Contrato Assinado.

1 Prometo não sair dos eixos


Notas iniciais
Neste capítulo será a apresentação da Jen e do sítio onde ela vai ficar e da primeira abordagem com TRAVIS ♥3 espero que gostemmm!!! Português de Portugal

Acordo com os raios de sol a baterem-me na cara e o cheiro a panquecas e bacon a pairar no ar. Levanto-me da cama num ápice como fazem os desenhos animados quando estão entusiasmados, e a verdade é que estou mesmo entusiasmada.

Hoje é o dia por que tenho esperado durante os últimos 3 anos da minha vida na escola secundária, o dia em que saio finalmente do Tennessee e me vou mudar para Nova York e começar a minha vida na universidade! Visto-me e pego nas malas e na guitarra eléctrica já preparadas do dia anterior, não queria que nada falhasse! Desci as escadas a correr e vejo os meus pais ainda de pijama a comer lentamente umas torradas. Eles comiam cada vez mais devagar parecia que estavam a fazer tempo para ver se eu mudava de ideias e resolvia ficar, embora todos já soubessemos que isso não ia aconteçer.

“ Jen, quando chegarmos quero ver a casa que alugaste.” Disse o meu pai

“Porquê??? Pensava que já tinhamos falado sobre isso!!” disse eu a bufar de revolta

“porque eu nao vou deixar que fiques a viver numa casa que eu nem tenho a certeza que existe!” respondeu ele

Na verdade, eu tinha andado á procura de uma casa insonorizada na net porque percisava de um sítio para tocar guitarra alto sem que ninguém me chateasse e a única que encontrei não estava em muito bom estado e tinha aceitado partilhar a renda com mais 4 pessoas que não conheçia de lado nenhum, não podia dizer isso aos meus pais, eles reencaminhavam-me de novo para casa! Por isso disse:

“não se preocupem eu fico bem além disso não vão estar a gastar gasolina para verem onde a vossa fiha adulta vai ficar!”

“primeiro és uma adulta de 18 anos irresponsável e segundo ...” contestou a minha mãe

“EU PROMETO QUE NÃO VOU SAIR DOS EIXOS!!!!”- gritei eu, detesto que digam que eu sou irresponsável.

Ficou tudo silencioso e eu tentei voltar ao ambiente normal dando um sorriso de arrependimento, os meus pais disseram “ espero bem que sim Jen... Espero bem que sim”



***


Quando chegámos ao centro de Nova York e parámos o carro para eu apanhar um taxi que me levaria para a minha nova casa, os meus pais despediram-se de mim, foi a despedida mais rápida que tive. 5 minutos depois já tinham ido embora e eu fiquei completamente SOZINHA na cidade... Era FANTÁSTICO!!!

Depois da viagem fiquei cheia de sede e como parecia que os taxis que passavam nunca paravam para mim decidi subir num arranha céus e parar um pouco para beber um cappucino num café com vista pela cidade. De la de cima via-se de tudo, prédios, lojas pessoas, carros, e eu fiquei a tentar ver onde ficaria a minha casa no meio daquela confusão. 2 minutos a seguir, desisti. Fiquei a olhar para o vidro e observar o meu reflexo, os meus cabelos negros, lábios vermelhos e olhos castanhos escuros quase negros.



*****


Quando finalmente apanhei um taxi e fui até à minha nova casa senti receio pela primeira vez naquela cidade. A casa não era tão má como nas fotos da internet, mas continuava sem saber com que teria de dividi-la... Começava agora a perceber a preocupação dos meus pais. Era de tijolo com 2 varandas e uma porta no centro... e ficava num bairro escondido de tudo... Mas não fazia parte de mim desistir das coisas e não ia dar o braço a torçer aos meus pais e voltar como um cachorrinho assustado. Respirei fundo e começei a andar na direcção da casa.

Quando cheguei toquei à campainha e ninguém respondeu, por isso tirei as chaves da carteira com dificuldade por causa da guitarra e das malas e abri a porta que rangeu enquanto eu entrava. Começei a andar pelo soalho e a observar todos os quartos, o único que estava aberto devia ser o meu... Entrei respirei fundo e olhei o meu quarto de uma maneira profunda para o poder lembrar daqui a alguns anos. Passados 5 minutos decidi que seria boa ideia procurar os meus 4 outros companheiros de casa, virei-me para ir explorar a casa e derrepente bati contra um ser alto forte com casaco de cabedlal e gelei por completo. Tinha tatuagens por todo o lado e devia medir 1,90m á vontade. Não consegui olhar para a cara dele, mas tentei pareçer descontraida e quando pensava que ele tinha baixado a guarda apressei-me a tentar fugir dali para fora, mas ele agarrou-me pela barriga com os seus braços fortes e eu começei a gritar como uma louca, neste momento já não sabia se a casa insonorizada tinha sido boa ideia... O estranho virou-me para ele e disse “shhhh, ninguém te vai ouvir linda.”

Notas finais
Espero que tenham gostado pessoalllll :D comentem por favor :)