Cinquenta tons de amor
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Três meses depois...
Christian:
Já se passaram meses desde o acidente no qual Taylor foi baleado, por incrível que pareça a nossa vida está finalmente em paz. Meu amigo e segurança se recuperou totalmente depois de várias sessões de fisioterapia.
Elena não está mais sendo vigiada já que descobriu o detetive que coloquei em sua cola e pediu uma medida na justiça para que o homem e eu mantessemos distância dela.
Jack Hyde não deu mais as caras, ninguém conseguiu encontra-lo, não fazemos ideia se ele ainda está nessa cidade ou nesse país, por isso não aliviei a segurança de minha mulher e filhos.
As crianças estão lindas, crescendo e nos surpreendendo cada dia mais. Phoebe decidiu que sua cor preferida agora é o roxo, se não tiver um detalhe roxo em sua roupa é a morte. Teddy é mais fácil de lidar, qualquer coisa pra ele está bom e se não estiver apenas entregue uma bola de futebol pra ele que irá ficar.
Agora Anastásia... Como amo essa mulher! Depois da sua crise de ciúmes e nossa reconciliação, não brigamos mais. Ela decidiu não voltar a trabalhar para poder passar mais tempo com os nossos filhos, o que eu particularmente achei ótimo. Nossa vida sexual continua incrível, ela está ainda mais insaciável.
Spark e Fields continuam presos, pelo menos os peixes pequenos deixaram minha família quieta.
Estou sentado em meu escritório na Grey House, o telefone toca, é Andrea avisando que Anastásia está aqui, imediatamente libero sua entrada.
— Oi Baby. Aconteceu algo? — Digo me levantando e indo encontra-la no meio do caminho.
Ela me cumprimenta com um beijo casto nos lábios.
— Tudo ótimo. Fui levar as crianças na aula de línguas. Passei apenas para avisar que eles vão dormir na casa de Kate e você vai sair daqui e ir direto para o escala.
— Interessante. Você quem manda, Sra. Grey.
— Até depois então, querido. — Outro beijo casto.
Não resisto a tentação e agarro sua cintura, lhe dou um beijo já pedindo permissão com a minha língua, ela da e as coisas começam a esquentar. Arrasto minha esposa para o sofá que tenho no canto direito da sala e deito, colocando-a sentada em cima de mim.
— Espero que você esteja pronta.
— Sempre estou, amor. — Diz levantando a barra de seu vestido.
Coloco meu pau pra fora e rasgo sua calcinha, quando Ana menos espera estou quase encostando em seu útero, como dito ela estava pronta, lisa e molhada pra mim. Ela geme alto. Dou um tapa em sua bunda.
— Os funcionários não precisam saber o que estamos fazer.
Enfio meu dedo indicador em sua boca e a mando chupar, ela faz, é uma visão tentadora e completamente excitante. Quando meu dedo está bem molhado levo até seu cuzinho e forço sua entrada, sabendo que Ana iria gritar de prazer, tomo sua boca em um beijo.
Continuamos nesse ritmo, dedo, língua e pau saindo e entrando dentro dela, de todas as formas possíveis, adoro possuir minha mulher assim.
— Vou gozar, Christian. — Ela diz com a cabeça jogada para trás, aumento as estocadas.
Minha mulher geme de prazer, sinto as contrações de sua bocetinha, então seu corpo treme todo, moendo meu pau, não consigo mais segurar e me despejo dentro dela. Ela solta seu peso sobre mim, beijo sua boca com amor.
— Era pra você ter esperado até a noite! — Ela reclama.
— Não vi você lutando contra essa rapidinha. — Ganho um tapa no ombro.
Vamos até o banheiro e nos limpamos, Ana vai embora e meu dia continua melhor do que começou.
(...)
Quando da a hora de ir embora pego meu paletó e minha pasta, praticamente corro até o Escala, nunca fico saciado de minha esposa.
Quando chego ao nosso apartamento todo está em um clima romântico, uma mesa de jantar posta a luzes de vê-la, a luz está baixa e há uma música romântica tocando. Será que esqueci alguma data especial? Eu deveria ter trazido flores?
Anastásia aparece da cozinha, carregando uma travessa de carne assada, o cheiro está maravilhoso. Ela me convida para sentar e começamos a comer.
— Esqueci alguma data, querida?
— Não. Logo você vai entender. — Me diz sorrindo.
Conversamos como foi o restante do nossos dia, conversamos sobre as crianças, sobre o clima, sobre a vida, sobre tudo!
Quando acabamos de comer, Ana me arrasta para o banheiro do meu antigo quarto. Vejo a banheira cheia e coberta de espuma por conta dos sais de banho, mas o que realmente me chama a atenção são alguns sapatos no chão. Vejo um dos meus sapatos sociais preto, o salto vermelho que Ana adora, a chuteira de futebol de Theodore, as sapatilha de balé de Phoebe e por fim um par de sapatinhos brancos de bebê... Me viro para Ana com os olhos arregalados.
— Vamos ter outro bebê? — Meu coração está quase explodindo de alegria.
— Sim, papai.
A agarro e começo a encher de beijo, é tanta alegria que não cabe dentro de mim! Vamos ter outro filho! Depois da merda que estava sendo esse ano vamos ter outro bebê.
— Quando você descobriu?
— Fiz o exame de sangue ontem, fui pegar o resultado assim que saí do escritório. Depois passei no consultório da Dra. Green e ela fez um ultrassom, já estou de dois meses! Eu não esperava, afinal, não me lembro como foi minhas gestações.
— Obrigada, Ana. — Lhe dou um beijo muito intenso.
Começamos um a tirar a roupa do outro, em pouco tempo estamos na banheira, mas ali não fazemos nada além de carinhos. Lavo minha mulher e ela me lava, trocamos beijos carinhosos, passamos a mão no rosto um do outro, apenas aproveitamos esse momento, não tem forma melhor de comemorar a chegada de um novo herdeiro.
— Vamos jogar? — Ana perguntar com a voz cheio de malícia.
— Foi pra isso que você me trouxe aqui, não foi? — Ela sorri.
— Queria que nossa noite fosse perfeita.
— Está sendo, Baby.
Nos enxugamos e subimos até o quarto de jogos, quando entro Anastásia já está me esperando na posição submissa. Vou até a cômoda pego uma venda, uma pena, um anel peniano e duas amarras de seda vermelhas. Vou até a minha amada e deslizo a venda por seus olhos.
— Levante.
Ela imediatamente faz o que eu digo, levo-a até a cama, peço que deite de barriga para cima. Coloco uma perna de cada lado de seu tronco e amarro as duas mãos na cabeceira da cama.
— Fique com as pernas bem abertas.
Começo a passar a pena por todo o seu corpo, começo com o seu rosto e pescoço, vejo seus membros se arrepiarem. Depois desço para os seus seios, seu mamilos ficam em pé com pouquíssimo contato, minha menina é muito sensível. Passo por sua barriga e inclino para beija-la, já amo demais o meu filho. Desço por cada uma de suas pernas, no começo ela tenta fecha-las, mas quando recebe um tapa na bunda ela para. Passo o pena em sua bocetinha, quando a afasto vejo que a ponta está um pouco molhada, decido abandonar a pena.
Agora a minha arma de tortura é a minha boca. Beijo todos os lugares menos sua boca, passo perto e beijo apenas o cantinho, ela geme. Chupo seus mamilos até vê-la se contorcer.
— Por favor, Christian... — Quieta, senão você não vai gozar.
Isso é mentira, jamais faria isso com ela em um dia tão especial para nós.
Deixo seus mamilos e beijo sua barriguinha, o interior de suas pernas e finalmente o centro de seu prazer. Seu clitóris está inchado e piscando por atenção, como seu escravo sexual a satisfarei. Passo a língua e ela geme alto, começou a intercalar chupadas, sugadas e leves mordidas. Anastásia finalmente goza em minha boca, bebo todo o seu gozo, tão doce e deliciosa!
— Você é incrível. — Dou um beijo na sua boca e ela enlaça meu quadril com as suas pernas.
— Ainda não está satisfeita, Sra. Grey?
— Não, me fode.
Rio, amo quando ela é depravada dessa forma, ela realmente foi feita pra mim.
Coloco o anel peniano e o ligo, ele começa a vibrar. Entro em Ana e ela grita, tanto pela surpresa quanto pela vibração. Somos insaciáveis, não sei quanto tempo ficamos metendo, só sei que minha esposa está perto, está me esmagando... Ela se liberta.
Depois que seus tremores passam a faço ficar de quatro, meto ainda mais fundo em sua bocetinha e não demora muito pra eu tirar o pau pra fora e gozar em sua costas e na sua deliciosa bunda, adoro ver minha porra espalhada por todo o seu corpo.
A desamarro, pego uma toalha e a limpo, nos deitamos e trocamos várias jurias de amor e pensamos em como vamos contar para as crianças que elas vão ganhar um irmão ou uma irmã, eles vão pirar!
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