Conspiração
2 Capítulo 2
CENA 14 — 1 HORA DEPOIS — EXTERNA RIO CAUDALOSO — TARDE -
18HJoana e Francine saem da água exaustas e um pouco machucadaspor baterem em pedras e galhos pelo caminho. Mas chegaram emuma parte que era um rio calmo e caudalosoOs soldados foram despistadosFRANCINE— Vem, vamos achar um lugar praficarJOANA— Calma .. eu .. senhor(Joana se joga de volta aochão exausta)FRANCINE— Vem, eu te ajudoFora até ela e ajudou a levantar, e apoiando ela começaram aandar pela floresta em busca de abrigoCENA 15 — INTERNA / EXTERNA CABANA DE MANDEIRA FLORESTA -NOITE 19HPassada mais uma hora, elas haviam encontrado uma casa demadeira abandonada. Francine arrombou a porta e entraram,ela foi buscar lenha para por na fogueira e Joana foi buscarpela casa coisas que elas poderiam usar. Com a fogueira6.acessa, as duas sentaram no chão com os cobertores que Joanaencontrou e acabaram dormindoCENA 16 — INTERNA — CABANA — 3 HORAS DA MADRUGADAFRANCINE— Como assim quem é ? É Francine !Seus palermas, idiotas, o queaconteceu ?Joana acorda ao escutar Francise discutindo com alguém,assustada e com receio de ter alguém na casa se levantou efora até a cozinha de onde vinha o som dela— Porque vocês não evacuaramdecentemente como foi combinado ?Eu ainda estava na cidade ! Não !Não, não era pra ser assimCENA 17 — INTERNA — CABANAAo chegar lá a vira de costas discutindo no telefone dacasa, que ela nem havia reparado que existiaFRANCINE— Como assim vocês fizeram o que.... receberam ordens ? Essas nãoeram as ordensJOANA— Fran ?FRANCINE— Eu ...Francine se calou e gelou por um segundo olhando para oteclado do telefone a sua frente. Engoliu em seco e desligouo mesmo, foi se virando para o lado devagar e se viu defrente com uma Joana com cara de choro e parecendo muitoirritadaFRANCINE— O que você escutou ?JOANA— O suficiente! Você fez isso juntocom aqueles caras ?! É por suaculpa que eles estão todos mortos?!FRANCINE— Joana, se acalme, não é bem assimDisse se aproximando cautelosamente de Joana7.JOANA— Quem é você?!FRANCINE— Joana por favor deixa eu explicarDisse se aproximando e tocando em JoanaJOANA— Não!Diz Joana soltando as mãos de Francine dela— Vc é uma assassina.. só de pensarque eu me apaixonei por você...tenho medo!CENA 18 — INTERNA — CABANADisse virando as costas e saindo da cozinha, foi até a salapegou a mochila de Francine, um dos menores cobertores e sedirigiu até a porta. Francine foi atrás delaFRANCINE— O que você está fazendo ?JOANA— O que você acha? Indo embora,descobrir o que aconteceu, sem vocêpor perto e sem sua ajudaCENA 19 — INTERNA — CABANAJoana abriu a porta e olhou para trás uma última vez— Nunca mais quero te verJoana sai porta afora, Francine bufa e começa a juntar suascoisasCENA 20 — EXTERNA — FLORESTAJoana começa a andar pela floresta, quase caindo pois estavamuito escuro para qualquer ser humano sem equipamentospróprios para isso, tropessou algumas vezes, mas pelo menosestava saindo daquela casa, para longe da mulher queinfelizmente ela amava.CENA 21 — EXTERNA — FLORESTAUns minutos depois, já um pouco distante da casa Joanatropeça mais uma vez, mas dessa vez ela cai no chão8.JOANA— Mas que merdaDisse Joana sentindo lama na sua cara e tentando apalpar ochão para ver se tinha algo a sua frente para ajudar alevantar,até que sente algo duro e redondo a sua frenteSOLDADO 4— Parada ai meliante ! Você não erapara estar viva vadiaDisse um soldado com óculos de visão noturna levantandoJoana com uma mãoJOANA— Me solta seu babaca! Eu sei detudo! E vocês não vão me pegarviva!Disse se debatendo para se livrar do soltadoEle solta ela. Joana quase cai no chão mas consegue seapoiar de costas em uma árvoreSOLDADO 4— Isso é o que você achavadiazinha, você não acha que nãoestá em posição de falar nada ?O soldado levantou sua metralhadora apontou para Joana esegundos antes de ele puxar o gatilho...FRANCINE— Joana abaixa !Joana sem nem entender de onde essa voz viera, obedeceu, mastarde demais, o soldado puxou o gatilho e acertou de raspãoo rosto de Joana que caiu no chão quase sem consciência,depois disso tudo o que ela viu foi umas luzes que pareciamvir de todos os cantos, que deveria ser os tirosFrancine mata o soldado e vai até JoanaFRANCINE— Merda, merda, merdaDisse tentando enchergar de onde estava vindo todo aquelesangue que ela sentia no corpo de Joana— Vem meu amor, vamos te tirardaquiTudo ficou preto para Joana9.CENA 22 — INTERNA — HOSPITAL — DATA, HORA E LOCALDESCONHECIDO — BRANCOSABE LÁ EM QUAL LUGAR — SABE-SE LÁ QUE DIA — SABE-SE LÁ QUEHORAS
MÉDICO 1— Ela tem que está morta, se elanão estiver, quem vai estar mortosomos nósJoana escutava vozes, sua visão começou a voltar, ela via umbrilho branco QUE quase a cegavaJOANA— AHam fran, onde caJoana formulou uma frase inteira de protestos equestionamentos na sua cabeça que seu corpo falhouhorrivelmente em dizer e ele somente reproduziu uma linguaquase alienígenaMÉDICO 2 / ENFERMEIRA 1(Em coro)— Ela está viva!MÉDICO 1— Bom, menos mal... mas sedescobrirem, estamos fritosJOANA— Onde que ?Conseguiu abrir seus olhos por completo e se dera conta deque estava em um hospital, cheia de dor, cercada de médicose enfermeiras que a olhavam como um trovéu e sem FrancineENFERMEIRA 2— Dêem espaço para ela, até pareceque não são profissionaisDisse empurrando os colegas de trabalho para o lado parachegar perto de Joana— Não se preocupe querida, estátudo bemFalou com uma Joana assustadaMÉDICO 3— Vamos então começar os testes!Tudo se apagaFIM
Notas finais
Eu talvez escreva a continuação dessa história, mas por hora é isso, espero que gostem :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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