Notas iniciais
(Escudo ultra protetor) Olá! Como vocês estão? Não vou dar desculpas para o motivo de ter sumido daqui.Mas, basicamente, foi uma junção de falta de inspiração, tempo por conta da faculdade, por tentar achar estágio.Coisas relacionadas que fizeram minha cabeça pesar e não conseguir escrever algum capítulo bom. Mas eu vou tentar escrever direito e ir escrevendo,revisando e postando aos poucos, até porque escrevo duas fics ao mesmo tempo e não sou organizada nem consigo ser! Juro já tentei de tudo, mas, simplesmente, não dá! Então peço perdão e quero que vocês aproveitem muito este capítulo! Obrigada, Boa leitura! PS: a música é de Avicii

Hey brother, there's an endless road to rediscover
Hey sister, know the water's sweet
But blood is thicker
Oh, if the sky comes falling down, for you
There's nothing in this world I wouldn't do

Hey brother, do you still believe in one another?
Hey sister, do you still believe in love I wonder?
Oh, if the sky comes falling down, for you
there's nothing in this world I wouldn't do

What if I'm far from home?
Oh brother I will hear you call
What if I lose it all?
Oh sister I will help you out!
Oh, if the sky comes falling down, for you
There's nothing in this world I wouldn't do

Como definir os seus sentimentos quando você tem tanto a perder? Sim, ela ainda o ama e quer que ele seja feliz, mas como desejar a felicidade da pessoa amada quando você sente que a historia nem começou?Como lutar por um começo quando tudo aponta para a direção oposta?

Ela não tem tempo mais para sonhar, uma guerra está por vir e as escolhas devem ser feitas agora para que depois não haja muitos corações feridos. O clã precisa dela agora, não Sasuke – este que deve já ter arranjado um amor-seu irmão precisa dela mais do que qualquer outro. Ele precisa estar pronto para a batalha e não resta muito tempo para prepara-lo, uma vez que outros precisam dela, toda sua disposição e determinação estarão focados para sanar aquela necessidade já que ela é uma médica e, como tal, é seu dever curar as pessoas.

Ela é médica, irmã, amiga, filha; mas não é a esposa de quem ela deseja, nem mesmo namorada, mas isso não importa desde que ela possa ver um sorriso no rosto dele ou um simples brilho de felicidade naquele céu negro será o suficiente.

Suas obrigações chamavam por ela e foi para o subsolo da vila, um local que só poderia ser acessado por Harunos, mas — só para garantir — ela bloqueou todas as passagens secretas que davam acesso à área. Exceto a do quarto dos seus pais que mesmo sendo pequeno com uma cama, uma cômoda, um armário e uma estante é bastante acolhedor e ventilado já que seu Oto-san é calorento demais e não aguentaria um quarto abafado. Ela empurrou a estante para o lado e ao colocar a mão na parede e liberar um pouco de chakra um selo apareceu e com apenas algumas liberações de chakra ela conseguiu fazer os símbolos que correspondiam à chave do selo. Este permitiu a passagem e ela começou a andar por um corredor mal iluminado que se não conhecê-lo bem pode ser tornar confuso.

Chegando a ala hospitalar, ela tratou de fazer um check up geral no seu Onii-san e constatou que se não fosse realizado rapidamente o ritual ele poderia não aguentar por muito tempo. Kotaro Haruno sempre foi um homem forte, 22 anos, membro do alto escalão, cabelos pretos, olhos verdes, 1,85 de altura; um dos gênios do clã e o irmão mais próximo dela e, também, um dos mais ciumentos.

– Meu Onii-san, eu não sei o que fazer. Quero manter meu amor pelo Uchiha preso, mas não sei se vou conseguir aguentar ele com outra mesmo querendo que ele seja feliz com outra pessoa já que parece que nessa vida não vai existir um nós. – disse ela segurando fortemente a mão daquele que sempre a ouvia, mesmo quando estava tendo um ataque de ciúme – Eu sei que você disse para eu não desistir só por não ter uma historia de amor por ele, mas acho que está na hora de eu parar de me iludir, chega de chorar por alguém que não me olha da mesma forma que eu o vejo. Sempre vou lembrar da nossa ultima conversa, quando eu disse que amava ele e que esperaria até achar que não haveria chance.E você — sempre compreensivo- disse que quando me sentisse preparada eu deveria fazer uma escolha que definiria todo o futuro, mas que eu só olhasse para trás quando sentisse que não havia do que me arrepender.Infelizmente, o Sasuke está vindo morar aqui e eu acredito que ele já tenha um alguém que o faça feliz, então vou tentar esquecê-lo para preparar meu coração para a batalha, quero entrar nela sabendo que eu vou lutar com todo o meu foco, não havendo qualquer distração.

Passado alguns minutos ela beijou a mão dele e se despediu indo em direção a saída do quarto ela ouviu:

– Hey Saki-chan!

Com Mandara...

Mandara poderia estar aparentando calmaria por fora, mas sua cabeça borbulhava em pensamentos, em lembranças. Ele retornava toda a conversa com Sakura como uma fita cassete rebobinando, sabia ela toda de frente pra trás, de trás pra frente e se negava a acreditar que ela tivesse realmente desistido daquele que possuía até agora o coração dela em mãos, aquele que quando o olho dela brilhava você sabia qual era o pensamento, ou melhor, quem. Pensar nisso tudo ocupou a mente dele por todo o caminho até a entrada da vila, claro que ele poderia simplesmente se teleportar, entretanto não havia necessidade fazer isso agora. Quando chegou lá viu todos na entrada, mas teve sua atenção atraída para Kaito que estava com um machucado no joelho e uma cara emburrada.

– Kaito, o que aconteceu? – perguntou já sabendo a resposta, afinal o menino era tão desastrado quanto o pai, aquilo era, de fato, uma herança.

Kaito não respondeu, ele não poderia responder aquilo nunca, afinal ele não gostava quando acontecia algum desastre por conta dele. Mandara via aquele menino com a cabeça baixa e estava em puro divertimento, pois tentar fazer Kaito admitir que era desastrado era um fato e tanto.

– Tudo bem, sua Okaa-san vai falar com você depois – disse ele escondendo o divertimento da situação.

Quase todos estavam alheios a situação, Sasuke olhava aquela cena e estava extremamente intrigado, uma vez que o menino possui o mesmo tom rosa de cabelo e os mesmos olhos que ela.Será que ele poderia ser o filho dela?Quem será o pai? Por algum motivo questionar o relacionamento entre esses dois acabou deixando o Sasuke irritado e curioso de um certo modo, pois aquele menino tinha cara de ter entorno de 5,6 anos; mas sua personalidade era de um menino mais velho.Ele resolveu ficar calado e guardar isso para si até descobrir.

Mandara notou que Sasuke parecia meio alheio durante o trajeto até o centro da cidade e isso para ele já não era muito novidade, era esperado que ele questionasse a relação de Kaito com Sakura.Ele espera que isso leve Sasuke a procurar a verdade diretamente com ela.Quando todos chegaram até o centro da vila, ele subiu até o telhado de uma casa e começou o seu discurso.

– Por favor todos façam silêncio, enquanto eu me pronuncio.Como vocês sabem precisávamos de um novo local para viver, uma vez que a Akatsuke não realiza mais missões com o objetivo de prejudicar todas as vilas precisávamos de um local que oferecesse segurança e que nos simbolizasse um recomeço.Foi então que eu contatei a família dessa vila e ela nos permitiu viver em suas terras pelo tempo que quisermos, eles foram bastante generosos em nos aceitar aqui e em disponibilizar uma terra tão fértil e bela. Então já que nos foi permitido viver aqui nada mais justo do que apresentar aquela que nos trouxesse até aqui. Por favor, gostaria que prestassem muita atenção a Sakura Haruno!

De repente o ar começou a ficar mais denso, diversas pétalas de Sakura começaram a surgir de todas as direções elas começaram a se juntar e no ar pareciam que batalhavam para ver quem chegaria mais rápido. A visão que se formava era belíssima, o aroma das flores, a paisagem criava uma entrada triunfal.As pétalas foram formando uma estrutura bruta como se embalasse o corpo dela como um presente, depois elas ficaram murchas e começaram a cair pesadas e Sakura surgiu estava com uma blusa vermelha, calça preta,botas cano alto,luvas pretas e sem a bolsa de kunais De aparência ela tinha um corpo de mulher com curvas sutis, mas marcantes – que a maior parte dos caras estava descaradamente secando- rosto com traços delicados e, principalmente, cabelos curtos.

Mandara observava o povo e via que, enquanto uma parte desejava Sakura com os olhos, outra a invejava e o resto a temia por conta de sua fama de ser a segunda melhor médica do mundo que havia ido embora da vila. Ele prestava atenção em cada detalhe e, pra ele, aquilo era algo de se orgulhar, porque Sakura para ele é uma mulher que merece todos esses olhares de admiração por ter se tornado uma pessoa forte, decidida e com uma determinação enorme. Uma coisa das quais ele notou fez ele sentir que estava certo naquilo em que ele achava que não havia nada e isso fez ele dar um singelo sorriso, um típico sorriso Uchiha.

Sakura aparentava estar calma, mas estava inquieta e preocupada com o que havia acontecido mais cedo.Por instinto ela procurou um ponto para direcionar seu olhar e assim reunir forças para começar a discurso e, como sempre, seus olhos a levaram a escolher Sasuke Uchiha como porto.Isso sempre acontecia quando eles eram crianças, ele era o porto em que a mente dela parava para arrumar uma calmaria,coragem ou qualquer outra coisa.Simplesmente, porque sua mente se recusava a se separar do coração, eles andavam atrelados de tal forma que toda vez em que ela se sentia insegura ou fraca era nele que ela pensava e na forma como ele era forte em aguentar o que havia passado.Lógico que havia Naruto também e esse ela fazia questão de sempre conversar e dar conselhos, pois ele também era como um porto seguro que ela poderia contar sempre, mas não era um lar.Seu lar não era ao lado de Naruto, este já tem Hinata, sempre teve na verdade.

Ela decidiu conversar com Mandara, antes de qualquer coisa. Focou sua atenção ao atual assunto que ela deveria tratar e disse:

– Boas Vindas a todos! Espero que a viagem não tenha sido tão cansativa. Como Mandara já disse será permitida a permanência de vocês aqui, mas como esta é a vila do meu clã existem algumas regras que deverão ser seguidas.Estas se quebradas levarão a punições que podem variar das mais simples até a expulsão da vila.Elas consistem em:

1- Nenhum membro da minha família deve ser ferido;

2- Há certos limites em que vocês podem andar por essas terras, pois temos um campo de segurança que permite que as pessoas não vejam a vila;

3- Não é permitido roubos ou qualquer tipo de coisa aqui, se vocês tiverem algum problema que não consigam resolver podem me procurar ou a Mandara.

– E eu não tenho problema nenhum em ajudar se for alguma coisa realmente seria.Não me venham aparecer com nada do tipo: não consigo achar tal coisa ou coisas relacionadas. – disse ele seriamente.

– Exatamente, só nos chamem se for realmente muito sério. Todos os Akatsukes vão tentar garantir a segurança da vila — disse ela olhando pra eles e para Mandara esperando algum comentário. – Vocês serão divididos e levados para algumas áreas residenciais. No centro fica a parte comercial e administrativa, enquanto que nos arredores fica a residencial da vila. Peço que vocês se dividam em quatro grupos, pois Mandara e eu vamos a algumas das áreas residenciais com vocês.

Notas finais
Obrigada por terem lido e lembrando que como eu escrevo duas fics ao mesmo tempo complica um pouco eu postar as duas rapidamente. Espero que tenham gostado e até a próxima! Tchau!