Confiar

19 • Capítulo 19


Notas iniciais
Então, esse é O capítulo. Não me matem, só curtam. Acho que ele está um pouquinhozinho maior que os de sempre. Espero que gostem, eu fiz esse capítulo com muito amor e carinho e esforço e eu espero sinceramente que gostem. Então, esse é o capítulo que vai gerar a problemática, mas ela não é apresentada ainda. Vcs não vão nem perceber aushuashuhasuah Enfim, até as notas finais.

- Lumus.

A luz da varinha de Hermione se acendeu. O oco da árvore era um pouco maior do que parecia. “Deve ser enfeitiçado”. A garota deu um passo para frente. O chão cedeu. Hermione se viu escorregando para baixo vertiginosamente, até que atingiu algum lugar.

Era uma pequena sala circular. Um grande sofá ocupava mais da metade do aposento. Uma pequena lareira brilhava a um canto. Havia prateleiras de livros nas paredes, e garrafas de suco de abóbora e bolos, biscoitos e pães numa mesa há um canto.

- Muito agradável. – Hermione riu. – Nem parece que há Comensais da Morte lá fora.

- Não estamos só lá fora, querida.

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Lá fora a batalha tinha recém começado. Os Comensais da Morte espalhavam-se pelos corredores em direção ao Salão, e a Ordem da Fênix entrava em cena, pelos portões da escola. Alunos corriam em direções opostas, para a própria Sala Comunal ou para perto de algum professor experiente. Logo, já havia duplas duelando no centro do salão, e a orquestra se fora. Muitas mesinhas tinham sido viradas, formando barricadas. Atrás de uma delas, Rony, Gina e Neville se escondiam. E não me perguntem que eu não sei como ele foi parar ali.

- Gina, Neville. Bebam isso. – Rony passou para eles um frasquinho.

- Por que vamos beber Felix Felicis? – Neville perguntou.

- É pra dar sorte. Não queremos ser atingidos por nenhum feitiço. Bebe logo, Gina! – Rony respondeu, ao ver a cara carrancuda da irmã.

- Onde você conseguiu isso?

- Harry.

- E cadê ele?

- Está com Dumbledore. Ele chamou o Harry no meio do baile, e eles foram embora. Não sei onde estão. Ele mandou tomar, vai logo!

Dividiram entre os três a poçãozinha dourada, e logo todos eles se sentiam melhores, mais sortudos.

- Agora, vamos tentar achar o Harry. E, de quebra, derrubar o maior número de Comensais da Morte possíveis!

Saíram os três da trás da mesa, gritando feitiços para todas as direções. As maldições passavam voando pelas suas cabeças, muitas vezes ‘errando’ por milímetros. Rony sentiu uma Maldição da Morte roçar pelos seus cabelos. Continuaram seguindo.

- Gente, ali! – Gina apontou com a varinha para a entrada da torre de astronomia. – Eu vi um deles subir por ali!

Viraram-se todos naquela direção e seguiram rumo a entrada da torre. Gina prosseguiu correndo, até ir de encontro com uma coisa dura e aparamente invisível, que protegia a entrada. A garota ‘voou’ para trás e caiu no chão, massageando a cabeça.

- Tem alguma coisa ali. E acho que a gente não vai passar. – A garota esfregava um ponto da testa. Rony andou devagar até a entrada.

- Finite Incantatem.

- Qual é, Ron. Você acha mesmo que isso vai adiantar alguma coisa?

Rony se afastou, pegou uma pedra que tinha sido arrancada da parede com algum dos feitiços e a arremessou na entrada. A pedra bateu no ar e voltou em direção a Rony, com força. O garoto se abaixou.

- Eu avisei. – Gina riu, sarcástica.

De repente, Malfoy entrou correndo pela ala em que eles estavam.

- Malfoy! Aonde você... – Gina parou de falar. O garoto passou correndo pela barreira que devia estar na entrada da torre de astronomia.

- Você viu o quê eu vi?

- A Marca Negra? Harry sempre disse isso pra gente! Quero ver a cara da Hermione quando ela souber, ela não acreditava nele! – Rony chutou uma pedra do chão.

“Eu também.” Gina pensou.

- Agora nós sabemos que só quem tem uma Marca Negra pode entrar. Vamos, Neville. Rony. Vamos achar a Hermione.

Gina pegou os meninos pelos braços e os puxou em direção as escadas.

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Draco Malfoy passou correndo pelos amigos de Hermione e entrou na torre. Quando passou pela entrada, sentiu como se passasse de baixo de uma cachoeira bem gelada, mas sua Marca Negra ardeu como se pegasse fogo. Ele era um Comensal da Morte, podia passar. Draco olhou novamente para o antebraço esquerdo. “Se eu não tivesse essa droga tudo seria melhor”. Continuo subindo as escadas circulares, sempre em frente, sempre para cima. Finalmente, chegou à entrada da torre. Dumbledore estava lá. Junto com mais alguns comensais. Seu pai, Greyback, Goyle, Amico e Aleto, Snape.

- Olha olha se não é o garotinho Malfoy que chegou. – Aleto riu. Um risinho de escárnio. – Estávamos esperando você.

- Draco Malfoy. – Dumbledore sorriu. – Você chegou.

Draco empalideceu.

- Faça logo, Draco. – Lúcio disse. – Seu Lord espera.

- Não. – Draco puxou a varinha e a apontou para o seu pai.

- Não? – Lúcio Malfoy piscou. Se alguém tivesse olhando, teria visto Dumbledore sorrir. – Você ousa desobedecer ao grande Lord das Trevas? Seu senhor?

- Eu sou senhor de mim mesmo.

- Draco... – Snape se virou para o aluno. – Não banque o tolo. Se você não fizer agora, Ele descobrirá. Seu pai, sua mãe, sua namoradinha. Todos estarão ameaçados. Se você não o faz por devoção, faça-o por medo!

- Não vou fazer nada! Eu estou do lado de Dumbledore! – Draco se virou, parando na frente do citado. – Sou por inteiro um homem de Dumbledore.

O diretor sorriu. Tempo atrás, um garoto moreno com uma cicatriz na testa havia dito a mesma coisa. Como eram semelhantes os dois garotos. Ambos tiveram que crescer antes, nasceram convivendo com problemas, e não puderam escolher o seu futuro.

- Não faça isso. – Lúcio rosnou. – Vai se arrepender. Volte agora e o Lord das Trevas nunca saberá do disparate que você acabou de dizer.

Draco fitou o pai, sério. E não moveu nenhum músculo.

- Pois bem. – Snape virou-se de costas. – Belatriz! Traga a nossa amiguinha!

Belatriz Lestrange entrou na torre puxando Hermione pelos cabelos, já desfeitos de qualquer penteado. Ela segurava a mão direita de Belatriz, já que com a esquerda a bruxa empunhava a varinha. Belatriz sorriu, diabólica.

- Chamou, professor? Estou presente. – Amico e Aleto riram. – Trouxe a Sangue-Ruim comigo.

- Não chame ela assim! – Draco apontou a varinha para a tia.

- Eu ia dizer isso também, mas creio que o Sr. Malfoy filho expressou todos os meus sentimentos numa frase, como posso dizer? Mais brusca. – Dumbledore sorriu, seus olhos faiscaram por cima dos oclinhos meia-lua.

Belatriz ignorou o comentário do diretor. Ela se virou para Draco.

- Ou o quê? Vai me enfeitiçar? Vai chorar e chamar pela mamãe até que ela venha ajudar o filhinho dela? – Belatriz ria enquanto girava a varinha entre os dedos. Lúcio abaixou a cabeça.

- Chega de brincadeiras. Acabe com isso logo, Draco. Ou ela morre. – Quando Snape terminou a frase, Belatriz pressionava uma faca no pescoço de Hermione.

- Draco... – Hermione se esforçava para respirar. – Não... não faça isso.

- Calada, sua imunda! – Belatriz pressionou a faca contra o pescoço dela. Draco empalideceu.

- Larga ela, Belatriz! – Draco apontou a varinha para a tia. – Ou eu não faço nada!

- Não... – Hermione tentava falar, mas só saia um fiapo de voz. Greyback riu do esforço da garota.

- Vamos logo, Draquinho. Estou com fome. – Greyback passou a língua pelos dentes caninos e afiados. – Faça isso ou eu faço pra você.

- NÃO! – Belatriz gritou. – Ele tem que fazer isso.

Draco se virou para Dumbledore. Não via escolha, nem alternativa. Lágrimas começaram a correr pelo rosto dele, e pelo de Hermione também. A garota se forçou a falar.

- Draco... não faça...isso.

- Eu preciso Hermione. Preciso que você fique viva. Preciso fazer isso. – Draco se virou para a garota, chorando.

Um brilho sagaz passou pelos olhos de Hermione.

- Então... eu faço.

A garota apertou a faca contra o próprio pescoço, e sangue vermelho e quente começou a jorrar e se espalhar pelo vestido. Belatriz largou a garota, gotas de sangue em sua capa negra. Hermione segurava o ferimento com a mão, tentando não gritar de dor. Havia uma poça de sangue no chão.

- POR MERLIN, HERMIONE! – Draco se jogou no chão em direção a garota, e segurou sua mão livre. – Vai ficar tudo bem, eu vou... eu vou... eu posso concertar isso. – A face de Hermione foi perdendo a pouca cor que tinha, ela se forçou a sorrir.

- O que essa garota idiota fez? – Snape passou por Hermione e Draco e parou em frente à Dumbledore. – Seu filho é um inútil desprezível, merece namorar com essa Sangue-Ruim, Lúcio. Eu faço isso. – Ele levantou a varinha e apontou para o seu grande mentor. Quem tivesse prestado atenção, teria visto uma lágrima singela correr pela bochecha do mestre de poções, e teria visto o pequeno movimento positivo que Dumbledore fez para o homem. Snape respirou fundo. – Avada Kedavra!

Notas finais
uahshaushuahsuahsuhasuash COMO EU SOU MÁ u.u Não é atoa que o inspetor da minhas escola me chama de Malfoy u.u Então, o quê acharam? Eu quero todos os comentários revoltados de vocês, junto com favoritos e recomendações u.u uashuahsuahsuhasuhuashuahs Bjo bjo tchau tchau u.u