Chapeuzinho Vermelho Um Pouco Diferente!
1 Capítulo único
Notas iniciais
te encontro lá embaixo
Até
Era uma vez uma linda jovem chamada Marlenne McKinnon que usava um chapéu vermelho, ela morava com sua mãe Mariana McKinnon.
Em uma noite sua mãe lhe disse:
-Marlene leve essa comida para sua avó- ela disse segurando uma linda cesta.
-Está bem mãe- ela pegou a cesta e saiu de casa.
-Filha não vá pela floresta é muito perigoso- Mariana gritava da porta da casa.
-Mas é mais rápido- Marlenne respondeu com o mesmo dom de voz.
-Filha- a mãe advertiu a filha.
-Mãe eu sei me cuidar, não sou mais criança- a outra dizia sorrindo.
-Que Merlin de proteja- Sra. McKinnon disse com um olhar de preocupação, e entrou.
Marlene andava pela estrada cantando.
“Já passei no vale até pensei que era o fim
A escuridão me envolveu, pois quando olhei e nada vi.
Amigos eu não encontrei então pensei em desistir
Mas quando eu ali chorei ouvi alguém disser assim”
-Au, au, au- ouviu um latido.
Olhou para todos os lados e não viu nada, o que não era surpresa já que estava muito escuro, voltou a cantar.
“Eu estou pertinho e você não vê...”
-Au- o latido foi mais forte.
O medo tomou conta de Marlenne, que começou a andar mais rápido até chegar na luz de um poste.
Quando chegou ela olhou para todos os lados, no começou não viu nada ate que surgiu um enorme cachorro preto, sua pata estava machucada e havia alguns ferimentos em sua cabeça e seus olhos pareciam tristes.
-O que aconteceu com você?- ela disse se abaixando para passar a mão no cachorro.
Ela continuou se percurso e o cachorro preto a seguia.
-Estou com fome- ela ouviu uma voz.
Logo se virou e se deparou com um rapaz muito bonito mesmo vendo sua situação, machucados, fraco, pálido, sujo...
-Ah- gritou assustada- Quem é você?- perguntou rápido se afastando
-Me chamo Sirius Black- ele disse sua voz saia roca e fraca.
-APAREÇA PRIMINHO QUERIDO- uma voz feminina gritava.
O rapaz se transformou no cachorro preto, e Marlenne ficou paralisada ao ver a cena.
-Olá menina- a dona da voz que gritava apareceu- por acaso você viu esse rapaz- ela mostrou a foto de Sirius- ou esse cachorro?- mostrou a foto do cachorro preto.
-Não- Marlenne disse sem pensar.
-Hum, então tá bom- a mulher de cabelos pretos, e com roupas pretas extravagantes disse e logo desapareceu na floresta.
-Au- o cachorro humano saiu de trás de uma moita- obrigado- agradeceu
-O que você é?- Marlenne perguntou
-Sou um animago- ele falou sentando no chão.
-Um o que?
-Um bruxo- ele a encarou e olhou para cesta em sua mão- um bruxo com fome- ela arregalou os olhos- Não tenha medo não vou te comer- ele riu fraco.
-Tanto faz, tchau bruxo- ela se virou e voltou a andar.
-O chapeuzinho vermelho espera ai- ele se levantou e tentou correr para alcançar os passos dela.
-Não me segue- ela bateu na barriga dele com a cesta isso fez om que ele caísse de costas.
-Ai- ele gemeu
-Desculpa- ela se desesperou.
-Tudo bem- ele falou, estava com dificuldade para respirar.
POV. Marlenne McKinnon
Eu estava parada em uma estrada com um cachorro/ rapaz/ animago/ bruxo... Em vez de ir para casa da minha avó e entregar o jantar dela, coitada a velinha vai morrer de fome.
-Tudo bem- ele falou com um sorriso fraco, parecia com dificuldade para respirar.
-Vem eu te ajudo- puxei ele pelo braço para coloca ló de pé.
-Ai- reclamou- você é bem fortinha para uma garota.
-Cala boca- disse e ele riu novamente.
Ele se apoiou no meu ombro para conseguir andar e fomos até a casa da minha avó, lá tem primeiros socorros e remédios estranhos da minha avó.
Toc- Toc.
Bati na porta.
-Pode entrar- a Sra. Maria, minha avó, disse.
Entrei e coloquei o rapaz, cujo não me lembro do nome, no sofá e fui até o quarto.
-Olá vó trouxe seu jantar- disse na porta do quarto, ela estava deitada como sempre.
Ajudei ela se levantar e a coloquei na mesa para comer.
-Vejo que trouxe seu namorado- ela disse quando viu o bruxo dormindo no sofá
-Vó ele não é meu namorado, encontrei ele machucado no caminho e resolvi ajuda ló- esclareci a verdade.
Ela olhou desconfiada, mas no fim ela só me mandou pegar a caixa de remédios e primeiro socorros para cuidar dos ferimentos dele.
-Fique essa noite aqui, sua mãe não pode saber desse rapaz ou vai surtar- Ela disse rindo.
-Tudo bem.
Primeiro cuidei dos machucados do rosto o que não eram poucos, depois resolvi tirar o sobretudo que ele usava, assim pode ver os ferimentos dos braços “Onde ele se meteu para ficar desse jeito?” perguntei para mim mesma.
Ele abriu os olhos, seus olhos eram pretos iguais seus cabelos que por sinal era um pouco comprido.
-Quem é você?- ele perguntou assim que me viu
-Oi- disse tímida- Sou Marlenne McKinnon- falei e ele voltou a dormir.
Continuei limando os machucados, até que resolvi ir dormir.
Fui a ultima a dormir e a primeira a acordar. Então eu preparei um café da manha.
-Marlenne certo?- ele disse se levantando do sofá.
-Sim, e você?- perguntei
-Sirius, Sirius Black- se apoiou no sofá para chegar até a cadeira.
-Sirius Black, o bruxo cachorro- disse e ele riu- você deve estar com fome.
-Estou faminto não me alimento há uma semana- ele disse olhando os pães que estava sobre a mesa.
-Como você ainda esta vivo?- perguntei rindo e ele deu de ombros.
Enquanto Sirius comia, eu fui limpar a casa já que a Sra. Maria acordava tarde. Comecei a cantar como de costume.
“Não sei por que tu me amas tanto assim
Apaguei minha história, me afastei do teu jardim
Pedia água, ninguém me dava de beber
Sentia fome e assistia minha alma falecer”
-Você canta bem- Sirius comentou fazendo me corar- tem uma bela voz, mas não tão bela como a dona da voz- não sabia onde esconder a cara.
“E esse novo vencedor que vai surgir
Tem no peito um coração cheio de amor
Capaz de perdoar quem lhe feriu
E de amar alguém que só lhe desprezou”
-Não conseguiria perdoar quem me feriu, isso seria idiotice- ele me interrompeu com o seu palpite.
-Talvez você só não queira perdoar, mas conseguir eu tenho certeza que consegue- falei varrendo a pequena casa.
-Quem sabe- falou pensativo.
“Ele surgiu do anonimato dentro de um vale escuro e frio
Venceu na terra de gigantes grandes desafios
Foi provado e aprovado
Agora é só vitória”
-Vitória é uma palavra bonita- ele pensou alto fazendo eu para de cantar.
-Me conta essa coisa louca que aconteceu com você- pedi me sentando do seu lado.
-Bom minha prima, Bellatrix, é uma louca que serve ao Voldemort que quer me matar- ele falou não entendi nada, mas era legal o ouvi falar- Quando ela conseguiu me pegar, me torturou até eu conseguir escapar e fugir, dai eu encontrei você e tal- ela falava como se fosse a coisa mais normal do mundo.
-Tá e essa coisa de bruxo?- estava muito curiosa, pois ele com certeza não tinha poderes mágicos isso é ficção.
-Simples, eu sou um bruxo sangue puro- falou com orgulho.
-Você é sangue azul?
-Se quiser chamar assim.
-Como você se transformou em animal?- eu parecia aquelas crianças chatas de oito anos fazendo perguntas e mais perguntas.
-Como eu já disse seu um animago, posso me transformar em um cachorro.
-Você tem poderes?
-É claro que sim, eu sou um bruxo- disse como se fosse obvio- Observe- ele pegou uma varinha que estava no seu bolso apontou para um copo e disse- Accio copo- o copo flutuou ate ele.
-Nossa que legal, posso tentar- disse pegando a varinha da mão dele- Accio copo- falei e nada aconteceu- Qual é o seu truque?
-Não é truque- acho que o ofendi- É magica, eu sou um...
-Bruxo- completei.
-Um bruxo? Qual é sua linhagem?- Maria perguntou sentando na cadeira.
-Black- ele disse
-Black, uma linhagem pura e de comensais- ela se levantou nervosa- Saia da minha casa Black- gritou.
-O que? Não! Eu sou diferente deles- ele falou, com um sorriso torto no rosto.
-Saia Black!- ela disse expulsando ele da casa, fiquei imóvel.
Ele foi caído até sair da casa, minha vó trancou a porta.
-Você nunca mais traga um Black para minha casa Marlenne- ele falou brava
-Desculpa, eu não sabia- fiquei sem entender, e assustada nunca vi minha vó desse jeito.
-Olá- Bellatrix disse arroupando á porta.
-Saia daqui- minha avó a enfrentou.
-Avada Kedavra- ela disse e minha vó caiu no chão.
-Vó- gritei sacudindo a, mas ela não acordava.
-Ela esta morta querida- ela disse tanto uma risada de arrepiar- Aliás, cadê meu querido primo?
-Não sei- disse lagrimas caia dos meus olhos, lagrimas de dor e ódio.
-Não minta- ela apontou a varinha na minha direção.
-Não estou mentindo, ele foi embora!
-Cruciatos- ela disse e eu comecei a sentir dor em meu corpo inteiro- Isso é para você parar de mentir.
Eu vi um cachorro estourar os vidros da janela e logo se transformar em um rapaz.
-Bellatrix- Sirius disse atrás dela- Pare agora- ordenou e ela parou, não sentia mais nada.
-Que fofo veio defender a namoradinha- ela falou sínica.
-A deixa em paz, sou eu quem você quer- ele largou a varinha.
-Muito bem priminho, vamos logo com isso então. Você quer que feitiço?
-Qualquer um, só não a machuque.
-Tudo bem- ela se preparou- Avada...
Antes de ela terminar ele se transformou em cão e pulou nela fazendo a varinha de Bellatrix voar longe. Era uma cena horrível, ele a mordia e ela socava o cachorro. Eu não podia fazer nada o feitiço que ela soltou em mim não permitia nem me levantar.
Sirius conseguiu pegar a varinha dele e apontou para ela e rapidamente disse “Avada Kedavra” e ela cai morta.
-Vai ficar tudo bem- ele diz me olhando, colocou-me no sofá e se aproximou- obrigado por tudo- me disse- mas é melhor que você não se lembre de nada.
-Não, por favor- implorei.
-Sinto muito- ele passou os dedos em umas mechas do meu cabelo- Obliviate.
POV Autora.
Sirius apagou a memoria de Marlenne.
-Adeus Chapeuzinho Vermelho- disse e se foi.
Ele nunca mais foi visto por Marlenne, pelo menos ela não se lembrava de que o conhecia.
Depois de tempo, Marlenne estava no velório de sua avó.
-Olá chapeuzinho preto- um rapaz de cabelos e olhos negros disse com um lindo sorriso no rosto.
-Você a conhecia?- Marlenne perguntou baixo.
-Na verdade sim, mas conhecia mais a neta dela- Marlenne se virou para ver o rapaz.
-Quem é você?- perguntou.
-Sou Sirius Black- ele disse, seu sorriso não saia de seu rosto o que chamava atenção já que estavam em um velório.
-Marlenne McKinnon- ela o cumprimentou.
-Eu sei- ele disse.
-Como me conhece?
-Como sempre muitas perguntas- ele riu balançando a cabeça negativamente.
-Me responda- insistiu
-Uma pequena historia. Começa assim: Uma linda jovem com uma cesta estava indo para casa da sua avó para levar o jantar, no caminho cantava uma musica “Já passei no vale...” ela chamou a atenção de um cachorro...
-Um cachorro?
-Sim um cachorro, esse cachorro estava fugindo de uma pessoa e essa menina ajudou o cachorro que estava muito ferido.
-O que isso tem haver do fato de você me conhecer?
-Isso é muito simples.
Ele caminhou ate uma moita e se transformou em um cão e sumiu de vista, e Marlenne ficou chocada e aos poucos foi lembrando-se do rapaz bruxo/ cachorro/ animago...
-Sirius Black, o bruxo cachorro- ela disse para ela mesma se recortando de tudo.
Os flashes passavam em sua cabeça como um vídeo, seus olhos começaram a lagrimejar.
-Filha não fique assim- Mariana abraçou a filha.
-Sirius- ela sussurrou.
-O que?
-Nada mãe, nada.
Agora o bruxo cachorro só aparecia nos sonhos de Marlenne.
Fim!
Notas finais
Espero que tenha gostado.
Comentem, isso não arranca pedaço.
♥ Até ♥
bjss
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