Cigana

20 Capítulo 20


Notas iniciais
Olá Amores, perdoem a demora.....mas começou as minhas aulas do segundo semestre...ok!

Vamos ao capitulo emocionante!
Já mencionei que a fic está na reta final?

Bjus!

Cigana

Capitulo 20

A voz do velho sacerdote, já enrouquecida pela idade, dava curso à cerimônia de casamento onde, os aldeões, ou mesmo os soldados e a corte do reino poderiam repetir com exatidão palavra por palavra dita por ele, menos os noivos que estavam embebidos sim, mas pelos olhares longos e apaixonados que trocavam entre si e esquecidos quase que completamente da multidão que os rodeavam. E todos que viam o par, de frente um para o outro e de mãos dadas a sorrir não tinham mais duvidas de que o destino agira de forma sensata ao uni-los, pois era evidente que eles foram feitos um para o outro.

Dado momento da cerimônia, aquele em que se faz a pergunta mais importante, apenas o silencio se pronunciou e, padre Newton incerto com a decisão a tomar, chamou ao rei enamorado.

-Meu senhor? – que o rei ouvira a pergunta da primeira vez, mas, resolvera esperar pela repetição da mesma, não por duvidar de seus desejos,mas, sim, para ter certeza de que aquele momento não era um sonho de fato.

-Aceita a esta mulher como sua legitima esposa, até que morte os separe?

Edward subiu os dedos até as maças do rosto amado e as tocou, mesmo sentindo em primeiro plano o tecido fino e transparente do véu antes de se pronunciar.

-Nem mesmo a morte poderá me separar de você!

Ela sorriu triunfante e em resposta aquela declaração de amor, de forma jocosa, sendo este um traço de sua forte personalidade e, o instigou.

-Interessante! Mas o que isto significa exatamente?

Eles tinham plena consciência de estarem fugindo ao tradicional com aquela forma de se aceitarem diante dos olhos de todo o reino.

-Significa que eu desejo que a partir de agora seja minha rainha e senhora absoluta do meu coração! Que todo o povo e Deus, acima de tudo, sejam testemunhas do quão grande é o meu amor por ti, mulher!

As palavras saíram sussurradas, mas firmes e audíveis. O velho que suava muito voltou-se para a noiva.

-Isabella Marie Swan, aceita este homem e rei desta orgulhosa nação como seu legitimo esposo e senhor, promete honrá-lo e respeitá-lo, sendo uma mulher temente a Deus e aos seus desígnios, bem como, usar de sua bondade e humildade ao ser aceita no seio da coroa deste reino?

-Esqueceu de dizer até que a morte os separe, padre! – ela olhou de forma maliciosa para o velho que passou a tremer.

-S-sim, até que a morte os separe?

Isabella, sem jamais perder de suas vistas o brilho do olhar de Edward, que reluzia esplendorosamente, teve consciência de que ele sempre fora o seu destino, o seu infinito.

-Aceito ser tua para todo o sempre, meu rei!

O padre disse alguma coisa logo em seguida, que mal foi ouvida pelos dois, para depois voltar-se para o ajudante que já lhe estendia a taça com o vinho que foi oferecido aos noivos, era a parte final da cerimônia, o brinde de consagração daquela união. O rei pegou a taça com firmeza e a levou aos lábios, sorvendo do liquido suave e assim que bebeu de um bom gole, ele sentiu no degustar de sua língua a um leve gosto ocre, mas que foi logo esquecido assim que a viu erguer levemente o véu e esticar o pescoço para sorver também da bebida, mas, o que ele não esperava era pelo ato de desatino de sua já consagrada esposa e rainha, que em um repente, bateu com fúria na taça a lançando longe dos dedos trêmulos do padre.

-Isabella?! – ele gostaria de ter empregado maior entonação ao seu manifesto de surpresa, mas que uma vertigem inapropriada dominou as suas vistas. Edward sentiu que algo lhe ia estranho, que seu peito lhe comprimia os pulmões e o ar lhe faltava nas narinas.

-Traição! - Os olhos surpresos do rei não se desprendiam do rosto dela, que algo a mais lhe dizia após aquela palavra. Ele via aos movimentos dos lábios carnudos e vermelhos, mas que nada entendia, pois seus sentidos estavam torpes. Os joelhos fraquejaram e sem qualquer controle Edward foi ao chão. E, tudo lhe era lento e sufocante, ele soube o que lhe sucedera assim que perdeu o controle de seus atos, reunindo o que lhe restava de forças conseguiu balbuciar apenas a uma palavra.

-Isabella!

A multidão agitou-se ao ver seu soberano desfalecendo no chão nos braços de sua rainha. Vozes chorosas clamaram pelo rei em contraposto a outras que passaram a gritar enfurecidas que o rei fora traído e dentre elas estava a voz de seu capitão da guardar a branda mais alta do que todas as demais.

-Maldito, o que fez ao nosso rei?

O velho sacerdote, que pego de surpresa pelo rápido efeito do pó que colocara no vinho, arqueou para trás diante da ferocidade do soldado altivo e da ponta da espada que lhe castigava a pele do pescoço enrugado.

-Nada fiz! — sua voz engasgara com a própria mentira e denunciara a si mesmo em seu grave delito criminoso e sentindo que a ponta afiada se afundava em sua garganta seca, ele se pôs a implorar pela misericórdia alheia.

-Que me tenham piedade, nada sou!

A voz fria da rainha se pronunciou acima de seus gritos desesperados a lhe questionar o que fora dado ao rei.

-Minha rainha! – o velho se rastejou até a rainha sob o olhar assassino do capitão e beijou-lhe as alças das sandálias a implorar pela sua misericórdia.

-Ouça-me velho, o que colocou no vinho? – Isabella, sentindo que perdia seu homem a cada minuto que se passava e, se recusando a aceitar aquela realidade cruel, controlava seus ímpetos de se apoderar de uma adaga e ela mesma, finalizar com a vida do velho traidor, mas, que era importante primeiro, salvar a Edward e para tanto, ela precisava saber o nome daquele veneno. Em seu intimo, ela jurava que lutaria contra tudo e contra todos para que aquele mal não acontecesse, ela fizera uma promessa a Edward, que seria dele para todo o sempre e a cumpriria, pois que nunca faltara com o seu verbo. A voz balbuciante do velho lhe causava ojeriza, mas controlou a si mesma, controlou a louca ânsia que crescia em seu intimo e não tirou a vida do velho com suas unhas e seus dentes.

-Não quero morrer!

-Existem males piores do que a morte acredite! Saiba que o capitão o torturara a tal ponto que irá muito em breve implorar por ela. Agora, diga-me velho o nome do veneno, pois que o tempo para mim é precioso!

-Ele não me disse, apenas me entregou a este frasco.

Mike Newton em seus setenta anos de vida nunca fora um homem corajoso. Quando criança sempre se escondera nas barras da mãe e nunca se expusera ao perigo desnecessariamente. Também nunca teve muitas ambições em sua vida medíocre e abraçara o sacerdócio não por vocação, mas por lhe garantir moradia, comida e acesso ao palácio real. Com o tempo ele percebeu que exercia certa influência na mente fraca da rainha mãe e sentiu que seu domínio crescera com a morte do grande rei Carlisle. O fato de seu filho e sucessor não ser dado as palavras religiosas para ele era somente uma vantagem, pois que poderia, ousadamente, circular pela corte sob os olhos da grande rainha e beneficiar-se de seu posto como o sacerdote real, sem qualquer interferência. Mas, houve aqueles que perceberam sua sutil influência com a mãe do grande rei e, em uma noite, o demônio o procurou. As mãos ossudas estenderam o pequeno sache e dentro do mesmo havia a um frasco ainda menor, que continha o liquido venenoso.

Ele lembrou-se da promessa que lhe fizeram.

“...Com a morte do rei Edward, não haverá sucessores, apenas a rainha mãe que já é velha e fraca, ela estará sob a tua influência...!”

A ganância de padre Newton foi além de sua curiosidade, pois que nunca inquiriu quem de fato, estava por trás daquela proposta, apenas que se deixou levar pelo sonho de governar aquela nação. Mas agora ele percebera o quão tolo fora e, viu com pesar os dedos pequenos e delicados da rainha cigana, que tanto lhe atormentou o espírito, tomar para si a prova incontestável de sua traição. Seus sonhos de grandeza ruíram. Ele abaixou a sua cabeça e fechou a seus olhos enquanto ouvia a voz da rainha a gritar, pedindo por uma montaria. Isabella caminhou decidida e desceu as escadas que minutos atrás subira em plena felicidade, sem imaginar a tramóia que o destino lhe reservava. Ela arrancou com fúria o véu de cima de sua cabeça e acercou-se de um cavalo que lhe trouxeram. Vozes e mãos a cercavam.

-A rainha nos abandona! O que será de nós?!

O cavalo, um puro sangue sintonizou-se com ela e relinchou chamando para si a atenção absoluta, aquele era o garanhão do rei Edward.

-Ouçam-me todos! Parto já, em busca do antídoto para o meu homem e vosso rei. Meu povo ouça as minhas palavras, pois que elas nunca foram fracas, Edward não morrerá desta forma, torpe e vil, EU NÃO DEIXAREI!

Com os calcanhares ela colocou o garanhão a correr e, em poucos minutos já se encontrava fora dos muros do palácio. Sua mente se agitava, contrariando o frio que a dominava a começar pelo estomago. Ela sabia que seu tempo corria como a areia que se escoava dentro da ampola. O cheiro que Isabella sentiu lhe era familiar, mas que ela não tinha a certeza exata para já ministrar o antídoto e, só havia uma única pessoa que poderia lhe dar aquela certeza, a velha cigana, Leah!

Ela deixava para trás um reino fragilizado. E no palco de tanta tristeza seu amor que começava a entrar no sono que o levaria a morte. Os olhos amarelos do velho padre constatavam a palidez que crescia na tez do rei, ele sentiu a dedos fortes e nada gentis o tomarem pelo braço e foi arrastado para fora do grande palco, onde acabara de exercer o papel do Judas traidor. Antes de ser praticamente empurrado escadas abaixo, um tapa lhe fora desferido na face, era Esme Cullen, a rainha mãe, que o olhava com ódio e magoa.

-Eu confiei em você, seu rato miserável! – depois um cuspe lavou-lhe a face.

O padre foi chutado e pedras o atingiram até ele chegar ao seu destino, os calabouços do palácio, lá, ele foi trancafiado. Este era o seu destino final, o mesmo não se poderia dizer do grande rei, que já inconsciente, fora levado para os seus aposentos reais, sob os cuidados de sua mãe, que passou a orar pela intervenção divina, para que auxiliasse Isabella que sairá as pressas em busca do antídoto para o seu filho.

A noite caiu silenciosa na grande planície do deserto, onde somente se podia ouvir os cascos dos cavalos que corriam em grande velocidade. Os olhos de Isabella estavam duros e direcionados em uma única direção, ela não virou em nenhum momento a constatar que estava sendo ladeada por dois valentes soldados, entre eles, seu guardião, escolhido a dedo pelo grande rei, Jasper Withlock.

Dentro do palácio a noticia sobre o envenenamento do rei corria feito rastilho de pólvora e dos calabouços se podia ouvir ao lamento de arrependimento do velho sacerdote, que fora lançado em uma cela escura e úmida. Ele orava a Deus implorando pelo perdão, quando fora interrompido pelo gargalhar debochado da mulher chamada Denali.

-Acha de fato que tuas orações o salvarão, velho traidor?

-Que tu serás enforcada primeiro do que eu, meretriz, pois que o sangue de Irina Volturi clama de tuas mãos.

-Tome muito cuidado com o que diz, pois talvez eu possa ser a única pessoa que o salvará.

-Presa neste calabouço, muito duvido!

-Será por pouco tempo! Logo estarei livre e serei rainha de dois reinos! Então, será melhor que passe a clamar pela minha misericórdia, velho tolo! Mas, cumpriste bem ao que lhe foi ordenado, ele saberá, não tenha duvidas!

-Morrerei antes pela fio da espada do capitão da guarda real! – as palavras soaram lamentosas novamente, o que somente irritou Denali.

-Poupe-me velho chorão, tenha dignidade no findar de tua vida! Agora, diga-me, a puta cigana tomou também do veneno?

-Não, verdadeiramente eu te digo, aquela mulher é astuciosa e antes que a taça encostasse em seus lábios, ela o soube.

Houve um silencio momentâneo que foi quebrado segundos depois.

-Pouco importa, que a morte daquela cadela seja cruel e dolorosa, penso que o envenenamento seria muita bondade para ela!

Padre Newton pode sentir o ódio contido em cada palavra de Denali, mas, preferiu guardar para si os seus receios, pois fora ele quem viu a certeza nos olhos marrons da cigana, eram firmes e penetrantes, como o espeto incandescente na carne. Ele sentiu que de alguma forma, ela, a mulher que outrora fora chamada de Nadja, a cigana, não seria vencida assim, tão facilmente. Que ele tinha a sua razão, mas somente o tempo o responderia, tempo este que era contado a cada respirar por ela, Isabella, rainha consagrada. Ela já havia a muito abandonado os limites das terras do reino e encontrava-se agora em solo de ninguém. O brilho das espadas desembainhadas de seus soldados lhe chamou a atenção, pois o perigo poderia vir de qualquer lugar a qualquer instante e, eles estavam preparados para tudo.

Isabella sentia que não seria naquela noite que ela lutaria em um campo de batalha, mas que sua luta por aquele momento era em outro plano e tão dura quanto. Seus olhos finalmente visualizaram eles, parados acima do morro, iluminados pelo brilho prateado da lua, era Baltazar e seus ciganos. Em instantes eles ficaram frente a frente, os soldados do rei ergueram suas espadas e arreganharam seus dentes, prontos a desferirem seus golpes.

-Abaixem as espadas!

A voz fria da rainha fora capaz de apaziguar aqueles homens valentes, que estavam dispostos a levarem com eles a um numero considerável de inimigos antes de tombarem ao solo. Eles se viram cercados de olhos tão negros quanto a noite, desejosos de beberem sangue.

-Minha rainha!

-Nada temam, que esta não será a noite que vocês morreram! Não é mesmo, Baltazar?

Isabella ergueu seu queixo para o homem alto que a olhava de cima de um cume, ele a aguardava por horas a fio, desde que a velha o advertira.

-Então, tornou-se uma rainha, Nadja?

-Isabella Cullen, grande rainha de todo o reino do Rei Edward. Encontrei o meu destino finalmente, Baltazar!

-De fato, então diga-me o que a trás até aqui, a fazendo deixar a segurança de seus muros e se aventurar por esta terra, dominada de inimigos?

-Você se tornou meu inimigo, Baltazar? Desde quando?

-Desde que Esteban morreu!

-Aquele porco pediu pela morte que teve! Ele ousou tomar a algo que não lhe pertencia! – Isabella falava por entre seus dentes, ela sabia que deveria passar primeiro por Baltazar e seus homens e, ela passaria com a sua cabeça erguida, como o deveria ser a uma grande rainha.

-Você vem até mim dizer que matou meu primo, meu irmão?

-Eu tirei a vida de Esteban, somente eu, devo ser punida, se assim o desejar, mas, lembre-se das regras cigano, dente por dente, olho por olho.

-Você acha mesmo que esta em vantagem de barganha aqui? Nós não consideramos este teu titulo e fazemos nossas próprias leis.

-Assim o sei, pois que fui criada por vocês, tudo o que sei eu aprendi aqui. Lembra-se Baltazar, de como me ensinou a lutar? A tirar forças de dentro do meu intimo para derrotar o perigo? Foi o que eu fiz quando Esteban ousou me molestar.

-Mentes!

-Pode me chamar de muitas coisas, menos de mentirosa. Acaso viste teu primo?

-Sim!

-Então viu que ele morreu lentamente, sufocado pelo próprio membro que eu decepei e entalei goela abaixo. Agora, diga-me, se existe justiça maior do que esta?

O silencio se pronunciou entre eles e somente uma leve brisa teve a ousadia de passear entre os corpos duros de tensão.

-Baltazar, saia da minha frente, pois que esta noite, meu compromisso não é contigo.

-Vá, a velha já lhe espera!

Os três passaram lentamente em meio a multidão de ciganos, seus olhos estavam atentos a tudo, eles se dirigiram para o centro do acampamento, em direção a uma tenda uma pouco mais afastada. Lembranças de outro tempo fizeram Isabella sentir lagrimas em seus olhos. Ela nunca duvidara das forças da natureza e sabiamente sempre respeitou o inevitável. Mas, que aquela noite, ela lutaria contra ele, mesmo que tivesse que se humilhar em nome do amor.

Ela desmontou e puxou as barras de seu vestido com uma mão e com a outra, ela abriu a tenda da velha cigana e entrou. Seus olhos se acostumaram rapidamente com a luz bruxuleante das velas e seus sentidos a guiaram para um canto da tenda, onde sentada de forma sinistra se encontrava a velha feiticeira que a criara como se fosse sua filha, Leah.

-Mãe, eu voltei!

O riso da velha ecoou de dentro da tenda por todo o acampamento.

-Pequena Nadja!

-Agora me chamo Isabella Cullen!

-Sim, eu sei! Encontrou seu pé de vento, não foi?

As mãos enrrugadas da velha cigana cortavam as cartas do baralho cigano para depois disponibilizá-las sobre a toalha de renda.

-Venha, tire uma!

-Não vim em busca da minha sorte!

-Sempre indomada! Eu sei bem por que veio, Nadja, seu homem está morrendo, não é mesmo?

Um gemido de dor escapou dos lábios da rainha. E, a velha continuou a falar a confirmar com sua voz oscilante o que todos já sabiam.

-Sim, ele está! Foi vitima de uma grande traição!

-Tenho aqui este frasco, o padre que o envenenou me deu. Eu tive duvidas, eu...

-Você sofre!

Isabella jogou-se aos pés da velha cigana e tomou para si uma das mãos ossudas.

-Eu imploro pela tua ajuda!

-O que você me dará em troca, pequena Nadja?

-O que você deseja?

Os olhos das duas se cruzaram.

-Eu quero a minha filha!

-Não o posso ser!

-Não falo de ti!

-Então o que diz?!

-Se não tiver a nossa ajuda, teu rei morrerá e teu palácio irá cair. Você encontrou o seu destino e esta ligada a ele, não vivera muito se o perder. Mas, se tiver a nossa ajuda...eu posso salvar teu homem das garras da morte, mas deve me dar uma filha como recompensa!

-Sabes que não tenho?

-Mentes para mim cigana? Então que não ama teu rei o suficiente!

Isabella ergueu-se e deu as costas para a velha que passou a rir ruidosamente. Ela levou uma mão ao ventre e fechou seus olhos antes de murmurar.

-Perdoe-me, Edward!

Continua....

Notas finais
coitada, não é mesmo?! Sai de uma para cair em outra!
E vocês amores, o que fariam?

Bjus!