Catarina ganhou um dormitório, comida e aulas de luta, além de lições de malandragem, em que ela era a vítima.

A cada primeira lua cheia, eles se reuniam em celebrações com cantos e histórias, festejando as vitórias e honrando os mortos, além de pedirem por mais aventuras, fazendo uma oblação ao despejar oferendas ao mar.

Nas demais noites sem problemas, jogavam cartas e bebiam rum, o segundo Catarina começava a gostar, mas ainda não se arriscava no primeiro.

Os piratas da fragata foram escolhidos pelo capitão e tinham uma verdadeira lealdade e adoração por ele. Exceto, é claro, Catarina.