Capítulo 1: COI?

Alfonso Adalberto Atraque sofre de sérios problemas sociais, por ser albino e ter pouca estatura, 1,50 metros, ele tem dificuldades em se entumar, mas possui alguns amigos de confiança. Com seus 45 anos ele já viveu muito e sofreu durante esse tempo

Há 37 anos seu pai foi raptado por um grupo que mostrava na camisa a sigla COI, vivia na África e tinha pais negros e acabou relacionando ao racismo esse sequestro. Ele e sua mãe, Eleonilse Atraque, realizaram buscas incessantes à procura de seu pai, Luís Inácio Adalberto, mas nunca o acharam. Em uma de suas pesquisas, já com 32 anos, Alfonso descobriu que a COI (Corporação Obscura Infiltrada) era um grupo de neonazistas oportunistas e que se concentravam no norte da África, que era onde ele vivia, mas isso foi tudo que encontrou.

Após isso Alfonso jurou que iria tentar descobrir e denunciar o que o grupo COI faz. Para isso, necessitava de ajuda. Oito anos depois Alfonso conheceu Dênis, um perito em tecnologia, e resolveu trabalhar com ele para tentar conseguir imagens da COI. Seu pai era militar e era muito especial para Alfonso, então tudo devia dar certo mas eles precisavam de tempo.

Cinco Anos depois, Dênis tinha conseguido as imagens da COI, agora Alfonso só precisava analisá-las. Observando as imagens, ele notou duas pessoas que tinham sido capturadas e estavam amarradas prestes a serem jogadas numa máquina bastante peculiar que mostrava os números “1723”. Isto o deixou bastante intrigado com a situação.

Alfonso resolveu ir ao local, para isso contatou Dênis pedindo suporte. Pegou uma arma que pertencia ao seu pai e uma faca caso precisasse. Chegando lá, Alfonso teve de se infiltrar, então pegou um dos seguranças discretamente enforcando-o, assim conseguiu seu uniforme. Ao chegar à sala principal ele viu os dois sujeitos prestes a serem jogados no aparelho, na tentativa de salvá-los, ele pulou na máquina com os dois, criando um curto que o nocauteou.