Chasers - A Lenda de Morroc

2 O Cavaleiro de Cabelos Brancos


Notas iniciais
Bom, minha inspiração está ativada, então talvez eu já poste o terceiro capítulo ainda hoje kkkk, mas beleza. Espero que gostem do capítulo.

Prontera, cheia como sempre. Eram pessoas de todas as classes, de aprendizes a Cavaleiros Rúnicos. Barracas de mercadores por todas as partes vendiam de tudo. À noroeste de prontera, na cavalaria de prontera, ouviam-se gritos de felicidade.

–Não acredito que passei nos testes! – o jovem garoto de pele morena pulava sem parar. Seus cabelos brancos e lisos brilhavam ao refletir a luz do sol que entrava pela janela.

–Não se exalte meu jovem – falou o homem loiro e elegante intitulado Chefe dos Cavaleiros – com grandes poderes vêm grandes responsabilidades.

–Eu sei, eu sei! Mas é de mais! Tenho que falar com minha mãe, ela vai ficar muito orgulhosa! – após dizer, Dhumas correu para fora da Cavalaria de Prontera.

–Ei... – O Chefe dos Cavaleiros ficou boquiaberto.

–Que garotinho mais insolente, deveríamos puni-lo severamente por deixa-lo falando só! – A moça intitulada Cavaleira Educada resmungou em frente ao Chefe.

–Relaxe. Ele é só um garoto de doze anos que foi contra a família e treinou arduamente para seguir seu sonho... — o olhar do homem brilhava – Ele tem algo que eu nunca vi em nenhum cavaleiro até hoje... – Sentou-se direcionando seu olhar à janela para janela – Ele será um grande cavaleiro...

Dhumas estava correndo em direção ao sul de Prontera quando alguém lhe chamou a atenção

–Ei! – A garota de olhos verdes, pele clara e cabelos curtos e pretos posicionou seu arco a frente, sacou uma flecha e a lançou na frente do garoto.

–O que você está fazendo Freya? – O garoto assustado com a flecha que quase o acertara.

–Nossa, queria te parabenizar, mas não vou mais! – Freya virou-se e começou a andar.

–Não , eu estava brincando, pode me parabenizar! – Dhumas correu atrás de Freya quando sentiram uma enorme preção e logo em seguida, uma enorme onde de choque de derrubara dos que estavam de pé, causando rachaduras nas casas, comércios e no solo. Do castelo ao sul, uma tropa de Paladinos corriam em disparada para o portão Sul.

–Freya... O que está acontecendo?

Um mercador ouviu a pergunta e se aproximou dos dois

– Não ficou sabendo? Alguma coisa aconteceu em Morroc, parece que o castelo foi destruído.

–O QUÊ?! – gritou Dhumas – Freya, vamos lá ver o que aconteceu?!

–Está louco moleque! Deixe-me terminar, vocês já ouviram a lenda de Satã Morroc? Que era um monstro de outro mundo e que queria destruir Rune-midgard? Então, parece que ele estava selado no castelo e todo o alvoroço foi causado pela destruição do selo.

–Isso é terrível... Pera, como você sabe de tudo isso se acabou de acontecer? – A garota guardou o arco em suas costas

–Eu tenho meus contatos! Hehee! – Disse o Mercador

– o que vai acontecer agora?

–Não sei, mas eu tenho que em pra Alberta pra falar com minha família. – Dhumas saiu andando

–Dhumas! Ah, valeu por nos informar, Dhumas me espere! – disse a arqueira correndo atrás do garoto. – Como você vai para Alberta com uma crise dessas?

–Vou pegar um barco em Izlude e depois eu volto para ver o que está pegando

–Você acha que eu vou deixar você ir só? Nem pensar, vou junto pra te proteger!

–Hahahaa! Você é uma simples arqueira e eu, um cavaleiro! Não preciso de proteção!

–Não importa! Eu vou junto e pronto!

–Então vamos!

Os dois saíram de Prontera. A floresta estava vazia, aparentemente todos que ficavam ali foram se informar do ocorrido. Os únicos ruídos que podia se ouvir eram de Porings e fanáticos pulando apressadamente para suas tocas, eles sentiam a má vibração no ar.

–Ei – a arqueria colocou sua mão em frente ao Cavaleiro.

–O que você está faz... – foi interrompido por um barulho de galho quebrando.

Um grito alto e agudo penetrou os ouvido de ambos e logo em seguida, um rugido ensurdecedor.

–Vamos Dhumas, alguém está com problemas! – Pegou seu arco e correu na direção do grito.

Quando chegaram lá, uma garota estava fugindo de um Orc Herói.

Sem pensar duas vezes, Freya lançou uma flecha no monstro para chamar sua atenção.

– Hey, bicho feio, Veem me pegaar! – cantarolou.

Outro rugido e o monstro fora em direção à Freya enquanto Dhumas foi se certificar se a garota estava bem!

–Você está bem? – perguntou ajudando a se levantar.

–Sim, muito obrigado! – A garota com longos cabelos amarrados em uma fita se curvou em frente Dhumas

–Levanta! Pera, você é uma noviça certo?

–Sim!

–Então me ajude, me dê agilidade! – Dhumas sacou sua espada e ficou em posição de luta observando Freya fugindo do monstro que destruía tudo que estava em sua frente. – Você via me dar agilidade e quando o monstro focar em mim, cure Freya e use Benção nela, entendeu?

–Sim! – balançando a cabeça – Aumentar Agilidade!

Um brilho em volta de Dhumas tilintou, e em seguida, o cavaleiro foi na direção do monstro desferindo um golpe que seria fatal se não fosse pelo enorme escudo em seu braço esquerdo! Mas parte do plano deu certo, o Orc direcionou sua atenção ao cavaleiro.

–Cure a arqueira! – gritou para a noviça, que foi em direção à Freya para cura-la

Dhumas, mesmo com agilidade aumentada, estava mais lerdo perante a velocidade de ataque e esquiva do Orc.

–Hey garotas – Se esquivando de um dos ataques – acho que vou precisar de uma pequena ajuda aqui!

Após ser curada Freya correu para ajuda o amigo.

–Vem garota! Precisamos de sua ajuda também! – e a garota correu para ajudar, aumentando a agilidade da arqueira.

A agilidade de Dhumas voltou ao normal e ele, em posição ofensiva, clamou:

–Golpe Explosivo!

Não foi muito eficaz, mas fez o mostro se afastar por um segundo, que foi mais que suficiente para ele conseguir fugir.

–Rajada de Flechas! – gritou Freya lançado dezenas de flechas seguidas nas costas do monstro, o fazendo virar.

–Não Freya! – o garoto de cabelos brancos correu o quanto podia, mas o Orc era mais rápido. Foi em direção de Freya, a pegou pelo pescoço e a arremessou em direção às arvores, fazendo com que a aruqeira ficasse gravemente ferda.

–Fuja! – gritou para a noviça, que corria sem parar.

–Freya! – Dhumas ficou segundo imóvel e com a cabeça baixa. Quando a levantou seu olhar estava diferente, o castanho de seus olhos havia se tornado vermelho cor do sangue. A noviça corria quando, em um galho, tropeçou e caiu no chão. O Orc levantou sua espada para atacar, quando, em um piscar de olhos, o garoto estava atrás do em suas costas.

–Golpe Fulminante!

O golpe o corta ao meio, fazendo metade cair para um lado e a outra para o outro. Mas ele não parou, foi avançando na direção da garota, que estava apavorada.

–Freya? Freya? Ajude-me! – Gritou a garota amedrontada pelo olhar do garoto.

–Dhu... Dhumas... DHUMAS! – mesmo ferida gravemente, Freya foi capaz de tirar o garoto do frenesi provocado pelo Orc. A coloração de seus olhos voltara rapidamente e ele recobrara a consciência.

– O que... Aconteceu? – Perguntou ao ver o Monstro dividido ao meio e a noviça em choque. – Frey... FREYA! – Correu para perto da amiga toda ensanguentada. – Cure-a, Cure-a pelo amor de Odin! Por favor! – as lágrimas escorriam sem parar pelo rosto do jovem.

A noviça mesmo amedrontada foi capaz de conjurar a Magia em Freya, porém não fora muito eficaz.

–Vamos leva-la para catedral! – disse a noviça, jogando água benta no ferimento de garota.

Dhumas pegou Freya no colo e correram para Prontera.

–Ah, mesmo depois de tudo não fomos apresentados, meu nome é Chikara. – falo a noviça enquanto aumentava a agilidade de ambos.

Ao longe, oculto pelas folhagens havia duas sombras.

–Então, ainda duvida de mim? –disse o menor deles.

–Não, agora eu acredito, ele pode realmente ser um deles... – a segundo pouco mais alta, com seus olhos negros fixados para nos garotos – Temos que comunica-lo imediatamente! — e ambos desapareceram.

Notas finais
Bom, Isso é tudo pessoa! Mentira, espero que estejam gostando. O que acontecera com Freya? Será que vão conseguir chegar na catedral à tempo? Veja, no próximo capítulo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.