Contos de Fallen

4 O diário de Cameron Briel Parte-2


Notas iniciais
Que bom que vocês gostaram!! Então, aqui está a última parte do diário de Cameron. Porém... ainda não é o fim da história dele; Espero que vocês gostem desse capítulo

Aqui estou eu. Em Paris. Magnifica ou espetacular não são os adjetivos corretos para descrever esta cidade. Tudo aqui transpira romantismo. As pessoas. As ruas. Tudo.

Ao observar a maneira como as pessoas se comportam, e como tudo parece funcionar, me pergunto o que estou fazendo aqui.

***

Respirar novos ares pode até ter seu lado positivo. Mas, isso fica um pouco complicado quando seu passado romântico não é uma linda história de amor. E mais complicado ainda quando você está na cidade mais romântica do mundo.

Engraçado, eu sempre achei que tudo que falavam sobre Paris eram apenas histórias para consolar quem estava enfrentando o termino de um namoro ou coisa parecida. Mas, agora que estou aqui, tenho que admitir que essa cidade tem um tipo de... magia.

Mas nada que me faça ficar meloso ou romântico.

Nada pode mudar o que eu sou.

Continuo sendo um anjo demônio.

***

O hoje o dia amanheceu meio nublado. Ótimo. Combina muito bem com o meu humor.

O que eu estava pensando?

Que chegaria em Paris e minha vida mudaria da noite para o dia?

Que eu chegaria aqui e encontraria o que estava procurando?

Eu estou procurando alguma coisa?

***

Aconteceu uma coisa no mínimo interessante hoje a tarde.

Eu estava observando o por do sol sentado em um banco (ao lado de um casal que não parava de se beijar), pessoas passavam por mim, andando de bicicleta, conversando, de mãos dadas...

E enquanto eu tentava desviar minha atenção dos casais felizes e olhares melancólicos, vi uma garota.

Ela não era igual a nenhuma outra garota que estava no local.

Tinha os cabelos loiros caindo em ondas até o meio das costas, e quando os raios alaranjados do fim da tarde tocavam nele parecia coisa de outro mundo... a pele dela era perfeita, parecia feita de porcelana.

Ela.

Ela, em sim, parecia uma bonequinha de porcelana. Embora aparentasse ser frágil, ela tinha uma aura de confiança que provava o contrário.

Juro que tentei me controlar, eu já havia completado a minha quota de decepções com mortais.

Mas havia algo nela que me fez sentir uma... necessidade de ouvir sua voz. Estar ao lado dela.

Eu precisava falar com aquela garota.

E foi o que eu fiz.

Me levantei daquele banco, e caminhei ao seu encontro. Quando ela percebeu que eu estava me aproximando, se virou.

Então, olhei dentro daqueles lindos olhos azuis e disse:

–Oi. Meu nome é Cameron. — Não consegui conter um sorriso. — Qual o seu nome?

Notas finais
Espero que vocês tenham gostado. TALVEZ amanhã eu poste o próximo capítulo. Não posso garantir nada, por que a escola tá um pouco... puxada. Comentem o que vocês acharam! Adoro ler os comentários de vocês.