Club Dos Prazeres
4 Capítulo 4 - Aprendendo com o Professor Gabriel
Notas iniciais
Hoje nosso Club dos Prazeres está de portas abertas e é a vez do nosso querido professor Gabriel Emerson!
Mas primeiro obrigada a todas que comentaram e perderam as calcinhas com o Mestre Grey e o Mestre Madoxx!
E as três recomendações das pervas Say minha gatona, May Goddoy e Fernanda Bella F! Muito muito obrigada!
Espero que todas apreciem sem moderação e taquicardias causadas eu recomendo que façam logo um plano de saúde!
Nem sou má hahaha!!
Boa leitura a todas!!
Por Jaque Lokit!
** Capítulo 03 – Aprendendo com Professor Gabriel Emerson **
Existe um ditado muito do sem graça que diz “Quem sabe faz. Quem não sabe ensina.” E eu não concordo absolutamente com isso.
Eu ensino e sou bom ensinando, pois sei fazer bem feito, ou então nem me arriscaria a passar meu conhecimento. E não sou bom apenas com matérias acadêmicas como todos me conhecem, mas também sou bom em ensinar prazer, mas até então nunca tinha incitado esse meu lado obscuro, até conhecer Gideon Cross e o Club dos Prazeres.
Em uma noite, após me embriagar e ter o suficiente de demônios em meu corpo, eu vaguei pelas ruas e me deparei com as portas do clube, altas e imponentes e fortemente protegidas por seguranças que mais pareciam armários e que com certeza não me deixariam entrar em meu atual estado. Foi quando, um homem alto e muito bem vestido me olhou com olhar avaliativo e o canto de sua boca subiu no sorriso mais sarcástico que eu já vi em toda minha vida e naquele momento eu tive vontade de socar o filho da puta, mas isso não me colocaria em uma boa situação então eu me contive e controlei meu lado agressivo, mas para minha surpresa ao invés de me colocar para fora do clube, o homem me convidou a entrar e me levou ao seu escritório, não sem antes passar por um imenso salão de luzes baixas que gritava sensualidade. Eu vi pessoas nuas e em poucos trajes e fazendo coisas que até o diabo duvidaria. Em seu escritório, Gideon me ofereceu uma dose de café amargo e forte, esse homem estava me ajudando e eu ainda não entendia o porque. Ele me contou sua história e como havia começado com as atividades do clube e terminamos a noite com ele me colocando em um táxi e me oferecendo seu cartão pessoal.
Isso aconteceu a mais de dois anos. Gideon me motivou a aprender tudo que hoje sei, e que hoje eu ensino. Ele abriu as portas do Clube para mim e hoje considero aqui como minha segunda casa.
Me tornei um Mestre do Prazer e consegui controlar um pouco dos meus vícios mundanos. Eu sempre fui sozinho, mas aqui conheci pessoas que passei a admirar por sua forma de brincar com a vida e com os problemas do dia a dia, e encontrei aqui amigos que vou levar para a vida toda como irmãos. Apesar do clube ser primeiramente para a pratica de BDSM, por aqui encontramos todos os tipos de pessoas, principalmente os curiosos, e o máximo que faço por eles é revirar meus olhos. Pessoas que usam pulseiras vermelhas não atraem minha atenção no clube e sinceramente eu não gosto de desperdiçar meu precioso tempo com elas. Eu já discuti várias vezes com Gideon sobre “curiosos” no clube, esse tipo de pessoas só trazem frustração. Eu penso que quando você quer apenas olhar você pode ficar em casa e assistir um filme, agora se você vem a um lugar de verdade você tem que estar disposto a tudo. Ou você arrisca ou você cai fora. Gideon não concordava comigo, e aqui estamos nós, com uma noite de casa cheia... De curiosos!
E por falar no diabo, o próprio aparece no bar, usando outra roupa, diferente da qual eu o havia visto usando no inicio da noite. O homem ficaria bom usando até um saco de estopa. E era praticamente impossível a cabeça de homens e mulheres não virar para ver Gideon passar com toda sua pompa. Bastardo!
Gideon me concedeu o honra de ser nomeado como um Mestre do Prazer, e em todo o clube só éramos seis. Não era qualquer um que ganhava a confiança do Mestre G, e eu fui um escolhido e por esse motivo eu tinha livre arbítrio para fazer o que desejasse dentro do clube. Em noites como a de hoje, onde o movimento seria grande, eu era convocado a ajudar. Então eu ficava no bar me divertindo com os barmen, e preparando algumas doses que eram minha especialidade. Eu agitava garrafas no ar e preparava drinks com a coqueteleira enquanto acompanhava o movimento se desenvolver na noite. Mas minha grande redenção era passar a maior parte do tempo imergido em bebida alcoólica e não me sucumbir a ela. Eu terminava a noite sóbrio e eu seria grato a Gideon por toda a minha vida.
Mestre G se aproximou do balcão e apoio os cotovelos sobre a bancada de madeira, e ele não precisava pedir, eu já estava servindo o copo dele com o melhor whisky doze anos da casa.
- Eu não sabia que o clube tinha virado uma instituição de moda... — eu provoquei olhando avaliativo as roupas novas de Gideon, ele bufou e bebeu uma grande dose de seu veneno, depositando o copo com demasiada força sobre o balcão. — Noite difícil Chefe? — eu provoquei mais uma vez sabendo o quanto Gideon odiava ser chamado dessa forma.
- Alguém já te mandou para o inferno hoje Mestre Emerson? — depois dessa eu tive que rir.
- Acalme-se Gideon e me diga o que tanto te deixa de mal humor.
- O que me deixa de mau humor? Você abre a porra de um clube com todo o cuidado de apenas proporcionar prazer as pessoas, para que elas possam esquecer suas vidas difíceis, seus problemas e seus medos do lado de fora daquelas portas que eu mesmo parafusei na construção, e então vem a porra de um drogado e quase coloca tudo a perder tentando estuprar uma garota que estava disposta a aprender... — Gideon apertou ponte de seu nariz frustradamente fechando os olhos e respirando fundo. As coisas tinham sido realmente sérias
Eu arregalei meus olhos. Chocado. Mas que porra.
- E o que vocês fizeram com o merda?
- Grey se encarregou dele e foi encaminhado com Thomas a uma delegacia. Foi feita uma queixa pelo clube sobre a agressão e Grey parece que se entendeu com a moça quase violentada...
- Se ela está com Grey com certeza estará em boas mãos Mestre G. Fique tranqüilo.
Gideon bebeu o resto de sua dose e levantou-se da banqueta. E eu sabia que esse assunto estava encerrado.
- Como está esta noite Mestre Emerson?
- Estamos bem Mestre G, eu estou de olho nas coisas.
- Obrigada amigo, eu sei que posso contar com você. Vou continuar a andar pelo clube, mais tarde nos encontramos em meu escritório.
- Eu estarei lá.
Gideon se afastou e eu sabia pelo semblante dele que a noite não estava saindo como ele havia planejado. Mais tarde nós conversaríamos melhor e ele nos contaria o que estava acontecendo. Me virei de costas para o balcão para voltar ao meu trabalho quando escutei a voz melodiosa em meus ouvidos.
- Uma dose de rum com coca-cola por favor. — as palavras entraram em meu cérebro e escorreram pela minha coluna me aquecendo por inteiro e fazendo meu pau tremer dentro de minhas calças. Ao inferno que eu conhecia aquela voz.
Me virei para encarar um par de olhos surpreendentemente azuis que quando notaram a minha presença e tiveram a certeza de quem eu era se arregalaram em pavor e surpresa.
- Pro... Pro... fessor... — as palavras quase não tinham som quando saíram de sua delicada boca rosada, ela baixou os olhos e encarou as mãos se contorcendo em seu colo. Eu avaliei as pequenas mãos com unhas bem cuidadas e não deixei de notar a porra da pulseirinha vermelha. Mas que porra. Ela era uma curiosa e eu abominava curiosos.
- Sta. Julianne Mitchell. Que surpresa encontrá-la neste inusitado local. — eu disse de uma forma um pouco rude, não escondendo a irritação em minha voz. Definitivamente esse não era um lugar para ela.
Ela hesitou em sua resposta e eu aproveitei seu pequeno momento sem fala para avaliá-la melhor.
Julianne Mitchel foi minha aluna de especialização na minha turma que estudava Dante e sua Beatrice, na verdade eu preciso me corrigir, Julia é minha melhor aluna. Com uma inteligência afiada e uma força de vontade em aprender admirável, tirando as melhores notas e me surpreendendo a cada seminário com suas conclusões. Depois que ela havia terminado sua especialização a alguns meses atrás, nós nunca mais nos encontramos, e eu jamais pensaria em encontrar uma pessoa tão delicada como ela em um lugar tão selvagem como esse. E nesse momento minha vontade era agarrar seu braço e a colocar para fora sem opção de retorno.
- Nós... Nós não estamos em sua classe Professor Emerson e você não manda em mim!
Ah mas que pequena petulante!
Vou retirar a opção anterior de colocá-la para fora e ao invés vou amarrá-la e castigá-la até que ela aprenda a me obedecer.
A visão de Julia amarrada e submissa em uma cama passou pela minha mente e eu tive que segurar um gemido. Certo, eu preciso mudar de estratégia. Eu quero isso.
- Você tem razão Sta. Mitchel. Aqui eu não sou seu professor... — eu caminhei para me colocar de frente para ela, que me avaliou de cima a baixo, desde os meus cabelos, passando por meu peito semi nu e parando em minha pulseira dourada. — Aqui eu sou seu Mestre do Prazer...
As últimas palavras foram sussurradas no ouvido de Julianne que tremeu em reconhecimento. Nesse momento eu já desejava essa mulher mais do que tudo nessa vida.
Não vou mentir que durante as aulas ela sempre chamou minha atenção, mas minha posição como Professor não me permitia uma aproximação maior.
Aqui e hoje a mesa tinha virado e eu tinha todas as condições de ter Julianne para mim.
- Mestre... — ela sussurrou tão baixinho, mas o suficiente para meu pau rugir de duro.
- Sim, seu Mestre. Você quer? — eu estava dando a ela uma opção, e eu me odiei por isso. Se ela me dissesse não eu estaria muito fodido.
Julianne buscou meus olhos e a luxúria em seus próprios era indubitável.
- Eu não sei muito bem como tudo funciona... Fui praticamente arrastada para cá hoje a noite.
- Entendo... Mas você sabia pra onde estava vindo?
- Sim, eu tinha uma ligeira idéia de onde estava me metendo. Só não sabia que te encontraria aqui.
- Existem muitas coisas que você não sabe Julianne... — eu toquei seu rosto com as pontas dos meus dedos e imediatamente uma coloração vermelha tomou conta de suas bochechas. — Adorável esse tom em seu rosto pequena. Tento imaginar quão adorável ficaria seu traseiro rosado depois que eu chicoteasse ele...
Ela engasgou uma respiração e eu ri. Tão linda e inocente...
- Você está disposta a confiar em mim? Eu posso ser seu guia dentro do clube e te mostrar como tudo funciona. Mas para isso você precisa confiar em mim.
- Você fala sério quando diz que quer me ensinar? — ela pergunta um pouco encabulada.
- E eu já não te ensinei uma vez e você se mostrou minha melhor aluna. Tenho certeza que não vai me decepcionar... Você confia em mim?
Eu sabia que estava levando ela na borda, mas era um risco que valeria a pena. Julia ficou em silêncio e essa espera estava fodendo com meus miolos. Eu odeio esperar.
- Eu aceito Professor... Hu... Mestre. — ela me presenteou com um pequeno sorriso sacana. Essa menina era um perigo.
- Então venha comigo! — segurei sua pequena mão e a conduzi pelo clube. Eu sei que Gideon castraria minhas bolas quando soubesse que eu sumi com uma curiosa, mas foda-se, eu queria muito entrar nas calças de Julia e eu me achava um puto por isso. Não que eu me preocupasse claro.
Enquanto caminhávamos Julianne avaliava tudo com interesse. Era um universo novo para ela.
- O quanto você sabe sobre isso? — eu perguntei indicando os inúmeros casais espalhados pelo salão em suas cenas.
- Oh eu sei apenas o que a internet pode fornecer. Nunca estive tão perto de algo tão...
- Tão? — eu a incentivei.
- Fascinante! — foi impossível esconder o sorriso em meu rosto, e naquele momento eu já sabia onde levaria Julianne. Mudei minha direção rumo aos calabouços e senti a pequena mão apertar meus dedos. Ela estava nervosa, então eu a puxei para perto e enlacei sua cintura, sentindo o macio e quente corpo se moldar ao meu. Julia se encaixava em mim perfeitamente.
Descemos as escadas e fomos até o último quarto no corredor, ao entrarmos ela estacou na entrada e arregalou os olhos com a visão a sua frente.
O quarto mal iluminado trazia tons de carmim e marrom, correntes pendiam do teto, um X de madeira alocado no canto juntamente com uma cadeira de surra, e no meio uma imensa cama com lençóis de cetim vermelho e um dossel de quatro colunas onipresentes apropriadas para amarras e restrições. O lugar para um visitante poderia ser assustador, mas para mim era o que me excitava mais.
- Gosta do que vê Julia? — eu perguntei já esperando sua resposta negativa.
- Muito Mestre! — eu demorei um minuto para entender o que ela disse. Julia passou por mim e observou tudo com olhos brilhantes em admiração. — É muito melhor do que apenas ver pela internet.
Putaqueopariu! Eu não merecia tanto! Meu peito de encheu e eu a foderia sem sentidos a qualquer momento, mas tomei uma respiração e tentei me controlar.
- Julianne tem certeza do que está dizendo? — ela concordou com um aceno de cabeça, e eu me senti um fodido por ter tanta sorte. — Certo, antes que eu rasgue sua roupa e me enterre em você... — nesse momento ela deu uma risadinha. Caralho! — Certo, me deixe pensar por favor!
- Sim Mestre...
Ai caralho. Linda demais. Gostosa demais. Submissa demais.
- Se você pesquisou sabe muito bem onde está se metendo e o que eu quero de você enquanto for seu mestre. BDSM quer dizer bondage, disciplina, submissão, sadismo, masoquismo. As opções são muitas, mas tudo depende de um consenso entre Dom/Sub. O que você deseja Julianne?
Ela abaixou os olhos e mordeu o lábio para responder. Uma nova coloração em suas bochechas.
- Desejo Você Mestre!
E nesse momento eu mandei tudo ao inferno. Puxei Julianne para meus braços e choquei meus lábios contra os dela, sentindo sua maciez e doçura. Ela me deu abertura e eu me perdi em sua boca e em seus beijos, apertando-a contra meu corpo para que ela sentisse o tamanho do meu desejo por ela, Julia gemeu em minha boca e eu me afastei buscando por ar. Eu não poderia perder o controle dessa forma. Julia estava resfolegando a minha frente, os lábios inchados.
- Você vai precisar de uma palavra de segurança. Aqui no clube “Amarelo” significa amenizar a cena, quer dizer que a sub está achando a atividade excessiva, então nós damos um tempo a ela. Mas “Vermelho” significa parar completamente e tudo está acabado. Você entendeu?
- Sim.
- Ótimo, eu tenho algumas idéias do que podemos fazer. Quero conhecer seu corpo e seus limites. Você está disposta e me dar esse controle sobre você?
- Sim Mestre.
- Muito bem pequena. Aqui, você não tem o direito de falar sem permissão. Apenas “Sim” ou “Não” ou suas palavras de segurança. Eu sou um Mestre e assim quero ser tratado. Se você for uma boa menina será recompensada, mas de me desobedecer eu serei obrigado a castigá-la. Entendeu?
- Sim senhor...
- Ótimo, agora eu quero que você fique nua para mim. — os olhos de Julianne se arregalaram e seu lábio tremeu pronto para uma objeção. Ela era realmente adorável. — Está pensando muito pequena. Tire suas roupas e lembre-se que você sempre tem uma palavra de segurança.
Ela vacilou na resposta e eu pensei que tudo estaria acabado ali, mas Julianne sempre me surpreendia.
- Sim Mestre...
Enquanto ela colocava fora seu vestido florido, eu caminhei até uma cômoda e procurei o que precisaria para essa noite, decido manter meus jeans e minha regata branca pelo menos por enquanto. Quando voltei Julianne já estava nua e confesso que ela conseguia ser mais bela do que uma pintura de Beatrice. Sua pele pálida, seios médios e rosados, uma barriga plana e o caminho ao paraíso, ou ao inferno. Ela era linda e totalmente submissa.
- Venha pequena.
Eu ordenei e ela caminhou até mim, olhos baixos, faces coradas.
- Não sinta vergonha. Você é linda minha Beatice... — eu a incentivei e como recompensa ganhei um sorriso. Esse eu guardei para mim.
Eu a levei até as correntes que pendiam do teto ao lado da cadeira de surra.
- Erga seus braços. — ela obedeceu e eu prendi seus punhos as braçadeiras a deixando restringida. — Agora abra suas pernas... — Dessa vez não ouve hesitação e eu prendi seus tornozelos também deixando Julia totalmente aberta e exposta para mim. Eu apreciei a visão por um momento. Linda.
Então me aproximei e passei meu dedo por sua bochecha, inalando seu cheio de excitação, fui descendo meu toque por seu pescoço fino, a caminho de seus seios que já me mostravam bicos rosados e eriçados. Rolei um mamilo em meu dedo e Julie gemeu.
- Shhh fique quieta.
Eu continuei minha tortura e meu caminho a felicidade. Minha mão foi descendo e rodeando seu umbigo, sua pele macia sob meu toque, esquentando por onde eu passava. Porra eu estava amando a maneira como Julianne reagia a mim.
Desci mais um pouco até encontrar seu pequeno montículo inchado, deslizei meus dedos por seus lábios e quase tenho uma ejaculação precoce ao perceber que ela estava tão pronta para mim.
- Porra tão molhadinha essa boceta e eu ainda nem fiz nada...
Julia jogou a cabeça para traz e gemeu novamente e eu sorri quando dei uma palmada de mão aberta em seu traseiro a assustando.
- Eu disse que seria punida se me desobedecesse.
- Me perdoe Mestre.
- Boa menina... — voltei minha atenção ao que realmente pretendia fazer.
Eu prendi seus cabelos sedosos em um coque frouxo e fui para traz de seu corpo, e derramei o óleo em suas costas, o cheiro de baunilha invadiu minhas narinas e eu desejei comer Julia despudoradamente, mas antes o prazer dela era mais importante.
Eu trabalhei com minhas grandes mãos em suas costas, ombros e braços a deixando relaxar. Eu conquistaria sua confiança e ela se entregaria a mim. Eu massageei suas nádegas, desperdiçando um longo tempo em seu traseiro redondo e empinado. Eu deslizei meus dedos em sua fenda e circulei meu dedo em seu orifício apertado, Julia se empinou mais e fez uns barulhos estranhos em sua garganta que eu podia apostar que era um gemido. Meu sorriso foi orgulhoso.
Com um enorme sacrifício me afastei daquele traseiro delicioso e voltei para frente de Julia, para derramar óleo em seus seios e brincar com seus mamilos novamente. Eu não gosto de vendar minhas subs, mas Julia permaneceu com seus olhos fechados e eu permiti que ela se deleitasse com as sensações.
- Esses mamilos ficariam perfeitos em grampos, eu posso ter essa visão, e esses montes... — eu disse roucamente massageando os montes durinhos. — Eu foderia eles até gozar e marcá-los como meus.
Nesse momento Julia abriu os olhos e me encarou, desejo puro e carnal faiscando o que me enviou uma onda de desejo que deixou meu pau tão duro que explodiria minhas calças.
- Mestre... — ela suplicou. Ela estava me pedindo mais.
- Eu ainda não acabei pequena.
Me ajoelhei a sua frente e meu hálito foi de encontro a sua pequena e brilhante boceta, agora mais excitada do que nunca, tão molhadinha. Dessa vez eu gemi, um som quase primitivo. Eu lancei a minha língua naqueles lábios suculentos e chupei como seu fosse um ressecado a procura de água. O gosto de Julia explodiu em minha boca, algo comparado a mel e era delicioso, e eu queria mais. Eu introduzi meus dedos, que deslizaram entrando e saindo com facilidade enquanto eu castigava seu clitóris com minha boca.
- Mestre por favor... — eu senti as convulsões de seu ventre. Ela gozaria a qualquer momento, mas porra eu mesmo estava muito perto. Tudo que eu ainda tinha a fazer com ela amarrada eu mandei ao inferno, eu precisava e a foderia já.
Eu desatei os pés de Julia e em seguida as mãos, e ela praticamente caiu em meu colo com seu corpo mole pela massagem. Eu a carreguei para a cama a colocando com todo o cuidado no centro. Busquei uma caminha e praticamente arranquei minhas roupas com minha pressa de me perder na quentura de Julianne.
Eu pairei por cima dela, meu pau totalmente ereto e vestido batendo em suas coxas, eu não seria delicado.
- Sua palavra de segurança?
- Ver... Vermelho Mestre!
Eu me enterrei em sua boceta sem avisar, em uma única investida eu estava todo dentro, sendo mastigado enquanto Julianne gritava e eu urrava de prazer.
- Apertada do caralho!
Foi difícil regular minha respiração. Meu pau todo dentro de sua boceta apertada.
Eu comecei a me movimentar, todo o meu tesão concentrado no meu pau, eu gozaria muito rápido e forte. Quando Julia passou as pernas em torno da minha cintura eu fui mais fundo eu tive a certeza que a terra era um bom lugar de se viver.
- Porra que delícia pequena. Vem com seu Mestre, goza junto comigo!
Eu comandei e levei minha mão ao seu montículo estimulando, quando Julia gritou e gozamos juntos.
- Céus mulher você acaba comigo!
Eu desabei ao lado dessa mulher perfeita para mim e busquei seus lábios doces puxando seu corpo suado para junto do meu. Eu estava exausto depois do melhor sexo da minha vida. Eu fechei meus olhos por um breve momento apreciando mais uma vez o inebriante cheiro de Julia.
Acho que passei por um cochilo, pois perdi minha noção de tempo e lugar. Eu estava no clube e encontrei Julianne.
Julianne! Minha!
Tentei puxar minhas mãos para esfregar meus olhos e afastar meu sono, mas algo estava errado, minhas mãos estavam... Restritas?
- Mas que porra! – eu abri os olhos e encontrei Julianne ajoelhada entre minhas pernas com o sorriso mais sacana do mundo em seu rosto. Ela admirava meu pau semi ereto com uma fome que fez meu sangue correr rápido em minhas veias. Eu sabia a intenção dela.
- Você algemou seu Mestre na cama pequena sub?
Ela sorriu mais abertamente e meu coração disparou.
- Meu Mestre merece todo o prazer que eu puder proporcionar...
- Você sabe que será castigada por esse atrevimento? — minha voz saiu rouca pois era impossível de esconder meu desejo.
Ela segurou meu pau em sua pequena mão e passou a língua na cabecinha bem maldosamente.
- Estou pronta para tudo mestre... — ela terminou tomando meu pau em sua boca aveludada.
Eu fechei os olhos e gemi alto.
Essa mulher seria minha perdição. Mas com certeza Julianne ainda tinha muito a aprender.
E eu seria o melhor professor ensinando a mulher da minha vida.
Notas finais
Nosso próximo Mestre é o tesudo do Jeremiah Hamilton SOS homem tudo de bom!
Até o próximo pervas safadas e beijos!!
Jaque Lokit EU!
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