Contra o tempo

7 Sanseno: Reencontro


Notas iniciais
foi muito dificil fazer esse cap espero que gostem

Eu não a escutava, por vinte minutos coloquei minha mente varreu o subconsciente de layil e não encontrou nada nem pensamentos nem nada, ela avia entrado em uma espécie de coma, sua mão estava fria seu rosto pálido, ela avia desmaiado do nada, cairá no chão com uma expressão de horror nos olhos, eu não sabia oque fazer, senoi e Clarisse estavam em pe atrás de mim, os dois discutiam sem parar.

– por deus calem se, preciso pensar.

– fale logo oque esta a vendo com ela? – Clarisse parecia irritada mas so eu sabia que ela estava preocupada, a morte não era uma opção de sucesso para nos

– eu estou tentando descobrir então calem a boca. Não melhor saião da sala agora – eu quase gritava, a tempos não ficava assim mas pensar que Layil esta sozinha em algum lugar com lilith, em pensar que isso aconteceu logo a pois a grande chamada de nosso senhor esta tragédia aconteceu.

– sanseno so queremos ajudar – kamael avia se manifestado pela primeira dês que ela ficou inconsciente – por favo acalme-se

– saiam – fechei os olhos, precisava me acalmar e pensar – por favor, saiam. Kamuel. Você fica, irei precisar da tua aguda.

– mas sam – Clarisse tocou meu ombro – este vassalo não poderá ajulado. Deixe-nos te ajudar.

– não – elevei minha voz – preciso de alguém por quem a guardiã tenha sentimentos. E obviamente ela odeia a vocês e a mim.

– ok sanseno, como queira, mas se precisar pode usar aquilo que você nunca ousa pronunciar – ela sorriu pois sabia que eu nunca falaria aquelas palavra daquele jeito. Ela virou-se e sumiu.

– Oque faremos sr.Sanseno? – kamael perguntou, sua voz era mas baixa que o normal e não passava de um sussurro.

– você ficara aqui, e eu irei – ele olhou-me e assentiu – protegera o nosso corpo humano – ele assentiu novamente. Virei de costa e deitei-me no outro sofá, minha cabeça ficou apoiada em um travesseiros. Virei-me para o vassalo e disse: — de motivos para ela voltar, sem motivação o coração dela permanecera fraco, e um coração fraco não consegue viver.

Deite-me no sofá ao lado de layil. Segurei sua mão com firmeza, mesmo através da luva senti a macies e a delicadeza de seus dedos, kamuel avia sentado no outro sofá, fechei meus olhos e deixei que minha mente flutuasse livremente pelo subconsciente de layil e deslizasse pelas defesas da mente de lilith. Logo já sentia-me leve como nunca, o cheiro de rosas da colina a mas perfumada de todo jardim invadia meu ser, o som da cascata onde por tantos anos deixei-me ser banhado com aguas cristalinas. Senti em minhas costa a grama alta, senti o calor familiar, somente o sol que penetrava os pomares me dava aquela sensação de paz e leveza. Abri meus olhos, o sol brilhava sem hesitar, as nuvens eram grandes e fofas como eu me lembrava, ela iluminavam as arvores com um amor que so deus poderia ter criado algo tão perfeito. O éden estava como eu lembrava, pela primeira vez em um ano quis voar pelos céus e deixar que aquelas pequenas gotas de águas que formavam as nuvens tocassem minha pele, queria deixar o sol me acariciar com seus raios e deixar o vento tão poro me guiar pelos arias

Mas logo aquelas belas lembranças e a sensação de liberdade se foram, a voz dela retirou-me a felicidade mas uma vez, olhei para o ceu, nuvens começavam a aparecer, mas não era nuvens normais, essas estavam cheias de fúria e tristeza. Ela avia me levado ao primeiro dia de desgraças que duraria milênios, ao longe já podia ouvir sua voz, sua doce voz, ela gritava, e a cada grito um raio cia em terra.

– porque adão? – ela estava a ponto de chorar, corri em direção a ela, sabia que layil estaria por perto, a cada passo que u dava me sentia mas pesado. Eles estavam na clareira além do riu. Eu costumava olha-la la, cheirando as orquídeas negras – por favo – ela implorava

–Cale-te lilith, tua voz confunde minha cabeça e desfaz meus pensamentos – ele gritava com ela, era sempre assim, eles sempre discutiam seus direitos e ela sempre perdia, deus fez a mim e a meus irmão primeiramente para vigia-los depois so a ela – falei-te uma vez, nunca cederei para ti, tu es minha mulher, deve obediência a mim, agora cale-te.

Desci o riu e ao longe pude vela, sentada de ante as orquídeas, sua pele clara brilhava na luz do sol fraco que saia de trás das poderosas nuvens, seus cabelos negros caiam por seus seios e descia por sua cintura, subi numa arvore e fiquei la observando novamente.

–adão, somos iguais, filhos do mesmo pai, sorrimos e lagrimas, sangue e suor, sem mim tu estarias só, sem ti não poderia viver. Fomos feitos do barro pelas mesmas mãos, soprara em nossas narinas com o mesmo folego. Porque teria que ficar debaixo de ti quando sou tua igual, já que ambos fomos criados de barro?

– cale-te mulher, e ocupe teu lugar de direito que e embaixo de mim – a voz de adão saio como um trovão, fazendo-a petrificar sem reação, ele virou-se pronto para ir embora quando ela gritou.

– Não – ele a olhou com seus olhos azuis, a pele bronzeada de adão ficava mas sombrio embaixo da sombra das arvores, seus olhos se estreitaram, lilith levantou-se e olhou para ele – não suportarei mas tuas ordens – sua voz estava embargada de tristeza e angustia. Ela virou-se de costas para ele, sua exuberância a amostra, e e começou a andei, em direção aos limites do éden – adeus adão – aquela foi a ultima vez que adão a viu. E o éden ficou em trevas e tempestades por um ano. Tudo rodou em minha volta, a noite viro dia e o dia noite, as flores morreram a agua tomou lugar ao terra e as plantas foram substituída pela terra. Logo já não estava mas no éden e sim a beira de um precipício, era quase noite e o ceu era pintado de um laranja brilhoso. Vi-me ajoelhado a frente de lilith, ela estava sentada no chão e eu a olhava nos olhos.

– volte – minha voz era confiante. — Volte, ele te espera.

– não – sua voz era fraca – não posso, não quero.

– olhe bem para meus olhos. Este não e teu lugar, tua casa. Tu deves ficar com teu marido, e o melhor para você. Você voltará

–eu voltarei

Ela voltou e viu adão com Eva sua nova mulher, ela mergulho na escuridão e foi para o mar vermelho e la deu a luz a uma criança e em seguida a 100 demônios.

–Viu layil, os olhos a aquele homem são enganosos – layil surgiu em pleno ar, seu rosto com uma expressão de horror, seus olhos brilhava ainda com lagrimas – e nesse homem que quer acreditar – a vez de lilith vinha de todo o lugar, sensual e envolvente. A sena sumio e so restou o vazio e layil, corri ate ela e segurei seus ombros

– não – sua voz era um sussurro, seu olhar não tinha foco – não posso acreditar nele.

Layil você esta sendo enganada, por favo olhe para mim

– ela não vai te escutar você

– layil volte por mim ou por kamuel ele precisa de você.

– não posso confiar nele. Não posso confiar nele – di repente ela olhou-me nos olhos e uma lagrima escorreu por seu rosto – não posso confiar em você...

– Layil por favo – abaixei a cabeça e senti sua mão por cima do capuz, levantei o olhar – layil?

– não posso confiar em você. Mas não preciso confiar em ti, so preciso te seguir para me libertar desta tormenta que segue por minha vida.

– Layil não u ousa – a voz de lilith esbravejava sem controle, o chão negro onde pisávamos começou a tremer e racha – sua idiota não confie nele

–temos que voltar – ela olhou-me ainda com tristeza nos olhos – vamos layil, concentre-se, ousa kamuel te chamando, ousa a voz dele. Esta escutando? Ele espera por ti

“layil não va antes que eu possa te dizer a verdade” a voz de kamuel manifestou-se, queria dizer que estávamos voltando, layil começou a desaparecer em meus braços ate eu já não segurar nada. A voz de lilith ainda esbravejava maldiçoes cada palavra dela meu coração doía pois mesmo com raiva ela ainda tinha o mesmo doce ton de antes. Abaixei-me a cabeça novamente e disse se esperanças.

– perdoe-me novamente lil – ainda pude ouvir sua resposta enquanto tentava sair lentamente da consciência de layil. era cheia de ira e angustia “Nunca te perdoarei sanseno. nunca”.

Notas finais
espero que tenham gostado bjos e ate a procima
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.