Como Dita O Equilíbrio

7 I lurk in every shadow


Notas iniciais
Oieeeee gentiiii do meu heart *u* Tudo bom com vocês?? Então, mil perdões pela demora de postar u.u É que eu tava ocupada fazendo coisas pessoais (jogando LoL D;). Mas enfim, EU NÃO FIQUEI DE RECUUUUUUUUU *O* YAY!! Vou tentar postar mais frequentemente de agora em diante, se a preguiça permitir @.@ Enfim, espero que gostem!! :DD AYE!!

Uma brisa repentina vinda do Norte sopra pela pequena janela, enquanto ouço seus passos lentos cada vez mais longínquos atrás de mim, enquanto se afastava, em rumo desconhecido. Quando viro-me, não há mais ninguém, apenas o vazio corredor que parecia ter ficado ainda maior com a saída de Zed.

Abro a porta de um quarto aleatório, que por sorte estava vazio. Adentro-o lentamente, observando-o de lado a lado. Era um aposento simples, piso de madeira, como o do corredor, paredes de mármore branca, assim como toda a construção, um pouco escuras devido ao enorme tempo desde que foram construídas e uma grande janela com bordas de prata. Havia também uma porta, que provavelmente seria um banheiro, uma cama, um sofá de dois lugares e uma poltrona, um guarda-roupa e uma sacada com dois vasos de plantas. Eu provavelmente evitaria ir até a mesma, pois não gostava de observar o infinito vazio no qual podíamos cair a qualquer momento. Apenas me jogo na confortável cama de casal, fazendo o edredom aveludado que a cobria saltar e me enrolar por completo. Já que não sairemos daqui tão cedo, provavelmente, o melhor a fazer é descansar. Fecho os olhos, adormecendo em poucos segundos.

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Com dificuldade, abro meus olhos cansados. Uma névoa pesada invadia o quarto inteiro, dificultando ainda mais minha visão. Um odor familiar chega ás minhas narinas, uma mistura meio metálica, meio amarga. Cheiro de sangue. Retiro rapidamente as cobertas de cima de meu corpo, este por sorte estava intacto, fora as cicatrizes que trazia de ocasiões anteriores. Mas o cheiro continuava a me incomodar. Saio do quarto, sem ao menos ver se minhas roupas e cabelos estavam arrumados devidamente. Desço as escadarias, olhando os corredores de cada facção. Estavam completamente vazios, nem uma sequer alma solitária caminhava pelos mesmos. Avisto quatro vultos no salão principal, reunidos conversando, sentando em poltronas de dois lugares, uma de cada lado, com uma mesinha no meio. Os invocadores conseguem adaptar o lugar segundo sua vontade, com a força mística que apenas eles conhecem. Corro na direção do quarteto, como se me fossem um porto seguro. Logo identifico-os, mesmo de longe. Annie, segurando em seus braços seu parceiro, Tibbers, sentava ao lado de Amumu em uma das poltronas, enquanto o arqueólogo Ezreal e a Dama da Luz sentavam juntos na oposta.

– Bom dia, pessoal! – Digo, chegando com um sorriso ao lado da mesa que separava os assentos.

– Bom dia! – Respondem, quase em coro. Todos pareciam felizes, com exceções óbvias da pequena múmia.

– Você finalmente apareceu! Shen estava procurando por você!- Diz Ez, arrumando alguns fios de cabelo da Lux, que parecia feliz com o ato. Annie sorri e abraça seu ursinho mais forte.

– É mesmo? – Eles consentem com a cabeça.- Hm. E onde todos estão? Vocês sabem?

– Estão todos reunidos lutando nos campos da justiça. Os invocadores permitiram um treinamento pacífico, provavelmente na tentativa de acalmar os ânimos. – Responde Lux, com o sorriso casual.

– E por que não foram treinar?

– Achamos melhor ficar por aqui, já que todos os outros estão irritados com a decisão tomada pelos invocadores, e provavelmente acontecerá algum tipo de discussão que estes não hesitarão em punir. Ficar o mais afastado possível é o melhor a fazer por enquanto. – Afirma Annie. Olho em direção á sacada que antes estava protegida pela barreira de magia. Há uma escadaria de descida, que provavelmente levava ao local de treinamento. Sorrio para cada um, em agradecimento.

– Certo. Obrigada, pessoal! – Agradeço, e corro em direção ás escadas, sem nem ouvir as respostas. De longe percebo que a infinita queda havia se reduzido á uma altura razoável da qual apenas alguns passos largos te separam do chão. Todo aquele vasto vazio havia se tornado o imenso campo de batalha conhecido como Summoner’s Rift. Por todos os lados facas, lanças e feitiços passavam e atingiam seus alvos com precisão. Caminho em linha reta, recebendo olhares repreensivos de muitos campeões.

– Finalmente resolveu aparecer! – Ouço a voz familiar ecoar atrás de mim. Viro-me rapidamente para dar de cara com o par de orbes azuis, que pareciam brilhar por alguma razão.

– Você que desapareceu ontem, depois de nossa conversa. – Respondo, sorrindo. Ele sorri de volta. – Ez me falou que estava me procurando.

– Só queria saber em que quarto você ficou, já que não há numeração alguma.

– Hmm... Eu fui para a cama tão distraída ontem, que nem vi em que quarto me hospedei. Vou checar quando os invocadores nos mandarem retornar. – Digo, ele consente com a cabeça. – E então? Como está treinando?

– Estava apenas afiando minhas lâminas nas rochas e meditando um pouco ao lado do rio, poucos treinam por lá já que não há muitos alvos. Mas agora que está aqui, gostaria de praticar um pouco as técnicas comigo?

– Claro! – Respondo, animada. Faz muito tempo desde que treinamos juntos pela última vez, mas eu sempre aprendo algo novo quando o fazemos. Passo as mãos em volta de meu cinto, da mesma cor de minhas roupas, onde geralmente guardo meus kamas, que ficam presos á fivelas. Estes não estavam lá, e não me lembrava de tê-los deixado no quarto. Olho em volta com uma mistura de desespero e confusão.

– Não se preocupe! Seus kamas estão logo ali, próximos á escadaria. Os invocadores acharam melhor confiscar nossas armas e bloquear magias, e libera-los apenas nos treinamentos. – Shen diz, rindo de meu pequeno susto. Suspiro aliviada, enquanto ando em direção á escadaria. Logo avisto uma enorme mesa, forrada por um imenso cobertor aveludado vermelho, onde haviam algumas armas dispostas. Quase todos os outros campeões haviam pego suas próprias armas, então apenas poucas ainda restavam na mesa. Rapidamente encontro as minhas, pareciam lustradas e recentemente afiadas por ferreiros profissionais. Estava pronta para rapidamente pegá-las e correr á encontro de meu parceiro, mas sou interrompida por mãos e hálito quentes que pareceram me dominar por completo em poucos segundos.

– Bom dia, princesinha...Sentiu saudades?- Ouço a voz sombria ecoar atrás de minhas costas, arrastando impiedosamente suas unhas por meu braço, deixando arranhões que sangravam em alguns pontos, enquanto me permitia ouvir claramente sua respiração e risadas baixas no canto do ouvido. Se o ato fosse realizado por qualquer outra pessoa, eu não hesitaria em transforma-lo em mais uma vítima dos meus kamas, mas... Por alguma razão, não conseguia atacar, nem sequer me mover ou pensar. Tudo que me passava pela mente era... um infinito escuro turbulento, enquanto sentia os cortes profundos derramarem meu sangue sobre sua mão.

– Se entrega tão fácil assim?- Ele diz, e ri, se afastando e fazendo com que me virasse em sua direção. Imagino-me completamente rubra, apenas pelo fato de ele ter percebido o quão livre eu me sinto em relação a ele, e como sou frágil e completamente entregue a qualquer coisa que me submetesse.- Sorte sua que não quero nada disso, tenho mais o que fazer por agora.

Dou uma rápida olhada em seus olhos negros, continuavam sem luz, mesmo com o forte sol do meio dia, ou pelo menos quase esse horário. A dor dos cortes começa a arder forte, o sangue escorre e mancha minha luva verde, que cobre todo o meu antebraço. Tento cobrir os ferimentos com a mão, impedindo que continuasse a sangrar.

– Tudo isso por um cortezinho de nada? Hmpf.

– Você... Não me lembro de você ser tão... tão... Safado, quando te conheci, Zed! – Digo, travando entre as palavras. Olho para baixo, e brinco com a terra um pouco úmida com os pés. Ele ri consideravelmente alto.

– Já acha que me conhece, só por termos nos falado duas vezes?- Pergunta, irônico.

– Não, eu... – Estava pronta e determinada a levantar a cabeça e lançar-lhe um olhar repreensivo, reclamando por sua atitude, mas logo noto que não estava vestindo sua vestimenta comum, a armadura laminada, mas sim uma simples blusa branca e bermudas pretas. Parecia muito diferente usando-as, mais livre, mais juvenil. Olho em volta, e percebo que muitos campeões usavam roupas diferentes das casuais usadas na liga, já que não se preocupam em ser atacados por inimigos, pois toda e qualquer magia usada contra outro campeão que não seja na intenção de treinamento será bloqueada instantaneamente.

Notas finais
Então, é isso :DD Esse cap ficou outro lixo, eu sei >.> Mas minha criatividade pra essa fic tá só 90% quando deveria estar 200% D; é que agora 110% tão fixados em uma outra fic de LoL que estou planejando pra o futuro (Let the spoiler begin ù.u) Mas enfim.. Espero que tenham gostaduu =^.^= Explicando algumas coisas sobre a fic: Por que no inicio o Shen tinha olhos castanhos e agora são azuis, mulher?? PIROU?? R: Por que eu posso u.u AHUEHUAHEU Zoa, por que eu esqueci mesmo x.x ( Aí geral volta pro início da fic pra ver se é verdade.) Por que quando eles foram teleportados pra a sede da liga eles estavam com as roupas da Lua Sangrenta e do nada voltaram pra as roupas normais? Você fumou o que, filha?? R: Por que quando os champions são teleportados pra a sede, eles ficam com as roupas originais deles pra não ocorrer "acidentes" u.u ( Por exemplo, a Ahri tava tomando banho, e é invocada na hora, como fica? u.u) Qual foi a daquela imagem da Summoner's Rift? R: É pra mostrar que a Summoner's Rift que imagino não é como a do jogo, e sim como uma área um pouco mais ampla, com muitas árvores e talz, e as três lanes muito maiores tanto em largura quanto em comprimento! :B Por que você nunca nos deixou te add no LoL, sua bronze??????? R: Ain, eu esqueci @.@ Quem quiser me adicionar no LoL, deixa o nick em mensagem privada ou em review, okay? É isso :3 até mais, meus Poros *u* AYE!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.