Notas iniciais
Feliz ano novo! Um grandão pra comemorar! s2s2s2s2

No final de novembro, como sabíamos, aconteceu a viagem com os meninos. Aos poucos na rodoviária, todas nós estávamos à espera com nossas malas ao lado. Mitsue e Amaya chegaram vestidas de uma maneira realmente fofa. Yuka e eu com calça jeans, blusas de mangas compridas, cachecol enrolado no pescoço, casaco e botas. Harumi chegou parecida conosco, porém com touca. Katsumi estava casual, mas agasalhada e Madoka parecia que iria ao Polo Norte. Eu sei que era inverno, estava nevando e bem frio, mas ela não precisava desse exagero.

– Vai para que Polo? – Perguntei já rindo.

– Cala a boca. – Ela dizia, se tremendo – Eu nunca vou me acostumar com esse lugar.

– Você nasceu aqui. – Katsumi disse.

– E sou obrigada a me acostumar?! – Ela exclamou, se tremendo.

Os garotos chegaram juntos e Aomine apertou os olhos em direção a Madoka, começando a rir em seguida.

– O que é que é isso? – Ele gargalhava.

– Cala a boa, está frio! – Ela exclamou.

Nós rimos e percebi Atsushi me observando com um sorriso no rosto, o que me fez corar. Nós esperamos mais um pouco e o ônibus chegou. Eu pensei que ficaria com as meninas para conversarmos e talvez rirmos, mas cada um ficou com seu respectivo par. E eu, claro, fiquei com Atsushi. A viagem de ônibus demorou algumas horas, mas comigo lembrando de que estava realmente namorando ele, me fazia pensar que foi uma viagem de um dia inteiro.

– Nee. – Disse – Nós vamos ficar em quartos separados?

– Preocupada? – Ele sorriu.

– C-Claro que não. – Forcei uma risada – Só quero saber se você não vai se aproveitar de mim à noite.

Ele riu.

– Não sei. – Disse – E mesmo se ficarmos, não se preocupe.

Virei o rosto, mas o fitei pelo canto do olho. Era verdade, tenho certeza de que ele não faria nada comigo. Ele sempre parava quando eu pedia, fosse beijos ou ele tocar meu seio que, infelizmente, aconteceu mais vezes durante aquele mês. Me perguntava se algum dia iria me acostumar com isso.

Quando finalmente chegamos, o ônibus nos deixou na rodoviária de Niigato e pegamos outro ônibus para ir ao hotel. Eu fiquei boquiaberta ao ver o lugar. Tinha vinte andares e os quartos pareciam ser grandes de onde eu olhava. Quando os meninos pegaram as chaves dos quartos eu recebi a má notícia, dormiria no mesmo quarto que ele. Fiquei incrivelmente vermelha enquanto as outras meninas pareciam comemorar, tirando Harumi, que também ficou envergonhada. Três de nós ficaram no mesmo andar e as outras no andar de cima. Atsushi e eu entramos no quarto, que confirmou o que eu achava, era grande e bonito. Tinhas duas camas de solteiro e isso me deixou aliviada pelo menos. Pus minha mala em cima de uma das camas e me sentei, suspirando pela longa viagem.

– Por que ficamos no mesmo quarto? – Perguntei já corando.

– Porque ninguém sabe que trouxemos garotas. – Ele disse de maneira vitoriosa.

– Como não? – Disse em dúvida.

– No formulário só constava se iriamos levar um acompanhante, precisávamos apenas marcar. Não dizia para informar quem era. E o treinador não está conosco. – Ele sorriu.

Fiquei emburrada.

– Nani? – Ele perguntou – Não vou fazer nada com você. – Riu.

– Hum, promete?

– Hai. – Ele levantou a mão de forma solene.

Fiz cara de tédio, por que será que eu não acreditava nele? Depois de todos se instalarem, fomos para as termais que tinha no hotel. Havia a divisão para homens e mulheres e ficamos nuas dentro da água quente.

– Melhorou, Madoka? – Amaya riu.

– Com certeza. – Ela se espreguiçava.

Nós rimos.

– Nee. – Madoka disse – Quem vai perder a virgindade hoje?

– Eh?! – A maioria exclamou.

– Como assim? – Amaya perguntou nervosa.

– Vocês sabem. – Madoka nos olhou – Estamos num hotel, com garotos... Bem, pra mim com certeza vai rolar.

– Você já dorme com ele. – Harumi disse.

– Eu sei. – Ela riu – Mas quem de vocês planejaram isso hoje?

Eu com certeza não iria fazer, mas fitei as outras e Mitsue corou.

– Eu. – Ela disse envergonhada.

Madoka riu.

– Eu sabia! E você Katsumi?

– Eu o que?

– Vai fazer?

– Não temos tanto tempo de namoro.

– Hum. – Madoka desconfiou – Mais ninguém?

Não dissemos nada e ela suspirou como se fôssemos sem graça. Ironicamente pensei que a água quente havia esquentado Madoka. Depois do banho, fomos para uma sala reservada para nós. Tinha televisão, comida e estávamos vestidas com os robes brancos do hotel e os cabelos presos em coques. Conversávamos e ríamos e talvez meia hora depois os meninos entraram, também vestidos em robes. Passava clipes na televisão e todos conversavam até que Midorima levantou de mãos dadas com Yuka e se direcionaram para a porta.

– Aonde vão? – Aomine riu brincalhão.

Realmente, esses dois se merecem. Midorima lhe jogou um olhar e saíram. Olhei para a hora no relógio da parede e já estava realmente tarde. Arregalei os olhos e desviei o olhar do relógio, comecei a ficar nervosa de ir para o quarto com Atsushi. Aos poucos cada casal foi para seus quartos e apenas nós dois ficamos na sala.

– Então? – Ele disse – Vai dormir? – Riu.

– H-Hum.

– Tsubaki.

O olhei.

– Você está me irritando. – Ele disse.

– N-Nande? – Perguntei nervosa – O que eu fiz?

– Fica com medo de mim. – Ele disse em tom óbvio – Sou seu namorado, não vou fazer nada que você não queira. E você ficar desconfiada de mim, me irrita.

– T-Tá... – Disse – Gomen.

– Hum.

Ele levantou, pegando na minha mão e saímos da sala. Enquanto íamos para o quarto, Yuka e Midorima estavam na cama. Se beijavam enquanto ela estava sentada em cima dele e ele a penetrando, ofegante e apertando levemente suas costas. Não foi a primeira vez, mas Yuka sentiu o ápice do orgasmo e gemeu, apertando as costas de Midorima. Ele a beijou e continuou, virando-a para ficar por cima dela. Rapidamente ela voltou a gemer e sentiu o prazer dele ao ouvir seu gemido ofegante ao chegar ao ápice. Ele apertou o lençol, recuperando o fôlego e ainda em cima dela, vendo-a respirar ofegante. Sorriu, deitando ao seu lado e pondo o braço em volta dela.

– Isso é estranho. – Yuka disse abraçada com ele.

– Nani?

– Será que todos sabem o que estamos fazendo?

Ele deixou escapar uma risada.

– Com certeza a maioria está fazendo o mesmo.

– Não Tsubaki. – Ela riu.

– Talvez. – Ele riu e voltou a beijá-la, acariciando seu seio.

...

No quarto de Mitsue e Kise, ela se preparava para o que marcaram há duas semanas. Estava nervosa e com uma lingerie rosa de pequenos babados brancos. Viu Kise sair do banheiro, depois do banho, e sorrir para ela. Ela se cobria com o cobertor e ele sentou na cama, vendo-a.

– Está mesmo preparada?

– H-Hai. – Ela o olhou – É que você nunca me viu assim...

Ele sorriu, pegando gentilmente o cobertor e o tirando de cima dela enquanto o olhava acariciar sua pele a cada centímetro que a deixava exposta. Ela corou, cobrindo os seios como se estivesse nua. Ele tirou a blusa e a beijou, ficando cada vez mais por cima dela. Com diversas carícias e ela com os braços em volta de seu pescoço, Kise tirou suas roupas e as de Mitsue, deixando-a exposta de uma maneira ao qual ela nunca ficara para ele. Ele a beijava e corria o beijo para seu pescoço até chegar ao seio, o que a fez ficar ofegante por sentir a respiração quente dele contra seu mamilo. Ele apertou levemente a cintura dela com a boca em seu mamilo e ela se contorceu, sentindo a excitação aumentar. Ele ficou por cima dela, olhando-a excitada e apoiou os cotovelos, penetrando-a gentilmente e vendo-a morder o lábio.

Quando a penetrou por completo, Mitsue exclamou e logo depois a excitação de ambos aumentou. Ela gemia enquanto sentia a sensação pela primeira. Ambos chegaram ao ápice ao mesmo tempo e Mitsue corou ao ver que isso ocorreu com Kise, o garoto que ela sempre gostou. Adormeceram com ele abraçado a ela, segurando gentilmente sua mão enquanto ela sorria, caindo aos poucos no sono.

...

Kagami havia ido tomar banho e Amaya caiu no sono, já pronta para dormir. Ela adormecera na cama dele e quando ele saiu do banheiro apenas de bermuda e secando o cabelo com a toalha, a viu. Se aproximou e tirou sua mala de cima da cama para lhe dar mais espaço. Sentou ao lado dela com a toalha e a observava dormir. Os dois namoravam há pouco tempo e Amaya era envergonhada demais até para deixá-lo beijá-la. Ela suspirou e ele aproximou o rosto para pelo menos encostar os lábios nos dela, mas ao fazê-lo a toalha caiu em cima de sua cabeça.

– Hum... – Ele resmungou, tirando a toalha – Droga...

Amaya despertou, vendo-o ao seu lado e corou levemente.

– Kagami-kun? – Disse, esfregando os olhos e sentando.

– Uhm... – A olhou – Gomen.

– O que está fazendo?

– Nada.

– Mentira.

Ele riu.

– Eu...

– Você ia me beijar?

– H-Hai...

– Por que não pediu?

– Porque você sempre fica vermelha. – Ele disse.

Ela abaixou o olhar e pôs a mão na altura do peito, começando a desabotoar a blusa do pijama. Ele a olhou em dúvida e apenas a viu deixar a blusa aberta, vendo que ela estava em sutiã.

– O que está fazendo?

– A gente quase nunca se beija, então... – Ela corou.

– Que lógica de girino é essa? – Ele deixou uma risada escapar.

Ela corou mais, sem olhá-lo. Ele acalmou o olhar, vendo-a daquele jeito. Aproximou o rosto, beijando a clavícula dela e descendo os beijos. Ela corou levemente, mas fechou os olhos, querendo saber qual era a sensação de ele tocá-la. Kagami abriu mais a blusa dela e passou a língua levemente em seu mamilo, vendo-o endurecer cada vez mais e Amaya se encolher. Ele a olhou e a beijou, deitando-a na cama.

– Kagami-kun... – Ela corou – E-Eu não quero... Aquilo.

– Hum. – Ele sorriu gentilmente e pôs a boca em seu seio, chupando-o e passando a língua pelo mamilo dela.

Amaya corava com a mão sobre a boca, mas sentia aquela sensação de formigamento entre as pernas, começando a gemer.

...

Harumi acabara de sair do banheiro e corou ao ver Kuroko sentado na cama dele. Os dois não eram namorados e apenas se beijaram duas vezes no colégio. Ela não compreendia a razão de ele tê-la convidado. Se sentou na cama e se cobriu, dando a ele “boa-noite”. Ele levantou e foi até ela, se sentando em sua cama.

– Harumi-chan.

Ela o fitou, percebendo que ele usava o “chan” em contraste ao “san” que era sempre usado.

– Hum, hai. – Ela se sentou, envergonhada.

– Posso te beijar?

– H-Hum... Hai.

Ele se aproximou dela e a beijou, pondo a mão em cima da dela. Harumi corou e ficou mais vermelha com ele pondo a língua dentro de sua boca.

– H-Hum... – Ela se encolheu.

– Gomen nasai. – Ele cessou o beijo.

– Hum, não... – Ela desviou o olhar – Eu nunca beijei assim.

“Na verdade eu nunca beijei ninguém”, ela pensou.

– Hai. É constrangedor?

– Um pouco.

– Por que exatamente?

Ela o olhou e abaixou o olhar, envergonhada.

– Não somos nem namorados, então... É estranho estarmos num quarto de hotel e termos esse tipo de intimidade.

– Hum , concordo. – Ele disse – Então quer minha namorada?

Ela o olhou, corando.

– Uhm...

Ele a olhava, esperando pela resposta.

– H-Hai.

– Hum. – Ele sorriu levemente – Boa-noite. – A beijou e levantou.

Harumi corou, vendo-o se deitar. Saberia que não aconteceria nada demais no fim de semana, mas ela estava feliz por agora estar namorando Kuroko.

...

A cama no quarto de Madoka e Aomine rangia com o movimento acelerado que faziam. Ela virada de costas para ele, deitada na cama e segurando no encosto enquanto ele a penetrava, movimentando seu corpo tão fortemente que ela se segurava para não bater a cabeça. Os gemidos eram intensos e ela apertava o travesseiro, mordendo o lábio para não saírem mais alto. Ele segurava em seu quadril, suado e vendo a as costas da morena que o fazia gemer pelo simples fato de estar gemendo por ele estar dentro dela.

Ele ainda não havia chegado ao clímax e a virou pelo quadril, fazendo-a rir pelo ato rápido de virá-la e penetrar novamente nela. Segurou em suas coxas, fazendo-a abrir ainda mais as pernas e continuava com o cobertor cobrindo seu quadril em movimento. Ao chegarem ao clímax, ele a beijou para abafar seu gemido intenso.

Aomine respirava ofegante, recuperando o fôlego enquanto estava deitado de bruços e com o braço em cima das costas de Madoka, que estava na mesma posição, recuperando o fôlego.

– Foi ótimo... – ela disse.

– Hai... – ele disse ofegante.

Ela riu e se virou para ele, vendo o suor em sua testa.

– Você sua muito. – sorriu.

– Você quer o que? – ele riu.

Ela riu, mordendo o lábio e deitou de barriga para cima, fitando o teto.

– Vocês vão fazer o que amanhã?

– Como assim?

– Não vão ficar conosco o tempo todo, certo?

– Verdade. – ele se virou – Deve ter uma quadra perto do hotel.

Madoka levantou, fazendo um coque solto em seu cabelo enrolado e Aomine fitava suas costas, a leve curva que ela tinha no corpo e que o seduzia. Ela foi nua em direção ao banheiro e encostou a porta. Ele ouviu o som da água do chuveiro e minutos depois ela saiu, vestida em sua calcinha rosa e em uma blusa branca de alças, deitando de bruços ao seu lado na cama e balançando as pernas.

– Vai pra onde no natal?

– Não sei ainda.

– Hum. – ela deitou a cabeça no travesseiro.

– A gente pode ver a árvore que montam na praça central.

– Eh? — ela o olhou – Passar o natal juntos?

– É, sei lá. – ele deu de ombros.

Ela virou o rosto, deitando.

– Que foi? – ele perguntou.

– Nada.

– Fala. – ele começou a acariciar sua cintura.

Ela o olhou e ele viu aqueles olhos verdes o fitando sem parar.

– Você vai namorar comigo algum dia?

– Q-Que?! – ele disse surpreso pela abordagem.

A olhava surpreso e acalmou o olhar, vendo que a pergunta foi séria.

– Bem... Sei lá. – ele disse – Eu nunca me importei de namorar, sempre consegui o que queria.

– Mas você não gosta de mim?

– Gosto... – ele disse tenso, a olhando – V-Você quer namorar?

– Não se você não quiser. Do que adiantaria eu forçar?

Ele acalmou o olhar.

– Não sei o que fazer num namoro. – confessou.

– Não é muito diferente do que fazemos. – ela disse, se sentando – A gente sai, se beija, passa um tempo juntos. Não é tão diferente do que fazemos, a diferença é que eu não vou sair com pessoas diferentes e nem você. Você consegue fazer isso? – ela riu, o que o fez rir.

– Acho que sim. – brincou – Mas eu não estava vendo ninguém.

– Eu sei. As garotas estão começando a me detestar. – ela riu.

Ele sorriu.

– Tá... Então estamos namorando. – ele estendeu a mão.

Madoka riu e pôs o braço em volta de seu pescoço, puxando-o e o beijando. O soltou e deitou. Ele mordeu o lábio e ia beijá-la.

– Não, não. – ela disse.

– Por quê?

– Vai tomar um banho, você está todo suado e eu estou limpinha. – ela brincou.

– Eu não estou sujo e você gostou do meu suor pingando nas suas costas.

– Eca! – ela riu.

Ele riu e levantou, pegando-a no colo e indo em direção ao banheiro.

– Oe...!

– Vai tomar banho comigo. – ele disse – Não gosta de ficar limpa?

Ela riu e Aomine fechou a porta do banheiro com o pé.

...

No banheiro do quarto de Katsumi e Akashi o chuveiro estava ligado, ambos molhados e com espuma do sabão pelo corpo e Akashi a fazendo gemer enquanto colocava seu dedo dentro dela e chupava seu peito, com ela contra a parede. Katsumi mordia o lábio e contraía um pouco as pernas pela excitação. Antes de chegar ao clímax, ela segurou na mão de Akashi e o beijou, virando-o e pondo-o contra a parede. Ele a olhava, ofegante por vê-la gemer e apenas a viu se abaixar e segurar seu pênis, começando a lambê-lo. Ele pôs a mão na cabeça dela e fechou os olhos, sentindo sua excitação aumentar mais a partir do momento que ela o pôs dentro de sua boca.

Quando terminaram, saíram do banheiro enrolados na toalha e Katsumi sentou em sua cama, pondo o relógio de Akashi em seu pulso. Ele a fitou e sorriu, ela apenas o tirava para tomar banho e treinar. Ele pôs a toalha em cima da cama e vestiu sua cueca box, o que a fez corar e lembrar que nesse banho foi a primeira vez que ela o viu nu e vice-versa, já que ele nunca tirava totalmente as lingeries que pedia a ela para vestir.

Katsumi levantou e foi até ele, abraçando-o por trás.

– Nani? – ele perguntou.

– Hum... – ela apertou os olhos – Dorme comigo.

– Na mesma cama?

– Não... Dormir comigo.

Ele se virou, vendo sua expressão tímida.

– Se eu começar não vou conseguir parar. – disse.

– H-Hum. – ela assentiu – Eu quero fazer. – disse timidamente.

– Hum. – ele disse, terminando de vestir as roupas e saindo do quarto.

Katsumi sentou na cama, esperando e, claro, pensando que ele compraria uma camisinha ou pediria a uns dos amigos, já que Aomine dormia com Madoka, Midorima com Yuka e Mitsue contara que dormiria com Kise. Quando Akashi voltou, ele parecia achar graça de alguma coisa.

– Nani?

– Acho que atrapalhei Ryouta. – ele disse.

Ela corou, Mitsue e Kise já deviam estar fazendo. Akashi tirou as roupas e se aproximou dela, abrindo lentamente sua toalha e beijando-a, fazendo-a se deitar na cama. A olhava nua a sua frente e pôs a camisinha, a fitando de novo.

– P-Pode ir devagar?

– Claro... – ele disse.

Ele ficou por cima dela, beijando-a e desceu os beijos, pondo os mamilos dela em sua boca e beijando sua barriga em seguida. Quando chegou ao seu ponto sensível, ela corou e apertou os olhos pela vergonha. Ele parecia penetrá-la com a língua e pensar nisso a fez corar ainda mais. Ele a beijou de novo, abrindo lentamente suas pernas e ficando entre elas. Katsumi corava enquanto o olhava excitado e sentiu a ponta de seu pênis a tocando e acariciando-a. Ela engoliu a seco, o olhando e o sentiu separar seus lábios, começando a penetrá-la lentamente. Nos primeiros segundos estava tudo bem, mas quando ele continuou ela sentiu a dor aguda que a primeira vez causava e o abraçou, gemendo de dor.

– Daijoubu? – ele perguntou preocupado.

– H-Hai... – gaguejou – Dói...

– Gomen...

Ele começou a beijar seu pescoço ao passo que a penetrava mais e se movimentava. Ela o sentiu começar a escorregar e a dor aguda aliviar de forma que ficou excitante. Ela acalmou o olhar, sentindo a sensação e o beijou ofegante. Os movimentos estavam lentos pelo receio dele em machucá-la, mas à medida que sentia seu clímax chegando, aumentava a velocidade assim como a quantidade de gemidos dela. Katsumi o sentia preenchê-la e a forma como aquilo a excitava. Cruzou as pernas em volta do quadril dele, sentindo que chegaria com ele ao clímax tão desejado. Ele apertava os lençóis da cama e ela o beijou ofegante. As paredes de sua vagina contraindo em volta dele e o fizeram chegar ao ápice, gemendo alto.

Akashi estava deitado e a abraçava, sentindo Katsumi encolhida.

– Daijoubu? – ele perguntou.

– Hai. Hum, arigatou.

Ele riu.

– Não tem que me agradecer por isso. Eu não te passei o sal.

Ela sorriu, achando graça.

– H-Hum.

Ela o abraçou, feliz e adormeceram na mesma cama.

...

Ir para o mesmo quarto com Atsushi foi extremamente constrangedor. Ele fechou a porta logo após entrarmos e eu fui ver roupas em minha mala enquanto ele tomava banho. Quando saiu, eu corei. Ele estava apenas com uma bermuda e eu podia ver seu abdômen definido, assim como os braços. Fitei seus gomos e corei mais, abaixando o olhar e correndo para o banheiro. Ele me fitou sem entender e sentou na cama.

Eu estava debaixo do chuveiro com um coque levemente solto no cabelo e pensava o que aconteceria quando eu saísse do banheiro. Com Atsushi sempre havia uma surpresa. Vestia minha calcinha, ainda pensando e corando por ter gostado de vê-lo sem camisa. Foi a primeira vez que o vi dessa forma e antes disso nem imaginava que ele poderia ter músculos! Balancei a cabeça, me recriminando e saí do banheiro, vestida com uma calça de pijamas e uma blusa de alças.

– N-Nani?! – disse surpresa.

– Eh? – ele me fitou.

Atsushi estava sentado nas camas. Não apenas uma, mas as duas! Ele juntou as camas no meio do quarto e me olhava em dúvida como se não soubesse o que estava errado.

– Que droga você fez? – perguntava indignada.

– Eu gosto de cama grande. – ele disse facilmente.

– O-Oe! Eu não vou dormir assim. – apontava para ele.

De repente ele pegou meu braço e me puxou, me deitando na cama e ficando por cima de mim. Arregalei os olhos, me lembrando do que acontecera no meu quarto.

– V-Você prometeu! – exclamei.

Ele apenas sorria, começando a me beijar. Apertei os olhos e ele pôs a mão em meu seio.

– P-Pára! – pedi, segurando sua mão.

Ele me olhou em dúvida e sentou na cama. Me sentei rápido e recuei.

– Oe, Baki-chin. Não vou fazer nada demais.

– E colocar a mão no meu seio não é nada demais?! – exclamei.

– Não.

O olhei indignada.

– Coloca as camas no lugar! – exclamei.

Ele suspirou e deitou. O olhei ainda mais indignada e comecei a empurrá-lo.

– Anda logo!

Ele não se movia e me puxou de novo, me fazendo exclamar. Me pôs em cima dele e me abraçava para me segurar.

– O-Oe! – exclamava, tentando sair.

Ele me largou e eu sentei, corando por estar sentada em cima dele. Apertei os olhos, apoiando as mãos em seu peito e ele soltou o coque do meu cabelo, deixando-o cair sobre minhas costas. O olhei corada e engoli a seco. Ele apoiou um dos cotovelos e segurou minha nuca, me beijando gentilmente.

– Não vou te abusar. – ele disse, me fitando de perto – Só quero fazer o que os namorados fazem quando estão sozinhos.

O olhava, corada.

– Isso é embaraçoso...

– Só se você quiser.

Acalmei o olhar, o olhando e ele pôs as mãos em minhas costas, descendo lentamente enquanto me olhava fixo em meus olhos. O senti pôr a mão em minha bunda e apertei os olhos. Me beijou de língua e sentou, segurando meus quadris. Corei ainda mais, ele estava tendo uma ereção! Eu estava sentindo! Era tão vergonhoso vê-lo assim, ainda mais por estar sendo por minha causa. Ele correu as mãos para cima de tirou minha blusa, eu estava sem sutiã. Me cobri com os braços enquanto ainda nos beijávamos e ele levantou, me segurando pelas coxas e me deitando na cama. Beijou minha barriga com as mãos em meu quadril e tirou minha calça de pijama.

– O que vai fazer? – perguntei.

– Nada de ruim.

Ele me fez sentar e se sentou atrás de mim, me deixando entre suas pernas. Estava envergonhada por estar apenas de calcinha, principalmente por ser preta, o que me fez lembrar do dia que ele me perguntou a cor. Atsushi tirou meu cabelo da frente da minha nuca e começou a beijá-la.

– N-Não...

Ele cessou e me olhou de costas, eu estava encolhida. Aproximou-se da minha orelha.

– Posso te tocar? – sussurrou em meu ouvido, me arrepiei.

Ele acalmou o olhar e começou a passar os dedos pelas minhas costas, me arrepiando mais e correu as mãos para minha barriga, subindo.

– N-Não...!

Pôs as mãos em meus seios, me fazendo arregalar os olhos. As mãos dele estavam quentes, tocando meus seios! Eles cabiam em suas palmas e eu corava absurdamente com ele os apertando gentilmente e acariciando-os.

– Você é tão macia, Tsubaki. – ele disse.

– H-Hum... – balancei a cabeça, envergonhada.

Começou a brincar com um dos meus mamilos entre os dedos e eu mordi o lábio, sentindo aquele formigamento e sabendo que não poderia parar. Comecei a ficar ofegante e encostei as costas em seu peito, apertando os olhos.

– Daijoubu? – ele perguntou.

– H-Hum. – tentei não gemer.

Ele tirou uma das mãos do meu seio, recuando-a e a aproximou da minha calcinha, pondo-a dentro dela.

– A-Aí não... – pedi.

Ele voltou a beijar meu pescoço e eu o senti tocar meu clitóris, brincando com ele e fazendo pequenos círculos com o dedo. Eu contraía minhas pernas e me tremia pelo formigamento intenso que senti enquanto ele fazia isso e brincava com meu mamilo. Ele começou a me beijar de língua, continuando com tudo e eu comecei gemer, me contorcendo levemente.

– Hmm...

Ele cessou o beijo.

– P-Por que está fazendo isso? – gemi.

Ele me olhou e mordeu levemente minha orelha.

– Porque quero ouvir você gemer pra mim. – sussurrou, voltando a morder minha orelha.

Corei e respirava ofegante. Ele correu mais o dedo e o pôs dentro de mim. Gemi alto e mordi meu lábio com vergonha pela altura do som. Ele tirava o dedo e colocava de uma forma tão excitante que eu estava mordendo o lábio mais pela excitação do que pela vergonha. Contorci as pernas, sentindo que algo vinha e ele me beijou de língua, piorando a sensação. Aquilo chegou de uma forma tão explosiva que eu pensei que eu mesma iria explodir.

– Hmm! – gemi enquanto o beijava.

Contorci as pernas, apertando a bermuda dele enquanto ele ainda estava com a mão em meu seio e a outra dentro da minha calcinha. Parei ofegante e ele cessou o beijo, me olhando fixamente próximo ao meu rosto enquanto eu o olhava ofegante e recuperando o fôlego. Não sei por que ele estava ofegante, deve ter sido por me ouvir gemer ou sei lá. Ele tirou a mão do meu seio e de dentro da minha calcinha. Me curvei, apoiando a cabeça nos joelhos e ainda recuperando o fôlego. Peguei a coberta de uma das camas e me cobri, me enrolando nela e pegando minhas roupas para ir para o banheiro. Tomei outro banho e quando fui me lavar, senti que entre minhas pernas estava escorregadio... Pegajoso. Corei, fechando os olhos, envergonhada. Nunca pensei que um dia ele me tocaria assim e que eu sentiria algo assim.

Saí do banheiro com a coberta em meus braços e sentei na cama de costas para ele. Virei para me deitar e ele me olhava. Corei e desviei o olhar.

– Não me olhei assim. – pedi.

Me deitei de costas para ele, já sabia que ele não separaria as camas de qualquer forma. Ele acalmou o olhar e deitou, me abraçando por trás. Apertei os olhos.

– Gomen... – ele disse – Eu quero você pra mim.

– Não sou um objeto.

– Eu sei. Não disse dessa forma.

Acalmei os olhar.

– Eu gosto de você... Mas ainda é estranho você me tocar.

– Hum. – ele assentiu – Mas agora não consigo parar. – disse calmamente – Você é linda e eu gosto de você.

Corei levemente, ele disse que gosta de mim.

– Só me avisa o que vai fazer. – disse.

– Hai.

Me virei para ele e o abracei, encaixando meu rosto em seu pescoço, porém mais pela vergonha de querer esconder meu rosto.

– F-Foi bom... De toda forma. – disse.

Ele sorriu.

– Foi ótimo te ouvir gemer desse jeito. – brincou.

– Hum, pára. – apertei o abraço, ele sorriu.

O que será que vai acontecer no resto desse final de semana? Já no primeiro dia foram tantas emoções. O que será que as meninas estão fazendo?