Cygnus - Fallen

4 Verão, Patrono e 2° Ano


Notas iniciais
Gente. Resolvi postar duas vezes por semana (Quartas e Sextas) Então aqui vai mais um capítulo =D

Verão e o Patrono

Quando voltei pra casa, pedi para meu pai me contar sobre a diadema de Ravenclaw. Ele olhou pra mim com desconforto. Pude ver que aquilo o perturbara bastante.

Ele descreveu o diadema, o melhor que conseguiu, mas confessou não tê-lo usado. Voldemort o tinha deturpado completamente.

Não vou mentir. Eu já cheguei a admirar Voldemort. Mas depois daquilo eu passei a odiá-lo com todas as minhas forças. Sentia um enorme desprezo por ele. Como ele podia ter corrompido algo tão belo e puro? Uma tiara que fazia seu usuário mais inteligente... Se eu descobrisse como fazer aquilo. Oh, seria o sonho... Até me perguntei se não seria capaz de concertá-la, mas meu pai disse que os restos mortais dela foram jogadas em um lugar onde nunca mais poderia ser pega de volta... O Arco da Morte, além do Véu.

Se a tiara estava fora do meu alcance, eu só poderia almejar o cajado. Seria o mais poderoso bruxo do mundo, sem que alguém pudesse me derrotar. Invencível, seria capaz de realizar qualquer coisa que eu desejasse.

Naquele verão, tio Harry me ensinou a fazer o patrono. Eu praticava sozinho, mas não conseguia pensar em nada que fosse realmente feliz e forte o suficiente para formar um patrono corpóreo. Aquilo me angustiava.

Fizemos uma visita à casa dos Potter. Virgo estava grudada em mim de um jeito ridículo. Papai insistia que ela apenas sentira minha falta.

Mas quando chegamos nos Potter, Scorpius decidiu me punir. Disse que eu era responsável pela derrota da Sonserina na corrida pela Taça das Casas. Albus e Remo também estavam furiosos comigo e quando ele contou para Virgo o que tinha acontecido, até ela ficou zangada comigo, como se ELA tivesse perdido a Taça por minha causa.

James então sugeriu que eles deveriam me castigar. Proibiram Hugo de falar comigo e Ted escondeu meu livro. Eu não tinha levado minha varinha. Minha mãe estava suspeitando que eu estava fazendo magia escondido e guardou a varinha para que eu não fizesse mais isso. O grupo me segurou e me prendeu no porão escuro.

Mas Lily me defendeu e achou aquilo um absurdo. Então James a prendeu comigo, dizendo que ela poderia ficar fazendo companhia ao “namorado” sonserino. Mas Lily tinha medo do escuro e começou a chorar. E eu odeio choros.

– Eu quero sair, Cygnus! Eu quero sair! — chorou ela me abraçando.

– Scorpius. Não deixe Lily aqui, ela está com medo. – mas minha resposta foi apenas silêncio. – Scorpius, tire Lily daqui!

Mas ninguém veio nos tirar. Sem minha varinha eu era simplesmente indefeso. Então peguei Lily pela mão e a levei para um canto menos escuro. A sentei do meu lado e fiquei lhe contando histórias, enquanto ela me abraçava com força.

– James fala que você é mau, porque é da Sonserina. Mas ele é o mais malvado! – disse ela com o rosto ainda molhado.

– Eu sou mau.

– Só porque matou o gnomo? – perguntou ela acomodando-se contra meu peito.

– Por causa dele também. – respondi passeando os dedos por seu cabelo acaju.

– Por que matou o gnomo? Ele tinha te machucado?

– Não. – respondi indiferente – Matei porque eu quis e porque eu conseguiria matar.

Ela soltou um suspiro.

– Então você é mesmo mau... Mas eu gosto de você assim mesmo, porque comigo você é bonzinho.

Uma parte de mim quis empurrá-la, para fazer com que ela deixasse de ser tonta.

Mas outra parte sorriu achando aquilo legal de se ouvir. E esse lado ganhou e eu apertei Lily com mais força, brincando mais com seu cabelo e contando mais histórias para que ela ficasse distraída e não ficasse mais assustada.

– Não precisa ter medo do escuro, Lily. Não se estiver comigo. – disse para ela.

– Está bem.

Quando finalmente nos encontraram, James, Remo e Scorpius estavam com cara de choro e as orelhas vermelhas. Lily tinha caído no sono no meu colo e tio Harry a pegou no colo, pedindo desculpas por James e Albus. Minha mãe se desculpava com ele pelo comportamento de Scorpius e eu juro que nunca vi o vovô Sirius tão nervoso com Remo.

Dois dias depois estávamos voltando para Hogwarts e minha mãe me devolveu a varinha. Nos despedimos de nossa família, com uma Virgo chorosa por querer ir para a escola também.

Entramos no trem e eu sorri para minha melhor amiga, minha varinha. Escolhemos uma cabine vazia e nos sentamos com o pessoal da nossa casa. Eu estava sobrando, é claro. Todos estavam lá por Scorpius. Então tentei fazer o feitiço que tio Harry me ensinara.

– Expecto Patronum. – mas somente a neblina pálida saiu da minha varinha.

– Desista, Cyg. – riu Scorpius – Esse feitiço é difícil demais.

– Um patrono, Cyg. Não está exagerando? – riu Pascal Greengrass. – E não acho que você tenha um pensamento feliz o suficiente. Você é tão caladão.

Sorri para ele. Eu tinha uma lembrança que ainda não tinha testado. Me concentrei nela e disse com vigor.

– Expecto Patronum! — e finalmente saiu. Um cisne prateado que voou pela cabine. Todos pularam de susto, surpresos.

Nem preciso dizer qual foi meu pensamento feliz, preciso? Só de me lembrar do cheiro doce de Lily me faz sorrir ainda hoje, aqui nessa prisão suja e escura. Por mais que os dementadores estejam do lado de fora, ansiando para levar-me para as salas onde realmente poderiam sugar minha felicidade de mim.

Mesmo aqui, no escuro, no frio e no silêncio... Onde tenho apenas aranhas como companheiras, a imagem e o cheiro de Lily parecem me confortar. Como naquele dia no porão, onde secretamente eu estava feliz por não estar sozinho. Ou quando ia me esconder no castelo. Lily sempre estava lá para sorrir e me confortar.

Queria ter dado mais valor para isso, mas também não me atrevo.

Lily Potter merece algo muito melhor do que a pessoa deturpada e corrompida que eu sou. Jamais deixaria que a aura dela fosse impugnada por mim.

Mas chegaremos, lá... Chegaremos lá.

Hogwarts – ano 2

No segundo ano, Scorpius se tornou apanhador da Sonserina. Talvez as pessoas olhassem para ele e lembrassem do meu pai, não sei... Ele não era assim absurdamente talentoso. James era muito melhor. Mas ele ficou se achando o Deus supremo da escola assim mesmo. Eu simplesmente não tinha paciência para ele.

Continuava a me isolar no Salão Comunal, sem segui-lo em suas brincadeiras de duelar contra alunos de outras casas. Não gostava de ir vê-lo voar, pois tenho medo de altura – vergonhoso, eu sei... Principalmente por eu vir de uma longa linhagem de jogadores de quadribol em época escolar – e só de vê-lo fazendo piruetas, ou simulando que estava para cair... Meu estômago se contorcia todo.

Não... Eu preferia o silêncio e aconchego do Salão Comunal, mas logo não fiquei mais sozinho.

Pascal Greengrass estava sempre comigo. Eu nunca o chamava, eu nunca puxava assunto. Ele simplesmente estava lá do meu lado, sabe-se lá porque. A princípio achei incômodo, mas logo me acostumei. Ele era um aluno bem dedicado e não era exatamente falador. Mas tinha um olhar cobiçoso para qualquer mulher bonita que passasse.

– Olhe aquela ruiva, Cyg... — ria ele – E aquela ali? A da Corvinal... bonita, não é? – e não importava a idade – Você viu a Dominique Weasley. Que curvas – ou o sangue – E aquela Marlene Smith? Que bundão! – Nem as mais ou menos ele perdoava – Nossa... A Angel não é tão angelical assim, mas eu acho que daria uns beijinhos nela.

– Você só pode ter algum problema, Pascal. – murmurava normalmente quando ele falava demais sobre mulheres.

– Você é um cara bonito, Cyg. Um dia nós vamos ser os caras mais desejados dessa escola. Vou te ensinar todos os truques, não se preocupe.

– As garotas me acham esquisito. Se quer um parceiro para paquerar por ai, está falando com o Malfoy errado.

– Ah, o Scorpius faz sucesso sim, mas ele é bobo demais. Sem querer ofender o seu irmão. As mulheres logo vão cansar dele. Elas gostam do cara mais intelectual e talentoso como você... E até misterioso. Você vai ver. Só esperar.

Logo eu e Pascal éramos tão dupla quanto Scorpius e Albus. E só pelo fato de alguém andar comigo, e alguém popular como o Pascal, as pessoas pareciam me olhar com menos medo e receio. Algumas puxavam assunto, outras me cumprimentavam nos corredores. Eu estava sendo notado de maneira positiva.

Céus... Era tão irritante. Eu só queria estudar, mas toda hora alguém vinha querendo socializar. Meu desejo era de azarar o próximo que viesse falar comigo, mas tinha medo de ser expulso, graças ao meu descontrole no ano anterior. Então só era indiferente e antipático mesmo. Mas Pascal seguia me seguindo e agindo como se eu fosse seu pupilo.

Eu queria saber onde ele realmente queria chegar com aquilo.

Não vou entediar você com minhas histórias com Pascal. Não se não houver um porquê para isso. Pascal só se tornou alguém realmente importante nessa história toda no meu terceiro ano, então vamos deixá-lo de lado um pouco.

No segundo ano tivemos que decidir quais matérias novas iríamos fazer. Eu queria fazer todas as quinze, mas agora havia um número máximo de conteúdos para estudar. Perguntei a Scorpius o que ele iria querer. Ele pegou as que ele julgou serem mais fáceis: Trato de Criaturas Mágicas e Adivinhação.

– Vou pegar todas as outras, pra não precisar te ver mais do que o necessário, então. – brinquei. Ele apenas riu desdenhoso.

– Nós dois sabemos que você não aguentaria de saudades.

– Sabemos? Reveja seus conceitos, Scorp.

Decidi então não pegar Adivinhação, pois eu não tinha nenhum indício de ser um vidente. A outra escolha óbvia seria Estudo dos Trouxas, mas na verdade eu os achava realmente fascinantes. Porém todas as outras matérias pareciam tão importantes... Mas não abriria mão de conhecimentos mágicos para estudar trouxas e então deixei o formulário dessa matéria em branco. Quando a professora Turner viu que eu tinha pego doze matérias, me deu um apertão na bochecha.

– Meu pequeno gênio. Sabia que faria doze matérias.

Nem preciso dizer que virei motivo de piada, preciso?

Mas o que me aconteceu de mais importante no meu segundo ano, foi quando haveria um baile fantasma dado pelo Barão Sangrento. Ele queria muito que eu fosse, mas me avisou para comer antes, pois a comida da festa não seria apropriada para os vivos.

Obriguei Pascal a ir comigo. Foi bem fácil na realidade. Na hora que eu disse que tinha sido convidado para um baile, ele gritou.

– Eu vou!

– É um baile de fantasmas... Não vai ter garotas...

– E perder a oportunidade de te ver numa festa? Nunca!

Pascal era muito idiota de vez em quando...

A festa era nas masmorras. Sabíamos que estávamos perto, pois ficava cada vez mais frio e podíamos ouvir os sons fantasmagóricos.

– Ok. Talvez não tenha sido uma boa ideia. – sussurrou Pascal depois de uma lamúria particularmente alta vinda das profundezas das masmorras.

– São só os fantasmas se divertindo. Não diga que está com medo, Pascal.

– Medo? Claro que eu não estou com medo. Só não quero perder mais pontos pra Sonserina. Você não se esqueceu do estrago que fez no ano passado esqueceu?

Como se alguém fosse deixar que eu me esquecesse daquilo.

– Não vamos nos meter em encrenca. Eu tenho dois convites do Barão e ele falará por nós, não se preocupe. – garanti ao meu colega, mas ele não parecia mais confortável com isso.

Aquela festa tinha tudo para NÃO ser divertida. Era um frio dos infernos, por conta dos fantasmas, a comida estava podre e isso deixava um cheiro muito desagradável por todo o salão. Mas música era algo hipnotizante e era muito bonito ver os fantasmas deslizarem no ar, ao som da música.

A Dama Cinzenta estava linda, como sempre. Devo dizer que aquele fantasma sempre me chamou muito a atenção. Olhava para ela e a imaginava ainda viva. Como sou esquisito. Scorpius tinha razão... Mas de todo modo, eu estava lá completamente hipnotizado pela elegância e nobreza que ela tinha. O rosto melancólico dela era simplesmente lindo. Pascal logo notou meu olhar sonhador e riu de mim, mas não me importei.

– Aquela ali está bem longe do seu alcance, Cyg.

– Eu sei. Só gosto de olhar pra ela. Tão bela.

Os sons das correntes me fizeram olhar para o lado. O Barão Sangrento olhava a Dama Sangrenta passear pelo salão, e ele tinha um olhar muito triste e sonhador.

– Olha só, Cyg. Acho que você tem um rival. – brincou Pascal. O olhei zangado por conta disso. Mas o Barão deu uma risadinha.

– Receio que minhas chances com ela sejam as mesmas das suas, Cygnus.

– Por que? – perguntou Pascal – Você é um cara bem apessoado, Barão... Ou fantasmas não namoram?

O olhar do Barão ficou muito triste. Prestei muita atenção naquilo. Minha intuição apitando que algo de importante sairia dali.

– Eu não tive chances em vida... o que dirá na morte.

– Você a conheceu quando ela era viva? – perguntei voltando meu olhar para ela – Ela devia ser alguém importante. Ela transborda elegância e nobreza.

– Sim... Nunca vi mulher mais bela que Helena...

– Helena? – perguntei. Era esse o nome da Dama Cinzenta?

Mas o Barão olhou-me como se tivesse dito algo proibido e saiu de perto de mim.

– O que deu nele? – perguntou Pascal.

– Não sei... – murmurei pra meu colega. Voltei a olhar a Dama Cinzenta, como se tivesse descoberto um grande segredo... – Helena... Um nome bonito, para uma dama bonita.

– Vamos, Cyg. Não me diga que está apaixonado por um fantasma quando essa escola está cheia de aluna gata!

Ri da ignorância do meu amigo.

– Apaixonado, eu? Me poupe. – olhei mais uma vez para Helena, o fantasma da Corvinal – Apenas sou um admirador da beleza feminina.

Ficamos uma boa meia hora ali até Pascal enjoar do lugar e desejar ir embora.

– Sério. Pior festa da minha vida! – lamentou ele. Eu estava me divertindo. Mas não quis insistir.

Procuramos o Barão Sangrento e nos despedimos, avisando que não queríamos arrumar problema para a Sonserina. Ele insistiu em ir conosco para os dormitórios, para que nada de ruim acontecesse.

– Barão. Você conheceu algum Slytherin? – perguntei casualmente.

– Conheci gerações deles. Todos bruxos fascinantes. – disse ele com orgulho.

– Não ousaria discordar – disse olhando o Barão com um sorriso – Conheceu algum ainda vivo? Ou só como fantasma?

– Eu servi durante muitos anos a Casa de Salazar Slytherin. O conheci em pessoa. Eu estava aqui, vivo, quando Hogwarts não passava de um terreno vazio.

Senti meu corpo vibrar de excitação.

– Então deve ter sabido do Cajado de Slytherin... Das Quatro Relíquias! – disse animado.

O Barão me olhou como se nunca tivesse me olhado de verdade.

– Cuidado com o que procura Cyg. O último que se interessou por esses assuntos não terminou nada bem.

– O que aconteceu com o último?

– Morreu aqui nesse castelo. Cego pela própria cobiça. Esqueça isso, está bem?

– Fala de Voldemort?

– Cygnus! — ralhou Pascal – Não diga esse nome!

– Você o conheceu quando ele era um aluno aqui... Ele também sabia da existência das relíquias? — O Barão parou e me olhou novamente.

– Céus... Você é igualzinho a ele. Até o modo como sorri... Nunca tinha reparado nisso.

– De quem está falando, Barão? – perguntei apesar de saber a resposta.

– Tom Riddle. Lorde Voldemort, Lorde das Trevas... Como preferir chamá-lo. Não siga as pegadas dele, Cygnus.

– Não seria tolo a esse ponto, Barão. – garanti – Não tenho o menor interesse nos objetivos dele. Não gosto de violência.

O Barão não me olhou durante o resto do percurso e eu fiquei conversando casualmente com Pascal, tentando digerir aquilo que tinha ouvido ali. Quando chegamos na entrada secreta do Salão Comunal, o fantasma se despediu e saiu de volta para a festa. Entramos no Salão e então Pascal me olhou de um jeito esquisito.

– Você é sempre tão sério, Cygnus... Mas hoje você sorriu e eu vi seus olhos brilharem de um jeito realmente... sinistro. Eu definitivamente te prefiro sério.

– Oh. Fique calmo, Pascal. Não foi nada de demais.

– Eu realmente espero que não. – disse ele ainda ansioso. – Boa noite.

Observei Pascal subir para o dormitório, mas eu não o segui. Caminhei até a lareira sabendo que muitas coisas importantes haviam sido ditas naquela noite. A primeira era que o Barão tinha algum sentimento pela Dama Cinzenta e ele a conhecera em vida... A segunda coisa importantíssima foi que ele era vivo na época de Salazar Slytherin. Ele serviu a família Slytherin, o próprio Salazar, como ele mesmo disse...

Salazar foi o primeiro dos fundadores a morrer. Sabia disso graças ao livro que encontrara na biblioteca de seu pai. O que o Barão fez depois que seu mestre morreu? Ele serviu o filho? Ele mudou de lealdade?

E quem seria a Dama Cinzenta? Eles dois provavelmente eram os dois fantasmas mais antigos do castelo... Estavam lá desde a fundação. O Barão não quis me dar aquela informação, mas ela talvez cedesse... Mas eu não queria estragar as minhas chances de descobrir aquele mistério. Eu era a pior pessoa para se conversar com alguém... Ainda mais com meninas.

Eu precisava aprender com Scorpius e com Pascal. Mas estava suficientemente confiante de que conseguiria. Eu não precisava realmente aprender a me relacionar. Eu precisava fazer com que as pessoas confiassem em mim. Nada mais do que isso.

Passei a observar Scorpius e o que mais me chamou a atenção era o sorriso dele. Ele estava sempre sorrindo. Talvez fosse esse o segredo... Pascal também era bem sorridente. E Remo e James e Ted. Basicamente todos os garotos populares eram assim. Sorridentes.

Então eu precisava aprender a sorrir. Meu sorriso era esquisito e eu nunca sorria na hora certa. Tudo aquilo parecia simplesmente exaustivo pra mim.

Nada de muito interessante e relevante para minha história aconteceu naquele ano. Eu segui sendo o melhor aluno do nosso ano, Scorpius não derrotou James no quadribol, Ted e Victoire seguiam namorando e Scorpius seguia paquerando Dominique, que obviamente não queria nada com ele. Mas digo com alegria que a Taça das Casas foi nossa naquele ano.

Notas finais
~ Não precisa ter medo do escuro, Lily. Não se estiver comigo. ~ Own x3 Desculpe a quem shippa Lily e Scorpius D= Mas aqui o Scorpius é da Rose =P