Como Um Conto de Fadas

16 Achar, (re)encontrar... Não.


Notas iniciais
Amoresssssssssssssssssss, por favor, comentem, peçam pra continuar... Se não, eu nao continuo mesmo... ):

"Lucas narrando mode ON"
E então rastreamos a ligação. Um lugar afastado de tudo, tudo mesmo. Fim de São Paulo. C* do mundo. Mas beleza, elas estavam lá, iriamos encontrá-las, se Deus quiser *-* Resolvemos que iriamos em 2 carros, um com os policiais e o delegado, e em outro, eu, Pedro e a Karina. Chegamos até o lugar da ligação, e sim, havia marcas de pneus de carro ali no chão... A porta da casa estava aberta, e sim, escuro lá dentro.Entramos gritando pela Joyce e pela Gabriele, mas ninguém respondeu.. A única coisa que dava para ouvir era o barulho do vento...

- Não tem nenhuma luz por aqui? – Perguntou o Pedro passando a mão nas paredes

. Senti um certo nervosismo na sua voz, mas eu também estava nervoso.

- Acho que achei um interruptor aqui. – Gritou a Karina do outro lado.. Então fomos atrás dos policiais seguindo ela...

- Para trás.. Todos – Gritou um dos policiais enquanto “examinava” o interruptor..Depois de uns 10 minutos ele apertou uns botões, abaixou algumas alavancas e as luzes se acenderam.

A casa estava completamente vazia.

- Como assim não tem ninguém aqui?

- Bom. Então o caso esta encerrado?

- NÃO. É claro que não. Minha irmã some e quando a gente acha que a encontra ela some de novo.. Irônico isso né?

- Calma Lucas... Ficar estressado só vai piorar as coisas

- Mas como eu posso ficar calmo, Karina? Minha irmã desapareceu e eu... – Pedro me interrompeu gritando.

- Galera vem aqui.. Rápido! — Fomos até ele e ele segurava um pequeno objeto na mão..

- O que é isso? – Perguntei tentando ver melhor o objeto, que rolava entre seus dedos..

- eer.. É a.. a... – Ele secou uma lagrima que ameaçava escorrer de seus olhos – É a aliança da Joyce.

Ficamos todos chocados, vi varias lagrimas encherem os olhos do Pedro, enquanto ele olhava para a aliança..

- Tem certeza que é dela? – Perguntou a Karina, tentando nos acalmar.

- Tenho.. Esta o nosso nome e data de quando começamos a namorar gravadas nelaPedro se ajoelhou no chão e começou a se lamentar, a se culpar..

- Pedro, se culpar vai piorar as coisas. Calma. Elas vão aparecer.

- Ta bom, mas quando Karina? Quando? — Ninguém conseguia falar nada, estávamos nervosos diante da situação.

- Eu posso levar o objeto encontrado? – Perguntou um dos policiais, dando um passo a frente...

- Claro que pode... Pedro, dá a aliança pra ele.

— Cuida bem disso aqui, tá ?

- Pode deixar garoto, vou só investigar isso... (:

Pedro entregou a aliança para ele, e então... Estavamos indo para o carro e vimos as marcas de pneus de carro indo a direção da pista no sentido contrário ao qual tinhamos vindo...

- Pedro, você tem algum compromisso ?

- Não, por que ?

- Karina, você tem algum compromisso ?

- Não, acho que não... Por que ?

- Eles saíram daqui a pouco tempo... Olha as marcas dos pneus... Vamos atrás, talvez a gente ache elas.

Pegamos o carro e fomos atrás, estava um tempo de chuva e logo começava a chuviscar... A chuva estava ficando mais forte até apagar as marcas da estrada. Eu estava dirigindo, então parei quanod vi que não tinha mais marcas, abaixei a cabeça no volante do carro, e meus olhos se encheram de lágrimas;

- Quando será que eu vou te encontrar hein Joyce, quando ?

- Ei Lucas, a gente vai achar ela... Fica tranquilo, nem que se demore o tempo que for, eu prometo que trago ela viva pra voce — A Karina disse, passando a mão nas minhas costas... Pow, ela tava ajudando tanto a gente , tava dando a maior força. Linda ela :')

"Lucas narrando mode OFF "

"Pedro Lucas narrando mode ON "
Entramos na delegacia e fomos rastrear a ligação, assim que rastreamos, fomos até o local... Era bem afastado da cidade, bem mesmo. Chegamos lá e a porta estava aberto, muito escuro lá dentro... Entramos gritando pelo nome das meninas... Mas não tivemos resultado nenhum. Procurei luz nas paredes, até que achei alguma coisa... Acho que era uma daquelas "caixas" com vários interrupitores. Sinceramente ? Eu não sabia mexer naquilo .-. Um policial chegou mais perto, e começou apertar tudo ao mesmo tempo, até que acendeu uma luz... Não tinha praticamente nada ali, nada mesmo. Como assim, a gente RASTREAVA A LIGAÇÃO , e não tinha ninguem no lugar indicado ? Muito estranho isso... mas não perdemos a esperança.Fiquei andando por ali, até que achei a aliança da Joyce ali... Era dela mesmo. )): Ou seja, elas estavam ali, sim... COM CERTEZA. Estavamos indo embora quando Lucas me chamou... E a Karina tb, perguntou se tinhamos compromisso naquele dia, eu não tinha... A unica coisa que pensava naquele momento era no sequestro. Então ele disse, e era verdade... Havia marcas de pneus na estrada contrária da que tinhamos vindo... Então fomso atrás daquelas marcas, o tempo estava fechado, logo menos iria chover. Começou a chuviscar... A chuva ficou mais forte, e então as marcas sumiram...

— Quando será que eu vou te encontrar hein Joyce ? — Lucas abaixou a cabeça no volante, logo que parou o carro...

— Ei Lucas, a gente vai achar ela... Fica tranquilo, nem que se demore o tempo que for, eu prometo que trago ela viva pra voce. — Karina estava ajudando demais a gente, demais mesmo.

- Pow Ka, obrigada por todo esse carinho, essa paciencia com a gente e pa´... Obrigada mesmo , de verdade! — O Lucas agradeceu ela.

- É mesmo Karina... Obrigada. — Agradeci.

- Que isso meninos, eu sei que é dificil... Então eu tento ajudar.

Lucas estava mal pra caramba, chorando... Eu estava quase, mas segurei.

- Lucas, quer que eu dirijo de volta pra casa ?

- Melhor Pedro. Desci do carro na chuva, e ele tb... Trocamos de lugar, e fui dirigindo...

— Vamos passar no hospital ?

— Claro, precisamos falar com o Thomas ! — Sim, o Thomas estava no hospital , com a Tia Elaine, ela tinha umas complicações com a pressão, e com o sequestro da Gabriele ela ficou mal... E o médico não queria mandar ela pra casa, ela poderia passar mal de repente. Então, combinamos que dariamos noticia de tudo para o Thomas, que ficava com ela lá, porque o Ricardo trabalhava e tal. Chegamos lá, pedimos para chamar o Thomas ali fora, não iriamos falar que não encontramso elas na frente da Tia, vai que ela passava mal lá :/

- Eae, acharam elas ? — O Thomas apareceu ali, desesperado...

- Thomas... Calma, não achamos... — O Lucas disse, todo calmo... Ele estava com os olhos vermelhos ):

- Como assim Lucas, não acharam... mas a Joyce não tinha ligado ? Não rastrearam a ligação, como não acharam ? — Ele ficou super desesperado '-'

- Thomas calma... A gente tentou , fomos atrás das marcas dos pneus do carro, mas começou chover... Ai, não tinha como andar mais. Cegamos lá, estava tudo escuro, ninguem lá... Só a aliança da Joyce, num canto. — Falei, tentando acalmar.

- VOCÊ ME PEDE CALMA PEDRO LUCAS, COMO CALMA MANO ? — Não tinha como acalmar o Thomas num momento desses...

- Thomas, a gente vai encontrar elas... Pode ficar tranquilo. — Karina, ela que acalmava o povo haha. Acho que a Joyce iria se indentificar com ela (( : Thomas tomou um copo de água, e se sentou lá... Depois ele entrou e nós fomos embora... =/

"Pedro Lucas narrando mode OFF"

Sério... Essa Larissa iria morrer, se eu sobrevivesse ali... é. Ela chegou lá correndo, e gritando, perguntou quem deu permissão pra eu usar o celular. Burra ela né ? Decidiu Levar a gente pra outro lugar, não sei porque... Até que fomos arrastadas dali, fdp --' Beleza, até então... Eu não sabia onde ela iria nos levar. Fomos no banco de trás do carro... E conforme andávamos , eu percebia... Aquele caminho não me era estranho, mas eu nunca havia passado por ali... Alguem havia descrito ele para mim, é, acho que foi isso.Quando chegamos no local, sim... Era a casa da Larissa, o Pedro já havia descrito esse lugar pra mim. Mas cara, menina burra. Idiota. Descemos do carro e entramos na casa, era MUITO afastada de tudo, e todos.

- Voce vai deixar a gente aqui ? — Perguntei, com um ar de humor.

- Vou ué. Por que ? — A Larissa respondeu, com aquele jeito nojento dela.

- Mas... Sua casa... O Pedro Lucas vem aqui, não vem ?

- Joyce querida — Larissa está morta depois dessa. — Minha casa é bem mais do que isso... E não pensem vocês, que vou deixa-las aqui, encima... Com comida e bebida. Iludidas — Risos irônicos.

Pois é, a casa dela não era somente aquilo, tinha um porão... Quente por bosta, com apenas uma "janela". E por ela, dava pra ver quem chegava ou saía da casa.. hm/ Ela nos jogou lá, praticamente.

- Quietinhas ok? — Disse ela... Fechando vagarosamente a porta. Tinha uma cama lá... Era a unica coisa que prestava. Me joguei na cama... Me fala, o que eu tinha feito pra merecer tudo aquilo ? Só por que o melhor amiguinho da Larissa me amava ? E eu o amava ? Cara, chega né. Pow, aceita os sentimentos dos outros... Sim, eu odiava ela.

"Gabriele narrando mode ON"
Caaaaaaaaaaaara, eu mandava matar a Larissa depois de tudo isso.. Mano, como pode uma pessoa igual ela?. Discuti com ela, me estresso fácil demais, é. Ela chegou correndo, e logo levou a gente pra outro lugar, que segundo a Joyce, era a casa dela :| Nos levou para o porão de lá, que era um inferno... mentira, era quase, rs' Era quente demais, e tinha uma cama... Graças a Deus uma coisa que prestava naquele lugar... E tinha uma "janelinha" Dava pra ver todo o movimento do quintal '-'.


"Gabriele narrando mode OFF "

Notas finais
Amooressssssssssssss, comentem, por favor ! Pra me dar animo a escrever *-*