Notas iniciais
Como prometido, esta aí. E gostaria de evidenciar a mudança de humor e perspectiva da personagem principal. Como ela vê o mundo agora. E queria deixar também um comentário que a leitora Ártemis fez: "E quem disse que não há beleza na tristeza." Realmente adorei essa frase

Cheguei a uma fazenda, era linda! Não era extravagante, e nem humilde. Intermediário do sonho americano. Na placa de madeira pendurada na entrada estava escrito "Once upon a time..." e menor uma plaquinha "welcome." Me peguei sorrindo com o lugar onde Regina cresceu, e eu que acha "Neverland" extravagante. Como a porteira estava aberta, entrei, passando devagar com meu carro, admirando todos os detalhes. Não foi difícil encontrar, Zelena me passou muito bem as coordenadas, e por algum motivo ela estava muito feliz com minha visita.

Passei por um gramado muito bem cuidado com pedras adornando toda sua extensão, era realmente lindo ver as folhas caindo devagar, enfeitando o chão e meu para-brisa no processo. Minha vontade era parar o carro e sentir aquela chuva mansa de outono cair sobre mim. Me revitalizar.

Era estranho como a época mais triste do ano estava tão bonita agora, e mais estranho ainda o porque eu estava tão bem. Uma linda casa branca de dois andares entrou em meu campo de visão, e naquele momento jurei para mim mesma ter uma SwanFarm. Como jamais ponderei a necessidade de ter uma fazenda? Ou no minimo uma casa de campo? Eu que mundo eu vivia?

Buzinei e minutos depois um senhor de olhar simpático veio ao meu encontro.

"Oi, boa tarde. Aqui é a residencia de Regina Mills?" sai do carro ele assentiu com a cabeça.

"E você quem é?" Me olhou curioso.

"Swan, Emma Swan"

Vi um brilho de reconhecimento passar por seus olhos e o arco de seus lábios abriram em um grande sorriso.

"Entre." Me deu passagem.

O acompanhei pela estreita estrada de pedras. Havia alguns anões de porcelana espalhados pelo gramado, notei o lago próximo a casa e imaginei Zelena e Regina brincando lá.

"Ouvi muito a seu respeito Srta Swan."

Congelei por um momento, já desconfiando quem seria esse homem tão simpático.

"Zelena falou muito a seu respeito. E meu genro também" A imagem de Robin veio a minha mente e percebi que eu estava cerrando meu punho.

"Aposto que não foram coisas boas."

Ele sorriu "De Robin com certeza não, mas pra mim a opinião dele só importa quando é sobre Zelena." Colocou a mão no queixo pensativo. "Na verdade a opinião dele não me importa mais"

"E Regina?" Minha voz não saiu tão segura como eu pretendia "Ela falou mal de mim?"

"Sabe, Deus poderia ter feito outro mundo. Com pessoas que jamais cometessem erros, que não pensam por si, onde todos fizessem exatamente o que Ele quer o tempo todo, assim jamais errariam, e assim também não existiria o livre arbítrio, e nem a liberdade para amar." Ele me olhou
"Amar não é uma opção. A pessoa aparece em nossa vida e muda tudo. Trás a tona tudo que tentamos esconder e nós ficamos em uma encruzilhada. Escolhemos se encaramos esse amor e nos machucamos. Ou desistimos e nós machucamos do mesmo jeito. Você escolheu por minha filha."

"Eu estava um pouco cega por tudo que me aconteceu, por tudo que vivi e por medo. Nunca foi minha intenção machuca lá." Coloquei as mãos no bolso e notei seu olhar sobre mim, me analisando.

"Mas machucou do mesmo jeito. Assim como ela também te machucou. Você se machucaram mutuamente..." Parou em frente a entrada da casa, próximo a uma escada de madeira. "E agora você esta aqui Emma" Sorriu "Você veio consertar o que quebrou."

"Só não sei se ainda da tempo."

Ele colocou um pé sobre o primeiro degrau eu encarei o chão "Enquanto temos vida, ainda há tempo, mesmo que as coisas não saiam como pretendemos, ou não a encontramos do jeito que a deixamos."

"Desculpe, o senhor..." Tirei coragem para falar não sei de onde

"Me chame de Henry." sorriu terno

"Desculpe, Sr Henry, o senhor não disse se Regina está."

"Não está, mas está chegando, ela não deixaria alguém que ela ama tanto esperando por ela naquela casa. Elas vão realmente se conhecer hoje, e você fará parte do pacote." Apontou a casa com a cabeça, seu sorriso não cabendo no rosto.

Congelei, havia uma nova pessoa na vida da Regina? E ela irá conhecer essa pessoa hoje? Será por isso que Robin separou da Zelena? Seria pra ficar com Regina. Não, é uma pessoa que ela "realmente" irá conhecer, não que já conhece

"Entendo." Não queria que minha voz soasse tão triste como soou. E o senhor me olhou confuso.

"Não entendo sua tristeza pequena Emma. Pensei que você ficaria feliz por ela conseguir amar ap..."

"Regina ama outra pessoa, não estou triste, estou feliz por ela."

"Alguém já te falou que você precisa deixar as pessoas terminarem suas frases?" me olhou sério

Uma jovem moça veio em nossa direção, meu coração acelerou. Seria essa moça tão linda que roubou o coração de Regina então?

"Senhor Henry, preciso ir pra casa, aconteceu um problema e... Eu realmente preciso ir"

"Tudo bem Aurora. Pode ir. Eu entendo. Diga a seu pai que eu o aguardo no jantar de sexta."

Ela disse um "Obrigada" e saiu quase correndo.

"A cordialidade me obriga a ficar com você na sala, porém preciso estar em outro lugar ent..."

"Tudo bem, posso aguardar em qualquer lugar."

"Eu estava dizendo que quero sua companhia em outro lugar. Assim faço sala e você pode me ajudar. Aprenda a escutar Emma."

Assenti com a cabeça e entramos na casa, prometendo deixar as pessoas terminarem suas frases antes de interromper.

Era uma casa antiga, porém conservada. Notei várias fotos de Zelena e Regina espalhadas pela casa. Pinturas infantis antigas coladas nas paredes. Marcas de várias cores guache de mãos de criança em uma parede.

"Desculpe, onde Regina está?" Minha ansiedade estava me matando.

"Em uma sessão com o Dr. Archie Hopper."

"Ela está doente?" Me preocupei.

"Sempre esteve. Está em tratamento há alguns anos desde que entrou em crise. Ela estava melhorando, mas por suspender os medicamentos entrou em crise novamente."

"O que ela tem?"

"Dr. Archie Hopper é psiquiatra Emma. Acho que você consegue entender o resto."

"Bipolar. Regina é bipolar." Desconfiei algumas vezes disso, ela sempre ia para muitos extremos em curto prazo de tempo.

"Sim, sempre foi, e nunca atrapalhou em nada, até que seu primeiro e depois... Até você aparecer"

Paramos em frente a uma grande porta de madeira.

"Ela..." Respirei fundo. "Ela voltou a tomar esses remédios?"

"Hoje está fazendo exatamente duas que ela voltou com os remédios."

O senhor abriu a porta e um cheiro agridoce invadiu minha narina.

Olhei ao redor, e vi um berço rosa perto de uma cama.

"Esse é o quarto da Zelena."

O senhor aproximou do berço e senti algo em meu estômago, meu coração ameaçando sair pela boca. "E essa é minha neta."

Olhei no berço e vi uma linda menininha loira dormindo. Ela vestia um macacão rosa extremamente fofo.

O senhor tocou meu braço. "Quando digo "neta" não quis dizer que é da Zelena."

Então Regina não perdeu a criança, ela não abortou.

O telefone do senhor tocou e ele pediu licença para ir atender, saindo do quarto. Fiquei ali, velando o sono desse bebê tão lindo.

Quantas noites chorei imaginando que tudo poderia ter sido diferente, se eu tivesse ao menos escutado Regina, realmente tentando entende-la, talvez esse bebê agora tivesse o meu nome e eu seria uma pessoa feliz. Ela estava doente e eu cega não percebi isso. Sempre pensei só em meus muros, onde ninguém entra e da onde eu também não saio.

Acredito em Zelena, sinto que esse bebe é meu. E realmente tenho que agradecer a ela, afinal foi aquela ruiva esquisita que me trouxe aqui., usando Killian no processo.

"Desculpe Emma" O senhor colocou a cabeça pela fresta da porta e sussurrou. "Regina teve um problema e terei que busca- la"

Assustei. "Ela esta bem? Aconteceu algo grave?"

"Não, calma. É só o velho carro que quebrou de novo. Vou selar os cavalos."

"Não, vá com meu carro." Tirei a chave do bolso, eu não queria me afastar daquele bebê "Eu cuido da criança."

"Eu ia te pedir isso, que cuidasse dela" sorriu e pegou a chave da minha mão. Deu meia volta e retornou com uma careta "Ele é automático?" me olhou receoso.

"Sim, mas não é difícil dirigir."

Ele saiu e me arrependi de não ter perguntado o nome daquela linda criança. Ela tinha os lábios de Regina, e um nariz arrebitado e delicado. Me sentei na cama e fiquei admirando aquele ser. Sorri ao escutar o barulho do acelerador, Sr Henry estava tendo dificuldades com meu carro.

Não notei o tempo passar.

Aquele pequeno ser tão lindo se mexeu um pouco. E então abriu os olhos, olhou para mim e sorriu banguela. E os olhos, o mesmo tom de verde que os meus.
Senti um nó em minha garganta. Que monstro eu sou? Como pude fazer aquilo com a Regina?
Vi um vidro de álcool em gel na cabeceira e o peguei, passando em minhas mãos. Aquela linda princesa ainda me olhava, poderia ser a mesma cor dos meus olhos, mas a intensidade com certeza era dos olhos de Regina.

A cobri novamente, e ela segurou meu dedo. Não o agarrou, talvez ainda não soubesse agarrar, mas senti sua pequena mão na minha e comecei a chorar. Não contive meu choro. Ela começou a chorar alto e brandia seus pulsos, como se me desafia-se a uma luta de box.

Levantei e peguei ela no colo, ela era tão pequena, com certeza foi prematura. Meu coração doía por culpa. Culpa por não ter lutado, culpa por sido covarde e ter feito Regina passar por tudo sozinha.

Ninei-a e ela ainda chorava. Olhei ao redor e vi uma mamadeira rosa em um suporte esquisito, parecia aquelas máquinas caseira de pipoca antiga.

Abri a tampa e peguei, com uma certa dificuldade que uma única mão limitava. Estava morna.

Com medo, dei para a pequena criança e ela mamou. Não entendi porque tinha uma mamadeira , Regina não conseguia?

"Tá totoso neném?" Sorri para minha filha. Sim. Era minha filha. Minha princesa.

Ouvi a porta ranger. Virei e Regina me olhava. Olhou para a pequena criança sendo amamentada e sorriu.

"Ela tem muita fome." Me falou com voz fraca, notei como suas pupilas estavam pequenas, ela estava sobre o efeito de remédios, minha mãe sempre ficava assim quando tomava remédios demais para dormir.

"Por que mamadeira? Você não consegue amamentar?"

"Não posso." Desviou o olhar "Tomo remédios muito fortes."

"Entendo." Me olhou e depois olhou nossa filha, foi ao vidro de álcool e passou nas mãos.

"Ela saiu do hospital hoje" Passou levemente a mão sobre os cabelos loiros da nossa filha. Como é bom falar 'nossa filha', na hora fiquei louca para dizer aquilo em voz alta. "É a primeira vez que a vejo fora da incubadora."

"Nossa filha é muito linda, uma guerreira."

Me olhou curiosa e eu completei:

"Se eu pedir DNA o juiz bate em mim." Regina riu. Como senti falta do som de sua risada. "Me perdoa Regina. Nunca deveria ter deixado você ir embora."

"Tudo bem." Sentou na cama, estava um pouco tonta

"Não. Não está. Eu te machuquei, te humilhei, duvidei de você e fiz você fazer algo terrível." Meus olhos ardiam de novo

"Mas eu não fiz"

"Graças a Deus não fez." Respirei fundo e sentei com ela na cama. "Regina. Me perdoa. Nada que eu faça jamais vai consertar o que fiz, o que fiz você passar. Me perdoa. Quero fazer as coisas certas agora."

"Você está chorando, nunca vi você chorar. Achei que você nem sabia como."

"Sinto muito, mesmo. Você não entende porque nunca me abri. Eu tinha medo Regina. Tinha medo de começar a falar e começar a chorar. E quando você foi embora eu chorei. Chorei por tudo que aconteceu, por não ter você, por quem perdemos e então eu perdi... Eu perdi a noção de tudo. Me perdi.

Ela olhava para nossa filha.

"Será que algum dia você poderá me perdoar?"

"Será que algum dia você poderá me perdoar?" repetiu minha pergunta

"Já faz meses que perdoei."

"Sohara." Me olhou "O nome dela é sohara" Senti meus olhos queimando, a vontade de chorar retornou e me lembrei de quando falei esse nome a Zelena. "Por que seus olhos estão ficando vermelhos de novo?" perguntou

"Porque eu chorei muito, e quero chorar mais." Olhei para nossa filha, para nossa Sohara. "Eu quero fazer parte da vida dela."

"Não posso voltar pra New York com ela e não abro mão dela."

"Por que?" Olhei-a "Por que não pode voltar com ela?"

"Porque não é seguro eu ficar sozinha com ela. Ainda não. E minha irmã está aqui, ela está me ajudando."

"Não estava em meus planos você voltar a morar com eles, ou com sua irmã, mas comigo." me olhou assustada. "Olha, sei que entre nós ainda falta muito pra ser resolvido, e vou te dar todo o tempo que você precisar. Sem pressão. Vou arrumar o melhor psiquiatra de New York pra você e escolheremos uma ótima babá. Ou então até contrato sua irmã pra cuidar de vocês duas. Claro, se você aceitar."

Olhou mais uma vez para nossa filha. "Eu nunca pude segura-la."

"Quer tentar agora?"

Regina me olhou com medo.

"E se eu machucar ela? Não posso." fechou os olhos e negou com a cabeça

"Estou aqui. E estarei sempre pra proteger você e ela."

"Estou dopada Emma."

"Eu sei, e não vou desistir de você, vou te ajudar, eu prometo."

Suas mãos tocaram delicadamente nossa filha e a ajudei. Sorri quando vi ela amamentando nossa linda bebê com a mamadeira.
Regina chorou.

"Você promete cuidar de nós?" Lágrimas escorriam no canto dos seus olhos, e neles havia medo.

"Prometo. Nunca abandonarei vocês duas. Jamais!"

Olhou mais uma vez para Sohara. "Minha madrasta não gosta dela, fala que ela chora demais."

"Ela gosta. Talvez só não tenha muito costume com bebês. Eles dormem e choram muito mesmo." Regina me olhou preocupada. "Choram porque não sabem falar. E não tem problema, vou cuidar da nossa menina enquanto você não puder. Até você passar por essa crise."

"E o seu trabalho?" olhou-me desconfiada

"Nunca tirei férias, acredito que Ruby e Killian possam me cobrir lá"

"E o David." Vi tristeza em seus olhos.

"Vocês nunca tiveram nada não é?" Ela balançou a cabeça negativamente.

"David está feliz com a namorada dele e com a nova criança que está por vir."

"Eles devem estar muito felizes." sorria olhando para nossa filha.

"Sim, mas não mais que eu."

"E Neal? Ele está bem?"

Havia preocupação em seus olhos. "Ele está ansioso pra te ver. Pedi pra ir pro hotel com Killian. Estão aqui na cidade."

Henry apareceu na porta. "Meninas, preciso saber se Emma ficará para o jantar."

Regina me olhou esperançosa.

"Sim senhor Henry. Ficarei, porém tenho que conversar com o senhor." Olhei para Regina que assentiu. "Elas irão morar comigo."

Henry sorriu satisfeito. "Você será responsável por elas, está ciente disso?" Assenti com a cabeça "Então você terá que pedir permissão ao Dr. Hopper e só deixo você levar minha neta se você a assumir."

"Farei isso amanhã senhor." Olhei minha filha no colo de Regina "Não há nada que eu queira mais no momento."

Henry assentiu "Isso é o mínimo que espero de você Swan." Deu meia volta e retornou de novo, fazendo Regina rir " Mais uma coisa, acredito que Zelena queira trazer o namorado, já que ele esta na cidade." Piscou para mim, impossível não gostar desse homem.

Quando ele saiu Regina sussurrou:

"Meu pai sempre gostou de Robin, mas seu amigo conquistou o coração dele com mais facilidade."

"Killian é um bom homem, não se preocupe."

Sorriu olhando para nossa filha. "Eu sei, foi ele quem trouxe você aqui. E foi minha irmã que não me deixou fazer uma besteira."

"Temos pessoas boas ao nosso redor, precisamos dar valor a elas." Peguei meu celular. "E eu preciso mandar fotos para essas pessoas antes que elas vão para o lado negro da força e queiram me matar." Regina riu,

Tirei uma foto de Regina amamentando nossa filha e enviei ao grupo.

5 segundos depois Ruby me ligou e tive que prometer mandar no minimo 20 fotos de sua "afilhada" que ela educadamente se impôs como madrinha. Não que tivesse outra pessoa em minha mente pra isso.

Em seguida foi uma sequência de ligações, e várias fotos tiradas também.

Conheci a madrasta de Regina. Ela era muito educada e amável, e ficou muito relutante em aceitar a ideia de sua neta ir morar comigo.

Dei banho em minha filha, com Regina filmando e tirando fotos (a pedido de Ruby, Mary, August David e minha mãe) tenho séria desconfiança que minha filha será exageradamente paparicada.

Killian chegou com Neal e Zelena, e combinamos a ação de graça em família, já estava bem próxima. Meus planos para o famoso feriado era passar todo o dia com séries, queijos e vinhos, mas agora, agora tenho com quem compartilhar.

Por falta de quartos, eu teria que dormir com Regina, e implorei para levar nossa filha. Queria repor cada segundo que não participei de sua existência. Após milhares de cuidados detalhadamente explicados por Zelena, devido ao fato de Sohara ter saído naquele mesmo dia do hospital, eu estava pronta para passar a noite com minha família, ao menos uma parte dela...

Neal dormiu com Zelena e Killian a pedido de Henry. Realmente gosto desse homem.

Regina deitou no canto da cama, quase caindo e sempre olhando assustada para a filha. Era claro o quanto ela ama nossa filha, mas tinha medo de machuca-la, e não a culpo por isso, afinal ela ainda está em crise. Não vou desistir delas, jamais.

Durante a noite, após acordar e cuidar da nossa filha, deitei atrás de Regina e a abracei enquanto admirava nossa obra de arte. Sei que ainda não somos um casal, mas se depender de mim seremos. Ainda temos muitas arestas para aparar, mas nada que o tempo e dedicação não possa resolver.

Realmente não mereço tanta felicidade

Notas finais
Estou muito satisfeita com esses dois últimos capítulos, espero que vocês tenham gostado também. Todas as minhas fics possuem um objetivo. Quero sempre que quem leia, termine de uma forma diferente do que quando começou. Em outras palavras, sempre tem uma moral Comente pfv, isso me ajuda.