Crônica
1 Um simples acordar um drama a viver
Era um dia comum como qualquer outro, precisava acorda cedo para a seção de fotos.É estava atrasada, a ansiedade e o nervosismo me dominavam, precisava de boas fotos para consegui o emprego como modelo na revista ‘Times Girl’. Começo meu dia bem agitado, mas por sinal o dia estava magnífico tinha tudo para ser perfeito. Pego o carro e corro para o estúdio, devidamente Taylor e José já devem estar me esperando, o trânsito está calmo tudo está ao meu favor. Finalmente chego e adentro a recepção. —Bom dia! Por favor, tenho hora com o Taylor. —O senhor grey teve um imprevisto esta manhã, mas aos cuidados do nosso novo fotografo. —Ah que pena, mas tudo bem. —Senhorita Stelle, esse é o senhor Rodrigues. Com licença. A recepcionista sai, fico sem jeito com o senhor Rodrigues ele é muito mais novo que Taylor e José. —Senhorita Stelle, fique avontade. —Oh, Obrigada senhor Rodrigues. —Me chame de Maylo. —Ok! Maylo. —Senhorita, faremos suas fotos em um lugar mais reservado. Ele fala tão malicioso, me olha de jeito estranho sinto um frio na barriga, congelo por um estante até que ouso sua voz novamente. —Afinal não queremos ninguém nos interronpendo, ainda mais com tão pouca roupa. —É faz sentido. —Fique tranquila, você fará ótimas fotos, você está nas melhores mãos. —Sim eu agradeço. —Vamos, siga-me. Nossos passos ecoam no corredor até uma sala ao fundo. Entre. É uma sala bem ampla e iluminada ouço a porta bater e as travas trancarem, me deparo com varias fotos de garotas nuas. —Por que me trouxe aqui, não quero fazer as fotos aqui, quero ir embora. —Quem disse que vamos fazer suas fotos? Vamos apenas nos divertir. Eu grito, mas ele está me sufocando. —Ninguém ira escutá-la, vamos ouvir uma musica? Estou jogada no chão recuperando meu fôlego. —Você é um maníaco, um louco,louco. —Isso não é muito gentil amor. —Não me chame de amor, você me da nojo. —Cale a boca. Sente, ele ordena, eu me recuso e tudo que sinto e um soco em meu estomago. —Desculpe não me insulte, vou ter que amara-la e amordaça-la. —Não me toque, Imploro. Mas ele tapa minha boca com a fita e minhas mãos estão amarradas, estou em pânico. —Você fica linda assim. Me mexo tentando me soltar, ele está em cima de mim, está me tocando ele está nu e ereto. —Filha acorde, acorde. Abro os olhos tentando recuperar o fôlego, sinto um alívio por não estar vivendo aquilo novamente. —Você esta bem filha? —sim, só aquele pesadelo de novo. —Fique tranquila vão pega-lo. —Sim mãe. Tudo que consigo pensar depois daquele episódio horrendo da minha vida é VINGANÇA. ‘AUTORA: Joana Karinelly'
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