Contos Eróticos

2 Prazer Camuflado


Notas iniciais
Entregue-se de corpo e cabeça a esse conto erótico picante e experimente sensações muito prazerosas imaginando o gostosão da nossa história em sua cama.

Tudo o que precisamos para nos despir da vergonha e liberar nossos desejos mais secretos é deixar de ser quem somos. Por isso, eu sempre amei festas à fantasia. E, ah, tenho uma especial na memória para contar!

Para comemorar o fim do meu primeiro ano de faculdade fui a uma festona de arromba. A única exigência era ir fantasiada. Decidida a arrasar, fui de mulher gato, com máscara, chicote e tudo mais que a fantasia exigia. Modéstia à parte, um espetáculo!

Chegando lá, não encontrei minhas amigas e também não fiz muita questão, porque logo de cara já avistei uma vítima: meu veterano musculoso! Ele estava fantasiado de deus grego, com uma toga larguinha que deixava à mostra seu peitoral bem definido.

Vi que ele me comeu com os olhos, reparando da cabeça aos pés na minha roupa de couro que marcava cada curva do meu corpo. Não hesitei nem um segundo, caminhei sensualmente na sua direção e sussurrei no seu ouvido “Oi, bonitão” e lambi de forma provocante sua orelha. E ele respondeu à altura! Me pegou pela cintura com firmeza, segurou meu cabelo e começou a beijar meu pescoço.

Quando vi, o amasso já estava tão forte que minha mão passeava por dentro da sua fantasia. Por cima da roupa, ele apertou com vigor entre minhas pernas (eu já estava prazerosamente molhada!) e disse “Vem”. E é claro que eu fui!

Não sei como, mas entramos sem dificuldade no banheiro feminino e nos trancamos em um box. Mal tínhamos fechado a porta e ele já havia aberto o zíper da frente da minha fantasia e estava lambendo meus seios.

Eu acariciava seu corpo todinho, cada músculo e centímetro de sua pele, e gemia de prazer. Transamos uma, duas… Nem sei quantas vezes! Apenas sei que só saímos daquele box quando não tínhamos mais forças e a festa já estava no fim.

No meio do salão, beijei prolongadamente os seus lábios e já estava me desvencilhando dos seus braços quando ele me perguntou “Como você se chama? Nós nos conhecemos? Eu vou ver você de novo?” Toda confiante, respondi: “Calma, bonitão! E, sim, vamos nos ver de novo”, e fui embora. O que eu não disse é que já nos víamos todos os dias, mas que, para ele, eu era apenas a baixete nerd, tímida e que ninguém sabia o nome.

Ainda hoje, quando passo por ele na faculdade, ele não faz ideia de que eu sou a gata misteriosa que o levou à loucura. Aquela festa e a fantasia de couro que me deixou poderosa, fez com que eu sentisse um prazer camuflado. Afinal, aquele gostosão que possuiu todo o meu corpo, está em minhas mãos, pois jamais saberá da minha verdadeira identidade.

Notas finais
Próximo Capitulo Em Breve...