Crônicas Olimpianas

18 Missão Parte 3 - Casos de Família


Notas iniciais
Voltei a narrar kkkk, sei que sentiram saudades, boa leitura!

Estávamos em Itacaré na Bahia e resolvemos ficar em um Hotel, pegamos aqueles quartos que possuíam duas camas de casal porque era mais barato. Eu tinha acabado de sair do banho, Feeh estava entrando e Lusca estava ligando a TV.

— Qual o canal passa TV Olimpo? — perguntou o menino sentando na cama.

— 12.1. — respondi me sentando ao lado dele.

— Não existe esse canal.

— Não para os mortais, graças a névoa.

Ele colocou no canal e estava passando algo que parecia ser uma paródia de Casos de Família, onde tinha um deus, o qual não lembrava o nome apresentando de pé em frente a uma plateia.

— No programa de hoje temos uma família com um problema muito sério, uma traição nunca é boa coisa, ele reclama de traição, ela reclama de ele ficar a espionando e a prendendo demais. — disse o apresentador. — Conte-nos sua versão magnífica deusa do amor.

— Eu estou cansada de toda vez que abrir minha bolsa encontrar uma câmera dele, de toda vez que estar na aula de pilates, descobrir que minha amiga que conheci no incio do dia na verdade é um robô feito para me vigiar, de quando for transar com o cara do supermercado que elogiou meus brincos, ele ser eletrocutado porque meu marido ciumento colocou um aparelho que da choque no meu sutiã. — disse Afrodite.

— Trágico! — disse o apresentador. — Como você se explica mag… Deus do fogo?

— COMO ASSIM COMO EU ME EXPLICO? — perguntou Hefesto. — Ela acabou de admitir que me traí e eu tenho que me explicar por me vingar? Os acampamentos estão lotados de filhos dela e ela gosta de se transformar em Vênus, apenas para culpar a dupla personalidade pela traição tirando que…

Fomos interrompidos pois do lado de fora do quarto veio um grito, rapidamente Lusca pegou sua espada e eu meu anel e corremos para fora, o hotel era daqueles que os quartos eram mini-chalés e atrás havia uma floresta, de onde o grito tinha vindo. Fomos andando cautelosamente para lá quando do meio da mata surge uma menina correndo.

— Socorro, duas górgonas ali. — disse ela ao ver nossas armas.

Logo surgiram as duas com a mesma aparência da Medusa, que nós tivemos o azar de encontrar em nossa primeira missão. Como elas não podiam nos transformar em pedra e Lusca e eu éramos mais ágeis que elas, conseguimos cortá-las facilmente.

— Muito obrigado, vocês são semideuses também né? — perguntou a menina enquanto as górgonas se transformavam em pó e voltavam ao Tártaro.

— Sim, quem é você? — perguntou Lusca.

— Meu nome é Emanuelle sou filha de Afrodite, mas pode me chamar de Manu.

Notas finais
Hefesto e Afrodite sempre discutindo relação KKKKK Quem será que é a menina da mata?