Couples on Fire
62 Capítulo 62
Notas iniciais
Niky saiu de sua casa estava pronto para ir a praia ver seu amigo jogar, porém antes tinha algo a fazer, então foi até a casa da vizinha Deborah e bateu na porta.
– Já vai. — Deborah desce a escada e abre a porta. — Oi! — Ela sorri para Niky.
– Oi e relaxa sem bafo de cerveja. — ele sorri.
– Ufa! — Deborah ri. — Entra. — Ela dá espaço para que ele possa entrar.
– Tudo bem? — ele fala ao entrar.
– Tudo ótimo e com você? — Ela sorri fechando a porta.
– Melhor, graças a você e seu boy. — Niky sorri e admira a casa — Ainda mais bonita por dentro.
– Que bom. — Ela caminha com ele para a sala. — Obrigada.
– Espero não me deparar com o modelo descendo de cueca por ali. — Niky aponta a escada.
– Não. Leon está na casa dele. — Deborah senta no sofá. — Senta.
Niky senta ao lado dela.
– Então eu realmente vim prá agradecer pela ajuda de ontem, você foi bem legal comigo.
– Ah que isso, não precisa agradecer. — Deborah sorri sem graça. — Amigos são pra isso.
– E queria te chamar pra ir ao jogo do Ad. — Niky olha para ela.
– Ah, é agora?
– Daqui alguns minutos. — Niky sorri.
– Você espera eu me arrumar?
– Claro! — Niky sorri por ela ter aceitado.
– Já volto, fica a vontade. — Ela sorri e sobe a escada.
Niky deita no sofá e bota os pés nos braços dele.
– Farei o possível. — ele ri bobo.
Deborah entra em seu quarto e se arruma para sair com Niky.
– Mãe? Tudo bem.... Estou ligando pra cancelar nossa reunião... Vou a um jogo com um amigo... Não, o Leon não vai comigo... Ele não está na cidade... Mãe eu não vou deixar de sair com meus amigos.... Tchau mãe... Tchau! — Deborah encerra a ligação irritada e volta para a sala. — Vamos?
– Problemas familiares? — Niky diz e senta no sofá.
– Minha mãe. Eu tinha uma reunião com ela, mas não to com paciência pra isso.
– Parece que ela tenta controlar muito sua vida.
– Você não faz idéia do quanto. — Deborah sorri.
– Digo isso por não te ver saindo muito de casa, sabe curtindo mesmo, parece confinada a aquelas campanhas.
– Você é bem observador.
– Observador e que vai te tirar da redoma. Vem. — ele pega na mão dela.
– Gostei disso. — Ela segura na mão dele e vai pra fora com Niky.
– Acho que você precisa de amigos e menos roupa, vamos a uma praia. — Niky ri.
– Por que não disse que era na praia? — Ela faz careta e resolve ignorar o fato dos amigos.
– Num falei. Desculpa. — Niky coloca a mão na testa.
– Ta, então espera mais um pouco. — Deborah sobe e rapidamente troca de roupa. — Melhorou? — Agora ela vestia um short jeans com uma regata e uma rasteirinha.
– Perfeitamente. Pronta prá quebrar umas regras? — Niky diz.
– Super pronta! — Ela sorri.
– Beleza. — Niky estende a mão para ela.
Deborah segura a mão dele animada.
Niky sai com ela indo em direção a praia. Queria retribuir de uma maneira divertida o que Deb fez por ele ontem. Sabia que pequenos gestos poderiam significar muito.
Deborah observa Niky e sorri. "Será que ele toparia?"
Taylor saiu do banho e enxugou seus cabelos, feliz por Luke ter ido embora sem tê-lo visto.
Anne estava se arrumando enquanto Taylor estava no banho. Ela tinha colocado um biquíni e passava protetor em seu corpo.
Taylor sorriu ao vê-la daquela forma, ela era tão linda e talentosa.
– Vou ter que me acostumar com você me olhando assim. — Anne sorri.
– Acostumar... É será meio estranho daqui prá frente, não? — Taylor olha ela.
– Você acha? — Anne termina de passar o protetor em suas pernas e coloca seu vestido de praia.
– Não sei... Nem sei como fizemos aquilo. — ele sorri.
– Bebidas... Desejo... Foi bom não foi? — Ela olha para ele.
– Maravilhoso. Nunca vou esquecer. — Taylor sorri.
– Nem eu. — Anne se aproxima dele e o beija.
Taylor retribui fervorosamente, era bom o que havia acontecido entre eles e talvez não deveria se sentir culpado por isso.
– Amigos...com....benefícios? — Anne pergunta entre selinhos e sorri.
– Não vejo opção melhor. — Taylor sorri entre os selinhos também.
– Quer ir pra praia comigo?
– Opa. Amaria. — Taylor sorri animado.
– Bom, então vamos. — Anne sorri e se afasta dele.
Taylor faz um sinal positivo e veste suas roupas, posteriormente ele arruma a cama dela.
– Hey, larga isso. — Anne olha para ele.
– Faço questão. Relaxa. — ele termina a cama e sorri.
– Teimoso. — Anne ri e desce com ele.
– O resto do pessoal foi levar o Clark? — Taylor olha ela.
– Jack e Lia foram, a My já deve ter ido pra praia com o Adam. — Ela desce a escada e vai até a porta da sala.
– Sabe sinto pena do Jack, mesmo que Clark seja apenas um tio, percebi que para Jack é mais que isso.
– Clark é o pai que Jack não teve e Jack é o filho que Clark não teve. — Anne abre a porta e sorri ao sentir ele abraçar ela por trás. — Era visível a dor no olhar dos dois essa manhã.
– Que bom que fiquei no quarto. Certamente ficaria emocionado com os dois. — Ele deixa ela fechar a porta e volta a abraçá-la.
– Era impossível não se emocionar. — Anne sorri. — Ops. No flagra. — Ela ri.
Jack estaciona o carro fronte a república e desliga o rádio. Ele sai do carro e se recompõe.
– Hey Jay! — Taylor sorri sem graça.
– Tay... — Jack vê o amigo e indo até ele.
Taylor abraça ele firme e sorri.
– Vai ficar tudo bem, bonitão.
– Ah Tay, tá difícil... — Jack suspira e mal reparou que ele estava com a Anne.
– Loira? Você e o Taylor?
– Lia, amizade com benefícios. — Anne pisca para ela.
– Você é louca! — Lia ri.
– Até parece que você não sabe. — Anne abraça Lia.
– Por eu saber é que eu falo. — Lia retribui ao abraço. — Apenas tenha cuidado para que nenhum saia machucado.
– Entendido capitã. — Anne ri.
– Eu tenho certeza que ele não tira os dias que passou aqui da mente. Ele parecia extremamente feliz.
– Então por que ele se foi? — Jack olha Taylor.
– Amigo, ele só quer realizar um sonho, fique feliz por isso e não o culpe.
– É... Eu devo estar parecendo um egoísta.
– Um pouco. — Anne se aproxima. — Fica calmo Jay Jay, estamos com você. — Anne sorri.
– To entrando. — Lia entra na república e deita no sofá.
– Obrigado Anne, meu amor. — Jack dá um abraço nela, era incrível como não sentia mais nada por ela.
– Não precisa agradecer. — Anne retribui ao abraço dele.
– Você sempre maravilhosa comigo.
– Somos amigos. — Anne sorri. — Bom, vai se arrumar e encontra a gente na praia.
– Eu vou, mas antes preciso ter uma conversa com a general. — Jack suspira.
– Aconteceu algo? — Anne olha para ele e abraça Taylor por trás dando um beijo na nuca dele.
– Posso te contar depois? E... Olha só. — Jack sorri vendo eles juntos.
– Sabe como é né? — Taylor ri.
– Só lamento pelo Luke. Anne destruindo um romance épico. — Jack gargalha, Taylor também.
– Sou uma destruidora de lares. — Anne ri. — Até mais tarde Jack.
Jack sorri e balança a cabeça negativamente.
– Até Anne. — ele se despede e vai em direção da república.
O casal acena e vai para a praia rindo e conversando sobre as noites na Fire.
Lia estava em seu quarto, terminando de se arrumar e assim que se vestiu ela desceu para a sala.
– Myle? Anne? Jack?
Jack entrou na república e foi até a cozinha, lá ele apanhou o suco de frutas vermelhas da geladeira e o bebeu. Ele precisou de um tempinho ali, mas estava disposto a falar com Lia.
– Myle e Anne já foram. — Jack fala e repousa copo sobre a pia.
– Ah... Você vai comigo?
– Vou, mas antes... Precisamos ter uma conversa. — Jack cruzou os braços e ficou sério.
– O que aconteceu? — Lia olha para ele. "Droga, ele viu."
– Como o que aconteceu? Seja mais esperta. — Jack olha ela.
– Sei que está bravo, mas não precisa ser grosso!
– Ah Lia, mas é triste... O que a gente teve ontem, você não deu importância, não?
– Claro que dei! Mas é... Eu... — Lia suspira. — Desculpe.
– Sabe que sempre desculpo, mas... Você conseguiu me machucar. — Jack abaixa a cabeça e realmente tinha razão em não acreditar no o amor.
Esse sentimento que o manteve aprisionado a Anne e no fim que apenas o iludiu e agora estava o ferindo de novo.
– Jack... — Lia se aproxima dele. — Seu tio me pediu um beijo de despedida, eu não podia negar e você tava longe comprando o refrigerante e... — Ela levanta o rosto dele. — Eu te amo Jack.
– Não acredito mais em você e nesse amor. — ele abaixa a cabeça e chora — Me desculpe Lia por isso, mas quero que fique longe.
– Jack, por favor... Não faz isso com a gente.
– Lia, isso tá doendo! E cada segundo que fica mais perto, dói mais. Não esperava essa atitude. — Jack chora.
Lia se afasta dele.
– Desculpa. — Ela pega sua bolsa e sai da republica aos prantos.
Jack respira fortemente indo para a sala e pegando um abajur ele lança na parede.
– Amor o que você tem contra mim?! – Ele grita e senta no chão chorando.
Lia dirigia até a praia desconcertada. Lágrimas escorriam pelo rosto da garota.
– Burra! Burra! Burra! — Ela batia no volante.
John ao ver a foto ligou para Lia, ele iria tentar não ser grosso ou idiota com ela, mas terminaria definitivamente com a garota.
– Ótimo. – Lia suspira ao ver a foto de John em seu celular. — Oi John. – Ela tentou controlar a voz de choro.
– Lia gostaria de falar com você, pessoalmente se possível. — John fala ríspido.
– Tudo bem. Onde você está? — Ela estranha o tom dele.
– No Bucks. Seu lugar preferido. — John comenta.
– Aconteceu alguma coisa?
– Vou te mostrar, mas também queria definir as coisas com vocês.
–Uou. Tudo bem. Te encontro aí.
– E Lia, espero que fiquemos bem.
– Eu também John. — Lia encerra a ligação e muda a direção indo para a cafeteria.
Adam já se aquecia na arena muito bem equipada na praia. Ele e seu parceiro David faziam o treino com bola. As arquibancas medianas comportavam uma quantidade boa de torcedores.
Myle estava sentada em uma das arquibancadas, ela sorria lindamente olhando para Adam.
Adam e David aparentavam uma boa sincronia. Usavam uma regata e um short. Ao ver Myle, Adam manda um lindo beijo e fez um gesto de coração.
Myle sorri e manda um beijo para ele.
– Arrasa. — Ela faz o coração também.
Adam assente positivo e volta ao treino. Adam estava treinando defesa, por isso pediu para David ficar atacando nele.
"Cadê vocês?"– Myle envia uma mensagem para Lia.
"Anne e Taylor estão chegando eu acho. Jack eu não sei se vai e eu to chegando no Bucks, John quer conversar comigo."– Lia responde ao se sentar em uma mesa.
"Então ta né. Até mais tarde."– Myle envia.
"Até."– Lia responde e vai até a mesa em que John estava.
– Hey! -Niky sorri a Myle e chega com Deborah.
– Hey! — Myle sorri, mas logo seu sorriso se desfaz ao ver Deborah.
– Oi Myle. — Deborah acena para ela.
– Oi Deborah. — Myle acena também.
Niky balança a cabeça negativamente e assenta ao lado de Myle, prefere ficar no meio das duas.
– Cadê meu campeão? Aquele lindo? — Niky procura.
– Podia ser menos gay? — Myle ri olhando para Niky.
– Ah ele é lindo! — Niky gargalha e acena para Adam.
Adam sorri e manda um sinal de jóia para o amigo.
– Meu Deus! — Deborah ri.
– Vou comprar algo pra beber. Vocês querem alguma coisa? — Myle se levanta e olha para eles.
– Não, obrigada. — Deborah sorri.
– Vou querer um refrigerante, pode ser? — Niky olha para Myle.
– Claro! Já volto. — Myle se levanta e vai em direção ao quiosque.
– Ela me odeia. — Deborah respira fundo e olha para os rapazes na areia.
– Você vai conquistá-la um dia, mas se quer se enturmar com a turma da república deveria começar por Lia. Ela é muito compreensiva.
– É? Farei isso quando ela chegar. — Deborah sorri.
– Um suco de laranja e morango, por favor. — Lia sorri ao garçom e assim que ele se afasta ela senta de frente para John. — Bom dia. Desculpa a demora.
– Bom dia. –John sorri. — Tudo bem, cheguei faz pouco tempo. Como está?
– Bem e você?
– Bem, acho que estou bem por que já estou decidido sobre nós. — ele suspira.
– É? — Lia olha para ele. — O que decidiu?
– Acho que devemos parar por aqui. — John olha para ela firme em sua decisão.
– Eu... Também acho John. — Lia suspira.
– Principalmente depois disso, sei que Ellen teve um pouco de maldade ao enviar a foto, mas fiquei agradecido. — John entrega o celular a ela.
– Mas que vadia! – Lia exclama ao ver a foto. — Desculpe. — Lia devolve o celular e abaixa a cabeça. — Esse beijo acabou com nós e com meu futuro relacionamento com o Jack.
– Poxa... Então era o Jack. Eu sabia.
– John me perdoa. — Lia segura nas mãos dele. — Eu te amei por tanto tempo, mas sempre escondi isso de todos, ninguém nunca soube dos meus sentimentos por você, até eu perceber que seu casamento estava prestes a acabar e eu resolver deixar de sofrer e arriscar ter algo contigo. E consegui. — Ela deixa umas lágrimas escorrerem pelo rosto. — Começamos a ficar juntos, finalmente meu "conto de fadas" estava acontecendo, mas tudo desmoronou quando você quis esconder. O amor que eu sentia por você foi se esvaindo, foi perdendo toda aquela intensidade. E aí apareceu o Jack, e fez eu enxergar que o amor que eu sentia por você, virou paixão e depois carinho. Eu tenho um carinho muito grande por você John, mas eu amar, eu amo o Jack.
John não fica surpreso.
– Sabe Li no fundo eu vi que eu matei nosso relacionamento. Percebi isso no dia em que ti pedi em namoro, ou melhor o dia do acidente... Sinto muito por tudo. — John abraça ela.
– Eu também sinto John. — Lia retribui ao abraço dele. — Queria tanto que desse certo entre nós, mas não era pra ser.
– Não mandamos nos nossos sentimentos né? Espero que seja feliz com o Jack. — ele beija a testa dela.
– Eu espero que você seja feliz John, independente de qualquer relacionamento. — Ela abraça ele mais forte.
– Obrigado Lia! Sempre amarei você, me proporcionou momentos extraordinários. — John olha fundo nos olhos dela.
– Eu também John. — Lia sorri. — Fico feliz por ter feito algo de bom pra você.
– Você fez inúmeras coisas. Nem imagina. — ele segura a mão dela.
– Para... — Ela sorri sem graça.
– É verdade, acredite nisso. — John sorri.
– Então, é assim que acaba. — Ela suspira.
– Sabe, gostaria de saber como essas histórias vão ficar no final. — John suspira também.
– Eu também gostaria John. Só espero que acabe de um jeito que todos fiquem bem.
– Sim, acho que todos nós merecemos uma vida de alegrias no amor, como qualquer um. — John comenta com ela.
– Nós seremos felizes, no nosso momento. — Lia sorri.
– Falou bonito. — John beija a mão dela.
Lia sorri e abraça ele mais uma vez.
– Bem, acha que tudo está bem prá mim, me resolvi contigo e com Ellen. Acho que posso recomeçar. — John sorri bobamente.
– Recomeçar e ser feliz John. — Lia sorri.
– Certamente. — John sorri — Quer comer algo?
– Não, vou ficar só com o suco mesmo. Vou pra casa. — Lia sorri de lado.
– Parece estar vestida para a praia. — John olha ela — Linda por sinal.
– Eu ia, mas não to no clima pra torcer pelo Adam. — Lia suspira. — Obrigada.
– Jack? — John olha ela.
– O cara da foto, é tio dele. Jack viu o beijo ao vivo, e disse coisas que acabaram comigo.
– Clark, eu sei... Me lembro dele no hospital. Caramba Lia, não vou te julgar, mas certamente você o beijou sem pensar em mais nada.
– Não pensei mesmo. Ele me pediu um último beijo e eu o beijei. Sou uma idiota! Pra fazer um feliz, acabei com o outro.
– Calma... Jack parece ser forte e a história de vocês que acabou de começar, não pode acabar. Se for prá me trocar por alguém, que seja pelo Jack.
– Não sei... Ele desacreditou do amor e eu não tiro a razão dele.
– Anne? Ela acabou com ele né? — John olha ela.
– Sim e eu também. — Lia engole seco. – Era pra ser diferente, eu iria fazer ele acreditar no amor novamente, mas joguei tudo pro alto.
– Mas você pode consertar isso, sei lá. Tudo que te faça feliz depois.
– Ficar com ele vai me fazer feliz, mas ele tá sofrendo por minha causa.
– Calma, espera o tempo responder suas perguntas. Depois que sai do hospital uma vez, me fez uma pergunta sobre e posteriormente decidi deixar o tempo responder. A resposta veio agora. — John sorri sem graça olhando ela.
– Que pergunta? — Lia olha para ele sem entender.
– Se eu era o melhor a você.
– Você foi. — Lia sorri.
– Isso mesmo fui, mas agora o melhor prá você é este outro alguém, o Jack. — era complicado para ele admitir tais coisas, mas era verdade Lia merecia ficar com quem fosse bom a ela.
– Ah John! — Lia abraça ele. — Porque não demos certo?
– Por que não era prá ser. Por isso, mas tudo bem a vida segue. — John responde a ela.
– Tem razão. — Ela se afasta. — Acho melhor eu ir.
– Tudo bem... — ele se levanta — Carona?
– To de carro. — Lia sorri. — Obrigada. — Ela paga pelo suco e se levanta.
– Obrigado Lia por tudo que me proporcionou e... Seja feliz. — ele fala enquanto deixam o local.
– Obrigada John. — Lia olha para ele emocionada. — Seja feliz.
John assente positivo e dá um abraço de despedida, posteriormente ele vai em direção ao seu carro.
Lia vai para seu carro e vai para casa.
John entra no carro e ao fechar a porta ele chora. Era um ponto final, eles estavam bem com término, mas isso não quer dizer que não é triste. Ele chorou e colocou a cabeça no volante.
Ao estacionar na frente da república, Lia desligou o carro e encostou a cabeça no volante. Tudo o que ela sentia naquele momento se transformou em lágrimas incessantes que escorriam pelo rosto dela e pareciam que não iriam secar. A despedida de Clark, o beijo, o sofrimento de Jack, o término com John. Um turbilhão de sentimentos confusos dominaram a garota e não havia nada, pelo menos naquele momento, que ela poderia fazer para isso mudar, por isso ela optou em ficar ali, encostada no volante aos prantos.
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