Notas iniciais
Hey! Como vão? Espero que gostem, isso é apenas o início! *_______*

_ Ei! — Aria reclamou — Não acerta essa droga em mim Jane, eu sou alérgica!

_ A travesseiros? — perguntei incrédula.

_ Não, a poeira. Essa coisa é mais velha que a minha avó, jura que sua mãe guarda isso? — ela fez cara de nojo.

_ Se não quiser, dorme sem. — fiz uma careta.

_ Garotas! — Mégara chamou — Já está na hora. — ela anunciou sorrindo safada enquanto balançava sua pulseirinha.

Automaticamente, nos deitamos as cinco no colchão, e aproximamos nossos travesseiros enquanto tirávamos nossas pulseiras idênticas do braço.

_ Podemos começar? — Amber perguntou.

Nós acenamos com cabeça pouco antes de começarmos a pronunciar o juramento. Mas antes disso, estendemos as pulseiras como uma forma de garantia.

_ Juro por esta santa pulseira, pela minha santa maquiagem, pelas minhas bolsas de grife, e todos os meus queridos sapatos de salto alto, que manterei em segredo tudo que será dito esta noite. — dissemos juntas — Pois o que dizemos aqui, não é da conta de nenhuma piriguete por aí. — nós rimos.

E com esse juramento, colocamos as pulseiras no meio da roda, e pegamos a garrafa.

Era o típico jogo da verdade que era uma tradição na noite das meninas. Nós rodávamos a garrafa, e em quem parasse, esta pessoa deveria contar um segredo.

Lira girou a garrafa.

_ Amber — falei sorrindo — Conte-nos um segredo.

_ Hum... Vejamos... — nós demos risadinhas enquanto ela pensava — Ian do terceiro ano? — ela perguntou e nós assentimos — Peguei. — demos mais risadinhas.

_ Mas ele não está namorando aquela garota? — Lira perguntou — Aquela tal de... Ai droga, esqueci o nome.

_ Mayra. — Aria lembrou.

_ Eh, isso! — Lira concordou.

_ É, estava, mas quem se importa? — Amber devolveu.

_ Muito bem. — falei rodando a garrafa — Sua vez Még.

_ Lembra quando eu apareci com uma marca roxa no pescoço há duas semanas? — nós assentimos — Joshua.

_ O quê? — perguntei indignada — Que nojo!

_ Ah, coitado, ele até é bonitinho. — ela se defendeu.

_ Ele é nojento! — Aria retrucou — Que tipo de cara participa de um campeonato de arroto? Argh!

_ Mas eu fiquei com dó! Até hoje o pobrezinho era boca virgem. Eu fiquei com pena e resolvi quebrar o galho! Daí o chupão exagerado, acho que ele se empolgou um pouquinho. — Még falou.

Nós não dissemos mais nada. Lira girou a garrafa mais uma vez.

_ Hey, sou eu! — ela bateu palminhas animada — Sabe o armário cheio de maquiagem, papel higiênico e água oxigenada da Brieta? — ela sorriu maliciosa — O que vocês acham?

Nós rimos. Era óbvio que tinha sido ela.

_ E você ainda incriminou o Mike! — Amber olhou incrédula.

_ Ah, deixa disso. Ele é filho do diretor, sempre se safa dessas. — ela jogou a mão de lado.

_ Certo. — Aria pegou a garrafa e a rodou.

Depois de três giros rápidos ela apontou para mim.

_ Ok. Há dois anos atrás tia Sam veio passar um tempo comigo, lembram? — elas acenaram em concordância — Lembram do surto que o namorado dela... Aquele tal de Thomas, deu? — elas assentiram curiosas — Foi uma aposta.

Elas enrugaram a testa.

_ Como assim? — Amber quis saber.

_ Eu disse para ela que em trinta dias conseguia enlouquecer um cara, e ela como ficou interessada, disse que aceitava isso como desafio. Então eu fui dando algumas instruções e enfim... Em trinta dias ele ficou maluquinho! — exclamei.

_ Uau. — foram o que elas soltaram.

Lira pareceu pensar por um tempo e depois me encarou.

_ Você topa? — ela perguntou.

_ O quê? — me interessei.

_ Trinta dias para enlouquecer o Jared. — ela sorriu maliciosa.

_ Acha que eu não dou conta? — devolvi o olhar — Então diminua o tempo.

_ A metade e não se fala mais nisso. — ela negociou e me estendeu a mão.

_ Quinze dias? — Még se assustou.

Eu apenas sorri confiante, e segurei sua mão, selando assim, a nossa aposta.

Notas finais
Espero que tenham gostado, até o próximo! bjs bjs
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.