatha.
Adam: — Eu acho que irei nesse encontro. Quero ver quem é essa pessoa que quer nos separar.
Gabriela: — Bom, eu vou saindo. Acho que vocês têm que conversar a sós. – Gabriela sai do quarto e fecha a porta.
Agatha: — Mudando de assunto, rapidinho. Se fosse para me trair você me trairia com uma mulher da minha idade?
Adam: — Claro que não. Como eu disse, te trairia com uma menina de 18 anos com uma bundinha pequena.
Agatha: — Entendo. Se fosse eu, te trocaria por um negão de 2 metros, todo músculos e com um... Caramba!
Adam: — Nossa, querida! Você falando assim até me deixou excitado. Mas onde você acha que conseguiria um “50 cent” da vida?
Agatha: — Não importa. Pois eu tenho você.
Adam da um sorriso e eles sobem na cama.
Adam: — Espera um pouco! Por que você me trairia com um “50 cent”? Tipo o que o “50 cent” têm que eu não tenho?
Agatha: — Tem certeza que você quer que eu diga?
Adam: — Não! – Adam volta a beijar Agatha.
No dia seguinte, Adam e Agatha levantaram bem cedo. Agatha fez o café, enquanto Adam e Gabriela se preparavam para trabalhar. Dustin também se preparava para ir para a escola.
Agatha: — O café está na mesa!
Adam desce as escadas.
Adam: — É hoje! É hoje que pegamos aquela pessoa.
Agatha: — Eu estou tão ansiosa.
Adam: — Eu também. Ontem à noite, só fiquei pensando nisso.
Agatha: — Pensou na hora do nosso... – Agatha olhou e viu que ninguém estava por perto – “Yeah!”?
Adam: — Não! Nessa hora eu estava pensando em sexo. Foi depois, quando nos acabamos. Eu estou louco para saber quem é essa pessoa.
Agatha: — Quem você acha que pode ser?
Adam: — Talvez, seu pai. Ele nunca gostou de mim.
Agatha: — Nãooo! Se fosse meu pai, ele iria apertar a campainha, ia ignorar a nossa presença, iria até a cozinha, pegaria um copo, abriria a geladeira, encheria um copo de cerveja e ia até você e jogaria o copo na tua cara.
Adam: — É verdade.
Gabriela entra na cozinha.
Gabriela: — Oi!
Adam e Agatha: — Oi!
Gabriela: — Ansiosos para pegar a tal pessoa?
Agatha: — Bastante. A gente estava vendo quem poderia ser.
Adam: — E você? Acha que poderia ser quem?
Agatha: — Que tal a Adriana?
Gabriela: — Adriana? A Adriana que era da nossa sala?
Agatha: — Sim! Ela foi namorada do Adam no colegial. Ela era tão ciumenta. Lembro-me que quando eu tentava falar com o Adam ela só faltava colocar ele dentro de uma cerca, algumas minas em volta e um Pit Bull lá dentro para nenhuma garota chegar nele.
Gabriela: — Nossa! Ela devia ter amar tanto. Por que vocês acabaram?
Adam: — Ela tinha um caso com mais dois caras.
Gabriela: — Dois? Ela tinha caso com mais dois caras? Contando contigo dá três.
Agatha: — Ela tinha três casos? Você nunca me contou isso?
Adam: — E o que você queria que eu fizesse? Contasse e me orgulhasse disso?
Gabriela: — Três casos! Ela é minha heroina.
Dustin chega à cozinha:
Dustin: — Oi!
Adam e Agatha: — Oi!
Gabriela: — Dormisse bem à noite?
Dustin: — Dormi como deu. Eu fiquei ouvido uns rangidos lá no segundo andar.
Adam: — Nem te conto quem estava fazendo o barulho! – Adam da um sorriso malicioso.
Dustin: — Que engraçado! Quando eu tiver uma só pra mim, eu vou rir da sua cara, pois estarei pegando uma mais novinha, com uma bunda pequena e perfeita.
Agatha: — Mas duvido que ela seja tão experiente como eu, “bebê”.
Adam: — Há! Há! Há! Há! Ela acabou contigo agora.
Gabriela: — Mas, então. Temos que ir! Você vai nos levar, Adam?
Adam: — Irei sim! Hoje vou falar com a editora por causa do meu livro. Isso é outra coisa que estou ansioso para que seja feita. Só falta arrumar algumas papeladas, mas acho que está quase certo que o meu livro...
Dustin: -... gay...
Adam olha para Dustin, um pouco aborrecido.
Adam: -... que meu livro será lançado.
Agatha: — Tomara. – Agatha da um beijo em Adam.
Adam, Dustin e Gabriela saem de casa e entram no carro. Agatha leva as xícaras para a pia.
Agatha: — “Duvido que ela seja tão experiente como eu”. Eu sou demais mesmo.
Na hora do almoço, Adam e Dustin chegam juntos, enquanto Gabriela ainda está trabalhando na casa de seu patrão.
Adam: — Oi!
Dustin: — Oi!
Agatha: — Oi! Você está bem animado.
Adam: — É que aceitaram o meu livro! Agora está tudo pronto! Ele vai ser lançado!
Agatha: — Sério? Que bom querido – Agatha e Adam se abraçam.
Dustin: — E adivinha o que eu vi?
Agatha: — O que? – Perguntou surpresa.
Dustin: — Dois cachorros transando. Eu também não mereço um abraço? – Ele tira os tênis e senta no sofá.
Agatha: — E quando vai ser lançado?
Adam: — Eles não falaram ainda, mas disseram que a história está muito boa. Mesmo com uma sinopse clichê, de uma menina sozinha conseguir se identificar com algum animal, eles falaram que eu fui inovando cada vez mais a história e ficou diferente de qualquer uma que eles já leram.
Agatha: — Impressionante!
Adam: — Só tem um problema.
Agatha: — Qual?
Adam: — Eles querem mudar o nome do livro de “Os Golfinhos do Mar” para “O Mar dos Golfinhos”.
Dustin: — Nossa! Mudaram de posição! Que terrível!
Adam: — E não, é?
Dustin: — Não. – Dustin liga a TV.
Agatha: — Mas é sério, querido. Eles só mudaram as posições das palavras. Isso é um problema?
Adam: — Claro que é! Com a história se chamando “O Mar dos Golfinhos”, todos acharão que a história se foca no “mar”. No “mar dos golfinhos”!
Dustin: — E você queria o que? Que fosse um mar das avestruzes gafanhotas que vivem pinicando cada partícula de água?
Adam: — Vocês não estão entendendo! “O Mar dos Golfinhos” deixa com que “mar” seja mais importante que “golfinhos”! Mas é focado em “golfinhos”. Então deveria chamar de “Os Golfinhos do Mar”!
Dustin: — Mas se a gente for notar “Os Golfinhos do Mar”, parece que mostra que os “golfinhos” são donos do mar, pois está dito: “Os Golfinhos do Mar”. Se for analisar, por exemplo, “A Namorada de Daniela”, notaremos que Daniela a tem como namorada. E é como se os golfinhos tivessem o mar.
Agatha: — Ok! Mas por que “A Namorada de Daniela”? Não era pra ser “O Namorado de Daniela”?
Dustin: — Ei! Não me julguem por eu gostar de lésbicas!
Agatha: — Ok! Vamos almoçar e nos preparar! Daqui a pouco teremos que nos encontrar com a tal pessoa.
Adam: — É mesmo!
Dustin: — Eu posso ir junto?
Adam e Agatha: — Não!
Dustin: — Por que, não?
Adam: — Por que a Agatha não é lésbica.
Dustin: — E isso lá é argumento?
Adam: — Já que pediu, irei ser mais direto! A gente não quer que você vá.
Dustin olha para Adam que sai da cozinha.
Epílogo:
Gabriela estava na casa de seus patrões, limpando a prateleira com livros empoeirados.
Gabriela: “Imagina eu, em um comercial! Eu sei que o Dustin ficou tirando sarro de mim e tudo mais, só que com esse comercial, pode me abrir portas para outros comerciais e posso a vir me tornar uma boa atriz e ser convidada para fazer uma novela, quem sabe. É por baixo que começamos! Quem sabe eu posso me tornar a nova Jennifer Aniston das novelas.”
Sr. Vagner: — Gabriela! Almoce junto com nós! Precisamos de você!
Gabriela: — Já irei, Sr. Vagner! Espera um pouquinho, por favor!
Gabriela guarda a vassoura e os panos e vai até a cozinha onde todos esperavam, sobre a mesa. Ela havia preparado sopa, para também treinar para o comercial. Ela coloca a panela sobre a mesa e serve todos.
Gabriela: “Meu Deus! Meu outro patrão tem razão! Eu sirvo sopa com uma excelência divina! Eu vou ser famosa! Vou ser rica! Eu queimarei dinheiro para acender a ladeira da minha casa! Que emoção!”
Fim do Epílogo
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