Notas iniciais
Desculpe a demora. Eu devo estrear cada capítulo a cada duas semanas, então, agora que temos uma data certa, se preparem.

Alguns dias depois do incidente com Serio, todos estavam de volta à vida normal. Na escola Benjamin, todas as crianças estavam nas salas se preparando para a aula, inclusive os quatro que estavam na sala da senhorita Soledad, esperando o sinal bater. Pilar estava no fundo da sala conversando com uma planta, Azul estava adiantando a matéria, Serio estava sentado atrás dela escrevendo no caderno (mas em vez de estar anotando matérias, estava desenhando corações com o nome dele e o da Azul) e Paco estava fazendo flexões, para mostrar o quão era forte.

— 98... 99... E cem! – Disse Paco acabando de fazer as flexões. – Podem dizer, eu sou bom mesmo.

— Cuidado Paco, senão seu ego gigantesco não vai caber na sala. – Disse Serio brincando enquanto Paco apenas virava o rosto e Pilar se aproximava, se sentando.

— Se você realmente é tão bom, então que tal uma competição. – Serio, Paco, Azul e Pilar se viraram e viram que era o garoto mais “modesto” da sala, Telmo que estava sentado na própria carteira.

— Eu já disse que eu não sou bom em testes de inteligência. – Disse Paco, pois era normal o Telmo desafiar-lo para testes de inteligência para provar sua superioridade.

— Eu não mencionei nenhum teste de inteligência. Eu estou te desafiando para uma queda de braço! – Disse Telmo ainda sentado e Paco apenas começou a rir.

— Qual é? Você sabe que não é mais forte que eu. – Disse Paco.

— Então você não tem nada a temer. – Temo colocou o braço encima da mesa e Paco se aproximou e se preparou, toda a sala foi ver. Os dois seguraram as mãos uns dos outros e Perla segurou-as e começou a contar.

— Preparar... Apontar e... Comessem. – Disse Perla soltando as mãos dos dois. Não durou nem cinco segundo e Telmo conseguiu bater o braço do Paco na mesa.

— O QUE?! – Gritou Paco enquanto todos se assustavam. – Eu não estava preparado. Quero revanche.

Telmo concordou e venceu o Paco de novo, sem mudar a duração, Paco pediu outra revanche e aconteceu o mesmo dez vezes seguidas até o Telmo se cansar.

— Eu não acredito... Eu perdi. – Disse Paco no chão enquanto a sala erguia o Telmo, Serio, Pilar e Azul foram ajudar-lo. – E perdi para o Telmo! Eu acho que eu agora sou só um fracote.

Enquanto Paco se lamentava, ninguém percebia que em um canto da sala tinha uma gosma camuflada, observando tudo e mandando para o dono dela.

Parece que encontrei uma fraqueza. Hehehe! – Dizia o ser misterioso encima de um prédio perto da escola. Ele desapareceu e se transportou para uma selva a alguns quilômetros de Nova Nitza. – Agora o que eu posso arranjar para aproveitar o que houve com o “garoto touro”? – O ser andava, até que viu uma pedra que tinha três metros de altura e teve uma idéia. – Uma coisa grande, forte e... Mortal. Perfeito.

O ser misterioso pegou outra de suas gosmas e colocou no topo da pedra, de repente ela ganhou vida, saiu mais pedras de dentro dela criando braços, pernas e uma cabeça, virando um divino gigante de pedra.

- Agora, minha criatura, ande, absorva mais pedras e fique cada vez maior e quando ficar grande o suficiente destrua aquela cidade! – O ser ordenava o monstro de pedra, que apenas obedeceu e começou a andar em busca de pedras enormes para absorver.

Mudando de cena:

Os quatro estavam no campo de treino, enquanto Grinto tocava no atabaque, Serio e Pilar estavam lutando de um lado e Paco e Azul de outro.

Azul deu um chute na direção do Paco, que em vez de desviar, acabou se desconcentrando e levando o chute no queixo, nesse momento todos foram ver se ele estava bem.

— Tudo bem aí Paco? – Disse Serio enquanto Azul o ajudava a se levantar.

— Tudo... Pode deixar. – Disse Paco ainda meio tonto.

— Você não parece concentrado na luta, não acha? Eu acho. – Disse Grinto.

— Eu ainda estou pensando em como o Telmo conseguiu me vencer na queda de braço. – Disse Paco se irritando. – Agora eu vou acabar virando um fracote qualquer.

— Paco, não pode se culpar assim. – Grinto tentou consolar-lo. – Ser forte não significa nunca perder e sim como lidar com a derrota.

De repente eles sentem um tremor e Grinto olha em um dos monitores que tinha lá, e eles vêem um divino de pedra que estava a uns dez quilômetros de Nova Nitza.

— Que coisa é essa? – Serio perguntou.

— Não sei, mas parece que apenas nós o percebemos por esse recinto ser embaixo da terra. Vamos aproveitar que ninguém sabe da existência desse divino e derrotar-lo mais rápido. Agora vão! – Disse Grinto.

Mudando de cena:

Os combo niños tinham acabado de chegar ao monstro, que agora estava com cinco metros de altura.

— É impressão minha ou essa coisa era menor quando a vimos no monitor? – Serio perguntou.

— Vamos derrotar-lo logo! – Pilar exclamou e todos foram tentar parar o monstro.

Primeiro Serio pulou em uma das pernas da criatura, que apenas levantou a mesma perna e o atingiu com um peteleco, mandando-o para longe e atingindo uma arvore. Depois Pilar pulou na cabeça do monstro e deu um soco nela, mas apenas conseguiu machucar a mão e cair. Azul pulou em um coqueiro e jogou vários cocos no ser de pedra, mas não aconteceu nada.

Por ultimo, Paco foi dar um chute no rosto da criatura, mas surgiu à imagem da sua derrota na queda de braço, quando ele voltou ao normal, apenas viu o punho da criatura e foi atingido e jogado em uma pedra. Quando Paco abriu os olhos, viu a criatura pegando uma pedra e absorvendo-a e ficando com sete metros de altura e ainda seguindo em frente.

— Esse divino absorve pedras e fica cada vez maior! – Disse Paco se aproximando dos outros.

— Essa não! – Azul se espantou. – Esse divino está indo em direção ao Cânion da Lua.

Serio e Pilar ficaram assustados também, mas Paco não.

— O que mesmo um Cânion? – Paco perguntou e os três ficaram encarando-o.

— Um Cânion é um... – Azul foi dizer, mas Serio a interrompeu.

— Não temos tempo para explicar. Apenas saiba que é um lugar que está lotado de pedras enormes. Entendeu? – Disse Serio se apressando.

— Tudo bem. – Disse Paco. – Mas como vamos deter-lo?

Todos ficaram pensativos até Pilar ver as arvores e alguns cipós e teve uma idéia.

— Já sei! – Todos olharam para ela. – Ele pode absorver pedras, mas não arvores.

Todos entenderam a idéia da Pilar e se separaram, Serio e Azul usaram alguns golpes para quebrar algumas arvores mais antigas e Paco e Pilar pegaram todos os cipós que podiam. Depois todos foram para alguns metros a frente do monstro que andava sem ligar para nada, depois pularam nas costas dele e puxaram os cipós, que puxaram as arvores que foram amarradas envolta dele, prendendo-o.

— Conseguimos. – Disseram todos comemorando, pois estavam apenas a alguns metros do cânion.

— Mas uma coisa é estranha. – Disse Pilar andando envolta do divino. – Esse divino não tem nenhum totem. Como vamos explodir-lo sem nos transformar?

— Precisamos perguntar ao mestre Grinto. – Disse Paco

Enquanto eles conversavam, o divino, que estava preso, apenas viu uma pedra que estava do seu lado, então aumentou seu pescoço adicionando mais pedras e absorveu a pedra com a cabeça e aumentou. Os quatro se espantaram e a criatura pulou dentro do cânion.

— O que é que vai acontecer agora? – Serio perguntou com medo da resposta.

De repente eles sentem um tremor enorme e vêem os dedos do monstro que eram do tamanho deles e a criatura estava saindo do cânion.

— O que faremos agora? – Azul perguntou, enquanto o monstro tentava sair.

— Está na cara que não vamos derrotar essa coisa sozinhos. – Disse Paco. – Vamos até o mestre Grinto, ele vai ter uma resposta.

Mudando de cena:

Todos voltaram para o recinto e contaram para Grinto o que aconteceu.

— Um divino feito de pedras? Isso é incomum. – Disse Grinto pensativo.

— É, e agora ele está em direção à cidade. – Disse Serio. – O que será que esse divino pretende.

— Vamos ver... – Grinto ficou mais pensativo. – O que, até agora, vocês sabem sobre esse divino?

— Sabemos que ele adora absorver pedras e que não possui nenhum totem. – Disse Pilar.

— Isso é impossível. Até divinos criados possuem totens. – Disse Grinto se aproximando.

— Mas eu não achei nenhum e eu procurei envolta do divino todo. – Pilar disse um pouco confusa.

— Ele provavelmente tem. Vocês apenas não devem ter olhado no lugar certo. – Disse o Cabeça Velha. – Se tem algo que eu aprendi, é que todo divino tem um totem, apenas muda o local.

— Pode até ser. – Disse Paco cabisbaixo. – Mas ainda acho que não vamos derrotar esse divino. Mesmo transformados.

Depois de dizer isso, Grinto e Cabeça se entreolharam e Grinto moveu a cabeça como se estivesse concordando com algo.

— Garoto. Quero que venha comigo. – Disse o Cabeça para o Paco e começou a pular até uma sala próxima.

Paco seguiu o Cabeça até a sala e a porta se fechou, os dois estavam a sós lá dentro.

— Eu sei o que você vai dizer mestre... Eu sou mais forte do que imagino, a derrota é apenas uma fase, eu preciso chutar a poeira e seguir em frente... – Disse o Paco percebendo porque o Cabeça Velha o chamou.

— Na verdade não. Te chamei aqui porque agora você virou um fracote. – Disse o Cabeça.

— O que?! – Paco se espantou.

— Exatamente. Pelo que eu percebi, agora você está ficando sem força e está se tornando um estorvo. Eu e Grinto conversamos, os outros já devem ter ido e como você está agora, só iria atrapalhar-los.

— O que?! – Paco repetiu. – Não mestre. Eles não podem enfrentar aquela coisa sozinhos, precisam de toda ajuda que puderem ter.

— Que ajuda? Você só iria atrapalhar. Quando eles voltarem vamos discutir sua retirada dos Combo Niños.

— Como?! Não podem fazer isso, os Combo Niños devem ser quatro.

— Depois vamos te substituir. Será que o garoto que te derrotou gostaria de se juntar a nós. – Depois que o Cabeça disse isso, Paco se enfureceu pelo que ouviu.

— Quer saber, eu vou ajudar os outros.

— Para que? Você já vai ser expulso dos Combo Niños de qualquer jeito.

— Mas eu vou ajudar-los como eu puder.

— Não vou permitir que você atrapalhe seus amigos. – Disse o Cabeça Velha entrando na frente do Paco. – Se quiser passar, vai ter que passar por mim.

Nesse momento, os dois se preparam e começaram a lutar, mas o Cabeça Velha apenas deu alguns golpes no Paco e o derrubou.

— Desista. Do jeito que você está nunca vai me derrotar. – Disse o Cabeça se vangloriando.

Paco se levantou irritado e pensando nos amigos que precisavam de ajuda e deu um chute que lançou o Cabeça na parede, fazendo uma rachadura nela.

— Tudo bem mestre? – Paco se aproximou preocupado.

— Belo golpe garoto. – Disse o Cabeça mostrando que estava bem. – Agora que você derrotou uma cabeça de pedra, pode derrotar um monstro feito do mesmo material.

— Espera! Mas eu não vou ser expulso dos Combo Niños? – Paco ficou completamente confuso.

— Não. Fiz isso para que você visse a força que existe em você.

— Mas por que não fez como o mestre Grinto, falando sobre essa força.

— Você iria escutar? – O Cabeça perguntou retoricamente. – Grinto tem seu jeito de ensinar e eu tenho o meu e pedi para ele para usar esse método em você.

— Como soube que isso iria dar certo?

— Porque você é como eu quando tinha a sua idade. Meu mestre usou esse método em mim e funcionou, então achei que funcionaria com você também.

— Mas só para ter certeza... – Paco ainda estava com um pouco de dúvidas. – Você não vai me substituir pelo Telmo por esse meu jeito, não é?

— Não. Esse seu jeito que te faz ser perfeito para ser um Combo Niño. Eu posso ser durão, mas não sou tão insensível. Agora vá!

Dito isso, Paco se encheu de esperanças e passou pela porta e se surpreendeu ao ver seus amigos ainda lá e viu que tudo era uma armação de seus mestres.

— Bom pessoal, hora de ir. – Paco disse animado, todos puderam ver sua determinação e foram atrás da criatura enquanto isso, Grinto voltava a ficar sério.

— O que foi Grinto? – O Cabeça perguntou, já ficando preocupado.

— Estou pensando... Primeiro a mãe do Nestor é transformada em um monstro divino, depois o Serio é transformado em um tigre divino e agora um divino feito de pedras aparece. Diadoro e Gómez não conseguiriam fazer isso. Tem algo errado e eu vou descobrir o que é. – Grinto se transportou e foi atrás de respostas.

Mudando de cena:

Paco, Pilar, Serio e Azul tinham chegado à cidade e o monstro já estava lá, mas não estava atacando nada. Apenas estava andando reto.

— Por que ele não está destruindo nada? – Serio perguntou confuso.

— Ele parece estar procurando algo. – Disse Azul.

— Ele deve estar procurando mais pedras para absorver. – Paco tentou dar uma explicação.

— Mas todos os prédios são feitos de pedra. – Pilar derrubou a teoria dele. – Deve ser uma pedra bem diferente, que se distingui das outras.

— A represa! – Serio afirmou. – Ele está indo em direção a represa. E a represa é uma pedra enorme.

— Temos que impedir-lo senão toda a cidade vai ser inundada. – Paco exclamou e todos foram atrás da criatura. – Eu tenho uma idéia. Vocês distraiam a criatura.

— Aonde você vai? – Azul perguntou.

— Encontrar o totem! – Disse Paco e viu a expressão de dúvida nos outros. – Confiem em mim.

Todos tentaram dar um chute na criatura e conseguiram chamar a atenção dela. O monstro tentou dar um soco neles, mas eles conseguiram desviar, exceto Paco, que pulou encima da mão da criatura e pulou em direção a cabeça dela, a criatura abriu a boca e Paco caiu direto dentro da boca enorme e o monstro apenas engoliu.

— Paco! – Pilar gritou e todos se preocuparam.

— Acalmem-se. – Azul tentou melhorar a situação. – Lembrem-se que o Paco disse que sabe o que está fazendo.

— Mas estamos falando do Paco. – Serio lembrou a Azul.

— Então é melhor deixarmos essa criatura ocupada enquanto o Paco realiza o plano dele. – Disse Pilar e os três foram atrás da criatura.

Enquanto isso, Paco tinha chegado ao estomago da criatura.

— O Cabeça disse que apenas muda o lugar onde fica o totem, então pode estar no estomago dessa coisa. – Disse Paco para si mesmo enquanto procurava o totem.

Paco ficou andando por um tempo no estomago do bicho enquanto procurava um totem, de repente ele acha, era o dele, mas estava longe. Ele foi correndo até o totem, mas várias criaturas de pedra apareceram na frente dele.

— Essa não. Parece que essa coisa também tem proteção dentro dele! – Paco se preparou e começou a atacar os monstros.

Enquanto isso, os outros estavam lutando contra (ou melhor, desviando dos ataques do) monstro de pedra.

— Lembrem-se do que o mestre Grinto nos ensinou sobre esperar o ataque e atacar no ponto fraco (acontecimento do primeiro capitulo). – Gritou Serio.

O mostro deu um soco no chão e os três atacaram juntos na dobra do cotovelo da criatura quebrando o braço dela. O divino ficou com raiva e fez mais pedras saírem de si para construir um novo braço, mas acabou diminuindo.

— Viram isso?! – Azul exclamou. – Quando esse divino cria mais partes de si ele diminui. Tentem quebrar mais partes dele!

Todos tentaram atacar, mas a criatura era muito resistente. Enquanto isso, no estomago da criatura.

Paco estava apanhando das criaturas, que apareciam cada vez mais, então ele se lembrou que todos contavam com ele, que ele não iria perder como perdeu para o Telmo. Paco apoiou a perna atrás dele e deu um impulso, se lançando, quebrando algumas criaturas e chegando até o totem.

— TOTEM TOCAR, TRANSFORMAR! – Gritou Paco e todos se transformaram.

No lado de fora da criatura, todos se surpreenderam ao se transformarem e, de repente, Paco saiu da barriga da criatura, fazendo um buraco nela.

— Quem diria? Você realmente sabia o que estava fazendo. – Disse Serio.

— Agora vamos acabar com essa coisa! – Disse Paco e todos se prepararam.

Mudando de cena:

Enquanto todos lutavam, o ser misterioso estava, em pé, na cobertura, onde Diadoro mora (ou melhor, morava) apenas assistindo, de repente aparece Grinto, atrás do ser.

— Então você é o divino que está por traz de tudo. – Disse Grinto. – Quem é você?

Há quanto tempo... Grinto. – Disse o ser misterioso enquanto se virava.

— Você?! – Grinto se assustou, depois ficou em posição de defesa, usando seu bastão. – Destroctos! O que você está fazendo aqui?!

O que você acha? – Destroctos não mudava de posição, continuava de pé como se nada acontecesse. – Estou aqui para dominar esse mundo medíocre, depois de passar mil e quinhentos anos naquele mundo infernal por aqueles guerreiros. – Enquanto Destroctos falava, Grinto continuava em forma de defesa.

— Mas como você escapou? – Grinto perguntou.

Graças a dois idiotas, eu consegui passar pelo portal do Brutuz, desde então, estou aqui. – O ser falava e Grinto se irritava. – Falando nisso, estou vendo como estão indo seus aprendizes. Você os ensinou muito bem, talvez em um futuro próximo eles se tornem até MEUS aprendizes.

No momento em que Destroctos disse aquilo, Grinto lançou seu bastão nele, mas quando ele viu, Destroctos tinha sumido.

Não seja tão apressado Grinto. – Grinto olhou para cima e viu o ser no topo do prédio. – O momento de nossa luta ainda vai chegar, hoje não, mas em breve. – Destroctos deu um sorriso e se deixou cair para trás e caiu do prédio, mas quando Grinto foi ver, o ser tinha sumido, preocupando-o mais ainda.

Mudando de cena:

Todos estavam enfrentando o divino de pedra e começaram a usar o plano da Azul. Paco virou uma bola e Pilar se esticou e se tornou um estilingue e lançou o Paco, quebrando um dos braços da criatura, depois Serio deu um chute no Paco, lançando-o novamente na criatura, dessa vez quebrando uma perna dela. E cada vez que ela se regenerava, ela diminuía.

Azul segurou Paco, ainda em forma de bola e lançou contra o monstro, mas dessa vez, Paco voltou ao normal e seu um soco na cabeça da criatura, quebrando no meio.

O monstro estava ficando cada vez menor, todos aproveitaram e prepararam a explosão.

— COMBO NIÑOS, GRANDE EXPLOSÃO! – E todos lançaram o raio contra a criatura, fazendo com que a gosma saísse da pedra e, sem que eles vissem, ela foi rastejando, indo embora e a pedra voltou a ser uma pedra comum e os quatro voltaram ao normal.

— Agora é melhor voltarmos para a escola. –Disse o Serio e todos voltaram.

Mudando de cena:

Os quatro estavam na sala, a senhorita Soledad tinha saído, então Paco teve uma idéia.

— Telmo, eu quero uma revanche na queda de braço! – Paco exclamou e Telmo aceitou.

Paco pegou uma cadeira e foi novamente para a mesa do Telmo e os dois começaram outra partida, mas Paco novamente perdeu. Telmo começou a comemorar e Paco bateu a cabeça na mesa, mas quando fez isso a cabeça dele escorregou e ele quase caiu.

— Espere aí! Por que sua mesa está tão escorregadia? – Paco passou um dedo na mesa do Telmo e viu que o lado em que o braço dele estava apoiado estava escorregadio e o lado do Telmo não estava. – E por que meu lado está e o seu não?

— Você ousa acusar o Telmo de ser trapaceiro? – Perla perguntou, defendendo-o.

— Só tem um jeito de descobrir. – Paco deu um sorriso.

Nesse momento Telmo começou a suar então os outros resolveram trocar a mesa por outra qualquer. Os dois se prepararam e dessa vez, não durou nem dois segundos que começou e Paco ganhou.

— Eu quero uma revanche! – Telmo exclamou. Tentaram de novo e deu no mesmo. –Revanche! – Telmo ficava gritando isso e continuava perdendo e continuou assim, enquanto Paco ganhava, vendo que nunca foi realmente um fracote, Serio, Azul e Pilar apenas ficavam rindo da cara do Telmo.

Mudando de cena:

A gosma estava se arrastando e entrou novamente na manga do Destroctos.

Venceram de novo... – O ser falava e, de repente, começou a sorrir. — Não importa. Agora que eu absorvi o poder daquele gato transformado e o poder que essa pedra ganhou, eu agora posso chamar alguns... Amigos meus! – O ser começou a rir maleficamente.

Continua...

Notas finais
Por favor, comentem o que acharam desse capítulo, espero que tenham gostado. Agora uma previa do próximo capítulo:

Cap. 6: Um amor estranho: Pilar finalmente encontra alguém que entende ela, enquanto isso, os outros combo niños tem que enfrentar um novo divino muito perigoso e poderoso e Pilar não pode ir ajudar-los.
Uma historia com o final tendo um encontro chocante. Comentem.