Notas iniciais
Alô pessoas! ^^ Tive um branco esses dias, mas finalmente me veio algo para colocar nesse capítulo =D

Shi, em seu esconderijos, vestia umas roupas normais para se preparar para sair. Com as informações que ele conseguiu raquear do computados de Zeta ele descobriu o verdadeiro nome dele, Ruan Santos de Andrade, e também o seu endereço. Shi tinha o necessário para matá-lo, só precisava de seu rosto, mas não havia problema, ele já tinha planejado o que iria fazer para matá-lo, mas, caso não conseguisse, ele não se preocuparia tanto com isso, ele tinha em mente mais um genocídio e esse com certeza atrairá um dos seus inimigos.

Ele cantarolava um pouco, então Cho começou a falar:

– Isso é... Uma música de natal?

– Estou um pouquinho animado, hu hu, só tou na dúvida se matarei algumas pessoas no natal ou na véspera.

– Você fará isso mesmo?

– Ora, qual é o problema? É meu presentinho de natal, hu hu hu

– Nada, é só que... — Cho olhou em volta — Você não vai me deixar sozinha na noite de natal, vai?

– An? Está preocupada com isso?

Ele se aproxima dela.

– O que está aprontado?

– Não vai adiantar estar contra você, você deixou bem claro que não tem como te deter. Se não se pode com o inimigo, junte-se a ele, não é?

– Hum...

Sayko aproxima o seu rosto dela e ela o puxa para beijá-lo, ele não teve nenhuma reação contra, apenas deixou fluir. Estava dando certo, ele estava caindo.

– Agora eu vou ter que ir embora.

– Mas já? Não quer ir um pouco mais pra frente?

– Hu hu, á noite nós faremos isso. — passa a mão suavemente no rosto dela — eu não vou demorar.

Ele saiu da cela e a fechou. A tranca fechava automaticamente quando se fechava, então ele não precisava se preocupar em lembrar de trancar e esse era o trunfo que Cho precisava pra fugir, no momento que ele se aproximou dela por conta de sua sedução, ela pegou as chaves dele e ele não percebeu ou deu falta. Logo depois, Sayko pegou uma máscara que cobria a parte superior de seu rosto e saiu do local.

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Após alguns minutos depois de Léo ter desligado o celular, Shadow o perguntou:

– Quem era?

– Era só o Alex, sabe, aquele negão.

– Hum, e o que ele queri.

– Pô, nada de mais, games, certos HQs, coisa de humano com 17 anos, não precisa se esquentar com esse tipo de coisa.

A atitude dele parecia um pouco natural, então Shadow decidiu ignorar sua desconfiança, Léo não o deve satisfação nenhuma se nada era importante.

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Depois de alguns pequenos exames breves, Victor fez umas pequenas anotações, até que disse:

– Muito bem, Vinicius, a sua situação está boa, você pode voltar pra casa.

– Sério?

– Sim, os seus curativos já se cicatrizaram a um nível que você já pode fazer suas atividades diárias normalmente, mas você terá de vir ao hospital vez ou outra por causa dos seus problemas com drogas.

– Eu sei... Eu sei...

– Não parece tão animado.

– Não é nem por causa das drogas, é só que... Bom... Não digo isso pra muita gente, mas eu e a minha madrasta não nos batemos bem. Eu não quero voltar pra casa.

– Você precisa voltar, não posso te deixar nesse hospital se não possui nenhum motivo para continuar aqui, você já tem condições de voltar à sua vida normal.

– Tá... Tá... Eu vou arrumar minhas coisas pra sair.

– Bem... Você não tem nenhum outro parente com quem possa morar?

– Meu pai saiu da prisão a um tempo e até me visitou, mas não sei onde ele está, não sei nem se ele tem condições de cuidar de mim.

– Compreendo... Olha, posso quebrar um galho e deixá-lo até uma semana aqui, mas não poderei deixá-lo por muito tempo.

– Certo, obrigado.

Então o médico saiu do quarto. O maior problema não era só por causa daquela mulher, também era por que Vinicus não queris se afastar de Julia, não mais. Ele queria tanto que ela acordasse, queria tento poder estar junto dela...

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Uns minutos depois de Sayko ter saído, Cho pegou as chaves que havia roubado e abriu a cela. Agora o que precisava era sair de lá e pedir ajuda. Ela anda para a saída tentando evitar esbarrar em algo, quando ela chega lá, Cho abre a porta. Droga! Sayko estava lá do outro lado! E com um olhar extremamente assustador.

Ele a puxou pelos cabelos e a arrastou para a cela.

– Você por acaso achou que eu sou idiota, sua vadia!

Ele a jogou no chão e depois puxou os pulsos dela e com duas algemas prendeu-os nas barras das grades da cela.

– Acha que só por que eu gostei de você eu sou fácil de enganar? Ha ha ha! Aguarde, quando eu voltar, você irá sofre, muito.

Ele se levanta, e depois saí da cela, tendo certeza de que as chaves estavam com ele. Agora era só seguir o seu objetivo de matar o Zeta. Sim... Ele irá morrer...

Notas finais
Capítulo pequeno, mas foi o que deu pra eu escrever hoje :3 Até mais o/