Cuidado com as criancas!
61 Feliz aniversário!
Notas iniciais

Lise POV
O que raios eu faço amanhã, por que aquela desgraça tem que ser tão rica? E por que eu sou tão chata? Não poderia fazer uma festa surpresa? Não, por que odeio essa porcaria de clichê, irritante demais.
Eu queria poder comprar algo que agradasse ao Sei, mas acontece que ele é rico, tem tudo que quer, como posso lidar com isso, não tem graça. Poderia fazer igual aquelas meninas de mangás shoujo, me dar de presente para ele, todavia ele insiste em casar virgem e particularmente eu também prefiro, apesar de algumas vezes eu fico bem fogosa, no entanto esse ruivinho tem um autocontrole danado, sabe como parar, já o Uke-chan se deixar ele vai até o final sem pensar duas vezes, notei isso ontem.
Levantei muito cedo hoje, para falar a verdade nem dormi, são 6 da manhã e estou aqui ruminando ideias para fazer algo para aquele imperador, ou é o Passivo-chan, os dois.
Pedi ao Kyouya-san para que eu pudesse usar a cozinha, quero fazer um bolo e espero que saia perfeito, não há nada que eu não saiba e se eu seguir perfeitamente a receita sairá algo agradável.
Várias e várias tentativas falias, sempre saia com um gosto horrível, daqui a pouco vou sair e ir para o hospital por que é certeza que vou ficar com intoxicada.
Não tenho outra escolha, tenho que chamar alguém que saiba cozinhar, sim, eu poderia pedir as cozinheiras para me ajudar, contudo me recuso, tem umas malucas lá que me odeiam, dizem que é uma desonra o Sei estar comigo, antes que eu mate alguém, prefiro ficar longe, então só me resta chamar Kagami Taiga.
Narrador POV
Sem mais o que fazer a pequena ordena que o ruivo altão vá a mansão dos Akashi para que a ajudasse a fazer o bolo, acontece que ela não queria que seu ruivo visse o outro cosplay de fósforo na casa, então ordenou para que ninguém fosse a cozinha, nem mesmo seu namorado.
“Podemos começar Kise?”, questiona o garoto olhando para a menina e achando que ela era baixa demais.
“Vou pegar um banquinho, espere”, Taiga sentiu uma vontade imensa de rir, entretanto lembrou do quão perigosa a nanica era e ficou quieto no seu lugar.
“Agora podemos iniciar e alias pode me chamar de Lise, sempre acho que estão chamando meu irmão quando se refere a mim pelo sobrenome”, proferiu a loirinha com a voz calma.
“Tudo bem Lise, como deseja o bolo?”, inquiri
“Qualquer coisa, contando que seja gostoso” diz ela lembrando dos seus fracassos.
“É para o Akashi de aniversário não é? Então é bom fazer um bolo de festa”, sugere o ruivo olhando o enorme livro de receitas que a treinadora havia trazido.
“Pode ser, já tentei tanta coisa que ainda não sei como não estou com dor no estômago”, Lise estava triste e de cabeça baixa.
“Qual sabor?”, pergunta Kagami
“Morango”, responde simplesmente
“Isso soa irônico sabia? O ala-pivô sorri um pouco.
“Só não quero muito doce, acho morango um sabor bom”, explica a baixinha
“Tudo bem, vamos fazer esse bolo, para ficar melhor somente vou te auxiliar”, ele diz colocando o avental.
Os dois começaram o preparo, Taiga ia ajudando ela no que fosse possível, sempre deixando a pequena aprendendo mais e mais, ele se perguntava por que ela não tinha chamando os empregados para fazer esse bolo, porém questionar a nanica não era uma opção.
“Como diabos isso ficou tão ruim?” o ruivo comia um pedaço do primeiro bolo que ela havia feito.
“Agora entendeu por que eu te chamei? Já tentei diversas vezes”, a loura estava irritada com mais uma falha.
“Por acaso você colocou coisas estranhas como a minha treinadora?”, inquiro o ruivo.
“Não, você viu que eu fiz tudo como estava escrito e como você disse, isso é frustrante”,
“Vamos tentar de novo, acalme-se”, ele tentava intermediar.
Ela nunca soube o que fez de errado, sempre que tentava algo novo dava errado, já estava desistindo de fazer alguma coisa até o último ficar com uma aparência no mínimo agradável.
“Não está de todo ruim”, afirma Kagami.
“Já estou com dor de estômago por comer coisas ruins”, Lise acariciava a barriga.
“Já está tarde e eu tenho que ir, guarde bem na geladeira”, recomenda e se despede o garoto.
Lise guardou o bolo que estava devidamente decorado e foi para seu quarto, precisava de um bom remédio e um pouco de suco natural de laranja.
“Você está bem?”, questiona Sei entrando no quarto.
“Você não bateu”, reclama ela deitada na cama e ainda reclamando da dor.
“Você sempre entra no meu quarto sem bater, perdi as contas de quantas vezes me viu de cueca e quase nu também”, o ruivo estava corado.
“Eu só te vi de costas, tem um belo bumbum, sexy”, ela sorriu com dificuldade.
“Nos últimos dias está muito pervertida”, profere o capitão sentando ao lado dela e colocando a cabeça da menina em seu colo.
“Tenho um namorado gostoso fazer o que”, a loirinha enfia a mão por baixo da camiseta dele e dedilha seu abdômen.
“Você está bem tranquila comigo”, sim, era o passivo quem estava no comando.
“Não posso ficar gritando ou te batendo toda hora, como eu disse, estou tentando conviver com você”, a menina tira a camisa dele e faz ele deitar na cama.
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“O que ela está pensando? Está passando dos limites de novo, assim não dá”, o imperador já estava levantado para tomar o controle
“Acalme-se, se acontecer algo mais crítico eu peço para ela parar”, proferiu o passivo.
“Da última vez você nem me ouviu”, lembrou
“Confie em mim, não vou deixar”, pediu
“Irritante, tudo bem, mas já sabe”, avisou o absoluto.
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Dessa vez Lise não estava com intenções mais fortes, ela simplesmente queria passar a mão no corpo do garoto, mas específico em seus tórax, abdômen e costas.
“Sua pele é muito branca”, disse ao ruivo.
“Quase não tomo sol pensando bem”, o menino mantinha seus olhos fechados enquanto as pequenas mãos acariciavam seu corpo.
“Você gosta?”, perguntou ela se referindo ao carinho.
“Claro, por que não gostaria”, o armador abriu as orbes vermelhas.
“Se fosse Sei-kun ele já tinha brigado comigo”, ela sorri ao pensar no imperador corado e irritado.
A pequena se deita em cima de Akashi e deixa sua cabeça repousada no peito dele, ela era tão pequena que fazia um pequeno bolinho em cima dele, quase não pesava. Seijuurou ficou receoso por Lise estar em cima de si e cogitou em tirá-la, mas foi impedido pelo imperador em seu interior.
“Pode deixar, ela só quer ouvir seu coração”, disse o garoto de olhos bicolores.
Akashi POV
Ela dormiu, quase que eu também, amanhã é meu aniversário, será que ela fará alguma coisa? No último ano nos terminamos bem nessa época, lembrando disse eu tenho uma parcela de culpa, para mim tratar todas as garotas gentilmente é comum, mas não é isso com que Lise está acostumada, meu outro eu ignora as outras meninas, sempre está na cola da loirinha, então eu devo tentar ser no mínimo algo parecido, não tão rude é claro, ela está tentando conviver comigo, me odiar menos, mudar por mim, eu também devo fazer algo por minha garota, eu a amo, a amo muito e pensar em perdê-la de novo me dói.
A coloquei certinho em sua cama, a cobri e verifiquei se estava tudo bem, pelo jeito estava sentindo alguma dor antes de eu chegar, isso é preocupante, todavia ela me parece bem tranquila agora.
Vesti minha camiseta e fui para meu quarto dormir, já estava tarde, devo estar disposto amanhã cedo, certeza que alguém tenha feito alguma coisa.
Narrador POV
No outro dia Lise levanta cedo novamente, um pouco mais cedo ainda, ela pretendia fazer uma pequena comemoração, só com os membros da Teiko, da Rakuzan e Kagami, ele a ajudou a preparar também os doces e ela achou que ele deveria estar lá.
Tomou um bom banho, prendeu seus cabelos com seu amado prendedor vermelho, achou muito estranho suas madeixas com aquelas pontas vermelhas e ainda estava mais curto, serviço de sua parte mais doida afirmou a pequena, se irritou com um pouco com aquilo, gostava muito de seu cabelo grande e totalmente natural.
Foi na sala verificar se já estava tudo arrumado, mandou na noite anterior a governanta organizar a mesa, a decoração, tudo que precisava, nada muito extravagante.
Quando a pequena fora acordar o ruivo, foi impedida por uma empregada que ela não conhecia, a menina de cabelos cinza lhe olhava irritada.
“Quem você pensa que é para acordar o jovem mestre a essa hora”, disse a garota alta.
“Empregada nova, de novo”, pensou a baixinha e suspirou para não sentar a mão na cara de umas aí.
Ignorando a menina a loura entrou no quarto dando de cara com a face tranquila de seu namorado dormindo, dessa vez ela encontrou uma semelhança entre os dois, dormiam exatamente iguais.
“Você não me ouviu garota?”, a empregada segurou o braço fino da Kise que logo puxou com força.
A treinadora foi até seu garoto e o balançou freneticamente até ele acordar, a menina de cabelos cinza achou um absurdo.
“Lise”, o ruivo sorriu ao ver sua namorada.
“Jovem mestre, desculpe a intromissão dessa garota insolente ao te acordar”, a menina tentou arrastar a pequena do quarto.
“Me solta!”, a voz da loirinha era fria.
“Da próxima vez que você tentar me tirar a força do quarto do meu namorado, eu arranco com ácido cada parte do seu corpo que me tocou”, a loura arregalou os olhos e sorriu de modo louco.
“Eu acho que ela está convivendo demais com meu outro eu”, sussurrou o ruivo e foi até elas.
“N-namorada?”, gaguejou um pouco decepcionada a empregada.
“Sim, Lise é minha garota a anos”, declarou Akashi acariciando a cabeça da pequena para ver se a acalmava.
“Desculpe-me”, a menina saiu correndo.
“Você se tornou uma bela imperatriz”, ele disse e foi para o banheiro.
Sabendo que sua namorada ainda estaria em seu quarto já saiu do quarto de banho vestido.
“Lise”, chamou o ruivo.
“Sim?”, quando a menina virou para ele o garoto a beijou, ele continuava coma expressão passiva, continuava carinhoso demais, entretanto estava um pouco mais atrevido, a loirinha gostava disso.
“Fez alguma coisa para mim né? Você não acorda de manhã”, disso o capitão enxugando os cabelos molhados que ainda estavam pingando.
“Sim, uma pequena comemoração”, a loura foi até o guarda roupas dele e pegou o secador de cabelo.
“Me falou tão rápido, normalmente se faz surpresa”, ele foi até ele que estava indicando para sentar em uma cadeira que secasse seu cabelo.
“Festas surpresas são muito clichê, isso me irrita”, indagou a baixinha passando as mãos pelos cabelos vermelhos e macios de Seijuurou.
Terminado de secar o cabelo do menino e o mesmo se arrumar ela o levou até a sala onde estava tudo ajeitado, ele observou que não tinha muita gente e principalmente o bolo que estava um pouco desengonçado e logo soube que quem fez fora Lise, sorriu por isso.
Após Sei cumprimentar todo mundo eles se juntarem para cantar parabéns, pelo menos esse clichê a loirinha aceitou, o ruivo fez questão da namorada estar ao lado dele atrás da mesa.
“Bem, agora podemos cantar parabéns ao Sei-kun e ao Uke-chan aqui”, a pequena os tratava como duas pessoas.
“Esse negócio de uke está me irritando”, pensou o passivo, então em um pequeno impulso prende levemente e pequena na parede e diz baixinho em seu ouvido.
“Uke não é? Mas se você deixar te faço gemer meu nome”, a voz do garoto era rouca e sensual.
A treinadora ficou estarrecida, surpreendida demais, esse Akashi nunca fazia nada, era um passivo, não tomava atitude para quase nada, essa frase a deixou muito vermelha, seu rosto queimava, seus olhos estavam esbugalhados, a baixinha então pega uma garrafa onde continha suco natural de laranja e uma bandeja cheia de brigadeiros e saí andando.
“Um momento, vou ver se esfrio um pouco”, indaga a loirinha a todos.
“O que você disse a ela?”, questiona Kise o olhando com um olhar sacana.
“Nada”, o ruivo desvia o olhar.
Poucos minutos depois a menina volta já um pouco mais calma, cantaram e fizeram tudo que se faz em uma festa de aniversário, por um momento Lise foi para um canto e ficou sozinha vendo tudo, sorriu ao notar que seu namorado estava sorrindo, se divertindo com seus amigos, ele precisava disso, sem ela Sei era um garoto solitário vivendo na hierarquia de seu pai, todavia somente ela não era o suficiente, ele precisava de seus amigos, os antigos e os atuais, menos Mayuzumi, ela odiava aquele doido que se achava um Kuroko da vida, de jogador fantasma já bastava o bluenette, se bem que ela criou um também na Higurashi.
Quando fora chegando o meio do dia todos foram indo embora aos poucos, a baixinha achou que já estava na hora de dizer a Seijuurou qual seria seu presente.
“Bem, eu não sabia muito bem o que te dar, você tem tudo, fiquei pensando nisso o dia todo ontem, depois de uma conversa com seu pai decidimos o que fazer”, disse Lise.
“Meu pai?”, questiona curioso Akashi.
“Vamos para Akita, com o jatinho da sua família será mais rápido, suas coisas já estão arrumadas e já tenho as chaves da casa que vocês tem lá, seu presente, será um dia somente nós dois, mais ninguém para atrapalhar, vamos daqui a pouco e voltamos amanhã no ao meio dia”, explicou a loirinha um pouquinho vermelha.
“Ótima escolha, vou amar passar esse dia somente com você, eu te amo muito Lise”, disse o passivo e imediatamente abraçou a garota, uma das coisas que ela mais gostava de ser baixa era o fato de sempre poder ouvir o coração dele quando se abraçavam.
A viagem fora rápida e tranquila, chegaram na casa que já estava arrumada para os dois passarem aquele dia, Seijuurou não podia negar que estava simplesmente amando demais tudo aquilo.
“Pra que as chaves então?”, inquiriu a pequena ao olhara casa aberta com seguranças e empregados.
No momento em que chegaram no quarto notaram que era de casal e Akashi viu que sua namorada estava tranquila com a notícia, mas, ainda assim, tinha outros quartos.
“Se quiser pode ficar nesse que eu-”, Lise interrompe o garoto.
“Eu quero dormir com você”, agora quem ficou assustado foi ele.
“Você sabe que o outro, eu, bem, casar virgem”, o pobre Seijuurou se embolou tudo para falar.
“Deixa eu repetir, dormir Akashi, dormir, repousar o corpo, adormecer, entrar em estado de sono”, disse a treinadora.
“E-entendi”, ainda estava receoso, contudo ele sabia que se passasse dos limites o imperador tomaria o controle, falando nisso, ele decidiu uma coisa.
“Lise, eu sei que você prefere ele, então decidi deixar ele no comando nesse dia especial”, passivo estava triste, porém o que lhe importava era ver sua namorada feliz.
“O que você disse?”, ela se abalou com a notícia.
“Ele já foi”, a voz dominante do imperador se fez presente.
“Sei-kun, eu sei que sempre fui muito má com ele, sempre o odiei demais, todavia estou mudando, não quero deixá-lo triste”, Lise dizia com a voz arrastada.
“Ele só quer te ver feliz, sabe que você prefere a mim, ainda assim vejo que está começando a ver ele com outros olhos, fico fez com isso, entretanto você sempre será minha mulher”, esse Seijuurou era o verdadeiro possessivo que ela amava.
Akashi a pegou com força e prendeu na parede, suspendeu no ar e a beijou profundamente sem pedir permissão a nada, seu aperto era forte e protetor, ele sabia a força exata para não machucá-la, com o término no beijo a pequena estava sem folego e um sorriso no rosto.
“E-estava com saudades disso”, indagou Lise cansada.
Durante o dia eles se divertiram muito, jogaram shogi, xadrez, dama e até poker, o ruivo conseguia ser tão sem expressão nesse último jogo que ganhou de lavada da loirinha, passaram um tempo na piscina que era térmica, um dia repleto de beijos e amassos quentes que se não fosse por um ruivo com um enorme autocontrole eles já tinham se tornado um a tempos, ele sabia que fazer isso enquanto ela está um digamos em transe com toda a situação era melhor, contudo ele queria casar virgem e insistia nisso, a baixinha não ligava com isso, aceitava com prazer, pois achava um ato bonito, uma união perfeita.
Na caída da noite o passivo voltou por um momento, ele estava incomodado com uma coisa e precisava falar com sua garota.
“Perdão Lise”, o capitão estava de cabeça baixa.
“Dá para levantar a cabeça por favor, isso é estranha, geralmente você quem diz para as pessoas abaixarem”, a Kise notou que o outro havia retornado.
“Perdão”, ele disse novamente.
“Pelo que?”, questionou a pequena sentada na cama.
“Eu deveria ter sido um namorado melhor e ainda quase me apaixonei por Sayuri, não acreditei em Ryouta mesmo vendo suas costas cheias de cicatrizes, fui um tolo, me perdoa, eu te amo”, o os olhos carmesim do menino demostrava a mais pura sinceridade.
“Como você pode acreditar então no que aquela desgraçada disse?”, proferiu a loirinha com lágrimas nos olhos.
“Começou, mas vai ser divertido”, disse o imperador
Não importava o que o passivo dizia a pequena devolvia com uma patada, não acreditava nele, as vezes o insultava com coisas fracas, chorava e o culpava, quando notou que o garoto estava quase chorando foi até ele e abraçou o espantando.
“Brincadeira, eu te perdoo, Seijuurou”, sim, tudo que Lise fez foi pura encenação, contudo o fato dela ter o chamado pelo nome o deixou feliz, sua raiva por ter sido engando passou.
“Posso te beijar?”, inquiriu a ruivo passivo.
“Claro, fui má com você, pode fazer o que quiser”, ela pisca para ele.
Akashi a abraça a puxando para si, acaricia seu rosto, beija sua testa, encara seus olhos verdes semicerrados e a beija levemente, a loira ainda não entendia como podiam ser tão diferentes, um era mais selvagem e protetor, outro era gentil e amável, ela se perguntava se um dia poderia ter essa mistura em um beijo só.
“Vou deixar ele novamente no comando, até mais”, se despediu com um selinho demorado.
“Você sabia que eu estava encenando não é?”, perguntou Lise ao absoluto que já tinha voltado.
“Desde o começo, então, que tal um beijo?”, ele sorriu verdadeiro.
“Desde quando pedi permissão ruivinho?”, questionou ela chegando mais perto.
O garoto imediatamente diminuiu a distância e a beijou, ele era tão possessivo, era sempre mais quente, em um pequeno momento ele foi mais calmo, todavia muito mais profundo apertando ela contra si, pelo jeito a mistura que ela tanto estava esperando não demoraria a se formar.
Naquela madrugada depois de brincarem muito, assistir algumas coisas, entrar na hidromassagem de roupa de banho o que os fez rir demais da situação, foram dormir juntos.
Fora o melhor aniversário que o ruivo tivera até aquele dia, pois por mais clichê que essa frase seja, ele tinha certeza que melhores viriam e a loirinha que odeia coisas tradicionais ou que as pessoas fazem em massa inventaria coisas novas a cada ano.
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