Choises!
3 Capítulo 3- Fazendo o Certo!
Notas iniciais
Jane havia passado em uma pizzaria italiana que era caminho à casa de Maura.
Eram 19h 30m PM quando ela chegou a casa da loira, que logo, abriu a porta.
J: -Hey! —Disse entregando-lhe a pizza sem quebrar o contato visual. Deus! como ela era linda.
M: Hey! Vai ficar aí ou vai entrar? - Disse em tom de brincadeira com um lindo sorriso no rosto e um brilho enorme no olhar.
Jane entrou, e elas se fitaram por um longo tempo, até que Maura quebrou o silêncio:
M: — Vamos comer, antes que esfrie.
Jane pôs a mesa e Maura pegou vinho para ela e cerveja para a morena. Elas adoravam aquela pizza, mais que isso, elas adoravam comer juntas.
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Depois do jantar elas foram para sala, ligaram a TV, porém não prestaram atenção no que estava passando, começaram a falar sobre assuntos aleatórios, e continuaram bebendo. Jane aceitou um pouco de vinho e Maura foi até a cozinha buscar uma taça. Voltou, encheu a taça e entregou- a Jane, que logo, bebeu todo o líquido que havia ali.
Haviam bebido muito, o álcool estava "falando mais alto" ou não, era só uma desculpa para fazer o que tanto desejavam. Elas se olharam e aquele olhar dizia tudo, entregava tudo. O amor, o desejo, a paixão que estavam sentindo.
Jane fitou a boca de Maura, só ela sabia o quanto desejava tê-la contra a sua. E para sua surpresa, Maura se pronuncia:
M: -Beije-me, Jane. Beije-me. —Disse como se precisasse daquilo para respirar.
Jane não pensou, não respondeu, simplesmente tomou os lábios de Maura e colou-os aos seus.
O beijo era intenso, selvagem, caloroso. Um beijo de entrega, de paixão, uma paixão que durou meses, calada, reprimida. Ambas foram desfazendo o contato, seus pulmões estavam sedentos por ar.
Elas se fitaram, um olhar de dúvida, de receio..
J: -Eu te amo, você é tudo que eu mais quero nesse mundo. -confessa.
M: Oh Jane.. Eu também te amo. Mais do que a mim. Estava difícil ficar tão perto e ter que ocultar isso. —Entrega-se.
Os lábios se encontram novamente, o encaixe era perfeito, suas línguas ritmadas num beijo intenso e calmo, elas queriam que o tempo parasse ali. O beijo foi-se intensificando, Jane deslizava a mão por baixo da blusa de seda que Maura trajava, e a loira reagia a cada contato da pele de Jane contra a sua.
Entre beijos, Maura diz:
M: -Acho melhor irmos para o quarto.
Jane concorda e a toma pelos braços subindo rapidamente as escadas...
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Ela tranca a porta e coloca Maura na cama, subindo em cima da mesma. beija-a em seu pescoço, e com as mãos apalpa os fartos seios da loira ainda por cima do vestido. Que logo é retirado, revelando a pele alva da legista. O sutiã é rapidamente jogado num canto qualquer do quarto.
Jane nunca havia estado com mulheres antes, mas não se importava, estava fazendo o que tinha vontade e achava o certo a se fazer.
J: — Se eu te machucar você me avisa, ok? -diz preocupada.
M: — Você não vai me machucar, eu tenho certeza. —afirma.
Toda insegurança que havia ali, sumiu, a morena abocanhou um dos seios da loira e o sugou com vontade, arrancando gemidos da mesma. Direcionou-se ao outro seio, dando a mesma e devida atenção.
Foi descendo pelo ventre de Maura, depositando beijos quentes e molhados, fazendo-a arquear o corpo em resposta. Jane tirou a calcinha da loira, e sem pensar duas vezes, abocanhou o sexo da amada.
Chupou e sugou seu clitóris, antes de penetrar com dois dedos seu interior. Os primeiros movimentos foram calmos, seguidos de outros, frenéticos, que fizeram Maura gemesse o nome da morena em alto e bom som.
Jane penetrou mais forte, mais rápido. Fazendo Maura estremecer e atingir o orgasmo. O melhor de sua vida até aquela noite. A morena sugou todo seu líquido, sentindo o gosto de Maura pela primeira vez.
Depois de sugar por completo o gozo de sua amada, pôs-se em cima dela, olhou-a nos olhos e sorriu, pronunciando as palavras que para ela, eram as mais adequadas:
J: -Eu te amo, te amo como jamais poderei amar alguém na vida.
M: -Eu também te amo! — beijou-a e inverteu as posições.
Maura tirou a calça de Jane, deixando expostas suas pernas torneadas, logo tirou a blusa que a mesma trajava e seu sutiã. Revelando seus firmes e pequenos seios, ela os admirou um instante, e os apertou antes de sugá-los vagarosamente.
Depois desceu passando a língua pela extensão da barriga de Jane até o sexo. Retirou a calcinha, olhou nos olhos da morena, e em seguida, passou levemente a língua sobre seu clitóris em movimentos circulares. Penetrou-a com dois dedos. Precisava tocá-la, precisava senti-la.
Jane estava totalmente entregue, mexia seus quadris sobre os dedos de Maura, que aumentou o ritmo, fazendo-a atingir o ápice do prazer.
Estavam suadas, cansadas, e satisfeitas. Beijaram-se, abraçaram-se e adormeceram.
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