Coletânea de historinhas curtas

1 Coletânea de historinhas Val x Fen


Notas iniciais
Kakka = Mestre

Subette wa waga aruji no tame ni = Tudo pela vontade do meu mestre

Versão descontraída

— Kakka, porquê está fazendo isso comigo?

— Você não sabe mesmo? – Disse Valvatorez num tom frio e sem sentimentos.

— Mas eu fiz para seu bem!

— Se é para meu bem você não deveria tê-lo feito!

— Mas Kakka, você precisa fazer sua refeição (sangue)!

— Não preciso! E não posso quebrar minha promessa! Além de tudo, isso definitivamente, NÃO é motivo para você esconder minhas sardinhas!!!

Versão “não – tão – inesperado”

— Kakka, o que isso significa? – Perguntou Ferich incrédulo.

— ... – Valvatorez ficou em silêncio por um instante e logo disse – Fenrich... você fica bem desse jeito e esse seu olhar só o torna ainda mais sedutor.

— ...

— ...

— Kakka, isso é algum tipo de play novo?

— Se eu dissesse que sim?

— Poderia ter me dito mais cedo, teria colaborado mais. – Afirmou Fenrich de jelhos no chão e as mãos algemadas nas costas.

— ...

Versão YAOI

Parte I – Sentimentos ocultos

— Kakka... Por quê... ? – Perguntou Fenrich numa expressão de raiva porém num tom melancólico.

— ... – Valvatorez apenas observa seu mais fiel seguidor sem emitir um som sequer.

— É... por causa daquela mulher... ? – Perguntou Fenrich amargamente. – Kakka... se essa for sua escolha eu... (só me resta aceitar não é mesmo? Mas, se o lugar dela é ao seu lado... onde estará o meu lugar?)

— Fenrihi... – Suspirou Valvatorez. – Você simplesmente... não entende... (Porquê não percebe que quem eu quero é você? Somente você e sempre foi você...)

Parte II – Castigo ?

— Fenrich, você passou do limite dessa vez... – Disse Valvatorez friamente. – Primeiro bebeu sangue daquela anjo e depois fingiu estar à beira da morte...

— Mas Kakka, eu n...

— Shhhh... Fenrich, diga-me: a quem você pertence? – Perguntou Valvatorez antes que o Fenrich pudesse terminar sua contestação.

Fenrich olhou surpreso para seu mestre mas logo em seguida respondeu:

— Pertenço a você, meu mestre, Valvatorez-sama.

Satisfeito com resposta Valvatorez continuou o “interrogatório”.

— Pois já que você me pertence, saiba que considero suas ações como traição. Agora, diga-me, o que devo fazer com você?

— Aceitarei qualquer tipo de castigo, Kakka. – Fenrich aceitou sua situação imediatamente, afinal, seus atos realmente podem ser vistos como traição aos olhos do seu mestre, apesar de tê-los feito para o seu bem.

Beber sangue da anjo é para poder continuar ao lado do Valvatorez, mas por outro lado, é inadmissível ter sangue de outra pessoa correndo nas suas veias, ainda mais: sangue de anjo! Já que pertence ao seu mestre o certo é dedicar-se de corpo e alma à ele.

Fingir-se à beira de morte é para Valvatorez tomar seu sangue e recuperar seu poder antes da batalha decisiva, mas por outro lado também é um teste. Um teste porque Fenrich queria saber se o Valvatorez é capaz de quebrar sua promessa feita àquela pessoa tão especial, se ele é suficientemente importante para o Valvatorez a ponto dele quebrar a sua promessa.

— “Qualquer” tipo de castigo? – Um brilho passou nos olhos do Valvatorez tão rápido que nem o fenrich foi capaz de perceber.

— Qualquer tipo de castigo! – Afirmou Fenrich.

— Ótimo! Então jure Fenrich: você será meu e somente meu, olhe apenas para mim, ouça somente minha voz, pronuncie apenas meu nome, reaja apenas ao meu toque, pense somente em mim e grave meu nome na sua alma... – (e então ficarás preso ao meu lado por toda eternidade...).

— Sim, Kakka, eu juro.

— Bom, essa foi a primeira parte. – Sorriu Valvatorez malicioso. – A segunda parte você já sabe: me agrade, Fenrich, você sabe como. – Valvatorez correu seu olhar pelo corpo bem definido do Ferich enquanto suas falavras saem suavemente da sua boca quase que como um sussurro.

Fenrich corou e com seuas orelhas tremendo de vergonha (ansiedade?) disse:

— Subette wa waga aruji no tame ni...

Notas finais
Não costumo escrever fics, sei que as historinhas não são das melhores e tenho consciência disso, portanto caso queira deixar uma crítica... seja gentil >.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!