Confiar

32 • Capítulo 32


Notas iniciais
[sono]
Hey, hora de rir um pouquinho (mas considerando que eu não tenho vocação pra ser palhaça ¬¬')
Vai :D

Harry e Gina estavam sentados na frente da amiga, e Hermione gesticulava violentamente, ora mostrando anotações nos pergaminhos, ora realizando feitiços com a varinha. Os olhos febris.

- Bom, Hermione, bom. – Harry assentiu. – Mas como você pretende fazer isso?

- Mas não é óbvio, Harry? Só temos que tirar Lúcio Malfoy do caminho. Seu pai, Gina, deve saber quando ele trabalha, já que ambos trabalham no Ministério. Depois, alguém fica lá e enrola ele. Isso é você, Gina. Então eu e o Harry vamos invadir a casa deles. Eu cuido da Narcisa, e assim que der eu ajudo Harry com a Belatriz. Depois trazemos o Draco de volta. – Ela sorriu, entusiasmada. As maças do rosto vermelhas. – Viram só?

Harry e Gina pararam na frente da amiga. Era um plano doido.

- Olha, Mi, eu acho que... – Gina esticou a mão.

- É genial! – Harry se virou para Hermione. – É tão doido que ninguém nunca pensaria que iríamos fazer isso, não vão estar esperando por isso!

Gina e Hermione fitaram o garoto. Hermione balançou a cabeça.

- Pega aqui, Gina. Escreve pro seu pai. Harry, vai falar com a Minerva. – A morena esticou um pergaminho para a amiga. Gina se curvou sobre o papel, resignada, e começou a escrever.

- E você, Mione? – Harry se virou, já na porta. – Vai fazer o quê?

- Vou estuporar alguém e conseguir o disfarce para a Gina. – Ela sorriu. – Se eu não voltar até o jantar, me procurem.

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Hermione entrou no Ministério da Magia. Seus cabelos loiros, a maquiagem a incomodava, ela torcia os pés constantemente graças aos saltos-altos pretos de salto fino. Tinha feito um feitiço para ficar mais alta, e sua nova altura a incomodava. Um homem que passava por ela assoviou. Ela se fingiu de ultrajada e seguiu andando. Parou na frente da seção de informações.

- Quero falar com o chefe da seção em que o Sr. Malfoy trabalha. – Com medo de ser descoberta, ela completou. – Eu sou da família dele, queria...

- Siga a placa – A mulher não levantou os olhos da revista que segurava, mas liberou uma das mãos para apontar para uma grande placa logo acima de sua cabeça. – Procure pelo Sr. Roolstroy.

Hermione assentiu e andou em direção ao elevador. Lá dentro havia somente mais três bruxos. Um senhor baixo, carregando uma pasta de couro, que tentava abaixar os cabelos rebeldes com um pente, uma senhora alta e magra que segurava uma caixa com algo que faziam um som nojento e uma senhora idosa que puxava um carrinho com um balde de água e um esfregão. Hermione se enfiou entre eles e apertou o botão. Logo o elevador caiu, e a garota cambaleou porta a fora. Andou pelo corredor, cumprimentando os bruxos que passavam. Parou em frente a uma porta com a plaquinha prata “Sr. Roolstroy”. Ela bateu.

- Entre! – Uma voz ordenou.

Hermione empurrou a porta. A sala era enorme, mesmo sem ser em comparação as outras salas de qualquer um dos departamentos. Sofás de couro ficavam em frente a uma lareira. Atrás de uma pesada mesa de madeira, a encarava um homem de meia-idade, estiloso em seu terno. Ela sorriu, e ele sorriu em resposta, analisando-a.

- Sente-se. – Ele gesticulou em direção a cadeira. Hermione se sentou e tomou o cuidado de parecer confiante.

- Boa tarde, senhor. Meu nome é Evangelinne Carmichael. – Ele sorriu ao ouvir o nome da garota, e ela tomou como uma deixa para continuar. – Eu pretendo oferecer meus serviços como secretária para o Sr. Malfoy, que trabalha no seu departamento. Gostaria de saber se o senhor não poderia me entregar os horários dos compromissos do Sr. Malfoy, para mim já ir organizando o seu calendário, sabe... – Ela fingiu corar. – Para ver se conquisto o emprego, já vou me preparando.

O homem a olhou de alto a baixo.

- Posso ver o quê eu posso fazer por você, Srta. Carmichael.

- Me chame de Evangelinne. – Hermione sorriu, o encorajando.

- Evangelinne. – Ele sorriu. – Você já tem compromisso para esta noite?

- Esta noite? Não. – Ela sorriu lisonjeira. Sentia ânsia de vômito.

- Ótimo. Posso te buscar as oito na...

- Se preferir, posso vir aqui. Na verdade, fica melhor para mim. Tenho um compromisso um pouco antes nessa rua... – Hermione sorriu, calorosa.

- Está bem. – Ele sorriu. – Te encontro na Padaria da Pam às oito.

Hermione se levantou e sorriu. O homem a frente se levantou e estendeu a mão. Hermione a segurou, se aproximou e deu um beijo leve no rosto dele.

- Obrigada, Sr. Roolstroy.

- Me chame de George. – O homem sorriu.

- George. Até as oito, então. – Ela sorriu e saiu da sala. Apertou o botão do elevador e logo saia do Ministério da Magia. Hermione aparatou no primeiro degrau do Largo Grimmauld e entrou, sorridente.

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Harry aparatou na frente dos portões de Hogwarts. Hesitante, ele colocou a mão no portão. Ele se abriu. Harry nunca tinha visto Hogwarts nas férias, era vazia e silenciosa. Ele sentia falta do barulho dos alunos, das luzes acesas. Seguiu pelo caminho até o a entrada do castelo, empurrou a porta e entrou. Logo seguia em direção à sala da professora. A luz do sol entrava pelos corredores silenciosos, e se refletia no piso. Ele bateu na porta.

- Entre!

Harry empurrou a porta e encontrou a professora sentada lendo um livro. Ela usava um robe e pantufas.

- Potter! – A professora fechou o livro e se sentou ereta. – Do que você precisa?

Harry respirou fundo e foi direto ao assunto.

- Poção Polissuco. Malfoy foi sequestrado e está em perigo. Preciso salvá-lo.

- C...Como assim, Potter? – Ela se levantou. – Me explique isso.

Harry suspirou e se sentou na cadeira em frente a mesa da professora, recusando a bala que ela lhe oferecia.

- Bom, professora. O caso é que Draco Malfoy foi encarregado por Voldemort de matar Dumbledore, mas ele não fez isso. Aí os Comensais estavam procurando ele para se vingarem, e eu coloquei ele no Largo Grimmauld com a Hermione, e ontem a noite ele saiu para comprar alguma coisa e não voltou mais. Hermione descobriu que ele foi pego por sua tia, Belatriz Lestrange. Vamos salvá-lo.

- Mas, Potter... Eu pensei que você não fosse assim tão... – Ela abriu e fechou a boca. – Admiro você e a Srta. Granger. É sabido que odeiam o Sr. Malfoy. Ajudá-lo assim só prova que vocês são realmente Grifinórios. E diga a Srta. Granger que a admiro por ter ficado sozinha com o Sr. Malfoy. Deve ter sido um tormento para ela...

- Eles estão namorando. – Harry soltou sem pensar.

- Eles... Quem? O Sr. Weasley e a Srta. Granger? Oh, sim, eu esperava isso.

- Não. – Harry sacudiu a cabeça perante lembranças e expectativas tão remotas. – Hermione e Draco.

A professora o fitou.

- Bom... Bom. Tomara que eles sejam felizes. Você disse que precisa de Poção Polissuco? Vou buscar. Espere aqui.

Notas finais
E então?
Bjo bjo tchau tchau :3
[/sono]