Couples on Fire
46 Capítulo 46
Notas iniciais
– Caramba seu fã clube invadiu os portões. — Jack comenta.
–Ta lotado. Nunca vi a Fire assim. — Anne olha para ele. — Ao trabalho super Jay! — Ela pega a bandeja e vai atender os clientes.
– Partiu! — Jack correu até o bar, gostava de ter voltado a ser amigo da Anne, se estivessem como antes não teria deixado-a tão bem, mas talvez teria piorado tudo.
– 5 doses de tequila, 3 cervejas e 2 águas. — Anne sorri para Taylor.
– Certo. — Taylor começa a preparar os pedidos, enquanto Daylight — Maroon 5 agita a boate.
Carol, Liza e Maggie mal saíram de um programa e já entraram em outro. Duncan e Brody voltavam a dançar, logo seriam convidados para os quartos. Anne e Myle andava de um lado para o outro tentando dar conta dos clientes.
– A Lia faz falta né.
– E como Anne. Ela que bota ordem. — Myle ri.
– Mais um cliente. — Anne corre ate uma mesa e Myle vai para o outro lado do salão.
Algumas horas mais tarde a boate já estava vazia e Clark sentou no balcão.
– Caramba vocês trabalham muito. — ele fala e olha os últimos clientes indo.
Jack estava sentado do lado de Anne e com a cabeça no ombro da amiga.
– Eu estou esgotado. Não quero ouvir mais as palavras: morango, framboesa, kiwi, cerveja, uísque, vodka, tequila e Jack você é tesão. Por tempo indeterminado — ele reinterpreta o que diz — Ok, esqueçam da última, ainda quero ouvi-la.
– Eu só quero um banho e cama. — Anne suspira.
– Eu estou acabada. — Myle coloca os pés em uma cadeira e olha para os amigos.
– Definitivamente. — Clark ri da situação dos 3.
– Galera eu e o Luke já vamos. — Taylor diz.
– Também vamos. — Myle se levanta. — Bora Jack.
– Bora, srta. Bodegard. — Jack se levanta num salto para se animar.
– Vim te buscar hoje! — Adam diz entrando pela porta.
– Adam! — Myle corre até o namorado e pula no colo dele o abraçando.
– Senti sua falta. — Adam beija ela várias vezes.
– Eu também. — Myle retribui aos beijos.
– Esses dois... — Jack olha Anne.
– Nem me fale. Vou com você então Jay. — Anne sorri.
– E comigo? Quem vai? — Lia pergunta descendo a escada do escritório de John.
– Eu! — Clark sorriu de um jeito que só Lia entendeu as intenções.
– Então vamos. — Lia sorri. — Encontramos vocês em casa.
– Ok! — Jack diz e vai com Anne.
Lia vai para fora esperando ser seguida por Clark.
– Vamos amor? — Myle questiona Adam.
Clark segue Lia.
– Vamos sim! Pela sua cara hoje a noite foi mortífera. — Adam sorri.
– Foi. Anne deu um show, e isso só aumentou o publico. — Myle caminha com Adam para fora da boate.
– Anne arrasa, sou fã dela. — Adam comenta, gostava realmente de Anne.
– Tem razão. Ela canta muito bem.
– Você também, por que não pede uma oportunidade para cantar também. — Adam sugere.
– Não. Isso é coisa dela. Servir as mesas já ta ótimo pra mim.
– Para amor, você pode cantar, sei que John vai gostar assim como a Anne também. — Adam parecia animado com a ideia.
– Não. Eu tenho vergonha amor. — Myle olha para ele. — Não mesmo.
– Sei que vai deixar isso de lado. — ele abre a porta do carro — Iria arrasar.
– Prometo que pensarei sobre isso. — Myle sorri e entra no carro.
– Agora pensará na noite que preparei para nós. — ele sorri de lado, safadamente.
– É? Hum, surpresas.
– Vai se surpreender. — Adam liga o carro e sai dali.
– Dá uma dica amor. — Myle olha para ele.
– Um cheiro maravilhoso, iluminação de pouca intensidade. — Ele sorri.
– Não faço idéia. — Ele gargalha.
– Ah sério? Você sem saber? — ele ri e coloca a mão na boca com cara de espanto.
– Sim. — Myle ri. — Não sei.
– Gosta dessa música? — Ele muda e coloca Who We Are — Imagine Dragons.
– Acho que já sei de cor de tanto que a Lia escuta. Ela idolatra essa banda! — Myle ri e olha para Adam.
– Ai amor, sabe eu acho lindo vocês 4. A amizade que mantém, mesmo que você tenha vindo depois, se encaixou perfeitamente.
– Pensei que nunca me encaixaria lá, mas eles me aceitaram tão bem. São minha família. — Myle sorri.
– Eu acho bonito isso. É que bem, eu ainda não falei com o Niky depois da praia. Estou meio mal com isso. — Ele olha ela e posteriormente dobra uma esquina.
– Pois deveria falar, não pode deixar a amizade de vocês se abalar por minha causa, to mal com isso. — Ela olha para ele. — Sei o que aconteceu com vocês.
– Tá tudo bem, amanhã eu prometo que vou resolver com ele. — Adam sorri e para no farol que antecedia a rua da república.
– Acho bom. — Myle sorri. — Hum, vamos pra sua casa...
– Sim a surpresa é na minha casa. — ele segue em frente.
– Jantar a luz de velas?
– Droga! Clichê, diz aí? — ele fecha os olhos envergonhados.
– A coisa mais romântica que já fizeram pra mim. — Myle sorri para ele.
– Você merece bem mais que isso. — ele sorri romanticamente e coloca a mão sobre a dela.
– Eu te amo Adam. — Myle sorri para ele e beija o namorado assim que ele estaciona o carro na entrada de sua casa.
– Eu também a amo. — Ele prossegue o beijo, Myle era a melhor coisa que tinha acontecido a ele nesses últimos meses.
Myle sorri entre o beijo e abraça Adam. Adam também a abraça tinha um sorriso grandioso pintado em seu rosto. Ela era perfeita.
– Vem vamos entrar? — Adam sugere.
– Vamos meu amor. — Myle sorri para ele. A cada dia que se passava ela se apaixonava mais e mais pelo atleta.
– Não repare para a grama mal aparada... Ela teimou em colaborar com a perfeição da noite. — ele gargalha.
– Acho que ela está revoltada por você cortar ela toda semana praticamente. — Myle ri com ele saindo do carro.
Adam arregala os olhos.
– Você bancando a CSI, ou eu que quero ser o Edward mão de tesouras? — Adam olha ela e sorrindo.
– Acho que estou te stalkeando demais, isso sim. — Myle ri e segura na mão dele.
– Sim! Tomara que as velas não tenham incendiado a casa. — ele gargalha fofamente.
– Doido! Deixou elas acesas? Pirou? — Myle vai para a entrada com ele.
– Deixei. — ele arregala os olhos preocupado e abre a porta felizmente não havia incêndio. A sala de jantar ficava no outro cômodo por isso ainda não era visível.
– Todo em ordem. — Myle sorri e olha para Adam.
Adam sorri.
– Parece que sim. — ele vai levando Myle até a cozinha, o cheiro estava ótimo.
– Nossa. O que você fez de tão bom, que está quase me fazendo babar aqui? — Ela acompanha ele sorrindo.
– Peixe e legumes com um arroz branco de dar inveja.
– Ai que delícia! — Myle sorri.
Ao entrarem na cozinha eles vislumbram um mesa posta. Estava bastante bonita e portava três velas que estavam pela metade agora.
– Tcha-ran! — ele estendo os braços.
– Uou! — Myle sorri e abraça Adam. — Isso está perfeito!
– Não mais que seu cabelo, seus olhos, seu corpo, sua boca, sua personalidade... — ele fala e dá selinhos nela.
– Eu te amo tanto Adam. — Myle sorri e olha nos olhos dele.
– Eu também. — Adam abraça ela e olhando para a mesa — Vamos?
Myle sorri e beija ele antes que eles se sentem na mesa.
Adam retribui de maneira romântica, às vezes tinha medo de algo estragar essa maravilhosa relação.
– Todos os dias eu conto os minutos pra poder te ver. — Myle olha nos olhos dele. — Nunca amei alguém assim Adam.
– Caramba isso é maravilhoso. — Adam se sente honrado com tais palavras ele abraça ela — É um privilégio ter você ao meu lado.
– O privilégio é meu Adam. — Myle sorri e deita a cabeça no ombro dele.
Os dois se sentam na mesa e começam a comer.
– Está tudo perfeito amor. — Myle sorri para o namorado.
– Gostou da comida, fiz bem? — ele sorriu e coçou o cabelo.
– Fez super bem meu amor, como tudo o que você faz. — Myle sorri vendo ele sem jeito.
– Para... Nem sou tudo isso, você é. Tá bom, a gente ficar nesse empurra-empurra, né? — ele olha ela — Os dois são incríveis. Pronto! — ele gargalha.
– Somos. — Myle ri com ele.
– Já que nós terminamos, que tal um jogo excitante? — ele morde os lábios grossos.
– O que tem em mente? — Myle olha para ele e morde o lábio.
– Espera um pouco... — ele sobe e depois de um desce com duas pranchetas e canetas. — Um questionário com multiplas escolhas, quem errar tira uma peça de roupa.
– Gostei, mas você sabe as respostas, vou perder nesse jogo. — Ela pega a prancheta e ri.
– Eu começo. Tente adivinhar a cor que eu mais gosto. Opções: Verde, Branco ou Preto? Escreva aí qual você acha, que eu escrevo aqui a correta. — ele começa a escrever, mas ela acertaria, ele vestia uma camiseta preta.
– Fácil. — Myle sorri e escreve preto na prancheta.
Ele mostra a prancheta estava escrito "Preto". Adam tinha uma bela caligrafia.
– Duvido que acerte. Tomara que erre tá meio frio prá eu tirar a blusa. — ele brinca.
– Acho que não. — Myle mostra a prancheta para ele. — Eu disse que era fácil.
– Droga. — ele se levanta e tira a blusa seduzindo — Sua vez.
– Minha cor preferida. Vermelho, rosa ou branco? — Myle olha para ele e morde os lábios. — Sexy...
– Caramba. — ele fica meio com medo de errar, mas não seria rosa, então escreveu "Vermelho".
Myle escreve na sua prancheta e olha para ele.
– Pronto?
– Sim. — ele vira e revela a resposta e fecha os olhos esperando levar uma bronca por não saber a cor.
– Ainda bem que acertou. — Myle ri vendo ele fechar os olhos.
– Ah-rá! — ele abre os olhos e comemora.
– Se errasse eu ia embora. — Myle brinca com ele e tira sua blusa revelando sua lingerie de cor vermelha. — Viu como gosto dessa cor.
– Wow. E que cor... — ele assobia vendo a daquele jeito. — Meu prato favorito. Opções: Strogonoff, Peixe com legumes ou Pizza? — ele parecia estar facilitando as coisas, como se quisesse perder, bem suas intenções ainda estavam ocultas por trás da sensualidade desta brincadeira.
– Ok. Myle olha para ele e pensa no jantar de hoje. "Não pode ser tão óbvio." Ela escreve Pizza na sua prancheta e olha para ele. — Pronto.
– E a resposta é: Pizza. — ele vira e acha que ganhou já que pensou que ela colocaria o óbvio.
– Eu sabia! — Ela ri e vira a prancheta. — Não podia ser tão óbvio assim!
– Droga, My. — ele resmunga e rindo se levanta e começa a tirar a camiseta estampada que estava por baixo, tudo isso em meio a sedução.
Myle ri e olha para ele.
– Você está me seduzindo assim...
– É a intenção... Sua vez... — ele olha ela e sorri de lado.
– Hum... Banda preferida. Bon Jovi, Kings Of Leon ou Snow Patrol?
Ele escreveu Kings of Leon e revelou. Mesmo que já tenha visto ela ouvindo outras bandas.
– Beeeeen! — Ela ri imitando Jack. — Snow Patrol.
– Mas o quê? — ele ri e faz cara de espanto.
– Convivência com o Jack. — Myle olha para ele. — Pode tirar a calça.
Adam tira o cinto e começa a tirar a calça vagarosamente revelando um cueca box azul marinho com um certo volume.
– Minha banda preferida: Creed, The Fray ou Aerosmith?
Myle morde o lábio e olha para Adam.
– Creed. — Ela responde sem escrever, vê-lo daquele jeito deixou ela confusa e excitada.
– Bennn. The Fray. — nesse momento ele deixou a prancheta na cadeira e se aproximando dela — Deixa eu te ajudar com isso.
– Por favor. — Myle se levanta e olha para ele.
Ele encarando ela começa a remover a calça dela vagarosamente, ele queria ter sua primeira noite com My.
Ela tira sua calça com a ajuda dele e olha nos olhos de Adam.
– Eu te amo. — Ela sussurra e o beija. Myle tinha entendido o que ele queria e ela queria o mesmo.
Ele a beija de maneira bastante envolvente seria esse o momento. Ele começa a remover a lingerie dela, posteriormente beija seu busto nu.
Myle se senta na mesa e cruza as pernas na cintura de Adam o beijando intensamente.
Adam morde os lábios dela e apalpa ela com as mãos, sentindo aquele corpo delicioso, posteriormente vai removendo a calcinha dela. Myle sorri entre o beijo e ao passar as mãos pelo corpo ela para no cox da cueca de Adam e a abaixa. Entre os beijos o casal sobe para o quarto e acabam tendo sua primeira noite de amor.
Jack tentava imitar alguém pelo seu andar. Ele impinou a bunda e andou rebolando, eles certamente advinhariam, principalmente quando ele parou e fingiu estar ajeitando o cabelo. Era Myle.
– Myle! — Clark gargalhou ao lado de Anne e Lia.
Os 4 estavam sem sono e resolveram se distrair com isso.
– Ela rebola mais. — Anne gargalha.
– Como vocês são malvados! — Lia ri com eles.
– Sua vez Li. — Jack senta e espera a vez de Lia.
– Ta bom. — Lia se levanta e começa a rir. — Desculpem. — Ela respira fundo e começa a rebolar e fingir que estava dançando em um poste como Duncan.
– Carol ou Liza... Maggie. — Jack era impaciente ia chutando qualquer um.
– Jack! — Clark fala.
– Hey!
– O que? Foi um chute!
– Não. — Lia ri e continua imitando o rapaz.
– Hum.. Duncan?
– Boa A!
– Eu ia falar o negão gostoso, mas não lembro o seu nome. — Jack levanta os ombros.
– Nem eu. — Lia ri e senta entre Jack e Clark.
– Anne... — Jack gargalha.
Clark olha para Lia de uma maneira que a deixa sem graça.
– Eu? — Anne olha para Jack sorrindo.
Lia fica sem graça e deita sua cabeça no ombro de Jack.
– Vai lá. Você consegue. — Jack faz carinho em Lia, a relação deles estava evoluindo prá algo que ele ainda não sabia o que era.
– Ta bom. — Anne levanta da poltrona e para na frente deles. Ela ri e começa a balançar as mãos como se estivesse fazendo uma batida. — Hey, gostosa, quer ir pra minha casa mais tarde? — Ela engrossa um pouco a voz tentando imitar o Taylor.
– É o Taylor, mas essa cliente certamente seria um travesti, certo? — Jack olha para Li e depois Anne rindo.
– Bingo! — Anne gargalha.
– Ele tem quedas pelos travecos não? — Lia gargalha com eles.
– Tio Clark, sua vez. — Anne olha para ele e volta a sentar na poltrona.
Clark não conhecia muitas pessoas, mas decidiu ousar quando parou e começou a desfilar pela sala e ao parar fez uma cara bastante sexy como se estivesse sendo fotografado. Ele imitou Deborah.
– Vadia manipuladora...
– Aka Deborah. — Lia traduz o comentário de Anne.
Clark e Jack gargalham, realmente estava sendo uma boa distração para aquela noite pacata.
– Acho que o sono está vindo. — Jack comenta.
– Também acho. Vamos dormir. — Anne levanta e caminha para a escada. — Boa noite. — Ela acena e sobe para seu quarto.
– Bom, boa noite pra vocês. — Lia se levanta e caminha para a escada.
– É tio Clark... Vou sentir sua falta quando for. — Jack olha ele e sorri desanimadamente.
– Calma garotão... Um dia voltarei, você sabe. Mas, quero ir para Paris, guardei uma quantia grande de dinheiro para isso. — Clark bagunça o cabelo do sobrinho.
– Sabe tio, mesmo que eu brinque contigo e muitas vezes dê a impressão que não me importo muito com sua presença aqui, é totalmente o contrário.
– Ah Jay Jay... Você sempre foi o ponto mais brilhante que me orientou me tirando do escuro perdido. — Clark abraça ele.
– Não quero realmente que vá embora no sábado... — Jack aperta ele.
Clark retribui o abraço da mesma forma intensa e indispensável. Jack parecia um filho... "Um filho que não quer perder o pai. Pai... Eu sou um pai para Jack... ", Clark sorri com seu pensamento, realmente ele enxergava Jack como um filho. Mesmo que fosse um pai bem ausente e fora dos padrões, sentia que Jack o via como um verdadeiro pai.
– Eu te amo Jack Campbell, meu filho. — Clark falou de maneira forte. — e encerrou o abraço segurando em sua cabeça e olhando ele nos olhos.
– Eu também te amo, Clark Campbell... — Jack pausou e sorriu brilhantemente — Pai. — concluiu.
Ambos derramaram algumas lágrimas e manteram os olhares firmes. A emoção invadiu o cômodo.
– É hora de dormir... — Clark se levantou.
– Sim... — Jack concordou.
Ambos subiram em silêncio, as coisas que falaram um com outro foram suficientes para cada um se sentir amado e importante para o outro. Depois um tempo eles se rederam ao sono.
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