Count On You Worldwide

29 One Love, One Heart and One Promess...


Notas iniciais
Oi amoras, tudo bem? Olha, com muito pesar eu digo que este é o ultimo capitulo da fic :( Mas ele esta grandinho hein? Ainda temos o prólogo, e antes que perguntem, o casal Lolise só se resolvem no epílogo :) Boa Leitura, e espero do fundo do Coração que gostem.

One Love, One Heart and One Promess.

Pov Narrador.

4 meses depois.

As filmagens do Segundo filme, continuação de count on you worldwide, já tinha acabado. Durou mais ou menos três meses de filmagem e agora já estava nas edições finais. Elise, Logan, Kendall, James e Carlos estavam em ‘férias’ após a longa jornada de gravações, porém a vida de cada um agora seguiria seus caminhos diferentes. Bom, Gustavo Rocky ainda era o produtor da banda e por mais que os meninos quisessem uma ‘pausa’, eles ainda tinham em mente para um futuro próximo um álbum de estúdio.
James ficava a maior parte do tempo em casa. Luiza já estava de oito meses de gestação e o papai, estava todo bobo com a chegada da primeira filha Stephannie. Já tinha decorado todo o quarto da menina, todo em cores lilás e branco, o enxoval, bom a menina já tinha roupas para usar até seus quatro anos de idade, tanto que os pais compravam quanto que os tios davam, e a menina ainda não tinha nem nascido. Mas para James, ela já era o seu pequeno tesouro.
– Amor, para, ta fazendo cosegas! – Luiza pediu rindo. James não parava de passar a mão na barriga de Luiza, brincando com a bebê que chutava a barriga da mãe.
– Ela gosta meu amor, Stephannie, o papai esta aqui. – James disse colocando a mão num lado da barriga de Lu parando e esperando Stephanie chutar, mas a menina tinha parado.
– Amor, acho que ela cansou. – Luiza disse rindo da cara de decepcionado de James.
– Ela deve ter dormido.
– Pega um copo de água para mim? – Luiza pediu. Sua barriga de quase nove meses já estava matando-a. James levantou-se e foi até a cozinha pegar água. Quando estava enchendo o copo ouviu Luiza dar um grito agudo.
– James! – Luiza chamava. James correu escada acima da nova casa que comprara para a família.
– O que foi Lu... – ele se interrompeu quando chegou ao quarto e viu Luiza sentada com a boca aberta e uma poça de água no chão. Seus olhos se arregalaram.
– A bolsa estourou James, ela vai nascer ela vai nascer! – ela dizia respirando rápido.
James ficou paralizado na porta de boca aberta.
– James!! – Luiza gritou tirando-o do transe. – Pega a bolsa da Phannie, a minha e minha carteira e me ajuda a descer. – ela disse e ele foi rápido obedecendo à esposa. Depois de pegar o necessário ele pegou-a no colo, fazendo uma grande força para descer as escadas.
– Amor, você esta... Pesada... – ele disse quase sem fôlego.
– Cala a boca seu idiota. Sua filha ta me matando e você vem me chamar de gorda? – Luiza disse iritada.
– Desculpa amor. – ele disse colocando-a no carro. Ele foi para banco do motorista e ‘voou’ até o hospital. Luiza já estava com a respiração difícil. Quando ele chegou com ela no colo logo enfermeiros chegaram com uma maca colocando-a sob a mesma. James foi até a recepção e preencheu a ficha de Luiza. Enquanto ele preenchia, mandou uma mensagem para os amigos avisando que Luiza estava dando a luz. Um enfermeiro convidou-o a assistir o parto e ele queria fazer isso, ver sua filha chegar ao mundo. Entrou no quarto do parto e colocou as roupas, a touca e as luvas. Ficou ao lado de Luiza segurando sua mão. Luiza estava fazendo respiração de cachorrinho e as contrações estavam altas. Ela estava deitada, as pernas abertas: iria fazer um parto normal. Ela respirava com dificuldade a cada nova contração, e quando o obstetra mandou-a fazer força ela o fez. Mas, começou a xingarJames.
– Seu idiota, retardado, imbecil. Olha o que você me fez. Eu vou te matar, idiota.Porra que dor do inferno, caralho.Que merda de dor... – ela respirava e fazia força voltando a xingar James. Ele já estava ficando assustado.
– James, venha ver sua filha vir ao mundo. Luiza, só mais um pouquinho... – o medico falou e James se aproximou. Quando ele olhou não deu nem tempo de nada, James desmaiou encima de uma das enfermeiras. Luiza fechou os olhos e fez força e logo em seguida ouviu um chorinho baixo de um pequeno ser que vinha ao mundo. Os médicos cortaram o cordão umbilical e colocaram a menina, depois de uma breve limpada, em um pano e a deram para Luiza. Luiza estava fraca, mas pegou a filha nos braços. Encostou-a em seu rosto e viu a menina se acalmar.
– Oi minha pequena, olha aquele bobão desmaiado, é seu pai minha princesa. Ele é tão forte... – Luiza disse e riu vendo os enfermeiros tentando acordar James. Depois de uns três minutos ele voltou a si. Enquanto isso os enfermeiros terminaram com Luiza e deram um ‘banho’ em Stephannie.
– Meu Deus. O que aconteceu? – James perguntou meio cambaleando.
– Você desmaiou. – Luiza disse rindo da cara dele.
– Cadê a nossa filha? – James perguntou s recordando do desmaio.
– Aqui papai, sua filha é linda. – uma das enfermeiras disse entregando a menina para James que a pegou desajeitado.
– James, cuidado. – Luiza disse fechando os olhos, estava super cansada.
– Olha Phannie, sua mãe dormiu. – James disse segurando a menina perto da mãe, a menina ficou olhando para James, os olhinhos bem abertos. – Eu vou cuidar dela meu amor. – James disse dando um beijo na testa suada de Luiza.
– Senhor James, temos de leva-la para o berçário. – Uma enfermeira disse pegando-a do pai. James deu um beijo na pequena e a enfermeira o levou.
James saiu do quarto e foi para a sala de espera. Quando chegou Logan, Elise, Kendall, Renata, Carlos e Sofia estavam ali.
– Olha o novo papai! – Kendall gritou e os meninos foram correndo ‘tirar’ uma com a cara de James.
– Como esta a bebe? E Luiza? – Renata perguntou abraçando James, parabenizando-o.
– Luiza esta dormindo, esta cansada. E Stephannie esta no berçário...
– Senhor Diamond, esta melhor do desmaio? Oh, são da família? Querem ver a bebe? – o medico que fez o parto perguntou.
– Espera o James desmaiou? – Sofia perguntou e os meninos seguraram o riso.
– Sim, ele foi ver o parto e quando a menina estava nascendo eu o chamei para ver e ele desmaiou ao olhar... – O medico não terminou a frase, mas todos entenderam e a risada foi generalizada.
– Poxa gente, tinha muito sangue! – James tentou se defender, mas essa com certeza seria a historia do ano. A mãe e Irma de Kendall chegaram ao hospital e assim todos foram ver a pequena Stephannie que não parava quieta na incubadora.
– Aquela é a minha princesa. – James disse sorrindo.
– Ela é linda! – Elise, Sofia e Renata disseram juntas e depois riram.
– Minha filha né? – James disse todo bobo.
– É, sorte dela que ela puxou a mãe, por que sendo sua filha James, ela estava perdida. – Kendall disse e todos riram, com exceção de James que deu a língua pra Kendall.
– Agora temos um menino e uma menina na família, sabe, acho que podemos aumentar esse numero... – Carlos disse abraçando a namorada, Sofia.
– Isso foi uma indireta Carlos? – Sofia perguntou.
– Bom, se você quiser, eu não me importo em ser papai. – Ele disse enchendo-a de beijos na bochecha.
– Podemos planejar isso... – ela disse sorrindo.
– Poxa, desse jeito daí uns dias teremos um time de futebol. – Logan disse brincando, mas Elise ficou seria.
Ela sabia que estava chegando a hora de contar tudo a Logan, e bom, ela não sabia como fazer isso. Todos ficaram no hospital por um tempo até Luiza acordar. Depois foram embora para que ela descansa-se.
Carlos e Sofia foram para seu apartamento, agora cada um dos meninos tinha suas casas respectivas e moravam com suas namoradas/esposas. Carlos e Sofia tinham avançado em muito na relação dos dois desde que Michael fora morto. Sofia agora não sentia mais raiva de Luiza, como sentira no passado. Pelo contrario, Sofia tinha ajudado Luiza na escolha da maioria das coisas do enxoval de Stephannie, e Sofia e Carlos seriam os padrinhos da menina. Claro que os outros ficaram com ciúmes, mas Luiza fizera questão de convidar a velha amiga para tal ato. Sofia e Carlos estavam bem, a vida de ambos era um pouco agitada mas o amor que existia entre eles superava qualquer discutição ou intriga que surgia.
– Amor, você estava falando serio em montar um time de futebol? – Sofia perguntou enquanto jogava a bolsa em cima do sofá da sala.
– Estava, por que? – Carlos perguntou fechando a porta e tirando os sapatos.
– Nada. – Sofia disse de costas para ele. Carlos chegou por trás da namorada e abraçou-a pela cintura.
– Gostou de ver a Phannie e já esta pensando nos seus? Se quiser podemos começar o time agora... – Carlos disse beijando/mordiscando o pescoço de Sofia.
– Carlos... Não. Não podemos simplesmente ir tendo filhos. Isso precisa de planejamento e... – Sofia parou no meio da frase se afastando de Carlos.
– E...? o que foi meu amor? – Carlos perguntou preocupado.
Sofia soltou um suspiro fundo e pesado e se virou para Carlos cabisbaixa.
– Você não vai ficar bravo? – Sofia perguntou fitando o chão.
– Não. O que foi Sofia? Por acaso você não pode ter filhos? Se for este o caso nós adotamos, não tem problema...
– Não Carlos, não é nada disso. É que... – Sofia parou e olhou fundo nos olhos castanhos de Carlos. – É que eu não queria ter um filho antes de me casar. – ela disse e fitou o chão novamente.
Carlos abriu um sorriso de orelha a orelha.
– Você não quer ter filhos sem casar meu amor? Isso? – ele disse sorrindo ainda mais.
– Hei, não ria. Mas é verdade. Meu sonho é casar-me na igreja, véu e grinalda, ter uma linda lua de mel e depois filhos. Não filhos, casar e ficar eternamente cuidando de crianças. Quer dizer... eu amo crianças, mas argh. Você entendeu. – ela disse se embaralhando toda.
– Sim, eu entendi meu amor. – Carlos disse puxando-a para perto de si. – Então, você já sabe com quem você quer casar? – ele perguntou apertando-a em seus braços.
– Sim... – ela sussurrou.
– E com quem você quer se casar? – Ele perguntou.
– Com o amor da minha vida... – ela disse – Você. – sussurrou.
– Eu te amo Sofia. – Ele disse.
– Eu também te amo. – ela falou e beijou-o em seguida.
(...)
Luiza saiu do hospital com Stephannie dois dias depois do parto e foram direto para casa. Claro que todos os ‘tios’ babões estavam lá, com Vitor e Carter que já estava andando por toda parte. Carlos aproveitou a oportunidade, já que estavam todos reunidos para a chegada de Stephannie e anunciou, ou melhor pediu.
– Gente, gente, gente. Um minuto de atenção. – ele disse subindo na mesa de centro da sala e todos ficaram quietos. – Eu gostaria de aproveitar que todos estão aqui para a chegada da minha afilhada linda Phannie do tio para fazer um pedido, um pedido muito especial. Sei que faz tempo que pode parecer bobagem, mas eu quero que todos os sonhos da minha princesa se realizem. Por isso... – ele desceu da mesa e se ajoelhou aos pés de Sofia com uma caixinha nas mãos e abriu-a exibindo um lindo anel com uma pedra verde rodeada de pequenos diamantes em volta -... Sofia, você aceita se casar comigo? – ele pediu todo envergonhado. Os olhos da menina se encheram d’agua e a única coisa que ela conseguiu fazer foi acenar com a cabeça um ‘sim’. Carlos colocou o anel no dedo dela e rodou-a pela sala beijando-lhe. Todos os amigos parabenizaram casal e ficaram ali por horas conversando.
(...)
Alguns dias se passaram, e Stephannie já tinha dois meses de vida até a chegada do grande dia de Carlos e Sofia.
(n/a: coloquem I Won’t Give Up – Jazon Mras para tocar)
Carlos estava calmo diante do altar, nem parecia que ia casar-se. Olhava para a porta de madeira que a qualquer momento poderia ser aberta para a entrada de Sofia, que ele imaginava estar linda.
– Nervoso Carlos? – James sussurrou para o amigo.
– Não, só estou ansioso. – o garoto disse olhando para a porta fixamente.
Alguns minutos se passaram e finalmente a porta se abriu, revelando uma Sofia toda coberta por um véu, mas o véu foi retirado assim que ela entrou. O vestido longo e o buque de rosas vermelhas davam um contraste com a aparência angelical da menina. Ela entrou sozinha na igreja, os olhos marejados de lagrimas enquanto passava pelo tapete vermelho chegando cada vez mais próxima de Carlos. Quando ela chegou ele beijou a costa de sua mão e sua testa. Sofia deu o buque a Luiza que era a madrinha mais próxima dela e se ajoelhou.
– Podemos começar? – O juiz perguntou e começou aquele discurso todo de casamento.
Carlos ficou todo o discurso olhando para Sofia e segurando sua mão, um sonho que a cada momento se tornava mais real.
– Que entrem as alianças. – O juiz disse e Carter entrou, agora andando certinho em seu pequeno terno, com as alianças.
– Tia Sofia, tio Carlos. – ele disse e deu ao casal a almofadinha com as alianças.
– Carlos, seus votos. – o juiz disse.
Carlos se virou totalmente para Sofia e começou.
– Quando eu olho em seus olhos, é como assistir a um céu noturno ou um belo nascer do sol. Você veio de tão longe para estar bem a onde você esta e eu não vou desistir de nós, mesmo se o céu ficar difícil. E mesmo quando você precisar de algum espaço eu vou estar aqui te esperando. Eu não quero ser alguém que vai embora tão facilmente, por isso eu estou te dando o meu amor. – ele disse colocando a aliança no dedo da menina que derrubava algumas lagrimas dos olhos, lagrimas estas de alegria.
– Sofia, agora é a sua vez. – o juiz disse.
Sofia encarou Carlos e secou as lagrimas de seus olhos com uma das mãos segurando a mão de Carlos com a outra. Pegou o anel e começou os seus votos.
– Meu coração está acelerado. Como eu podia amar quando tinha medo de me apaixonar? Mas, ao ver você sozinho, toda a minha duvida de repente se foi de alguma maneira. Tomei coragem, e não deixarei não levar embora o que hoje esta a minha frente. Cada suspiro, cada momento nos trouxe aqui. O tempo todo eu acreditei que encontraria você, o tempo trouxe o seu coração para mim, e eu acredito que você pertence a mim, assim como eu pertenço a você e de forma alguma eu desistiria ou desistirei de nós. – ela disse colocando a aliança.
– Diante do poder dado a mim e depois de tais juramentos perante a igreja e a todos os presentes, eu os declaro marido e mulher. Carlos fique a vontade. – o Juiz disse e Carlos beijou Sofia virando-a em seus braços deixando-a inclinada, ele segurando-a pelas costas, e todos aplaudiram.
Sofia e Carlos fizeram uma festa para todos na beira da praia. O local era todo iluminado por pisca-piscas em volta de arvores e alguma luzes que ficavam no topo ou em baixo da arvore criando uma iluminação incrível. O local fora todo decorado em tons vermelho e branco, como Sofia sempre sonhara. Após tirarem fotos, os pombinhos voltaram para a festa onde iriam dançar a valsa, mas não era qualquer valsa.
(n/a: coloquem Love Story – Taylor Swift para tocar agora)
Eles escolheram uma musica de uma cantora amiga dos meninos e a mesma, pessoalmente cantou ao vivo a musica para eles.
Carlos como um perfeito Lord inglês se inclinou, fazendo reverencia a Sofia e ela fez o mesmo gesto a ele. Ela lhe estendeu uma das mãos e ele segurando-a guiou até o meio da areia onde haviam sido colocados, em forma circular, alguns monumentos de gesso com flores iluminadas e nos monumentos também havia luz, alem da luz da lua e o brilho das estrelas no céu. Carlos colocou a mão de Sofia em seu ombro e puxou-a pela cintura fazendo dar um primeiro giro naquele instante. Depois, eles colocaram as mãos direitas atrás das costas e giraram apenas com a mão esquerda de ambos se apoiando. Ficaram assim por um tempo até começarem a dançar uma valsa normal, um e um. Sofia se afastou do pequeno espaço indo à beira mar. Carlos a viu se afastar e foi atrás dela, mas já havia uma grande distancia entre eles, então ela se virou e deixou que o vento levasse até ele uma rosa vermelha que ela segurava. Ele a segurou e quando olhou para Sofia ela vinha correndo a seu encontro. Ele se inclinou e quando ela chegou a seu encontro ele a abraçou rodando a ambos pela beira da praia. Quando a musica acabou eles se aproximaram de todos que fizeram um brinde ao casal.
(...)
A noite continuou com a festa, até que Carlos surpreendeu sua esposa.
– Vamos para casa meu amor? – convidou-a
– Claro. – ela disse sorrindo. Ambos já estavam bem a vontade em suas roupas mais simples a beira mar. Luiza e James já tinham ido embora por causa de Stephannie e Kendall e Renata levaram o pequeno Carter para dormir. Elise estava conversando com Logan em um local mais afastado e as poucas pessoas que ainda estava ali já estavam bem alteradas, ou seja, nem iam percebem o sumiço dos dois.
(n/a: pequeno e simples Hot de Sarlos. A vossa autora não é muito boa com isso, então não sei se esta boa... Se não gosta pule  )
Eles foram para casa e Carlos carregou Sofia pelo elevador até o apartamento. Entrou e fechou a porta com as chaves. Sua boca estava colada na de Sofia desde o elevador e ele pouco se importava se alguém estava vendo. Levou-a até o quarto e rompeu o beijo em busca de ar.
– Eu te amo tanto Sofia... – ele sussurrou beijando o lóbulo de sua orelha e a menina soltou um suspiro pesado.
– Eu também – ela disse.
Ela estava de costas para ele e ele passou a desamarrar o nó do ‘espartilho’ de seu vestido. Ele começou a beijar seus ombros enquanto fazia tal ato e logo puxou de uma vez a fita branca que prendia o vestido ao corpo de Sofia. O vestido abriu-se e ferozmente Carlos começou a abaixa-lo. Ele foi abaixando aos poucos até encontrar com o fecho do sutiã vermelho que Sofia usava.
– Vermelho... – ele sussurrou mordendo o pescoço de Sofia que já soltava gemidos.
– Vermelho e branco meu amor. – ela respondeu virando-se para ele deixando seus seios já descobertos a mostra, tampados apenas pela renda vermelha que os encobriam.
– Você gosta dele? – Carlos perguntou dando um sorriso pervertido.
– Sim. – ela sussurrou.
Ele deu um risinho baixo e terminou de remover o vestido para então tirar, com os dentes, seu sutiã e abocanhar seus seios, sugando-os e mordendo-os.
Carlos não perdeu tempo. Jogou Sofia com força na cama e começou a beija-la, massageando seus seios com as mãos. Ora ela a beijava, ora ele a sugava ou mordia seus mamilos, até que nem mesmo ele estava mais se aguentando. Sofia sentou-se e tirou a sua roupa, e inverteu as posições, sentando-se em cima de seu membro que já possuía algum volume, e começou a mexer-se deixando Carlos totalmente louco. Ela o puxou pelo pescoço colocando suas pernas em volta da cintura dela e ele removeu a peça intima que ela usava e penetrou-a vagarosamente.
– Carlos... – ela gemeu baixo.
– O que foi meu amor? – ele perguntou aumentando de vagar o vai e vem dentro dela.
– Eu amo você. – ela disse se entregando totalmente ao prazer proporcionado por ele.
Quando Carlos acordou, Sofia estava deitada em seu peito, ainda dormindo. Ele fechou os olhos por alguns instante lembrando-se dos últimos meses, de tudo o que havia acontecido entre eles, e na mente de Carlos nada podia dar-lhe mais alegria do que acordar ao lado da garota que uma vez o deixou paralisado.
(...)

– Mamãe, mamãe, mamãe?! – Carter pulava na cama chamando Renata que estava sonolenta.
– O que foi meu amor? – ela perguntou sentando-se na cama.
– Papai tem um pesente pa você. Vêm! – o pequeno disse puxando a mãe pela mão.
– Calma Carter. – ela disse vestindo o roupão e descendo as escadas com Carter segurando a sua mão.
Quando chegou ao andar de baixo da casa, viu Kendall com um buque de rosas brancas. Ela parou no ultimo degrau.
– Eu gostaria, nesse dia tão especial, fazendo três anos de namoro, saber se a mulher que me fez feliz por tanto tempo, quer ser a mulher que me fará feliz pelo resto de minha vida. Renata, você aceita se casar, oficialmente, comigo? – Kendall pediu ao pé da escada com Carter ao seu lado, entre ele e Renata.
– Eu não preciso me casar oficialmente com você para passar o resto de minha vida ao seu lado, eu te amo Kendall, e nem mesmo a maior das distancias pode nos separar. Mas, eu aceito Kendall. Aceito me casar com você e então formaremos a família mais feliz do mundo! – ela disse beijando Kendall e pegando Carter no colo.
– Mamãe, papai. – Carter disse fazendo cara de nojo. Kendall pegou o menino e começou a fazer cócegas nele. – Mamãe, mamãe. – o pequeno garoto loiro chamava-a para salvá-lo e Renata entrou na brincadeira.
Eles não precisavam estar casados para saberem que se amavam eles não precisavam estar casados para saberem que podiam contar um com o outro, a qualquer momento de suas vidas.

Notas finais
Meninas, quero agradecer a todas que acompanharam a fic, comentaram e recomendaram a fic