Chocolate Em Dobro
35 Capítulo 33
Notas iniciais
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
Aqui está mais uma capitulo, espero que gostem e comentem muito.....
Eu estive a fazer contas, assim por alto, e teremos ainda mais uns três capitulos antes do epilogo.
E depois, graças, à nossa querida leitora Ana_Raposo, que me deu umas ideias teremos pelo menos dois extras.
Felizes? Espero que sim...
Este capitulo tem uma passagem de tempo de mais ou menos um ano. O inicio relata as coisas gerais, aquilo que se passou nesse ano, e depois temos a actualidade....
Espero que gostem e suspirem tanto como eu com as ideias do Edward...
Leiam e me digam o que acharam...
Beijinhos Sofia
Capitulo 33
http://www.youtube.com/watch?v=41zuFcxIMPQ
+/- 1 Ano depois
Cerca de um ano tinha decorrido na família Swan/Cullen e dos amigos.
Leah e Jacob tinham casado, tal como prometido três meses depois da conversa. Sophia foi quem levou as alianças dos padrinhos e portou-se como uma verdadeira menina durante toda a cerimónia. Bella e Edward foram padrinhos juntamente com Paul e Rachel, amigos do noivo. A bela morena chorou quando os dois deram o sim e parabenizou-os vezes sem conta.
Logo após a lua de mel, no Brasil, Leah deu a notícia que estava gravida, um menino para alegria de todos. Encontrava-se agora gravida de 8 meses.
Rosalie teve o seu menino cerca de uma semana depois do almoço em casa dela. Caius era um menino enorme e gorducho, com os olhos azuis de Rosalie e os cabelos escuros de Emmett. O pai babado ficou completamente surtado na hora do parto e desmaiou. Agora o não tão pequeno menino tem um ano e é super animado, uma completa gracinha.
Jasper, finalmente ganhou coragem, e pediu Alice em casamento, numa dessas tardes em família. Os dois casaram á cerca de três meses, mas crianças nem pensar. Segundo Alice, primeiro quer curtir bem o maridinho e a liberdade deles.
René e Charlie continuaram a aproveitar o seu tempo livre para viajar, mas passavam pelo menos duas semanas a cada dois meses na cidade para estarem com a filha e a neta.
Carlisle passou definitivamente o cargo de presidente a Edward, e só vai á empresa para matar um pouquinho das saudades de quando trabalhava.
Já não era segredo para ninguém, na empresa, que Bella e Edward estavam juntos. Os dois deixaram bem claro para todos que estavam juntos mas que isso nunca iria afetar o seu profissionalismo. Trabalho é trabalho, não que às vezes os dois não tirassem o tempinho para roubar beijinhos aqui e ali e namorar um pouco, principalmente nas horas de almoço.
Ângela, continuava a ser a secretária dos dois, agora casado com o advogado da empresa, Ben. As horas de almoço continuavam a ser super divertidas, agora com Emmett junto, uma vez que o grandão trabalhava diretamente com eles.
A pequena Sophia já fala muito bem, quase não “come” os r’s ao falar. Mas continua a fazer uso dos seus adoráveis biquinhos. Edward passou a ser definitivamente seu pai, nada de Ed, sempre papai.
Bella e Edward estão mais felizes que nunca. O ruivo, mal para em casa para grande tristeza da Dona Esme, mas esta já nem reclama porque não vale a pena. Ela sabe que o filho está bem entregue com a namorada e a filha.
A mansão Cullen, agora cheia de quartos vazios, serve para os encontros familiares todas as semanas. Apesar de casados e enamorados no caso de Edward, os filhos não dispensam ir até casa dos pais. Além disso é uma boa altura para juntar os netos.
Sophia de vez em quando foge para casa dos avós para passar o dia e de vez em quando acaba por dormir lá. Dormir com os pais já não acontece. Apenas não larga o seu trombinhas, o boneco continua a ser o seu predileto.
Hoje, é um dia de reunião, mas uma reunião diferente. No final do expediente as meninas juntam-se em casa de Bella com os filhos e os meninos na mansão Cullen. A Dona Esme e a Dona René foram intimadas pelas filhas a participarem e não aceitaram um não como resposta.
Bella e Edward despediam-se no parque de estacionamento da empresa a muito custo.
- Amor, diz á tua mãe para vir quando quiser. Estou á espera dela. – Bella pediu enquanto se despedia do namorado.
- Digo sim gatinha. Não te preocupes. – Disse antes de a beijar. – Vou sentir saudades tuas.
- Eu também, mas vai passar rapidinho. – A morena puxou-o para mais perto de si e voltou a beijá-lo.
- Amanhã vamos passar o dia grudadinhos. – Brincou beijando o pescoço dela, quando o ar se fez escasso.
- Gosto da ideia. Mas agora tenho de ir. A Rose está á minha espera. – A morena libertou-se dele a muito contragosto. O que mais queria era passar ali o tempo.
- Está bem. Amo-te.
- Também te amo. – Os dois despediram-se com um beijo longo e cheio de promessas para o dia seguinte.
(…)
Quando Bella chegou ao infantário, Rose já a esperava no portão para ir buscar também o pequeno Caius á creche.
- Olá Rose. – Cumprimentou. – Desculpa o atraso.
- Olá Bella! Tudo bem, cheguei mesmo agora. – Garantiu entrando no edifício da escola.
Cada uma seguiu para a respetiva sala dos filhos para depois de encontraram na entrada da escola, novamente. Sophia estava feliz e Caius vinha com carinha de emburrado no colo da mãe.
- Amorzinho, que se passa? – Bella perguntou estranhando o comportamento do afilhado sempre tão bem disposto.
- Não tem popó. – Queixou-se.
- O tio deixou lá alguns carrinhos para ti. – Bella tranquilizou-o ligando o carro.
- Tio Ed? – Questionou enquanto Sophia ria. Ela era quem chamava Edward de Ed.
- Sim. – Confirmou rindo. O pequeno era super fã de Edward.
- Mamãe. – Sophia chamou depois de uns minutos em silêncio.
- Sim minha bebé?
- Posso ligar ao papai? – Questionou com um leve corar.
- Podes sim. Quando chegares a casa. Ele mandou-te muitos beijinhos.
- Boa, eu vou mandar muitos beijinhos para ele também. – A pequena animou-se enquanto Rosalie ria.
(…)
As meninas tinham todas jantado, enquanto Caius tinha mamado e dormiam na sua cadeirinha no quarto que Bella tinha disponibilizado para ele. Sophia tinha ido dormir por conta própria depois de se despedir de todos.
- Nós vigiamos o Caius e vocês podem prolongar um pouquinho mais a noite. – Esme disse já se despedindo das meninas.
- Obrigada. – Agradeceu Rosalie. O biberão de leite já estava preparado e havia mais que leite suficiente congelado.
- Agora eu e a Bella vamos beber um bom vinho e vocês suminho. – Alice disse rindo da cara das duas.
- Eu posso beber Allie. Leite congelado já a pensar nisso. – Rosalie tirou a língua a Alice e saiu atras dos copos e do vinho.
As três beberam duas garrafas entre risadas enquanto Leah apenas assistia, às três ficarem cada vez mais bêbadas e falarem tudo o que lhes vinha á cabeça. Como estava gravida Leah, não poderia beber, mas era muito engraçado ver as amigas bêbadas e dizerem asneirada atras de asneirada.
- Queria aqui o Edward agora. – Bella reclamou, já alta, no meio de mais uma golada de vinho.
- Porquê? – Questionou Alice tão bêbada quanto ela.
- Ora para quê. Para estar no meu quarto a aproveitar-me bem daquele corpinho maravilhoso e ele fazer o mesmo. – Bella riu com as suas ideias.
- Então quero o meu ursão também. – Rosalie intrometeu-se. – Ainda tenho muitos hormônios de gravida, com a libido em alta. Depois de meses em seca tenho que aproveitara agora.
- Vamos buscar o meu Jaz então. Eu e ele fazemos uma bela festa aqui mesmo. – Alice levantou-se meia bêbada e rebolou, caindo no chão.
Leah apenas assistia rindo das três. Aquilo iria por caminhos lindos com certeza.
- Leah, qual a melhor posição com essa barriga enorme? – Questionou uma Alice bêbada.
- Papai, mamãe é que não. – Retorquiu sem entrar em detalhes.
- Por trás. – Rose falou alto fazendo com que Bella lhe tapasse a boca.
- Chiu. Há crianças a dormir.
- Desculpem, esqueci. Mas é por trás Alice, claro. Ou então por cima, mas é preciso ter muita força para ajudar e subir aquela barriga enorme.
- Eca Rose. Não preciso de saber o que fazes com o meu irmão. – Alice fez uma careta de enjoada.
- Tu perguntas-te. Eu respondi.
- Lê o kamasutra que tem lá muitas. – Bella atirou a Alice. – Assim não precisas saber da vida sexual do teu irmão.
- E como sabes? Andas-te a ler foi?
- Como achas que mantenho a minha vida sexual ativa? Eu e o Edward gostamos de inovar de vez em quando. Tem lá ideias maravilhosas. – A morena deu de ombros.
- Nem quero pensar no sítio onde vós já fizeste sexo. – Rosalie riu.
- Alguns bem interessantes. Como o caso do gabinete de provas de uma loja de lingerie.
- Bella. – Reclamaram as três ao mesmo tempo.
-O quê? Eu não tenho culpa se tenho um namorado super gostoso que me satisfaz muito bem…
- O meu ursão também me satisfaz muito bem. Principalmente dentro do carro. – Rosalie abriu um sorriso brilhante com a lembrança nebulada por causa do álcool no sangue.
- Qual carro qual quê Rosalie. A máquina de lavar a roupa tem muitas mais vibrações. – Alice espicaçou.
- Ideia interessante. – Bella ponderou imaginando a cena.
- Não me digas que nunca tinhas pensado nisso. – Alice riu.
- Não, mas agora que falas-te. Mais um local para inaugurarmos.
- Mais um? Em quantos locais diferentes já?
- Quase todos aqui de casa em que a Sophia não possa aparecer de repente. E quando ela não está, outros mais como as escadas ou a mesa da cozinha.
Se Bella estivesse minimamente sóbria a esta hora estava corada como nunca e com certeza não teria dito isso assim. Mas o álcool fazia esquecer vergonhas. Leah apenas assistia as três sem se meter na conversa. Era uma boa dica, para um dia mais tarde as lembrar. Elas com certeza iriam ficar super constrangidas. Mas agora era só assistir.
- Eu gosto da ideia da mesa da cozinha, mas em cima do balcão é mais excitante. – Rosalie abanou-se com os calores repentinos.
- É mas eu também gosto de ficar por cima e no balcão não dá. Na mesa eu fico por cima e comando.
- Isabella Swan a dominadora. – Alice fingiu ter um chicote que balançava no ar.
- Eu também ser submissa, quando a ocasião pede. E como pede.
- Se for como o meu ursão pede mesmo. O homem bom. – Rosalie abanou-se.
- Homem bom é o meu Jaz que sabe como me levar ao delírio total e ficar a subir paredes quando provoca em público.
- Provoca também. Um bom agarranço debaixo da mesa, maonzinhas perdidas. – A loira foi dando dicas.
- Mordidinhas em pontos estratégicos. Beijinhos perdidos. – Bella riu lembrando-se de como provocava o namorado.
(…)
Na mansão Cullen as coisas estavam mais calmas. Os meninos tinham bebido apenas no jantar e agora jogavam conversa fora. Carlisle tinha reparado que o seu filho, Edward, estava meio aéreo desde a hora de jantar e encontrou a altura certa para o abordar enquanto Emmett e Jasper se entretiam com um jogo e Jacob e Charlie jogavam conversa fora.
- Edward, filho, vamos até ao jardim um pouco? – Carlisle pediu com aquela voz que sabíamos que não era uma ordem direta mas também não eram um pedido que ele poderia negar.
- Está bem. – Assentiu.
- Que se passa contigo hoje? Estás tão aéreo. Isso é tudo saudades da tua namorada e da filha? –Questionou já mais brincalhão.
- Não. – Negou. – Estou a pensar numa coisa e nem notei que estava ausente.
- Pode-se saber o que é. Para te deixar assim, é mesmo importante.
- Estou a pensar em pedir a Bella em casamento. – Confessou desviando o olhar para o horizonte.
- Parabéns meu filho. – Felicitou-o com um sorriso.
- Mas… — Edward começou.
- Há sempre um mas. – Brincou o patriarca da família. – Qual é o mas que te atrapalha?
- Não sei onde fazer o pedido. Tem de ser um lugar bem especial e com a cara dela. Quero que seja inesquecível. Afinal ela é a mulher da minha vida e muito especial.
- Umh… A grande dúvida de todos os homens, onde pedir a mulher em casamento.
- Pai. – Edward riu. Uma risada sincera, a primeira da noite. – Ajuda-me e não me atrapalhes mais, por favor.
- Deixa cá ver. Conhecestes-vos aqui em casa, pediste em namoro num restaurante e declaras-te, oficialmente no lago. – Carlisle ia enumerando enquanto o filho assentia. – Mais algum lugar com significado para vocês?
- A empresa, a casa dela… — Edward comentou já a ficar frustrado. – Mas tem de ser só nós dois.
- Algum desses sítios que ela goste especialmente?
- O lago. Ela amou o lago, disse que a vista é lindíssima. – O sorriso dele ao lembrar-se da namorada era sempre esplendoroso.
- Tens ai a tua resposta. – Carlisle riu enquanto o filho saltava para o abraçar.
- Obrigado pai. És o melhor. Vou tratar de tudo.
- Pretendes pedir em breve?
- Domingo, no final do almoço de família. Vou levá-la até lá e fazer o pedido. Mas tenho que deixar a Sophia com alguém, mas sem ela desconfiar.
- Fala com ela. Sabes bem que é uma menina bem inteligente, ela vai entender. Podes sempre deixá-la aqui.
- Eu amanhã vou falar com a minha princesinha e depois digo alguma coisa.
- Vais lhe contar que pretendes pedir a mãe em casamento?
- Sim. Quero a aprovação dela antes de tudo.
- Sabes bem que ela aprova com certeza. É mais uma garantia que não sairás do lado dela.
- Pensando assim. Mas ela sabe bem que eu não a trocava por nada. Há-de ser minha filha mesmo que a Bella não aceite o pedido.
- Oh meu filho. – Agora foi a vez de Carlisle rir. – Ela aceita com certeza. Disso tu não podes ter duvidas.
- Acho que é insegurança de momento. – O ruivo encolheu os ombros.
- Isso passa quando ela disse o sim.
- Pai, como foi pedires a mãe em casamento? – Edward parecia um menino inseguro.
- Eu estava assim tão inseguro como tu, mas não tinha o meu pai para me apoiar. Sabes que ele nunca foi um pai muito amoroso.
- Eu sei. E agradeço por ter um pai como tu. És um super pai, mesmo que eu não o diga muitas vezes, tenho muito orgulho em ser teu filho. – Edward abraçou o pai com toda a força do mundo.
- Eu tenho bastante orgulho em ti meu filho, também. – Carlisle retribuiu o abraço.
- Mas agora conta-me o resto da história por favor. Sei bem que a Dona Esme era muito fixa de ideias.
- A tua mãe era uma mulher encantadora mas sempre disse que não casava comigo, até ter sustentabilidade financeira suficiente. E bem eu pedi-a em casamento no dia em que acabamos o nosso curso. – Carlisle sorriu com as memórias.
-E ela? – Edward parecia criança á espera de doce de tão empolgado que estava para saber o final.
- Disse que não.
- A serio?
- Sim. Ela negou o meu pedido de casamento.
- e depois?
- Depois.. terminamos o jantar e quando cheguei a casa dela para a deixar ela saltou no meu colo e disse sim. Eu não estava a entender nada até que ela disse que aceitava casar comigo.
- então porque não disse logo sim? – Agora Edward estava confuso.
- Segunda ela, se disse-se logo o sim não teria piada. Ela adorava torturar-me. Ela só iria dizer sim no dia seguinte mas como me viu tão desanimado não resistiu e disse o sim antes.
- A Dona Esme era engraçada. – Edward riu imaginando os pais mais novos e uma mãe bem divertida.
- Muito. Foi isso que me atraiu nela, o sentido de humor.
- O que importa é que o vosso casamento dura a anos e isso é dá-me ainda mais esperança de que estou a fazer a coisa certa.
- Com certeza que estás, filho. Vós fostes feitos um para o outro, não tenhas duvidas. Daqui por uns anos estás neste mesmo local a dizer-me o quanto és feliz com a tua mulher e a tua filha, e claro futuros filhos. Quero netos. – Brincou.
- Já falamos nisso. Talvez quando casarmos a consiga convencer a ter mais um bebé, logo.
Notas finais
Então gostaram?
O Edward vai pedir a nossa Bella em casamento... Lindo....
Comentem muito...
Amo ler e responder os comentários de vocês.
Beijinhos Sofia
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