Cosmologia
1 Cosmologia
Aor, deus dos deuses, senhor do tempo é o criador de tudo o que existe. Aor mantém o equilíbrio do universo sem interferir diretamente, mas usa os poderes dos deus próprios filhos para isso. A ampulheta é o seu símbolo.
Tyr, deus da justiça, é terrível e implacável. Tem como símbolo o raio, que é sua arma predileta. Tyr ensina a justiça através da bondade e combate os deuses malignos. Muitos paladinos o veneram.
Grond, deus da guerra e do fogo. Grond assume várias formas para influenciar os acontecimentos no mundo dos mortais, mas sua forma predileta é um soldado vestido de vermelho e portando escudo e lança. Grond está sempre criando intriga, e não raras vezes Tyr o enfrenta e coloca-o em seu devido lugar. Seu símbolo é a espada e o escudo.
Ozeon, deus-sol. Ozeon é um deus bondoso, mas terrível quando contrariado. Muitos clérigos no deserto o veneram. Sua arma predileta é a maça e seu símbolo é um sol com rosto.
Ellöra, deusa-lua. Ellöra é a senhora da noite e a senhora de todas as criaturas noturnas. Pode ser uma boa aliada se respeitada, mas uma inimiga perversa quando contrariada. Sua arma predileta é o arco e seu símbolo é uma lua nova.
Gull, deus das almas. Gull é o senhor do submundo e senhor das almas que já pereceram. Governa com justiça, mas também pode ser maligno quando quer. Sua personalidade sádica o torna encantador para as mulheres quando toma forma entre os mortais, e muitas delas já foram suas vítimas, pois Gull também é o senhor da magia negra. Sua arma é a foice e seu símbolo é a caveira.
Phandora, deusa da natureza. Phandora governa as florestas e todos os animais que ali moram. Tem personalidade forte e pode se tornar terrivelmente destruidora. Assume várias formas, dependendo da região em que é adorada. Sua arma é o bordão e seu símbolo depende da região em que é adorada.
Aren, deus do vento é terrível quando contrariado, mas recebeu de Aor o dever de varrer os males do mundo sempre que necessário. Todas as grandes águias e os elementais do ar estão em seus domínios. Ás vezes, ele assume a forma de uma gigantesca águia e sobrevoa o mundo.
Septembra, deusa do amor e da fertilidade. Septembra tem a forma de uma elfa muito bela que encanta os homens incautos. Ela os transforma em animais e cuida deles para sempre em seu riacho encantado. É senhora dos casamentos e casos de amor. Dos filhos e da saúde das crianças. Pode assumir a forma de uma senhora muito velha e curandeira. Seu símbolo é uma rosa.
Nawwa, deusa dos mares. Deusa terrível que pode causar grandes estragos quando contrariada. Nawwa assume a forma de uma elfa aquática nas raras vezes em que se apresentou. Sua arma é o tridente e seu símbolo são as runas de muitas ondas.
Neon, o guardião dos deuses. Neon tem a forma de um anjo com três pares de asas. Porta uma espada de luz e usa armadura prateada. Neon é um deus ingênuo que se apaixona por donzelas de vez em quando. Esses encontros sempre resultam em uma dor muito profunda no coração de Neon, que não raras vezes é visto com uma lágrima escorrendo pelo rosto. Não se sabe ao certo se essa lágrima é de compaixão pelas fraquezas dos mortais ou não. Mas quando em missão de combate, Neon é terrível e poderoso, pois tem o auxílio direto de todos os deuses.
Opaba, deus dos viajantes e marinheiros. Entre os viajantes ele é venerado como um bardo elfo. Entre marinheiros, ele é visto como um capitão vestido de branco na beira-mar. Opaba é o protetor de todos aqueles que partem e que viajam e que possuem sonhos de chegar em algum lugar.
Saramaho, deus dos dragões. Saramaho é um deus invejoso que criou os dragões para usurpar as riquezas do mundo. Por sorte, os deuses não deixaram isso acontecer, por isso os dragões hoje em dia estão quase extintos.
Sr. Portinhola, deus da sabedoria. Sr. Portinhola tem a aparência de um gnomo muito velho e pequeno, de fala mansa e bem humorado. Gosta de dançar e de cantar e quando fala, fala pouco, mas suas palavras dizem muito. Ás vezes, ele entrega pergaminhos para aventureiros serem bem sucedidos em suas aventuras, e ele tira esses pergaminhos de uma caixinha pequena que parece não ter fundo. Quando contrariado, ele simplesmente desaparece.
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