Cinquenta tons de amor
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Christian
Como ela ousa não acreditar em mim? Sempre fui amoroso e fiel, nunca dei indício algum que estava interessado em outra mulher. Será que ela acha que está sendo fácil pra mim saber que ela não me ama? Que ela não lembra dos nossos momentos? Por que não é! Mas isso não é motivo pra eu procurar outra pessoa, sou eternamente apaixonado por minha esposa, mesmo que ela não acredite.
Resolvo deixa-la sozinha, se ela quer isso vai ter, mas não irei novamente atrás, dei todas as justificativas, vai dela acreditar em mim, não suporto que duvidem da minha palavra.
Vou para o escritório e ligo para o homem que está seguindo Elena, preciso saber o que ela andar fazendo. Ao final da ligação ele diz que ela não se encontrou com ninguém suspeito e mal sai de casa, não anda nem indo ao Esclava, isso é bem estranho, mas é melhor assim.
Respondo alguns e-mails e telefono para Gail, que me informa que Taylor já acordou e passa bem. Graças a Deus. Subo para o quarto, vou tomar um banho, mas quando entro no cômodo meu coração dispara e sinto um desespero me invadir, Ana não está aqui. Corro o banheiro e nada, nem na cozinha, nem no quintal... onde essa mulher se enfiou?! Quando entro novamente em casa vejo a porta da biblioteca entreaberta, vou até lá.
Encontro minha mulher e solto o ar de alívio, ela esta deitada com um livro no peito, pegou no sono. Apesar do passar dos anos ela continua maravilhosa, até quando estiver com 70 anos estará linda. Não quero que ela acorde com um torcicolo, a pego em meus braços e subo as escadas, no caminho ela começa a murmurar.
— Não! Tire suas mãos dele... É meu marido.
Fico surpreso, ela está com tanto ciúmes que está brigando com a Meg em sonho! Se ela não estivesse me odiando tanto eu estaria até feliz, adoro quando ela sente ciúmes de mim, me sinto amado e desejado. Falando em desejo, estou alguns dias sem ela, meu tesão está enorme, mas não sei quando poderei toca-la novamente.
Vagarosamente a deito na cama, não quero acorda-la. Me assusto no momento em que coloco a mão na maçaneta para fechar a porta do banheiro para tomar meu banho, Ana começa a chorar, se debater e gritar.
— Não me deixe Christian! Você jurou em seus votos de casamento que nunca me deixaria, que seria fiel! – Começa a soluçar.
— Ana! Acorda! – Digo sacudindo seus ombros.
Seus lindos olhos azuis estão levemente avermelhados, assim como seu nariz. Ela me olha com desespero e tristeza, a abraçado apertado, mas ela tenta se soltar.
— Eu nunca vou te deixar, Anastásia! Mesmo que você nunca se lembre de mim. – Pego seu rosto entre minhas mãos e olho no fundo dos seus olhos.
— Por que você ficou com aquela mulher, Christian? Você me quebrou! Está doendo. – Soluça e esconde o rosto sob as mãos.
Meu coração está em um milhão de pedaços, odeio vê-la sofrer assim e o pior de tudo, atoa! Eu não fiz nada.
— Baby, olha pra mim. – Digo, mas ela afunda ainda mais o rosto nas mãos. – Olha pra mim, Anastásia.
Relutando ela levanta a cabeça, tenho vontade de beijar todas as suas lágrimas, mas me Seguro.
— Acredite em mim, pelo amor de Deus. Você acha mesmo que trocaria a mulher incrível que eu tenho e meus filhos por causa de uma qualquer?
— Uma mulher que não se lembra de você. – Ela diz desviando o olhar.
— Coloca na sua maldita cabeça que isso não me interessa. – Levanto e grito. – Eu vou fazer tudo o que for preciso para que você me ame de novo. Não vou sair beijando ou trancando com qualquer outra pessoa! Eu já expliquei pra você o que acon...
Sou interrompido por Anastásia, que enlaça meu pescoço e me beija. Rosno e agarro seu cabelos, senti tanta saudade dela! E quando ela me desafia assim tenho vontade de fode-la com força, pra ela entender que amo e quero apenas ela! Me afasto ofegante, apesar de querer isso mais do que tudo em minha vida, não vou me aproveitar de sua fragilidade.
— Não vou me aproveitar de você, te respeito demais pra isso.
— Enche minha cabeça com momentos de nós dois, Christian. Me faz esquecer essas fotos, faça amor comigo. – Ela diz segurando em meu bíceps.
Como negar um pedido desse?
Enfio uma de minhas mãos em seus cabelos, a outra vai para em sua bunda, a puxo para perto de mim. Dou um selinho em seus lábios, mas essa delicadeza dura pouco, então minha língua em sua boca e a beijo com voracidade. Ela puxa minha camisa e estoura os botões, que voam pra todos os lado, pego a barra de sua camiseta e puxo, ela está sem sutiã!
— Adoro você acessível. – Digo lambendo seu mamilo.
Chupo os dois bicos rosados até ela gozar, não é a primeira vez que ela goza assim, mas sempre me deixa pouco! Volto a beijar sua boca, abro sua calça e a desço junto com a calcinha, revelando sua intimidade já molhada. Dou um beijo em seu púbis e ela geme. Antes de chupa-la a ajudo a sair da calça.
Me sento na beirada da cama e a puxo para deitar de barriga para baixo em meus joelhos.
— Agora, Anastásia, vou te dar 8 tapas na bunda, pra você aprender a confiar em seu marido. Eu te amo e estou fazendo isso para o nosso prazer.
Ela apenas assente, não diz nada. Dou a primeira palmada na nádega direita, ela geme mas não tenta se levantar. Esquerda, direita, esquerda e direita, até dar as 8 palmadas, sua bunda branquinha está vermelha, meu pau parece que vai explodir.
Levanto minha esposa do meu colo e a colo de joelhos no chão, ela sabe o que fazer.
Abre o botão da minha calça e coloca meu pau pra fora, primeiro fica apenas olhando, passa a língua nos lábios e os morde. Caralho! Essa mulher quer me matar... Começa a mover a mão, para cima e para baixo, bem levemente. Quando começa a intensificar o ritmo ela coloca meu pau na boca, solta gemidos de aprovação. Pego sua cabeça e começo a foder fosse sua boquinha gostosa. Quando estou muito perto de gozar me afasto e a levanto bruscamente. Coloco minha mulher de 4 na cama e a penetrou sem dó, ela grita.
— Isso é pra você entender que eu quero apenas você, nenhuma outra mulher consegue me deixar tão louco. – Falo com a voz rouca de prazer.
Em resposta ela leva seu quadril de encontro ao meu, essa safada quer que vai ainda mais fundo, então é isso que ela vai ter. Puxo seu ombros, fazendo ela fica sentada em meu pau, nós dois ajoelhados na cama, bombo sem parar e Ana não para de gritar. Quando encosto minha mão em seu clitóris, ocorre nossa perdição. Ela se contrai toda e geme meu nome, com a pressão dentro dela e o vai e vem me despejo em sua bocetinha. O corpo de Ana relaxa e ela desaba na cama.
— Não, Baby... Não dorme, isso foi sexo selvagem pra você lembrar amanhã, quando sua intimidade estiver doendo, que quero apenas você. Agora sim vou fazer amor.
Quando viro seu corpo na cama percebo que ela está sorrindo, entro nela novamente. Esse realmente é o melhor lugar do mundo. Seus peito estão encostando no meu peitoral, minha boca não desencosta da sua e assim fazemos o nosso amor. Estou tão embriagado no prazer que demoro para entender que Ana está falando comigo.
— Eu te amo, Christian. – Arregalo os olhos e meus olhos enchem de lágrimas.
— Eu te amo muito mais.
Continuamos nos amando pelo resto da noite.
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