Contos melancólicos de uma mente perturbada
2 O homem e a morte
Tinha caixas de remédio espalhados pela sala de estar, em torno de um corpo ensanguentado, de um homem bem jovem, que devia ter menos de 30 anos, que tinha uma 9 mm na mão, e um furo em tua testa. Em pé ao lado do homem havia um senhor, com uma vistosa barba branca, vestido com um terno, uma cartola, completamente negros, o senhor carrega em sua mão esquerda uma bengala dourada e estava todo enfeitado com acessórios ornamentados em jóias e ouro. então, o homem caido no chão, se levanta, sem entender direito o que está acontecendo, e o senhor lhe fala:
—Sabe quem eu sou, não é?
—Não, o que está havendo?
—Eu sou aquela que é temida por todos os vivos, e você quebrou a ordem natural.
—Agora, eu lembro, é o fim.
—Não, não é o fim. ainda não é a sua hora
—Mas não tem como...
—Cale-se! Eu não costumo dar segunda chance a ninguém. Foi tudo tão ruim assim? Ou será que você deu valor demais as partes ruins, aceite a oportunidade que estou te dando, você será bem diferente, quando nos vermos novamente.
Então, a morte se despediu do homem e o entregou de volta a vida, em uma situação atipica.
Fale com o autor