Notas iniciais
Eae, tudo bem? Eu sou Akashi Lise e bem vindos a minha fic principal. Estou editando ela novamente para que fique uma leitura muito mais fluída e digna dos meus atuais capítulos. Você que está chegando agora, meus mais sinceros parabéns, não é qualquer um que encara uma fic tão grande como essa. Não esqueça de deixar seu comentários que é de suma importância para mim. Favorite também, é só um cliche ^^ Sem mais delongas. ~Boa Leitura.

Akashi POV

Abri a porta, e quem me cumprimentou foi uma casa que já estava escura. Bem, eu sei que já estava tarde demais para voltar para casa, e também é a terceira vez nessa semana desde que estou trabalhando longe da família, eu realmente sinto falta deles.

Lentamente entrei na sala e passei para o corredor e no final deste encontro uma porta colorida de vermelho e mais um monte de coisas lá.

Silenciosamente abro a porta para verificar se meus dois anjinhos estavam adormecidos e eu estava certo, eu apenas sorri e fechei a porta. Volto para o corredor e vou em direção ao meu quarto que tenho certeza que a ocupante se mantinha em meio à pilha de papeis do seu trabalho e adormecida, contudo quando abro a porta me deparo com a mulher lendo um romance de espessura um pouco grande bem estranho por sinal. E parece que ainda não havia percebido a minha presença no local.

"Estou de volta...", olhei a com suavidade e sorri.

"Sei-kun... Bem vindo.", ela correu e logo me abraçou, começou a dedilhar as mãos em meu pescoço e me deu um sorriso doce no qual eu realmente me perdi.

"Lise você sente a minha falta?”, questionei sentindo o carinho singelo, todavia ainda assim com um certo tom de malícia.

"Hm... Não...", ela disse enquanto abria a minha gravata e desabotoava a minha camisa, depois pegou seu pequeno corpo e se aproximou de mim diminuindo totalmente a distancia entre nós enquanto se ocupava em desabotoar minha camisa.

"Vai me ignorar. Nem se quer recebi um beijo como recepção", ela me abraçou com força, olhou-me nos olhos e inclinou sua cabeça.

Sua expressão parecia suave como de costume.

"Eu não posso.", Lise fazia um bico infantil ao mesmo tempo em que inflava suas bochechas, mania de anos.

"Por quê?", inquiri sabendo muito bem da resposta.

"Você é muito alto, sei que não posso alcançar o seu rosto", disse com uma expressão solene, oh meu Deus como é engraçada a minha esposa, ela me olha com uma cara inocente, mas na verdade de inocente ela não tem nada.

"E assim então?", perguntei enquanto me sentava na beirada da cama, ela sorriu e me abraçou.

Eu a deixei chupar meus lábios, o doce sabor de seus lábios deixava minha cabeça tonta, era um beijo simples de começo, no entanto já começara a esquentar. Esta mulher parecia procurar oportunidades para me atentar, tocando meu peito e abdômen. Uma sensação estranha se apossou do meu corpo me deixando mais excitado com seu toque delicado. Depois de faltar oxigênio nos libertamos do beijo, um fio de saliva nos liga sendo acompanhado de uma respiração ofegante.

"Você é doce como sempre querida", eu a provoquei enquanto beijava seu pescoço, minhas mãos se infiltraram na t-shirt branca que ela usava, lentamente passei minhas mãos em seu pequeno corpo e encontrei uma barreira o sutiã, porém me assustei quando ouço um barulho na porta que me fez imediatamente tirar a minha mão.

"Eu quero o meu brinquedo primeiro", disse ela enquanto beijava a minha clavícula fazendo minhas calças ficarem estreita, eu estava envergonhado com isso, oh Deus como estava envergonhado.

Eu sento e reposiciono minha clavícula direita em seu rosto que mudou sua linha de visão para baixo. Eu não percebia o quanto meu rosto estava vermelho e só poderia esperar enquanto ela abria meu cinto e descia o zíper da minha calça com a boca.

"Papai... Mamãe", essa voz é familiar demais.

Ela parou imediatamente quando ouviu a infantil, troquei nossas posições para podermos ajeitar nossas roupas, por que as crianças sempre aparecem nessas horas.

"Seira, Seicchi desde quando estão ai?", perguntou minha esposa que se levantou se aproximando dos dois filhos que se encontravam ocupados esfregando os olhos em frente a porta.

"Desde que o papai estava com a mamãe", proferiu a criança se referindo a quando beijava minha esposa antes. Oh Deus me perdoe por nos tornar pais tão depravados.

"Seicchi, o papai só... só... bem esqueça", eu segurei o riso quando vi que ele me olhar frustrado e com o rosto corado.

E por que as crianças não foram dormir?

"Seira e Seicchi porque não foram dormir?", perguntei saindo da cama e indo segurar um dos gêmeos de sexo diferente, a menina Seira é muito parecida comigo com seus cabelos vermelhos, todavia sua heterocromia é diferenciada, são nas cores vermelho e verde, enquanto seu irmão Seicchi nascido poucos minutos antes é mais semelhante com a mãe, pois seus olhos levam a mesma cor, verde como esmeralda, porém ainda assim é mais parecido comigo do que com Lise, visto que também é ruivo, pensando bem a única coisa que Seicchi tem de Lise é a personalidade.

Já Lise é uma mulher de baixa estatura muito bonita, de longos cabelos louros, pele branca e olhos verdes como esmeraldas. Tem uma personalidade muito doce, mas se irrita muito facilmente, é uma mãe maravilhosa, muitos fatores fizeram eu me apaixonar por ela.

"Nós dois não conseguimos dormir e queremos saber se podemos dormir junto do papai e da mamãe?", Seicchi disse enquanto abraçava meu pescoço.

Lancei um olhar para Lise de "Mas eu quero agora!", no entanto ela me devolveu o olhar me respondendo um quase audível "NÃO", bem as ordens de minha esposa são absolutas.

"Vamos lá, venham aqui a mamãe vai contar um conto de fadas para que possam dormir", disse a ele e lentamente deixei cair na cama.

Ambos estavam muito animados quando minha esposa começou a contar. Ela contava a história de cinco prodígios considerados como a Geração dos Milagres e de duas pessoas que eram nomeados como a luz e a sombra. Eu só podia olhar e ouvir a história absurda e o mais absurdo foi o fim da historia. "Então a Luz e a Sombra venceram os cinco milagres e ambos se tornaram o numero um do Japão”. Um nó se formou na minha garganta, pois era verdade. Enquanto as crianças riam, eu só olhava para Lise com um olhar terrível, mas era inútil.

Eu já não conseguia manter meus olhos abertos, por alguma razão eu estava com muito sono, por fim eu desisti e fechei meus olhos e senti uma mão acariciar meus cabelos com carinho.

“Boa noite Sei-kun”

Notas finais
Eae o que acharam? Me digam viu, fico mais que feliz com cada comentário. Espero estar trazendo capítulos com mais qualidade e por isso estou editando cada capítulo. Não esqueça de comentar e deixar seu favorito, é só umj clique ^^ Obrigada por quem leu até aqui. Bjss da Imperatriz, até o próximo.