Confident
7 Capitulo 7
Notas iniciais
Essa semana esta indo um pouco calma demais para um fim do mundo. Toda vez que começo a pensar "Minha vida pode voltar a ser normal" eu sempre digo em voz alta " nunca vai voltar", O que é um erro já que eu estava fazendo a ronda com o Daryl e disse isso e ele pensou que eu era uma completa idiota. Seriamente, estou um pouco preocupada com o Carl. Depois do "assassinato" não nos falamos mais, sera que ele pensa que me beijando eu vou matar ele? é melhor eu não ficar pensando nisso. Agora estou pensando na Elizabeth, depois que eu falei sobre ela pro Carl as lembranças estão mais presentes e eu não sei como faze-las parar de me encher o saco. Apenas continuem com a arma em punho e fiz a ronda. Ouvi um barulho vindo de dentro da prisão.
– Puta que pariu — Disse Daryl e saiu correndo para dentro. Eu fiquei sem reação então apenas corri atras dele.
Entramos na prisão e no nosso bloco de celas não estava acontecendo nada. Fui andando bem devagar com a arma apontada pra seja lá que sair dali de dentro. Eu e Daryl ficamos em posição e ouvimos um gemido. Assim que o zumbi apareceu eu atirei e o Daryl lançou uma flecha.
– Mandou bem garotinha — ele pegou a flecha da cabeça da zumbi e foi andando pra dentro do outro bloco de celas.
– não me chame de garotinha- Grunhi bem baixinho.
Fiquei observando a zumbi. Seus olhos estavam para fora das orbitas e tinha sangue por todo lado. Espera um minuto, essa mulher não entrou aqui dentro, ela estava aqui dentro. Na hora veio o Carl correndo na minha direção querendo passar. Mas eu o barrei.
– Ta doida menina? me deixa passar tenho que ajudar.
– não — disse e olhei pra Beth e pra Judith do outro lado da sala — Vamos levar as duas para um lugar seguro e deixa seu pai resolver.
– não — ele insistiu — EU PRECISO PASSAR! — ele gritou na minha cara, e o empurrei.
– EU JÁ DISSE QUE NÃO — GRITEI — ESSA ZUMBI NÃO ENTROU ELA JÁ ESTAVA AQUI DENTRO. DEIXA SEU PAI RESOLVER E VAMOS PARA UM LUGAR SEGURO. ENTENDEU AGORA ? — fechei o portão atras de mim pra impedir que algum errante venha atras de nos. Peguei o Carl pela blusa e sai arrastando ele pra uma sala que se eu bem sei, devia ficar o delegado da prisão.
Ficamos lá uns trinta minutos quando ouvi o Rick gritando " Carl " abri a porta as pressas e o olhei.
– Todos vão lá para fora, fizeram bem em vim para cá.
Olhei pro Carl.
– eu disse. — e fomos.
Chegando la fora Rick nos explicou. Uma gripe estava fazendo com que todos ficassem doentes e todos os que não tiveram contado com as pessoas daquele bloco de selas tinham que ficar de quarentena. Nesse caso eu, Carl, Beth e Judith. Voltamos para a mesma sala onde tínhamos ficado enquanto acontecia o incidente e ficamos lá, deitando no sofá e no chão comendo e fazendo nada alem de ficar em silencio.
– Um dia — Disse quebrando o silencio — minha mãe foi no hospital ajudar as pessoas que estavam de quarentena e eu fui junto. Fiquei pedindo pra poder ficar também. Bom, acho que o meu pedido foi realizado e não é nada divertido. — Apenas Beth riu. Magoei.
– Vou usar o banheiro e vou pegar algumas coisas para dar banho na Judith — disse Beth colocando a Judith em um berço improvisado. — já volto.
– Ei — me levantei peguei uma arma qualquer e dei pra ela — só por precaução.
Ela se virou e saiu. Olhei para o Carl que estava sentado no chão com uma cara de bravo.
– Posso sentar do seu lado ? — perguntei e ele não respondeu. — vou dizer que isso é um sim. — e me sentei do seu lado. — desculpa por ter gritado com você, é so que eu não queria que nada de mal acontecesse com você por que eu gosto de você.
Ele olhou para mim.
– Uma menina nunca falou que gosta de mim !
– Bom então eu sou a primeira — rimos — serio, eu não quero que nada de mal aconteça com você e nem com ninguém daqui. Principalmente com a Judith.
Nos fitamos e começamos a nos aproximar (de novo). As borboletas do meu estomago começaram a se agitar a cada centímetro que faltava para os nossos lábios se encostarem. Fui mais rápida por que não queria queria ser interrompida pela 3 vez. E nos beijamos, tudo começou com um simples selinho longo e bonito, depois a língua dele pediu passagem e eu cedi. Só nos separamos quando o ar deu thau e foi embora. Fiquei olhando para os seus olhos azuis.
– Eu também gosto de você — isso fechou meu dia e começamos a nos beijar de novo.
Até que a porta se abre e nos separamos as pressas. Era a Beth que nos olhava com os olhos arregalados ( ficou engraçado).
– Desculpe interromper, eu volto depois.
– não — disse segurando o braço dela — não precisa ir embora.
Nos três começamos a conversar mais sobre as coisas banais que se conversa em um apocalipse zumbi, ajudei a dar banho na Judith e faze-la dormir. A Beth sempre canta pra Judith conseguir dormir, então hoje eu fiz isso. Cantei '' the sun is rising" e pelo que parece ela dormiu bem rápido e depois fomos dormir. Deitei no colchão que tinha atras da mesa do delegado e fiquei la pela primeira vez com a sensação que eu poderia dormir uma noite completa.
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