Cigana
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Cigana
Capitulo 17
A luz do dia entrou pelo aposento o iluminando gradativamente. Feito a um arco, ela alcançou lentamente o leito desarrumado, iluminando primeiro aos pés enroscados, revelando a simetria das pernas que entrosadas confundiam-se entre si, a não ser pelo corpo pequeno dela que encontrava-se moldado ao dele em cada curva. A mão grande com os dedos abertos, repousavam sobre o redondo dos glúteos brancos em sinal absoluta de posse.
Ele sentia a respiração suave dela a acarinhar os pêlos do seu peito. Edward despertara antes do sol nascer e pelo protocolo militar ele já deveria estar junto de suas tropas, coordenando as estratégias para a batalha iminente. Mas, ele tomara a uma decisão. De não bater-se em campo naquele dia, pois era um dia fúnebre. Um dia que deveria ser respeitado por todos os povos. Ela suspirou quase gemendo e remexeu-se milimetricamente. Edward a estreitou ainda mais em seu corpo e meteu seu nariz entre as mechas marrons dos cabelos lisos e sedosos dela que, lhe respondeu aquela caricia o arranhando nas costas.
Nadja sentiu algo crescendo em meio as suas coxas suadas e sorriu. Com delicadeza ela ergueu seu ventre e abriu, somente um pouco, as suas pernas para melhor acomodar a virilidade ereta que exigia passagem. Depois, ela mordiscou de leve um mamilo dele e sentiu o pulsar da cabeça quente em seu meio. Plena, ela riu e foi apertada ainda mais pelos braços fortes de Edward.
_Hummm........que bom dia mais estranho! – para a brincadeira dela, ele apenas tomou-lhe dos lábios com sofreguidão enquanto invertia as posições e passava a ficar por cima do corpo quente de Nadja que sentia-se sendo aberta pelo joelho dele. A língua voraz invadiu sua boca exigindo do fundo mais escondido ao gemido de puro prazer. Edward bebeu de Nadja enquanto a preenchia com desespero, cavando com seu pênis, se aprofundando na quentura úmida dela que gemeu maravilhada com a força daquele amor. Os dedos febris e pequenos se embrenharam nos cabelos fartos o puxando mais para dentro de si. Edward apertou uma banda da bunda redonda dela e com a outra mão ergueu uma perna a facilitar suas investidas. Eles amaram-se o quanto pode noite a fora. Mas não foi o suficiente para aplacar a sede e extinguir a chama. As bocas se desgrudaram com sonoro gemido e seus olhos ficaram presos em seus rostos. Ambos se deleitaram ao ver o prazer estampado na face alheia, em sentir o quanto se davam em amor um ao outro. Suas almas se comunicavam naquela cópula intensa e, uma lagrima brotou do olho dela a escorrer pela face até a boca que se contorcia em um gemido esganado. Ela o sentiu ir mais fundo do que em todas as outras investidas. Ela o sentiu na sua alma que clamou alucinada, pois que finalmente encontrara a sua metade.
A voz da velha cigana retumbou na mente de Nadja, a lhe adverti sobre o encontro de almas gêmeas.
_Ahhhh! Eu te quero! – ela gritou por ele que se jogou na intensidade daquele fogo e tomou novamente da boca suculenta dela, então, Edward jorrou sua vida para dentro do ventre acolhedor de Nadja. As respirações entrecortadas ofegavam com a troca de seus hálitos. Eles estavam unidos agora e para o resto de seus dias.
_Minha rainha! – rouca e profunda a voz de Edward acarinhou o ego de Nadja que lhe sorriu em retribuição.
_Meu rei!
Edward se desconectou dela e ergueu seu corpo forte, sentindo-se vigoroso. A luz do sol bateu com esplendor em seus cabelos acobreados. Ele sorria largamente.
_Mandarei vir seu banho!
_Talvez seja melhor eu me retirar sem causar alarde...
_Não, vai ficar aqui, não admito mais tê-la longe de mim, Isabella!
Ele se virou e caminhou para fora do quarto, para depois vestir sobre seu corpo suado de amor uma túnica branca. Nadja ergueu parcialmente parte de seu corpo e olhou para o meio de si a comprovar sua entrega. Depois soltou-se no travesseiro. Não demorou muito e passos foram ouvidos nos aposentos do rei, eram passos leves indicando que eram mulheres. Com preguiça Nadja puxou o lençol a cobrir somente parte de sua barriga e esperou até que lhe fosse dito que seu banho estava pronto, mas ela surpreendeu-se com a voz fria da rainha mãe.
_És uma víbora asquerosa! Como ousas ficar aqui?!
_Aqui?! – Nadja sorrindo cinicamente, passou suas mãos sobre os lençóis amassados e inalou com gosto o aroma ao seu redor, antes de responder:_Aqui é o meu lugar!
_Nunca! Será escorraçada deste reino, guarde as minhas palavras! – a rainha tomou de suas saias e saiu tão rápido quanto entrara. Logo em seguida uma criada tímida e com a cabeça baixa anunciou o banho para Nadja que sem qualquer pudor de seu corpo jogou para longe os lençóis e se encaminhou de cabeça ereta até o quarto de banho, alheia ao confronto que se estabelecia entre mãe e filho.
_Minha mãe, estava a tua procura, necessito falar-te de imediato!
_Eu também! – Edward estranhou o gesto autoritário de sua mãe para com ele, mas que não se demorou naqueles pensamentos, pois ao notar a direção que vinha a rainha já o sabia o motivo da zanga. Eles seguirão para os aposentos da rainha que mal colocou a seus pés passou a desferir toda a sua insatisfação com a conduta do filho.
_Como o pôde, Edward?! Trazer para dentro deste palácio aquela mulher cigana!
_Ela não é cigana! Seu nome é Isabella Swan e, está não será a primeira, tão pouco a ultima vez que ela dormirá comigo!
_Não ouse falar-me neste tom!
_Falo! Pois foi tu quem o pediu! Como ousas meter-se em meus acertos íntimos deste modo? – Edward sussurrara a esta ultima frase.
Esme dera um passo atrás, chocada com a direta de seu filho. Sua mente reagia da pior forma possível a todos os acontecimentos nos últimos tempos e, todos eles, ocorreram após ela colocar seus pés no piso daquele palácio.
_Padre Newton tem razão, ela o enfeitiço. Meu filho, arrependa-se, ainda há tempo de salvarmos este reino desta bruxa.
_Chega mãe! Não quero lhe faltar com o respeito devido, mas não posso ouvir a estas sandices!
_Isto por que, esta enredado pela feitiçaria daquela mulher perniciosa! Padre Newton disse que...
_Padre Newton não gosta de mulheres e não me fale dele novamente. – Edward colocou dois de seus dedos em suas têmporas, ele precisava acalmar sua mãe para o que tinha que ser dito.
_Mãe o tempo urge, vê se me entende e me seja ouvidos agora. A guerra se anuncia sobre este reino com a morte de Irina. Eu preciso descobrir quem foi a cobra traiçoeira que me desferiu a este golpe.
_Foi ela, Edward! – Esme gritara e apontou com um dedo em riste para a saída da porta.
_Mãe, Isabella estava comigo quando tiraram a vida de Irina.
_Foi o amante dela!
_EU SOU O AMANTE DELA!
O rosto de Esme tingiu-se de rubro.
_Mas, desejo corrigir a isto me casando com Isabella imediatamente. Claro que antes, devemos preparar Irina para o sepultamento e...
_Vai matar-me se o fizer!
_Não desejo a isto, não quero que sofra, mas tem que entender que eu amo aquela mulher! Que ela me pertence de corpo e alma e...
_Nãoooo!
_Mãe para, escuta-me agora, pois é teu rei quem fala! – Edward dera voz de comando a própria mãe. Ele viu que parado na porta do quarto da rainha encontrava-se seu capitão da guarda, Emmett.
_Quero que seja coesa e prepare tudo para a rápida cerimônia de enlace. Chame o seu padre e comunique a todo o reino.
Ele saiu em seguida a ter com seu capitão, tomado pela emoção pousou uma mão sobre o ombro forte de Emmett.
_Meu capitão! – Edward soube de imediato que Emmett seguira direto até ele, sem ao menos, ter com sua amada, a acalmar o coração aflito de Rosálie.
_Meu rei, Não tenho boas noticias!
_Ver-te a minha frente já me é uma excelente notícia, venha preciso ter contigo.
Edward guiou seu capitão até seus aposentos, eles passaram a planejar sobre o que viria sem demora.
_O rei Aro exige o corpo da princesa.
_Eu imaginava que sim.
_Comigo vieram a cinco batedores encarregados do transporte do corpo.
_Ele já se encontra preparado. Dê ordem de colocar o ataúde na carroça e dispense aos batedores Volturi. O sabes que esta trégua é somente até o sepultamento? Talvez teremos a dois dias apenas para se planejar e....
_Talvez um pouco mais, o príncipe Felix necessita agora enterrar a irmã e o pai que não suportou o triste golpe.
Os olhos de Edward perderam-se no vazio.
_Aro morreu?
_Sim, mal havíamos ultrapassado os portões quando soou o alarme de sua morte, seu ultimo suspiro foi pela filha.
_Ele foi um grande rei, meu amigo! Respeitado até pelos inimigos.
_Sim, meu rei!
Edward ergueu-se e caminhou até a janela que estava sendo irradiada pelo brilho amarelo do sol.:_Quanto tempo julga que teremos?
_Oito dias!
_Não é muito.
_Não!
_Convoque a todo homem capaz de empunhar a uma espada, entre doze e sessenta anos. Separe uma tropa de Elite, quero os melhores, capitão. A meia noite de amanhã cairemos sobre o acampamento cigano.
_Sim, meu rei!
_Edward! – a voz rouca de Nadja causou espanto no capitão Emmett que ergueu-se ofendido com a presença dela.
_Paz Emmett!
Nadja ignorou a postura agressiva do soldado e caminhou ciente de suas curvas escondidas pela túnica até seu homem.
_Pule um dia a este ataque!
_Não posso, tenho que pegá-los de surpresa.
_Deixe-me falar com Baltazar, ele é o líder de todo o bando!
_Não vai sair deste palácio Isabella!
_Edward, homens, mulheres e crianças morrerão vitimas da tramóia e do orgulho. Deixa-me falar a Baltazar, ele tem que saber que existe um traidor entre os seus. Não pode batalhar contra todos! Eu posso trazer os ciganos para o nosso lado.
Nadja colocou suas mãos nas faces de seu amado. Os olhos do capitão olharam para o casal a sua frente e, pela primeira vez, Emmett se permitiu a ter esperanças.
_Meu rei? – a voz cavernosa do padre Newton se anunciou entre eles:_Mandou chamar-me, soberano?
Newton olhava com olhos de gato para o inusitado que acontecia nos aposentos reais.
_Sim velho! Prepare as tuas coisas, vai realizar ao meu casamento hoje!
Depois Edward voltou-se para sua amada:_Se tem que ir até os ciganos, seguirá como minha rainha e fortemente ladeada pelos meus soldados!
continua....
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