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1 Capítulo 1


Notas iniciais
Gente, eu fiquei meio receosa em escrever essa fanfic, pois como sempre deixo claro, eu ainda estou na sexta temporada. Até onde vi, Zoro ainda dorme bastante. Lembro-me de quando a tripulação chegou a Grand Line, enfrentaram uma tempestade rigorosa e ele permaneceu intacto. Não acordava por nada e foram esses parâmetros que utilizei abaixo. Na primeira situação, eu utilizei a ideia do anime e inventei algumas coisas e ainda utilizei o Merry. Já a segunda, eu introduzi o Brook. Porém, optei não aprofundá-lo, pois ainda não deu tempo de conhecê-lo bem. Na terceira, caso você seja menor de dezesseis, não leia! Não fiz nada asfado nem eslvagem, mas as cenas estão calientes, posso denominar assim - é sua uma pegação, nada de mais. Culpa do casal! ZoNami é tesão puro! E utilizei o Sunny é só prestar atenção.

Espero que gostem.

Então, boa leitora!

O azulado do céu era omitido por nuvens acinzentadas. Partículas grossas de água caíam bruscamente e esparramavam-se ao alcançar o chão combinando com o oceano cada vez mais indomável. A tempestade caía em ritmo acelerado, emitindo uma forte ventania e raios de alta frequência. Nami sentiu seu corpo congelar. Afinal, uma tormenta repentina num momento inesperado era o que não precisavam naquele momento.

Devido a oscilação constante de Merry, a dificuldade da tripulação em se locomover era incontestável. A fisionomia alarmante imperava na navegadora, pois nada poderia ser pior que uma tempestade turbulenta como aquela. Decerto, ela deveria tranquilizar-se e decretar decisões para livrar-se desse incômodo.

Luffy e Chopper tentavam arriar a vela do navio, enquanto Sanji e Robin guiavam-no em direção oposta a rota que seguiam. O capitão e a rena não foram bem sucedidos na tarefa designada. A corda presa ao mastro não descia. O médio presumiu que precisassem de mais esforço e robustez para abaixá-la. Olhou para os lados e observou Nami orientar o cozinheiro e a arqueóloga sobre o novo trajeto. Usopp tentava arduamente consertar alguns buracos na parede do convés. Merry balançava freneticamente e todos tentavam equilibrar-se para exercer o incumbido. Ele não queria estorvar-los pois já estavam ocupados.

Exceto... Zoro.

O espadachim dormia tranquilamente como se nada estivesse acontecendo. Era absurdamente inacreditável a maneira a qual seu sono era pesado. Nem mesmo as partículas de água sobre seu corpo e o balançar do navio atrapalhavam-no. Provavelmente não seria uma tarefa simplória despertar o Roronoa. Contudo, perante aquele transtorno, qualquer medida deveria ser exercida para acordar o preguiçoso.

O médio aproximou-se do espadachim chamando-o exasperadamente, enquanto distribuía porradas leves sobre o corpo adormecido do mesmo. Não obteve nenhum resultado.Berrou exacerbadamente próximo a face do esverdeado, afim que o mesmo se sobressaltasse. Nada. Tentou despertar cócegas no corpo adormecido, resultando uma ligeira movimentação do moreno, o qual gargalhou rapidamente e virou-se para o lado oposto ainda dormindo.

A rena mirava-o com depreciativa incredulidade. Como alguém adormece daquele modo? ''Provavelmente é alguma espécie de verminose que provoca lentidão!''. Investigaria tal anormalidade em uma ocasião mais propícia.

Após alguns árduos minutos e momentos conturbados, o sol finalmente aparecera. Era uma característica que preponderava a Ilha, essa mudança de clima repentina em tempo pequeno. A tripulação encontrava-se exausta. Posteriormente a diversos esforços para descer a vela, tampar buracos promovidos pelas brincadeiras de Luffy e retirar o excesso de água do convés, nada mais justo que um longo repouso. Afinal, haviam passado por um tremendo susto.

– Francamente! Deitados a essa hora da manhã? — a tripulação foi surpreendia pelo tom de voz lento do espadachim, tal qual quem tivesse acabado de despertar.

O Roronoa bocejava estridentemente despertando reações exaltadas nos demais. Observou a desorganização do navio e seus companheiros repousando em meio a balbúrdia. Era inevitável não tomar conclusões precipitadas.

– Idiota! — berraram em uníssono, desejando executar aquele espadachim maldito.

xx

Após retornarem de Skypiea, Sanji adquiriu um resfriado rigoroso e seguindo recomendações de Chopper, deveria permanecer em repouso e realizar o mínimo de esforço possível. Diante a esse fato, Usopp comprometeu-se em assumir o controle da cozinha. Robin presumiu que essa medida não fosse a mais adequada, porém resolveu não intervir.

Poucas horas antes do almoço, o narigudo resolveu preparar a refeição. Despejou partes do polvo em água fervida, retirando os tentáculos do mesmo. Introduziu diversos temperos dentro da panela, mexendo-a vagarosamente. Cantarolava felizmente prevendo o quão saborosa ficaria sua comida! Cortou o molusco em cubos, cobrindo-o e utilizando toda a camada de ervas — especiaria exótica que Sanji havia comprado em Longuetown. Depositou o prato no forno praticamente preparado. Apenas alguns minutos o almoço estaria pronto.

A música de Brook ecoava pelo navio despertando animação em todos tripulantes. A melodia era evolvente e todos aparentavam estar entretidos. Usopp sentiu uma ânsia exorbitante demonstrar aos demais, o motivo de ser conhecido como: ''Usoop-sama, o capitão dançarino!''.

O narigudo correu para o convés, juntando-se a Luffy e Chopper em uma dança exótica. Executou movimentos peculiares, titubeando a cada um destes e despertando gargalhadas em todos que lhe observavam. Definitivamente a felicidade e a balbúrdia constituía o ambiente.

– Usoop, que cheio é esse? — o médico da tripulação perguntou confuso, inalando a fumaça e o aroma desagradável que emanava da cozinha.

A feição despojada do atirador foi completamente modificada, dando lugar a um semblante preocupante. Adentrou no cômodo rapidamente, prevendo o acontecido.

– FOGO! FOGO! — o narigudo esganiçava-se medrosamente, correndo sem rumo.

Chopper berrou, Nami ficara perplexa e Robin rumava ao cômodo para averiguar. O fogo se propagava rapidamente. Alguns equipamentos e parte da cozinha, já encontrava-se ocupada pelo mesmo. A navegadora apanhou alguns baldes, distribuindo-os para os tripulantes apavorados, que pretendiam amenizar as chamas do local.

– A cozinha já está tomada, Robin-nee san? — perguntou Nami assustada.

– Se agirmos rapidamente podemos contê-lo, navegadora-san. — concluiu a arqueóloga calmamente.

– Então... não teremos almoço? — contestou o capitão desapontado.

– ISSO É O DE MENOS! — a ruiva esbravejou ferozmente, acertando com seu punho, a face do capitão.

Sanji despertou rapidamente devido a algazarra. Rumou em direção à cozinha e ficou boquiaberto com a cena presenciada: sua cozinha completamente em chamas e suas damas amadas em perigo. Decretou heroicamente que as protegeriam com sua vida. Chopper repreendeu-o, exigindo que retornasse ao seu quarto, pois seu estado ainda era debilitado. Decerto, o cozinheiro tinha plena consciência que aquela declaração era verdadeira. Contudo, era doloroso em demasia presenciar aquela situação caótica sem tomar sequer uma atitude. E suas donzelas indefesas? Como ficariam sem seu príncipe para ampará-las do mal?

– Cook-san, obedeça o Doctor-san. — Robin aconselhou sorrindo para o loiro. — Já passamos por situações piores que essa, certo?

– Ro-Ro-Ro-Robin chwan... — tartamudeou apaixonado, arregalando seus olhos cintilantes perante a tanta lucidez diante aquela desordem.

O Ero Cook consentiu, afastando-se do local para não atrapalhar o trabalho de seus nakamas. Baldes de água eram carregados de um lado para o outro, juntamente com cobertas extensas a fim de depositá-las sobre as chamas, no intuito de abaixá-las.

Sanji confiava plenamente em seus companheiros e não tinha dúvidas que o desfecho desse alvoroço seria agradável. Porém, era inevitável se sentir um imprestável por não poder ajudar. Qualquer pessoa teria o mesmo sentimento frívolo perante aquela situação.

Seu olhar recaiu automaticamente sobre o corpo adormecido de Zoro — qualquer pessoa, exceto ele.

– Ei, acorde, marimo de merda! – cutucava o corpo adormecido do esverdeado com sua perna. Viu-se tentado a chutá-lo fortemente. Era uma lástima estar tão frágil devido ao seu resfriado de merda. – MARIMO! ACORDE!

O único movimento realizado pelo moreno foi virar-se para o lado oposto. Sanji questionava se ele realmente detinha um sono incrivelmente pesado ou se era um completo idiota mesmo. A resposta era um tanto que óbvia. Afinal, como alguém consegue permanecer despreocupado, mergulhado na extrema paz, diante a tanta alvoroço? Será que estava fingindo?

– Idiota, caso ocorra algo com a Nami-san ou a Robin-chan por sua culpa, vou te matar! –ameaçou desesperadamente, enquanto puxava alguns fios de cabelo verde pertencente ao Zoro.

Sanji deu-se por vencido. Após berros, chutes e insultos o idiota não despertava sobre hipótese alguma. E o que mais o irritava, não apenas ele, mas a tripulação como um todo, eram os ruídos exacerbados que o espadachim emitia durante o descanso.

Finalmente, após a ''aventura'' – como Luffy anunciava, arrancando olhares enfurecidos de todos – o caos havia chegado ao fim. Os companheiros cansados em demasia, deitaram-se no chão a fim de contemplar o céu, após o imprevisto trabalhoso e inesperado. Somente Robin e Chopper que não demonstravam exaustão. A primeira tentava arrumar o navio aos poucos, enquanto o outro, cuidava de alguns hematomas na face de Usopp, cujo fora esbofeteado por Nami.

Zoro abriu os olhos. Permitiu-se ouvir o canto melodioso dos pássaros e admirar as nuvens vagarem lentamente no céu. Espreguiçou-se demoradamente sinalizado que havia sonhado com coisas boas. Sentia-se leve como uma pluma e nada poderia atrapalhar seu bom humor.

Porém, nem tudo cheirava bem. Literalmente.

O odor de gás carbônico emitido pela queima de uma boa parte dos equipamentos da cozinha, despertou certo incômodo no espadachim. Levantou-se do chão e deparou com local quase destruído e repleto de fumaça. A tripulação ofegante não aparentava estar muito disposta, e diante aquele fato, Zoro deseja saber o que tinha ocorrido durante seu sono maravilhoso.

– O que aconteceu aqui? – perguntou após um longo bocejo. – Eu durmo e vocês resolvem dar uma festa? – exibia um sorriso maroto combinando com sua expressão ainda sonolenta.

A expressão assassina era evidente na fisionomia de cada um. – exceto Robin, que multiplicava seus braços para agilizar a limpeza, de uma parte do convés atingida pelo fogo.Cerraram os punhos enquanto acaravam o moreno em fixado.

– Ei, por que vocês estão olhando-me desse jeito? – perguntou aturdido, desconhecendo o incidente.

Nami retirou seus brincos entregando-os a Luffy. À medida que o esverdeado falava — com a expressão mais desentendida do mundo– mais almejava esbofeteá-lo. Ela estalou seus dedos, mirando com sua típica expressão sanguinária, o espadachim.

– Eu vou matá-lo!

Antes que pudesse partir sobre ele, Chopper agarrou-a com dificuldade, enquanto a mesma se debatia insistentemente. Luffy e Sanji rumavam em direção ao moreno, exalando impaciência e um desejo extremo de detonar com aquele espadachim preguiçoso. O Roronoa ainda não compreendia a situação e nem os gestos sobrecarregados de seus nakamas sobre ele.

xx

Abriu os olhos vagarosamente, enxergando tudo ao seu redor embaraçadamente. Olhou para a janela mais próxima certificando-se que ainda estava escuro. Apanhou o despertador ao seu lado, e conferiu que não passava das duas da madrugada. Não se lembrava da última vez que despertara tão cedo! Olhou atordoado para os lados tentando associar cada imagem embaçada devido a sua vista. Levou suas mãos ao rosto, esfregando seus olhos no processo. Percebeu fios de cabelo ruivo espalhados pelo colchão e um corpo conhecido adormecido muito próximo ao dele.

Nami.

Aterrorizado era o adjetivo mais adequado para defini-lo no momento. Seu corpo tremelicava freneticamente e sua mente não associava aquela cena inusitada, digamos. Afinal, como aquela mulher havia adormecido ali? Será que seu hábito de dormir em qualquer lugar, havia contagiado-a? Quanto mais elaborava questões, menos conseguia encontrar uma resposta justificável para as mesmas.

''Será que...? Não, impossível.'' Sorriu amedrontado, tentando não acreditar no acontecido.

Afastou o cobertor lentamente de seu corpo. Nenhuma vestimenta o trajava. Completamente desnudo.

O berro de desespero estava inarredável em sua garganta. Fitou novamente Nami adormecida ao seu lado. Seu corpo estava coberto e sua cabeça apoiada no torso do espadachim. E o mais apavorante disso tudo, é que ela parecia estar confortável. Aquilo definitivamente não poderia ter acontecido. Logo, Zoro respirou profundamente a fim de refletir melhor sobre o ocorrido.

– Droga! O que foi que eu fiz? – perguntou a si mesmo, arregalando seus olhos moldados pelo pânico.

Flashbacks circundavam sua mente trazendo a tona fatos de horas atrás. Lembrou-se de Luffy e o resto do bando se ausentaram, afim de conseguir mantimentos na nova Ilha. O capitão deixou-o zelando de Sunny, juntamente com Nami e Chopper. Sua memória estava meio embaraçada e diante disso, apenas enxergava alguns flashs. Ah, sim, havia embriagado a rena! E esse fato, despertou a ira da navegadora! Até a essa parte, tudo normal.

Após esse ''incidente'' com Chooper, ainda discutiram demasiadamente — e suas lembranças estreitavam-se cada vez mais - e ele declarou, que ela era uma maldita insuportável. Insultos, frases desconexas...

Sua mente ficava cada vez mais embaraçada, fatos eram omitidos, modificando a sequencia de suas lembranças.

Ele já se via passando ardosamente suas mãos cálidas e ásperas sobre a face terna da navegadora, mirando seus lábios rosados, os quais suplicavam para serem tomados pelos lábios dele.

Suas lembranças tornaram-se nítidas, repentinamente, em um momento crucial.

Os afagos ousados executados com maestria (e que maestria, que experiência!) despertava certa estranheza na ruiva. Afinal, ele (apenas ele) conhecia a medida certa para atiçar todos seus desejos e sentimentos sigilosos. Sorria abertamente (sem medo, sem orgulho — nem que fosse a única vez), ao perceber que mesmo perdido em libidinagem, ele não utilizava sua toda brusquidão, sendo cauteloso e respeitoso todo momento — ela gostava de ser cuidada por ele.

A feição dela formou-se em sua mente. ''Ela estava sorrindo? Não pode ser...'' constatou atordoado.

A navegadora inebriava-se com a respiração calorosa e ofegante do moreno em seu pescoço, enquanto o mesmo mordiscava o lóbulo de sua orelha, depositando todo seu amor em cada ato que executava. Cada toque, cada carícia, cada minucia explorada, a ruiva perdia a sanidade (ah, que perfume maldito que ele possui!) e rendia-se ao momento sem nenhum receio. Estava desarmada. Era desnecessário negar.

Nami pôs-se a adentrar suas unhas nas costas largas e morena meticulosamente trabalhadas marcada pelo excesso de treinamento e batalhas — que costas, que corpo! Sua forma definida e extremamente deleitosa era extremamente degustadora aos olhos dela. O modo que ele a encarava (com aquele olhar enigmático), a forma que explorava desveladamente seu pescoço (sentindo cada detalhe ínfimo da pele dela) e o jeito que ele a encobria de amor, lhe fascinava, lhe extasiava, lhe instigava, e ela apenas almejava mais, para se sentir completa.

Aquilo tudo era traumatizante para o Roronoa, de certa forma. Aquela mulher que tinha como objetivo principal importuná-lo e transformar sua vida numa bagunça, fora a mesma que se entregou sem medo nenhum. Nunca cogitou a possibilidade de evolver-se de forma libertina com aquela maldita. Ainda mais da forma repentina – e ousada– que havia acontecido. Ela deveria estar tramando algo. Era única explicação.

''Aquela rena maldita, tinha que ser fraco para bebida?'' Zoro pensava inconformado.

Permitiu-se recordar da forma que ela sorria quando estava em seus bracos – como aquele sorriso tirava-o do sério! Nunca havia a presenciado tão feliz, entregue e vulnerável, pode-se dizer, a ele daquela forma. Também lembrou-se da recomendação do Ero Cook, a fim de que o espadachim zelasse da sua doce Nami-san — não tão doce, na concepção de Zoro.

O Roronoa observou a partícula de suor que emanava da navegadora, percorrer sua face ruborizada e desaguar em seu pescoço coberto pelo lençol. Parecia que ela havia feitomuito esforço.

Definitivamente, o espadachim havia cuidado bem até demais da ''Nami-san''.

Zoro tentou remover cautelosamente seu braço, o qual localizava-se sob a cabeça da navegadora. Porém antes que o fizesse, a ruiva colou seu corpo – ainda mais – no do espadachim, aconchegando-se — ainda mais– sobre o tórax extremamente convidativo.

Ele simplesmente não teve coragem de mover-se para não despertá-la. Nami tinha um sorriso sisudo em seus lábios ou ele estava imaginando coisas?

Decerto, era apavorante pensar em como olharia para ela no dia seguinte. Era mais apavorante ainda, a proporção que tudo aquilo tomaria. Não seria compreensível a atitude dela em relação ao ocorrido. Desconhecia a forma que a tripulação agiria se soubesse do ''incidente'' — que nem foi um incidente. Zoro encontrava-se perdido em suas dúvidas — e olha que ''perdido'' é a palavra que melhor lhe define.

Posicionou-se para o lado oposto disposto a ignorá-la. Fechou seus olhos extremamente incomodado.

Droga!

Virou-se para ela novamente, abraçando-a no processo. Simplesmente não poderia ficar sem aquela bruxa, principalmente agora que estavam próximos demais. ''Eu não estou fazendo isso!'' contestava suas próprias atitudes.

Retirou uma mecha ruiva que recaia sobre a testa dela. Ora, aquela face extremamente bela não poderia ficar coberta! Beijou-a levemente na testa. Um sorriso brotou nos lábios do esverdeado contra sua vontade.

Maldita bruxa! Apenas ela para despertá-lo no decurso da madrugada para inquietar seus pensamentos!

Zoro é um famoso ex-caçador de piratas, obtém a segunda maior recompensa do bando e seu objetivo é se tornar o maior espadachim do mundo.

Porém, na tripulação é conhecido por suas bebedeiras, sua habilidade de dormir profundamente e não acordar facilmente.

Isso quando a pessoa certa não está ao seu lado.

Notas finais
Sorry mesmo, se a história não superou suas expectativas. Eu não sou hipócrita e admito, que não sou ''expert'' nesse anime, mas o modo que me envolvi com esses dois... é inexplicável.

Ninguém entenderia. E eu realmente escrevo o que eu quero que aconteça e por que já vi alguns fãs queixando-se de poucas fanfics. Meu tempo é escasso, e eu simplesmente passei muitos dias escrevendo isso aqui. Se eu não gostasse deles, ou fosse algo passageiro, eu nunca faria tal ato, até por que sou preguiçosa. E na maior, eu já li algumas histórias deles, mais estranhas que as minhas.

O nyah ainda não ajuda. Desaparece com meus parágrafos, não alinha meu texto e ainda corta parte deste. Sem contar, que toda vez que edito as opções da fanfic, é um porre, pois coloco uma coisa e aparece outra.

Sorry pelo desabafo, mas é sobre umas coisas que ando lendo por aê.

Quem gostou, deixa review, please *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.