Notas iniciais
Foram 30 capitulos.. de choro, de riso, de... bem, de feitiços tb. Vou lembrar de cada um de vocês como meus proprios filhos ( e nao tenho idade pra ter filho). A 2ª temporada ta vindo e estou fazendo com muito carinho, então só esperem que eu aviso por MP quando for postado. Ah, e vai ser postado em uma fic diferente. Grande beijo e não esqueçam nunca: Amo vocês.

5 meses depois...

A vida não é perfeita, e a prova maior disso é 5 meses antes termos passado por problemas estranhos, mas que para nós: Edu, Ash e Kathy, tudo não se passava de uma complicação da adolescência.

Eu estava noiva e a única coisa que me separava de um altar era um acordo que havia feito de que não casaria sem antes me formar. E não que isso seja um problema, porque é como o Edu mesmo disse: Eu sou a mulher da vida dele.

Hoje eu estava terrivelmente triste. E o grande motivo era que com tia Vera presa eu não teria como estudar nessa escola. O Edu prometeu persuadir o diretor, de modo que eu continue a estudar aqui, mas é que eu quero poder usar meus poderes sem ajuda de ninguém.

Claro, tenho medo de matar o diretor pensando algo errado, mas quero testar, e em quem melhor do que ele? Ok, eu podia ir no presídio e testar na Vera, mas não queria dar o gostinho de livrá-la dessa vida. Queria vê-la sofrendo, e muito. Queria que ela sofresse o mesmo tanto que mamãe sofreu e queria vê-la implorar ajuda para mim.

A Kathy apóia minha decisão de simplesmente manter Vera viva e sofrendo, mas isso não me intriga, pois desde o começo Kathy foi minha amiga e sempre me ajudou. Agora ter Kathy por perto era ter Junior por perto. Ele não desgrudava dela, não a deixava sozinha sequer no banho, assunto suspeito para mim e Edu. Junior, ano que vem estaria estudando aqui na Purnell, ou seja, Kathy estava terrivelmente bem com seu namorado e com sua alergia contra casamentos.

Ela aceitou meu noivado, mas deixou bem claro para o Ju que só vai se casar quando a faculdade estiver finalizada. E eu, sua melhor amiga, a apóio porque sei as dificuldades que passou com meninos, e conheço a insegurança que ela sente. Ela pensa: Se me largou uma vez, larga duas. E por mais que não acredite que o Ju vá nos abandonar denovo, eu me coloco no lugar dela.

Desci correndo até a secretária para ver o negócio de minha matricula e quase caí ao ver Edu lá conversando com a sirigaita da Bia.

- Denovo não... – murmurei indo até eles

A conversa podia ser ouvida de muito longe, eles falavam algo sobre: Vai. Pedir. Desculpas. Para. A. Ash. Ou algo do tipo.

- Ash – disse Edu estendendo sua mão para me abraçar – A Bia queria muito falar com você...

- Ashley Weber, me perdoe. Eu me atirei em seu namorado daquela vez pra te provocar. Eu te invejo muito porque o Edu é realmente muito bonito, mas sei que ele é seu – e então o robô calou a boca, deu meia volta e começou a andar

Eu, totalmente enfezada me virei para um Edu risonho e tapado.

- Já não falei pra parar de mexer com a cabeça dos outros? QUANDO que essa menina ia se redimir para mim? Eduardo, Eduardo, você não me engana nem aqui, nem na China.

- Ok amor, prometo parar com essas brincadeiras, mas na verdade sabia que ia acabar vindo aqui resolver o negócio da matricula. Posso entrar lá e fazer meu trabalho?

Cruzei os braços e bati o pé desgostosa.

- Ok, vai lá e tenta não matar o coitado... – sussurrou ele e então fui em direção da secretária, mas fui parada por um Edu que não é Ave Maria, mas é cheio das graças – Eu te amo!

Dei de ombros zombando de sua troca de afeto, ri e me assustei quando ele fingiu que ia sair correndo atrás de mim.

- Srtª Weber? – perguntou Senhora Doddly

- Eu preciso resolver uns negócios da matricula...

- Algum erro nos documentos?

Tentei ler alguma coisa em sua mente, mas ela só pensava em férias ou algo do tipo.

- É que minha tia está presa e não tenho matricula, eu quero fazer uma – ok Ashley, porque não aceitou a ajuda de seu noivo?

- Bem, aqui consta uma matricula – disse ela me passando uma papel assinado por Cintia Gottinfield

Devolvi a ela o papel e corri até o Edu para contar a novidade. Aquela mulher era absurdamente louca, onde já se viu me matar com uma surpresa incrível dessas?

E eu achando que não podia me surpreender mais: Lá estava meu noivo ao lado de minha “irmã”, e os dois riam muito, principalmente ao ver minha cara de surpresa.

- O que foi, Ash? Achou mesmo que te deixaria na mão? – gritou Cintia com aquele sorriso típico e sincero

Corri até ela e a cobri de beijos.

- Você não existe, quero dizer, você foi mais super poderosa do que eu, Edu e Kathy juntos...

- Eu fui só a irmã que você não tinha.

Concordei com a cabeça e passei o dia inteiro com ela contando sobre tudo o que havia acontecido é até mesmo sobre minha relação com Edu. Ela, claro, ficou boquiaberta, mas me ouviu e me deu conselhos típicos de uma mãe.

Quando a noite se apossava do dia, eu me vi dando adeus a Cintia. Edu já não tinha apartamento próprio, vivia no meu, e é claro, eu adorava. A Kathy não gostava da idéia de ficar de vela toda santa noite, mas não brigava tanto quanto antes com o Edu. Os dois estavam numa amizade eterna que me enjoava as vezes.

E nós três, amigos, mosqueteiros, trio fantástico, ou bando de idiotas completos, fizemos uma promessa que JAMAIS deveria ser quebrada:

Não nos separar, não brigar por besteira, não temer coisas idiotas, não abusar do poder que temos, não comer comida enlatada (essa regra foi o Junior que inventou) e uma a qual nunca vou esquecer: Ter a sã consciência de que o coração que bate dentro de nós é um ‘coração imortal’!

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Notas finais
Eu sei.. não foi O final, mas é porque final final não é uai.. kkk, obg pela presença constante de vocês.
AMO AMO AMO <3 com todas minhas forças.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!