Cut
4 Triângulo amoroso
P.O.V. Kol.
Eu preciso quebrar a ligação entre Davina e uma bruxa.
—Você ama muito essa sua namorada?
—Amo como... como Renesmee ama...
—O tio Elijah.
—Você é surpreendentemente bem ajustada. Agora, foque no nó.
O feitiço estava indo bem até a Caroline chegar.
—O que está acontecendo aqui? Kol, eu quero uma explicação. Agora!
—Eu preciso quebrar a ligação entre a Davina e uma bruxa.
—E está usando a minha filha?!
—Por favor Caroline, eu preciso quebrar a ligação ou a Davina vai morrer. Foque no nó querida.
Caroline me empurrou e começamos a brigar.
—Você sabe que não pode me vencer Caroline, eu sou mais forte que você.
—E mais burro também.
Ela me deu uma joelhada naquele lugar. E começou a me chutar.
—Acha que pode usar a minha filha?!
—Ela não é sua filha!
Eu devia ter ficado quieto porque ela pegou uma granada de verbena e fez ela explodir na minha cara.
—Ela é sim.
—Eu consegui! Eu consegui!
—Mamãe eu consegui!
—Muito bem querida. Eu me orgulho muito de você.
—Obrigado.
—Use a minha filha de novo, e eu te enfio uma das estacas de carvalho branco que a Renesmee tem guardada.
P.O.V. Elijah.
Eu estava na porta do quarto dela, ela estava de roupão. Um lindo roupão de seda rosa, seu cabelo estava todo preso com piranhas e ela fazia escova nele. Dava pra ver a fumacinha saindo do cabelo dela, ela fazia movimentos rápidos subindo e descendo a escova.
—Ai, que quente.
Quando acabou de fazer a escova, ela colocou a chapinha para esquentar.
—Quer saber, eu vou ligar é o ar condicionado. Se não não adianta de nada toda essa arrumação.
Ela ligou o ar condicionado e fechou a porta.
P.O.V. Renesmee.
Mesmo com a telepatia desligada eu tenho essa sensação de estar sendo observada. Eu fechei a porta por causa do ar e liguei a minha telepatia só pra provar pra mim mesma que estava ficando paranoica, mas eu não tava.
—Mas, que tarado filho da mãe!
Eu comecei a fazer chapinha no cabelo, depois de terminar fui pegar meu creme. Tirei o roupão e comecei a passar o creme, esperei secar e coloquei a roupa. E para finalizar o meu perfume favorito.
Sai do quarto e dei de cara com ele.
—Sua mãe não te ensinou que é rude olhar uma mulher que está se trocando?! Seu tarado!
Eu virei um tapa na cara dele.
—Parece que você vai mal amigo.
Disse o vampiro com o cabelo do Justin Bieber. Ele bateu á porta e ela atendeu.
—Alec. O que foi? Aro quer falar comigo?
—Não. Eu te trouxe isso.
—Rosas! Nossa, obrigado. É muito gentil. Eu prefiro as brancas, mas essas estão lindas.
—Vou me lembrar disso.
Eu também.
Ela abriu o mais lindo e doce sorriso segurando o buquê. Sentiu o perfume das rosas.
—São lindas. Eu vou, colocar elas num vaso.
Ela encheu o vaso de cristal com água e colocou o buquê lá dentro.
Eu fui até uma floricultura e comprei uma dúzia de rosas brancas. Então, eu fui até a porta dela.
—Pra mim?
—Sim. Eu queria me desculpar pelo ocorrido de ontem, eu não tenho nenhuma intenção de lhe ofender.
—Desculpas aceitas.
Ela sorriu docemente pra mim.
—Gostaria de ir jantar comigo amanhã?
—Claro. Mas, não vai ser... incômodo pra você? Quer dizer, você é um vampiro completo.
—E?
—Você come? Comida de gente?
—Como. Contanto que mantenhamos uma dieta estável de sangue humano, nosso corpo funciona normalmente.
—Então você vai no banheiro?
—Sim.
—Ai, me desculpe. Que pergunta indiscreta.
Ela cobriu o rosto, vi o sangue subindo por suas bochechas.
—Eu gosto da sua curiosidade.
—Eu vou embora depois de amanhã. E nós vamos viajar para a praia.
—Pensei que os seus não pudessem andar no sol.
—Correção, Os Volturi não podem andar no sol. Eles vão apodrecer na escuridão. Gananciosos, mentirosos, cobras criadas.
Ela apertou as mãos, fechando-as em punho. Seu rosto ficou vermelho como um pimentão de tanta raiva.
—Você realmente os odeia.
—Sim. Odeio.
—E quanto ao Bieber?
—Bieber? Você quer o Alec? Eu gosto dele, mas não confio nele.
—E quanto a mim?
—Gosto de você, mas não confio em você. Sua reputação o precede.
—E qual é a minha reputação?
—Não sua especificamente, mas da sua família em geral. Se você não é Mikaelson então você é descartável. Você me dá mais medo do que o seu irmão Klaus, porque é... imprevisível.

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