Closer

20 Primeiro


Notas iniciais
Adivinha quem voltou???? Bom, fiquei sabendo que o Naruto atrapalhando no outro capítulo gerou um pequeno ódio, então espero compensá-los com esse capítulo de hoje, sim? Escrevi com muito amor e carinho. Espero que gostem. Tenham uma boa leitura!

A semana havia passado rápido. Já era sexta, dia de sair com os amigos, beber todas, ligar pro ex e por a culpa na cachaça.

Sakura acabava de acordar de um cochilo revigorante. Tinha combinado de sair com as meninas naquela noite. Mais tarde, soube que os rapazes também iriam e ela não teve coragem de cancelar. Andava evitando Sasuke ao máximo.

O lado bom da coisa é que não era tão difícil evitar alguém que gosta de ser evitado. Sasuke ficava em seu canto. Quieto e calado. Só que, como não era bobo, ele tinha percebido algo estranho em Sakura.

Uma matraca daquelas que vivia puxando assunto, havia ficado tão quieta e do nada? Algo estava errado e ele tinha a sensação de ter feito alguma coisa para desencadear aquele comportamento “anti-Sakura”.

Era sete da noite e tinham combinado de se encontrar às 21h no novo pub que havia aberto recentemente na cidade. Ino passaria lá para lhe dar uma carona.

Suspirou pesadamente e saiu da cama. Queria deixar o cabelo secar ao natural e, se não quisesse aparecer no encontro com o cabelo todo molhado, o melhor era lavar o mais rápido possível.

Saiu do banho e nem se deu ao trabalho de pôr uma roupa apresentável. Não se arrumaria tão cedo. Enfiou-se num camisetão e shorts de pijama. Os rapazes estavam mais que acostumados com a imagem de uma Sakura perambulando toda desmantelada pela casa. Assim como ela já tinha enjoado de vê-los sem camisa e com uma calça velha o suficiente pra ser usada como pano de chão.

Como era lindo o conforto da intimidade de se viver junto.

Estava varada de fome. Não se lembrava de ter comido nada o dia inteiro. Desceu para a cozinha sonhando com o sanduíche enorme que faria.

— Uau, Sakura. Já está pronta pra ir? — ouviu a voz debochada de Gaara entrando na cozinha enquanto ela se enfiava na geladeira e pegava tudo o que poderia usar em seu sanduíche monstruoso.

— Não enche, Gaara — fechou a geladeira com o quadril enquanto equilibrava dois pratos lotados nas mãos. — Não sou como você que precisa começar a se ajeitar quatro horas antes, princesinha ruiva — tirou sarro e sentou-se à mesa.

— Que posso fazer? Sou um homem de aparências… — checou as unhas e ela revirou os olhos. — Falando nisso, que roupa uso hoje?

— Ai, usa aquela calça preta justinha e a camisa vinho. Sabe, aquela estampada. Daí joga uma jaqueta por cima e... — calou-se assim que Sasuke entrou no cômodo.

— E...? — Gaara a incentivou.

— E só... — baixou os olhos para seu sanduíche que ainda estava no processo de montagem.

Sasuke abriu a geladeira, pegou uma garrafa d’água e logo sumiu de lá.

— O que aconteceu? — Gaara oerguntou.

— Com quem? — passava maionese em uma fatia de pão, pronta para finalizar seu lanche.

— Sakura, me poupe. O que aconteceu entre você e o Uchiha? Outra troca de farpas? — ela bufou.

— Nada. Não aconteceu nada — pegou seu prato e foi para a sala.

— Bom, se você diz... — a acompanhou. — Sabe que vou descobrir mais cedo ou mais tarde, não sabe?

— Não vai porque não tem nada pra descobrir — abocanhou o sanduíche com vontade. — Você não tem que se arrumar, Sr. Almofadinha? — a voz saiu abafada pelo pedaço de comida que tinha na boca.

— Certo, Sakura. Você que manda — também sumiu dali, deixando Sakura sozinha com seus pensamentos.

— Morar com esses meninos vai me deixar doida… — continuou a comer distraída. — Talvez seja bom eu me arrumar logo e já ficar pronta de uma vez.

Terminou sua refeição, resmungou alguma coisa e tratou de ir se ajeitar. No fim das contas se impressionou pelo tempo que havia gastado. Poucos minutos depois de estar pronta, ouviu a buzina de Ino.

— Gente, eu tô indo! Vejo vocês lá — gritou da sala para que a ouvissem do andar de cima.

— Está querendo seduzir alguém hoje, Sakura? — Ino provocou ao ver a roupa da amiga.

Estava extremamente bonita numa saia godê negra e regata branca. Por cima havia posto uma bela jaqueta de couro. Nos pés, os costumeiros tênis. Os olhos muito bem delineados e os lábios cheios pintados. Seu perfume era embriagante.

— O quê? Claro que não! — passou o cinto — Dirija, porca.

Chegaram em questão de minutos. O local tinha muita personalidade. Todo tipo de pessoa circulava por lá. Entraram e logo avistaram Hinata, Tenten e Neji. Os outros garotos não demoraram a chegar. Em pouco tempo, já estavam bebendo todos juntos em uma mesa. Era gostoso sair com eles. Sakura gostava. Ainda mais por respeitarem seu posicionamento quando o assunto era cheirar ou injetar drogas ilícitas. Mesmo que não soubessem de seu passado.

— A próxima rodada é por minha conta — Sakura disse e todos comemoraram.

Estavam ali há umas horas. Mal tinham visto o tempo passar e não pareciam estar preocupados.

Sakura se levantou e foi ao bar pedir mais cerveja para o pessoal. Chamou o barman.

— Oito cervejas, por favor.

— Oito? É bastante coisa, hein? Quer que eu leve até a mesa?

— Não precisa. Se puder só por numa bandeja, já é suficiente. Obrigada — ele assentiu e foi pegar o pedido.

— Olha só se não é a cantora… — ouviu atrás de si e se virou rápido, encarando um homem alto de olhos profundamente castanhos e cabelos loiros.

— Perdão? — olhava para os lados para ter certeza de que era consigo.

— Eu te vi cantando lá no The Rock há uns dias atrás — ela sorriu.

— Ah, sim! Eu estava fazendo um favor a uns amigos… — o garçom pôs uma bandeja com as cervejas a sua frente. — Bom, se me dá licença…

— Espera, nem me disse seu nome.

Na mesa, todos esperavam Sakura com impaciência.

— Nossa, oito horas pra trazer umas cervejas. Isso não existe — Ino ralhou.

— Eram muitas cervejas. Ela deve estar com dificuldades pra trazer — Gaara respondeu. — Sasuke, vai lá ajudar ela, cara.

Sasuke estalou a língua no céu da boca e foi. Sakura era mesmo atrapalhada. Ia acabar derrubando todas as garrafas no chão.

Achou que chegaria lá e veria Sakura apanhando das cervejas, mas o que viu o deixou bem mais descontente.

Aquele cara loiro estava claramente a perturbando. Sakura estava extremamente desconfortável. Ele falava muito próximo da garota e ela tentava se esquivar a todo custo. Com certeza Sakura não queria ser rude, pois estava sendo paciente até demais.

— Você é muito talentosa — passou a mão pelo ombro de Sakura e ela tratou de se desfazer de seu toque depressa.

— Olha, muito obrigada, mas… — olhou as cervejas. Estava tentando não ser grosseira.

— Eu adorei a apresentação, sabe — ele lambeu os lábios. — Fiquei imaginando como seria sua voz atingindo um orgasmo…

— O quê? — sua calma havia ido para o espaço. — Por acaso está louco?

— Só se for por você, gostosa… — sentiu um arrepio e o nojo por aquele homem cresceu. — O que acha de sairmos daqui? — correu os dedos pelo braço dela.

— Não me toque! — falou um pouco alterada e puxou o braço.

— Vamos lá… — outra tentativa de aperto.

— Cara, ela pediu pra não tocá-la — Sasuke pôs calmamente a mão no ombro do rapaz.

— E quem você acha que é para interromper minha conversa com a moça?

— Alguém que a ouviu pedindo gentilmente para que se afastasse — apertou mais a mão sobre o ombro.

— Meu amigo, não venha empatar a foda dos outros, por favor — rosnou e Sakura perdeu o juízo.

— Como é? — o empurrou. — Quem é sua foda aqui, nojento?

— Calma, querida... — tocou-a de novo e, como resposta, levou um tapa estalado na cara.

— Não. Me. Toque. — as pessoas ao redor já paravam para ver a cena.

— Sua piranha! O que você… — o barman saiu de seu posto e puxou aquele homem pelo braço.

— Senhor, por favor. Se puder me acompanhar — tentava puxá-lo para a saída.

— Está brincando? Ela me bateu!

— Talvez já tenha bebido demais, senhor. Por favor… — bufou e se desfez do aperto do garçom.

— Sei onde é a saída — saiu batendo o pé.

Sakura suspirou aliviada, pegou a bandeja e começou a voltar para sua mesa.

— Você está bem? — Sasuke perguntou em seu encalço.

— Estou ótima. Não preciso de príncipe encantado nenhum pra me resgatar, Sasuke — respondeu rude, pois ainda estava meio brava com o ocorrido.

Mas, no fundo, estava agradecida por Sasuke ter aparecido. Aquele homem vil a estava tirando do sério.

Pôs a bandeja com as bebidas no centro da mesa com o maior sorriso que pôde dar naquele momento.

— Desculpem a demora. Tinha um babaca no bar.

— Era o Sasuke? — Naruto fez graça e todos riram.

— Há, há. — riu sarcasticamente.

— Era outro babaca — respondeu também num tom humorado. — Enfim, ele não vem ao caso. Está geladinha. Aproveitem.

E lá se foram mais horas de conversa. Só saíram do bar quando estava perto da hora de fechar. Tinham dado um ótimo lucro para a casa.

Sakura, como sempre, havia ficado sem carona. Ino tinha arrumado uma garota para passar a noite e partira. Neji, Tenten, Hinata e Naruto também tinham partido para a casa dos Hyuuga. Sakura sorriu cúmplice de Hinata quando saíram de mãos dadas. A danada iria aproveitar a noite toda.

Pouco antes de irem embora, Gaara, que já estava ficando sem esperanças, também arrumou companhia para aquela noite e largou Sakura e Sasuke para trás.

Aquele era justamente o tipo de situação que Sakura estava querendo evitar: ficar sozinha com ele.

Saíram do pub em silêncio e ele estranhou. Normalmente ela era tão falante que ele nunca pensou que ficaria ainda mais aborrecido com o seu silêncio.

— Obrigada por tentar me defender lá no bar — ela finalmente disse algo e ele quis agradecer aos céus.

— Só tentei mesmo. Logo vi que não precisava de mim — enfiou as mãos nos bolsos enquanto ela ria. — Droga, esqueci as chaves. Espere só um pouco — ela assentiu e ele voltou correndo antes que fechassem de vez o local.

Sakura suspirou e foi mais pra perto do carro dele. Estava tão absorta em seus pensamentos que levou um baita susto quando a imagem do homem loiro dos olhos castanhos se pôs a sua frente. Abafou o grito de surpresa em sua garganta.

— Parece que agora te peguei sozinha, princesa — sorriu sinistro. Fedia a bebida forte. Parecia estar suando álcool.

— Ah, por Deus! Você está completamente bêbado — foi grossa. — O que quer agora? Já não levou o suficiente no bar?

Sasuke voltava com a chave em mãos, mas estancou no lugar ao ver o homem próximo de Sakura novamente.

— Eu só queria te dar algo em troca — disse raivoso e espalmou a mão com toda sua força contra o rosto dela. — Vagabunda!

Sakura cambaleou dois passos pela força do tapa e pôs a mão na marca vermelha e quente que se formava. Cerrou os punhos e nem teve tempo para pensar. Assim que se virou na intenção de partir a cara do infeliz ao meio, viu Sasuke pulando em cima do agressor. Espumava de raiva.

— Desgraçado — jogou-o contra a parede do estacionamento e ameaçou socá-lo, mas o loiro foi mais rápido o passou uma rasteira em Sasuke, derrubando-o no chão.

— Sasuke! — tentou se aproximar, mas os dois estavam furiosos se socando no chão.

Sasuke, que estava muito mais sóbrio e em melhores condições, conseguiu inverter as posições e o prendeu abaixo de seu corpo. O loiro bateu a cabeça com força contra o chão de concreto e ficou atordoado por segundos suficientes para que Sasuke descontasse toda sua fúria. O rapaz já estava quase desacordado e Sasuke continuava a surrá-lo. Só parou quando sentiu Sakura segurar seus ombros com força.

— Sasuke, pelo amor de Deus! — o puxou de cima do homem.

— Verme — escarrou sobre o corpo que havia acabado de espancar e ele ainda levantou um dedo do meio para o Uchiha que ameaçou voltar, mas Sakura o impediu.

— Vem, vamos embora! — sua voz estava embargada. — Por favor, eu quero ir pra casa! — puxava Sasuke pelo braço.

Entraram no carro com um Sasuke transbordando ódio. Suas mãos e seu rosto estavam completamente machucados. Enquanto dirigia a toda velocidade, ouviu um soluço baixinho.

Olhou Sakura e ela tinha uma expressão neutra. Mas uma lágrima solitária escorria de seus olhos distantes. Na bochecha, a marca vermelha de uma mão. Ela secou o pranto depressa.

— Ele te machucou? — perguntou e viu Sakura o olhar com uma raiva contida que era de dar medo.

— É claro que não, seu imbecil — estava fula da vida. — Foi você que ele machucou! Olha seu estado! Por Deus, você estava quase o desmaiando, Sasuke!

Por que diabos ela estava tão brava? Será que deveria pedir desculpas? O que deveria fazer?

— Vai me dar bronca? — perguntou sarcástico e viu o rosto dela se suavizar. Pensou que ela diria algo e aquele clima tenso sumiria.

Mas ela virou o rosto para a janela e ficou calada durante todo o percurso.

E lá estava ele de novo. O maldito silêncio de Sakura. Era incrível como preferia uma Sakura que não calava a boca a uma Sakura quieta.

Estacionou o carro e ela saiu sem olhá-lo. Abriu a porta e o encarou.

Sasuke estava com alguns machucados feios no rosto e o punho bastante ferido.

— Que inferno! O que foi?

— Espere aqui — Sakura pediu e subiu.

Sasuke revirou os olhos e praguejou. Seu rosto e mãos doíam, mas fingia não se importar. Jogou-se no sofá e o corpo reclamou. Tinha apanhado feio. Para um bêbado, aquele filho da mãe havia conseguido lhe golpear muito bem.

Sakura não demorou a retornar com uma caixa branca que pôs na mesinha de centro. Assim que a abriu, Sasuke pôde vislumbrar os variados remédios e objetos para primeiros socorros.

Ainda calada, Sakura embebeu um pedaço de algodão em álcool e pegou as mãos de Sasuke.

Ele, por um segundo, achou que sofreria mais ali que na briga. Sakura estava com raiva por algum motivo que ele não sabia e poderia fazer aquilo doer muito mais.

Mas os dedos passavam o algodão tão delicadamente que a ardência parecia nem lhe incomodar. Limpou os ferimentos dali e passou um remédio que Sasuke não identificou. Finalizou enfaixando a parte machucada com bandagens.

Levantou-se e foi até a cozinha. Sasuke acompanhava seus movimentos com os olhos. Tudo muito taciturno. Logo ela retornou com uma pequena vasilha contendo água e uma toalha de rosto macia.

Puxou o rosto de Sasuke que cedeu. Não recusaria cuidados e sua face realmente doía.

Sakura tinha as sobrancelhas franzidas e uma expressão rígida. Molhou a toalha e tratou de limpar o máximo de sangue que escorria pelo nariz e boca de Sasuke.

— Olha só o que ele fez com você… — falou baixinho e pegou outro chumaço de algodão ensopado com álcool.

— Não importa, o deixei bem pior — ela esfregou o algodão com força sobre o corte acima do supercílio. — Ai!

— Quanta maturidade — ele estalou a língua e ela fez força de novo. — Pra cada reclamação sua.

— Quanta maturidade — imitou e ganhou mais um apertão. — Porra, Sakura!

— Fique esperto, Uchiha. — tentou limpar um corte no lábio inferior do rapaz e ele fez um barulho ardido, se afastando.

— Essa merda dói!

— Talvez não devesse se meter em brigas! — rebateu no mesmo tom e com o mesmo olhar. — Vai me deixar terminar ou não?

— Droga… — ela sorriu satisfeita e voltou a fazer o que fazia antes de ser interrompida. — Eu sei que você poderia muito bem se defender, Sakura. Só que… — encrespou as sobrancelhas sentindo o ardor novamente. — Jesus, como vai cuidar de seus pacientes com uma mão pesada dessas? — ela viu o sorriso sarcástico se formar nos lábios feridos e torceu para que doesse.

— Pro seu governo, eu tenho mãos de fada — o apertou e ouviu o resmungo. — É bom que fique quieto — ela suspirou e ajeitou o cabelo atrás da orelha. — Eu ia revidar o tapa, fiquei nervosa. Mas ele era muito forte. Provavelmente, eu tomaria uma surra. Mas foi você quem tomou no meu lugar… — ela estalou a língua.

— Não me arrependo.

— Pois deveria — Sakura exibia sua melhor cara de brava. — Obrigada…

Passou os remédios que tinha que passar e fez os curativos. Nos hematomas roxos, aplicou uma pomada de cheiro refrescante.

— Não posso pôr um band-aid na sua boca. Acostume-se com esse corte — guardava as coisas.

— Tudo bem, já não dói mais — ela parou.

— Que pena — fez a cara mais cínica que conseguiu e voltou a organizar os frascos.

— Só estamos nós dois aqui — ele constatou e ela fez um barulho incompreensível.

— Não se preocupe. Vou tirar uma foto da sua cara toda lascada e mandar emoldurar. Todos vão ver — enfiou o algodão na caixa branca.

— Ninguém vai abrir a porta.

— E daí? — respondeu curta e grossa, fechando a caixa.

— E daí que posso retomar nossos assuntos pendentes — ela se levantou, pegando suas coisas.

— Não temos assuntos pendentes — declarou e ameaçou deixar a sala.

— Temos sim, Sakura — puxou-a pelo braço livre com delicadeza. — Não vai cuidar do seu machucado? — acarinhou o rosto ainda marcado da garota.

— Não tenho machucado algum… — o rosto ficou completamente vermelho e não sabia dizer se era de vergonha ou raiva.

Sasuke não respondeu. Aqueles olhos tão pretos continuavam fixos na imagem dela. Sakura temia que ele pudesse ouvir seu coração que parecia dançar frevo dentro do peito.

Curvou-se sobre ela devagar, esperando para ver se ela desviaria, mas não o fez. Sentia as pernas moles. Roçou a ponta de seus narizes e ela quase se derreteu. Naquele momento, Sasuke soube que ela jamais seria como Hanna. O que sentia por Sakura era diferente. Era novo. Era estranho.

Era bom.

E, acabando de uma vez com o pequeno espaço entre eles e se esquecendo de seu lábio machucado, Sasuke a beijou.

Notas finais
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH OLHA O TIRO, SOCORRO! Não era beijo que vocês queriam???? kkkkkkkkkkkkkkk E, pra mostrar como eu amo muito todos vocês, preparei um presentinho a mais que vocês vão encontrar nesse link: http://sugaryfairy.deviantart.com/art/Kiss-SasuSaku-687234637 Sim, fui eu quem fiz e fiz E S PE C I A L M E N T E pra esse capítulo, pra essa cena. Espero que eu tenha ilustrado bem o beijo pra vocês. Desconsiderem a falta de jeito, sim? Ainda estou aprendendo a mexer com esse djanho de mesa digitalizadora ♥ Palavras sobre nossa Haruno afrontosa? E esse Sasuke todo valente de repente??? Hmmmm... Ainda levou bronca o coitado! Ui, quase me esqueço. Comecei mais uma fic. Dessa vez, uma two-shots. Essa vai pras safadinhas de plantão. Caso queiram dar uma olhada, segue o link: https://fanfiction.com.br/historia/736355/Teach_me/ Vejo vocês no próximo sábado ♥