Closer To The Edge - Interativa
2 01 - Tem Um Humano Aqui
Notas iniciais
E nós estamos precisando de vampiros meninos porque já tem meninas suficiente D:
Espero que gostem *--*
ECVL
Seus dias estavam todos começando muito bem desde que tinham conseguido matar o primeiro vampiro. Ainda existem muitos vampiros e lobisomens que terão que matar, mas já terem matado um quer dizer que estão passos a frente do que aqueles monstros.
As pessoas não conseguem perceber, mas desde daquele dia tem um pequeno e quase indetectável sorriso em seus lábios, e esse sorriso estará completo quando todas as criaturas estiverem mortas.
O homem andava por um corredor branco e totalmente vazio, carregava com ele a sua maleta, todos que o viam sempre com aquela maleta, acreditavam que eram papéis do escritório, já que é um grande empresário de petróleo, mas a verdade é bem mais funda que isso, naquela maleta sempre estivera as mais variadas e preciosas armas que alguém precisa para matar vampiros e lobisomens.
– Hey Alissa, encontrou alguma coisa? – perguntou Heike enquanto entrava no laboratório onde estavam fazendo pesquisas com a pele do vampiro que foi morto.
– Não ainda. – respondeu a garota, ela examinava as partes do corpo do vampiro – Seria muito eficiente se nós tivéssemos a cabeça do vampiro.
– Eu sei garota, mas nós precisávamos avisar que estamos de volta, precisávamos assustar aqueles monstros – um pequeno sorriso sedutor brotou nos lábios do homem.
– Monstros não se assustam, Heike.
– Apenas continue examinando a pele do vampiro, garota. E se encontrar alguma coisa mande me chamar. – mal havia terminado de falar e o empresário já não estava mais dentro do laboratório.
Alissa soltou um suspiro, ela estava aliviada de Heike não estar mais ali. Ela realmente não acreditava que essas ‘criaturas’ pudessem ser tão perigosas como ele dizia que eram, se elas fossem realmente perigosas já teriam matado grande parte da população. Ás vezes encontram alguns assassinatos sem explicação, onde a pessoas aparentemente perderam muito sangue, mas isso não comprova que eles são realmente maus, podem existir alguns deles que são bons.
– Desculpe por estar examinando o seu corpo dessa forma – A menina sussurrou perto do corpo do vampiro – Como era mesmo o seu nome? ... Eliz. Desculpe por estar examinando o seu corpo, Eliz.
VAMPIROS
Muitas caixas estavam empilhadas uma em cima da outra na sala de estar, a ordem de Asaph era que todos desempacotassem as coisas e organizassem a casa, porém nunca foi assim, enquanto uns trabalham outros não fazem nada, até entre os humanos é assim.
– Porque vampiros tem essa fixação em morar em casas de madeiras e assustadoras? – perguntou a vampira, Skyller – As pessoas vão pensar que somos a família Addams – brincou – Não podemos morar em casas normais, como pessoas normais?
– Nós não somos pessoas normais, eles nem nos consideram como pessoas. – disse Emma.
– Mas o plano é com que parecemos pessoas normais, e absolutamente pessoas normais não morariam em uma casa como essa... ou morariam? – pensou Isadora, ela já vivia a mil e seiscentos anos e ainda não conseguia entender os humanos.
– Eu já disse, só se fossem a Família Addams. Falando nisso, onde estão os meus DVD’s da Familia Addams? – Sky começou a revirar todas as caixas que estavam no local.
– Os lobisomens vão morar aqui ao lado, não é? – perguntou Emma.
– Sim, para que possamos treinar todos os dias. – respondeu Isadora.
– Estão nos tratando como bebês. Eu nem acredito que vou ter que sentir o cheiro de cachorro molhado todos os dias. Isso vai ser um pesadelo!
As meninas continuaram a desempacotar as coisas, finalmente Sky tinha encontrado os seus DVD’s da Familia Addams. Ela tinha certa obsessão pelos Addams, porque se eles realmente existissem de verdade, seriam os únicos que aceitariam os vampiros e os lobisomens.
Aos poucos as caixas foram sumindo e cada coisa foi ficando em seu devido lugar. Emma ainda reclamava do cheiro que teria que aguentar todos os dias dos lobisomens, enquanto Isadora apenas escutava e ria do que a garota dizia.
Tudo já estava quase pronto quando Isadora sentiu um cheiro diferente. Cheiro de sangue fresco. Cheiro de humanos.
– Vocês estão sentindo? – as outras garotas pararam as coisas que estavam fazendo.
– Eu não sabia que tínhamos vizinhos – disse Emma.
– Nós não temos.
Os dentes imediatamente das três garotas se afiaram, estavam atentas a qualquer movimento que pudesse ter na floresta. Somente elas estavam na casa, tinham vindo antes para que pudessem ajeitar a casa, mas talvez isso não tenha sido uma boa opção.
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