Notas iniciais
Olá queridas pervas e pervertidas! Em nome das minhas meninas, Jaque, Paulinha e Nessie, eu, Erika, quero primeiro agradecer as recomendações divas de: Mikka Cullen, AnaBella, Alana Colorada, lidiaac_Cullen, e também agradecer aos 51 comentários. Pervas vcs são demais. E continuem assim ok? kkk
Bem, hoje as portas do nosso Club dos Prazeres se encontram abertas, fiquem a vontade para desfrutar de um Tatuado delícia em um Ringue.
Boa leitura!!!

** Capitulo- Ringue da luxuria — Travis Maddox **


Logo depois de ter levado as crianças para a casa de meu pai, onde expliquei meus planos para hoje à noite. O velho Jim sorriu e envolveu os gêmeos pelos ombros depois que eu me despedi da dupla dinâmica. Retornei para casa e encontrei Flor em agitação na cozinha, preparando o jantar, escorei-me na porta e fiquei a observar sua movimentação. Ela ainda não tinha me visto e eu estava aproveitando para observar sua bunda deliciosa, demarcada em uma saia justa e clara.

Minha ereção se fez em um piscar de olhos e me movi devagar, para surpreendê-la. Abracei seu corpo por trás, apalpando a bunda durinha ao meu alcance. Beija-flor exclamou meu nome em susto, mas sentindo minha ereção lhe cutucando as costas. Gemeu. Virou-se em meus braços, ficando a minha frente, beijando-me em seguida.

Hoje era minha folga. Não tinha nada pendente no departamento. O FBI deixaria de fungar no meu pescoço por um dia. Graças. Então trataria de me divertir com a gostosa da minha mulher.

Eu estava nu e dando um trato em Abby na mesa da cozinha e senti meu telefone vibrar justo quando eu penetrava a boceta apertada de minha mulher, o celular estava dentro do bolso traseiro da minha calça jeans, que estava amontoada aos meus pés. Abby estava completamente nua e linda, enquanto era fodida com ardor, por mim.

Eu tentei fingir que nada vibrou, era minha folga e não me preocuparia com isso hoje. Continuei dando um trato gostoso em minha Beija-Flor quando o senti vibrar novamente justo na hora em que Beija-Flor rebolava em meu pau com maestria e meu orgasmo estava próximo, quando senti pela terceira vez eu parei meus movimentos fazendo Abby reclamar. Sai da sua bucetinha encharcada, para apanhar a porra do telefone. Ao ver quem me chamava, meu sorriso cínico se formou. Mas a voz frustrada de Beija-Flor me fez fita-la.

–Eu não acredito que você vai atender!

– Eu não disse que não vou continuar amor, tenha paciência, sim? – respondi piscando atrevido e atendi a ligação.

– Porra Gideon, eu sei que a casa está cheia, mas para sua informação, estou no meio de uma foda muito boa por sinal.

O cretino riu!

E eu bufei puto.

Meus olhos foram para a linda visão há minha frente. Abby estava apoiada nos cotovelos na beirada da mesa, deliciosamente exposta, eu podia ver sua lisa e molhada bocetinha me chamando.

A voz do Cross relatando o que acontecia no clube naquele instante me fez ficar sério, mas não ao ponto de perder minha ereção.

Não quando eu tinha a Beija-flor a minha frente.

– Chego aí antes de fechar meu zíper... — e desliguei.

Jogando o aparelho na mesa. Agarrei as pernas de Beija-flor com uma mão, com a outra, puxei seu quadril para que sua bocetinha engolisse novamente meu membro ereto.

Os gemidos de Beija-flor ecoavam pela cozinha enquanto ela me arranhava as costas. Eu arremetia forte. Beijando os seios de bicos promitentes. Flor tremeu em meus braços e rosnei, meus jatos de sêmen inundaram-na, e por hora eu estava satisfeito. Não saciado. Eu nunca estava saciado. Eu precisava de algo. Eu precisava... Domina-la. De levar Beija-Flor ao Club dos Prazeres.

A necessidade imperativa de ser um mestre me fez associar-me ao clube de Gideon Cross.

Em um mau dia onde eu e Abby brigamos depois de uma luta, eu havia bebido todas e saído com varias mulheres, fazendo a maior folia de madrugada no apartamento e no dia seguinte de ressaca levantei tarde, com dor de cabeça, um gosto ruim na boca e ainda ouvi os desaforos da América e do Shepley, sem saco para ouvir sermão, eu me troquei rápido depois de uma ducha também rápida e montei em minha Harley Night Rod preta fosca e fui curar minha ressaca em uma boate de luxo. Nessa época eu e minha Beija-Flor não tínhamos nada ainda. Então nesse dia conheci um dos caras mais escrotos, e mais dignos que já cruzaram meu caminho.

Estava acompanhado de duas loiras peitudas e me encarou curioso. Eu ergo meu copo em sua direção em saudação. E ele dispensou as loiras e sentou-se ao meu lado. Pedindo uma dose do melhor uísque da casa e me dizendo na lata.

– Quer conhecer meu Club?

–Porque eu iria querer conhecê-lo? – indaguei erguendo minha sobrancelha ironicamente.

– Tenho certeza que você não vai se arrepender. – disse com um sorriso malicioso.

Então o Cross se apresentou e explicou-me que era dono de um Club diferenciado. Um para praticas um pouco sombrias. Mas muito convidativas. Praticas de BDSM.

Mesmo triste sem a Abby, eu quis saber na mesma noite como tudo funcionava. E me fascinei por esse universo alternativo. Participei como um mero expectador até que eu quis aprender tudo, algumas práticas não me tocaram, já outras sim. Excitaram-me extremamente.

Desde então eu freqüentava o Club, e fiz muitos amigos. Gostava da polidez fria do professor Emerson, eu ria da arrogância do Jeremiah, ficava puto com o jeito mandão do Cross, mas gostava verdadeiramente daquele pervertido. E até simpatizava com os trejeitos do Grey. Éramos uma família. Bem perva. Mas nos considerávamos muito. O respeito era mútuo.

Tudo fora de importância e fora aprendido. E depois que eu e Beija-Flor começamos a ter algo mais sério, eu apenas passei a ser uma espécie de guardião do clube. Era fiel a Abby.

Porém hoje seria uma noite especial. Seria a primeira vez que levaria Beija-flor para meu lugar secreto. Meu quarto cheio de possibilidades.

O quarto do Ringue. Ou como eu chamava carinhosamente de: Ringue da Luxúria.

O quarto havia passado por uma reforma. E estava preparado para ser utilizado. A minha ideia de diversão fez meus amigos mestres rirem, mas eles no fundo aprovaram. E tenho certeza que também usufruirão das suas qualidades.

Era minha contribuição. Minha fantasia do momento. Flor sempre me disse que a excitava me ver lutar. E hoje ela iria ter uma boa, vigorosa, e inesquecível luta. Eu estava louco para experimentar os brinquedinhos novos com ela, mas antes eu teria que resolver a merda de um drogado no Club.

Logo depois do sexo, eu a levei para o banheiro onde nos limpamos rapidamente. Eu ainda teria que comunicar a ela que iria ao Club. Flor sabia da existência do mesmo e que seu dono era meu grande amigo Gideon, porém ela não sabia realmente do que se tratava, estava mais que na hora de iniciá-la nesse mundo que eu tanto gosto.

Em nosso quarto eu assistia minha mulher se vestir, e eu estava receoso. A conversa que iniciaria agora seria reveladora. Talvez chocante demais para a Beija-Flor. Percebendo meu estado de espírito ela me perguntou, fitando-me suspeita:

–Travis, o que você está me escondendo?

Eu já não aguentava mais esconder a verdade dela.

–Sente-se Flor, preciso contar-lhe algo. – disse a sentando na nossa cama. E revelei.

–Muito antes de termos alguma coisa eu comecei a frequentar um Club. Um Club diferenciado. Um Club de submissão... Eu... Eu sou especialista nesse assunto.

– Você... É um Dom? – perguntou-me chocada.

–Sim. Mas no clube nós somos chamamos de Mestre. – disse com uma careta.

–E você nunca me contou porque? – questionou-me brava.

–Eu tive medo da sua reação. – disse a verdade. Procurando suas mãos. Estavam geladas.

–Então... Você me trai? – perguntou magoada.

–Não! Lógico que não Beija-Flor. Mas... Eu freqüento o Clube, oriento novatos. Coisas mais leves, digamos assim. – expliquei minhas funções.

Flor ficou em silêncio, apenas me encarando. Ela estava me deixando agoniado.

–Fala alguma coisa Abby. – pedi aflito.

–Estou em choque. – disse piscando.

–Muito em choque? – perguntei olhando de lado.

–Por quê? – quis saber desconfiada.

– Eu pretendia, bem... Pretendia te iniciar. – confessei dando de ombros. Como se fosse à coisa mais natural do mundo falar que queria iniciar a mulher na arte do D/S.

–Como é? – disse com os olhos arregalados.

–Amor, eu sonho em ter você como sub. Porra me dá um tesão desgraçado. – disse ficando excitado só de pensar em algema-la. Porra! – Eu desejo isso desde que te conheci Beija-flor. — confessei o que desejava no íntimo, há muito tempo.

–Isso é sério? – sua voz era incrédula.

–Muito sério. – respondi rapidamente para que ela não tivesse dúvidas.

–Mas... Mas... As crianças? – disse aturdida, e uma esperança cresceu em mim. Agarrei-a.

–Estão com meu pai. O velho Jim vai tomar conta deles e amanhã é sábado, então eles não irão à escola. Está tudo certo.

–O meu Deus... Você planejou tudo? – exclamou se dando conta da minha proposta.

–Vamos amor, faça por mim. – pedi fazendo manha.

–Travis... – murmurou indecisa. Se continuasse a atenta-la ela aceitaria, e foi o que fiz.

–Não tenha medo. Eu não vou pegar pesado com você. — Não a primeira vez. Pensei já arquitetando outras futuras “sessões” na mente.

– Eu... – murmurou ainda relutante.

–Vamos fazer o seguinte, você vai comigo e decide se aceita ou não a brincadeira. Que tal?

Ela voltou a ficar em silêncio até que com um suspiro disse:

– Oh! Seja o que Deus quiser, eu... Eu... Aceito. – concordou hesitante. Ergui-me puxando-a para mim feliz da vida. Beijei seus lábios e exclamei enérgico.

–Ótimo! Vista algo confortável e vamos sair agora, vou somente resolver um assunto sério no Clube, mas não demoro e então depois a noite será apenas nossa.

***

No estacionamento deixei meu Civic no lugar de sempre eu e Abby caminhamos pelo estacionamento e encontramos uma jovem encolhida e cabisbaixa, Gideon furioso ao telefone e o Grey imobilizando um carinha, enquanto James e mais uma penca de seguranças observavam tudo prontos para entrarem em ação se fosse preciso. Aproximei-me deles já dizendo.

– Olá senhores. O que têm para mim?

–Porra, como você demorou, Maddox! Nós queremos dar a esse drogado de merda uma boa lição. – rosnou Gideon por entre os dentes.

– Eu não tenho culpa se você me ligou justamente durante uma foda! – contra-ataquei. Retirando o merdinha das mãos do Mestre Grey.

Abby olhou espantada para a moça que estava em prantos agarrada ao braço do segurança, ela me encarou por um momento me pedindo permissão para ajudar, eu apenas acenei afirmando que sim. Abby se aproximou da moça perguntando seu nome e a mesma respondeu com a voz rouca pelo choro que era Anna. As duas caminharam para dentro do clube junto com um segurança e eu instrui James que as mantivessem seguras na recepção.

Eu, Gideon, Edward, sem demora nos dirigimos ao galpão e nos divertimos a valer assustando o drogadinho. Antes de o mandarmos para delegacia. Já na mesma as coisas saíram como de praxe. A velha burocracia foi contornada com a ajuda do meu irmão Thomas que enviou uma viatura ao Club para buscar o drogado de merda. Então a moça de nome Anna, prestou queixas por agressão e tentativa de estupro, e o merda foi trancafiado imediatamente.

Grey fez questão de acompanhar o passo a passo de perto, e não saiu de perto da moça Anna, ele me parecia bem interessado nela. O que era um fato novo. Talvez ele já estivesse a cobiçando para ser sua nova submissa.

Mestre Grey voltou para dentro do Club levando Anna com ele, enquanto eu puxei Beija-Flor para meus braços e agora era nossa vez de entrarmos. E ela, mesmo nervosa me acompanhou com passos firmes e decididos. Depois de cumprimentar o James na entrada do mesmo adentrei segurando Flor pela mão. Sentamos-nos então em uma mesa apenas para que ela se situasse. Explicava tudo o que acontecia ao redor, as cenas, as fantasias...

Chamei Maggie com um gesto de meu indicador direito e a mesma nos serviu bebidas. Agradeci e beberiquei a cerveja atento as mudanças sutis no rosto de flor. Ela parecia assustada, ou seria... Excitada? Observava as cenas com evidente curiosidade.

–Quem é a beldade ao seu lado, Mestre Maddox? – perguntou Edward sentando-se em nossa mesa e fitando a Beija-flor ostensivamente. Ah vadio! Não tinha noção do perigo não?

–Pode tirar os olhos de cobiça dela Mestre Cullen. Ela é minha! – rosnei.

–Não reconhece Mestre Cullen? É a esposa do Maddox. – revelou Gideon sorrindo se juntando a nós na mesa. Ele havia trocado de roupa e como era de se esperar estava impecável em seu terno.

– Seja bem vinda, senhora Maddox... – Edward disse todo pomposo. Beijando a mão de flor. – rosnei para o puto.

– Pare de galanteio para o lado da minha mulher.

– Calma Maddox, eu apenas estava sendo gentil. – disse zombeteiro. Fazendo, Gideon rir, flor corar, e eu me irritar. Aquele filho da puta adorava me tirar do sério.

Respondi cínico.

– Seja gentil com suas Subs, seu puto. E... – virei em direção a Abby — Amor, não se intimide, eles parecem uns pervertidos, e de fatos eles são, mas vão a respeitar, não tenha duvidas disso. – tratei de tirar a má impressão de Beija-flor, mas pelo sorriso dela, estava encarando tudo muito bem.

– É... Prazer conhecer vocês... – disse sorrindo tímida.

– O prazer é nosso, senhora Maddox, bem, acho que o Mestre Maddox quer um pouco de... “privacidade” – Gideon estava sorrindo cinicamente, o sacana já estava ciente das minhas más intenções.

–Como se aqui, isso fosse possível! – debochou Mestre Cullen.

–Vá se foder Cullen! – mandei na lata. Ele riu. O Cullen era um fudido isso sim!

–Eu pretendo fazer isso com uma gostosa, se me derem licença? – se retirou sendo seguido por Gideon, que se curvou em reverência a flor. Metido de merda esse Cross.

–Você está assustada? – perguntei ao vê-la arregalar os olhos em uma cena de submissão. O safardana do Jeremiah passou por nós com uma sub, quase nua em suas saias de látex, ela era linda e eu apostava meu braço como ela não usava nada debaixo daquela saia, decidi que tal constatação poderia chocar Beija-Flor.

–Não... Só meio, desorientada. Mas... Acho que estou bem... – respondeu tomando sua cerveja apressadamente. Sorri. Era algo incrível vê-la não surtar em um ambiente tão novo para ela.

–Se eu te pedir para me acompanhar em um lugar especial você me seguiria? – arrisquei. Aproveitando a oportunidade.

–Eu... Sim. – respondeu-me fitando-me curiosa.

– Venha... – mandei erguendo-me sem demora segurando sua mão.

Passamos pelos ambientes onde estavam acontecendo as praticas de dominação e subimissão. Eu segurava a cintura de Flor, a conduzindo pelo percurso. Seu punho livre mostrando a todos que a olhavam com interesse que ela me pertencia, após checarem o meu com a pulseira dourada. Nosso destino era um dos quartos privativos. Ou seja, ao quarto do ringue.

Estanquei a porta do mesmo e retirei as chaves do bolso da calça jeans, girando-a na fechadura em seguida, com Flor ao meu lado. Eu tinha a chave deste quarto, pois seria o primeiro a inaugura-lo, já que a ideia do ringue foi minha. Com gentileza a puxei para dentro do local as escuras. Acionei o interruptor e uma luz fraca, e sensual iluminou o ambiente.

Flor arfou ao meu lado. Reação esperada ao se deparar com o ringue e a atmosfera de sedução maliciosa do local.

– Um dia, você me confessou que era excitante me ver lutar, então tive uma epifania. Queria come-la no chão de um ringue. Fodê-la enquanto se agarra as cordas... – revelei em explicação.

–Deus... –gemeu.

–Venha, a um local onde pode se trocar. – comandei.

–Me trocar? – perguntou confusa, olhando-se para ver o que tinha de errado com o seu cardigan, sua camisa branca, e a calça jeans azul clara.

–Sim. Vestirá algo mais confortável. – expliquei paciente.

– E você também? – indagou agora fitando meus jeans desbotados e minha camiseta justa.

–Sim. Agora vá. Tenho algumas coisas a lhe explicar. – mesmo hesitante Flor se encaminhou para um trocador onde eu havia deixado uma fantasia de ringe girl, feita de couro negro e vermelho. E esperava que ela não se esquecesse de usar as luvas de dedos, ou ela iria se machucar ao se segurar nas cordas de náilon. Deixando de imagina-la nas roupas, me preparei. Retire meus jeans e vesti um short de luta justo sem nada mais me encaminhei para esperar Flor.

Ela apareceu linda e sensual na fantasia. E receosa também.

–Confia em mim? – indaguei acariciando sua face.

–Sim... – ela estava tensa, e linda naquela roupa minúscula e justa, mas parecia decidida.

Sorri e a levei para o centro do ringue. Ajudando-a passar por entre as cordas. Coloquei-a no centro. Sério eu comecei a explicar.

– Antes de entrar nesse novo mundo, devo alertar-la que estou disposto a te algemar, vendar, e te torturar, e te punir quando me desobedecer. Mas sem causar qualquer tipo de dano, físico ou psicológico a você, Flor. Por isso vamos estabelecer palavras de segurança.

Beija-flor, apenas balançou a cabeça em concordância. Atenta.

–Utilizaremos as conhecidas. Amarelo significa que um intervalo é necessário, um dos parceiros está se sentindo desconfortável. Vermelho significa parar completamente a cena. Aqui eu não serei Travis, ou seu amor, serei seu Mestre. Serei o dono de suas vontades e você poderá apenas dizer, sim, ou não como resposta. Além das palavras de segurança. Entendeu?

– Estou assustada.

– Não fique. Não farei nada que não queira. Prometo, apenas quero lhe dar prazer. Vou ser apenas seu disciplinador. Embora o conceito de “bondage” pareça estar incluído na dominação e submissão, há casos de praticantes exclusivos de bondage, sem conotação de dominação ou de sadismo, apenas pela arte da imobilização, então, não tenha medo. Hoje é apenas sua preparação.

–Eu... Entendi.

–Bom. Agora seja uma boa menina e fique aqui, já volto.

Fui ao canto do ringue e do banquinho onde os lutadores descansavam após um round, eu havia deixado meus apetrechos: Um controle remoto, três pares de algemas, e uma venda. Voltei com eles em mãos e um sorriso safado no rosto.

– Vire-se Abby. – ela me atendeu relutante. – Seja mais rápida em obedecer-me, ok?

– É... Ok.

– Vou venda-la, e ao me responder me chame de Mestre. Agora me diga Abby, quais são as palavras de segurança?

Ela as repetiu. Pus um som ambiente estimulante, e a levei até o pequeno banco na extremidade do ringue, sentei-a. Algemei suas pernas de cada lado do banquinho, deixando-as abertas, e algemei suas mãos a cima de sua cabeça no suporte especialmente instalado para isso.

Em seguida deslizei minhas mãos por seus seios cobertos pelo tecido frio, de couro brilhante e os afastei, expondo os peitos perfeitos, trabalhei com as mãos nos bicos, fazendo-os despertar. Os mordendo em seguida com força quando despontaram, Abby gemeu.

Minhas mãos continuaram a deslizar por sua pele macia, e meus dedos começaram a brincar com o tecido do short mínimo da sua fantasia. Mas logo adentraram e foi à vez dos meus dedos brincarem com o seu clitóris.

Estimulei-o voltando a morder os bicos intumescidos dos seios alvos. Abby se contorcia. Seus fluidos escorrendo.

Sem deixar de estimula-a, ergui seu quadril retirando a peça inútil, que tinha suas laterais de velcro, para melhor retirá-la. Deixando-a somente com a parte de cima da fantasia. Parei para admirar a imagem a minha frente. E porra! Eu não via a hora de fazê-la suplicar.

Passei a beijar as panturrilhas e as pernas roliças, com intenção da sua bocetinha, soprei sua entrada e observei sua pele se arrepiar. Minha língua então contornou toda à extensão molhada, sugando o clitóris inchado em seguida.

Abby gemeu se arqueando.

Eu continuei a excita-la e quando senti sua bocetinha se apertando em sinal de que iria gozar a campainha sou.

– Primeiro round. – anunciei com um sorriso torto.

– Como é? Você vai parar? – perguntou arfante.

Dei um, tapa na bocetinha que piscava e rosnei. – Me chame de Mestre.

–Oh merda! – exclamou se contorcendo. Safada! Sorri ao pensar que Abby tinha alma de submissa.

Ela era perfeita...

– Agora se comporte e espere o próximo round. – mandei zombeteiro.

–Ah! Eu... Mestre... Eu... – dizia aturdida.

Ignorando seus apelos afastei-me e fiquei a contemplá-la esperando enquanto a campainha tocava novamente, anunciando um novo round. Meu pau estava duro e eu já sentia-o molhar a sunga da minha fantasia.

A campainha soou e sem aviso eu voltei a masturbá-la, Abby se sobressaltou ao me sentir agora usando também os dedos. A fodendo com três deles. Abby se contorcia e tentava se soltar.

– Fique quieta ou paro antes da campinha. – rosnei.

– Sim... Mestre... – respondeu hesitante, mas obediente.

– Boa menina. – disse satisfeito.

Mas a campainha soou, e eu sorri de lado, quando ouvi seu gemido irritado.

Afastei-me e esperei de novo por mais um novo round. Ficamos nessa brincadeira até o round de numero seis, Beija-flor, não tinha muita resistência, e eu sentia as pernas de Abby tremerem, ela estava muito frustrada, não aguentaria por mais tempo a minha tortura. Sua pele estava vermelha de excitação, respiração estava muito ofegante, Abby já estava quase em um desespero para se liberar em um orgasmo intenso.

– Peça, Abby! – exigi enérgico.

– Por favor... Mestre. – suplicou com voz baixa. Sem fôlego.

– Por favor, o que? – provoquei.

– Me deixe gozar... – choramingou.

– Quer gozar com minha boca, ou quer ser fodida pelo meu pau? – perguntei malicioso.

– Oh! Mestre... Eu... Quero os dois...

Beija-flor me chamando de Mestre só fazia meu pau ficar mais duro e dolorido ainda.

– Você é muito gulosa senhora Maddox. Mas vou satisfazê-la, pois sou um homem de bom coração...

Então a estimulei continuamente no clitóris fazendo-a gozar em minha boca sem pressa. Abby gemia e se contorcia puxando as algemas das mãos sendo tomada pelas ondas de prazer que percorriam seu corpo.

Eu, então libertei suas pernas e suas mãos e em seguida coloquei-a de costas para mim, de frente para as cordas. Abby ainda estava dominada pelo tesão do gozo quando eu afastei suas pernas e liberei meu pau, penetrando-a sem cuidado. Meu pau estava tão duro e dolorido de tesão que assim que me enterrei dentro de sua carne macia e quente como um inferno, tive que parar um pouco e respirar fundo antes de começar a meter com força em minha mulher. Minha submissa.

Passei a bombar dentro de sua cavidade macia, repetidas vezes, fiz um rabo de cavalo dos cabelos soltos e ondulava meu quadril para que as penetrações fossem profundas. Para que tocasse em seu ponto G, Abby segurava-se nas cordas e no pilar maciço que as prendia com força.

–Oh merda! Eu... Eu... – murmurou com voz rouca.

– Goza Abby. Goza pra mim! – mandei autoritário. Batendo em sua nádega direita com força, a mancha vermelha aparecendo na pele alva em seguida. Linda...

Abby apertou meu pau com sua bocetinha e gemeu ao gozar novamente. Eu a segurei forte para ela não cair, e a levei para a lona.

–Vou te foder aqui. No chão! Nessa lona! – Rugi.

Então voltei ao calor de sua bocetinha, que me deu boas vindas mais uma vez. Chamando-me. Ergui suas pernas e penetrei-a de forma rápida, alucinada. Nossos corpos molhados de suor deslizavam e Abby ainda de venda, rebolava em meu pau, louca.

Fodidamente Magnífica!

Eu retirei a parte de cima da sua fantasia e passei a dar atenção aos seios, os apertando e os lambendo. Abby gozou deliciosamente em meus braços e eu deixei-me levar pela luxuria e me derramei dentro da bocetinha gostosa.

Quando as nossas respirações se normalizaram eu a trouxe para meu peito.

– Como se sente? — Perguntei retirando a venda.

– Bem... Muito bem... – disse com um sorriso de lado, piscando.

– Isso é bom. Na verdade é ótimo, pois vou treina-la. E já tenho nossa próxima fantasia. – disse malicioso.

– Oh merda! – exclamou excitada.

Rindo eu a puxei para um beijo, quente.

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Continua...

Notas finais
Então? Estamos respirando? o.O
Ps: Só pra deixar vcs curiosas, o Mestre Grey é o próximo, então quem for Team Grey comenta e recomenda que voltamos rapidinho. ;) deem trabalho para a Paulinha! kkkkk >.

Bjss♥